Vicky tinha dormido com o corpo dela sobre o meu, apoiando os peitões enormes em mim e com uma das pernas dela na minha cintura, a gente tava completamente pelado. Minha mão percorria as bundas dela e subia pelas costas. Às vezes eu apertava com força uma nádega e ela soltava um suspiro de prazer enquanto dormia, a Vicky respirava, vivia e dormia pensando em sexo. Desde que conheci ela na tarde anterior, a gente não tinha parado de foder, primeiro no carro e depois no apartamento dela, onde a gente tava deitado agora. Lembro como ela desceu do carro com o vestido amarelo colado no corpo molhado de suor e porra e caminhou até a porta do prédio onde morava, o porteiro cumprimentou ela e ela mandou um beijo pra ele, o cara não conseguiu evitar de olhar pros bicos dos peitos dela que apareciam pelo vestido, assim como a bunda que dava pra ver que tava nua por baixo. Subimos no elevador e ela apertou o 9º andar, se apoiou na parede oposta à que eu tava. Ela me olhava com um sorriso safado, foi deslizando o pé dela pelo meu joelho até chegar no meu pau que já tava ficando duro de novo. Sorriu triunfante ao sentir minha ereção. Começou a esfregar o volume com o pé, pra cima e pra baixo, primeiro bem devagar e depois foi acelerando, eu comecei a soltar gemidos de prazer e ela levava as mãos pros peitos que agora estavam à mostra e torcia os bicos dos seios, se excitando com a punheta que tava me dando com o pé. Não aguentei, abaixei o pé dela, peguei ela pela cintura e beijei, encostando o corpo dela no meu, parei o elevador e a gente começou a se despir enquanto se beijava. — Achei que você ia aguentar até chegar no apê, gostosa... — Não aguento mais... Tava com o pau duro, levantei ela e com as pernas dela em volta da minha cintura, enfiei na buceta dela, os braços dela em volta do meu pescoço e enquanto eu devorava a boca dela, a gente fodia desenfreado no elevador, eu metia bem forte e nossos gemidos ecoavam pelas paredes do espaço apertado. — Aaai... siiiim... aiiii... mais forte... assim... assim... ai, como eu gostoooo... - Você gosta? Gosta muito, sua putinha? - Aii... adoro... Meu pau entrava e saÃa com força na buceta dela, que tava cada vez mais molhada. - Vou gozar, Vicky, vou gozar, como você me excita, sua filha da puta... - Aii, goza dentro de mim... ai... não aguento mais... Então a buceta da Vicky se contraiu, ficou tensa, e ela gozou com um grito de prazer, segundos depois eu gozei dentro dela. Sem tirar o pau de dentro, a gente caiu no chão, ela em cima de mim. Ela se levantou e vestiu o vestido. Eu me vesti, e aà a gente chamou o elevador, chegamos no apartamento da Vicky e ela disse que tava com fome e perguntou se eu queria pedir comida, eu falei que sim, verdade, tava faminto, mas era dela, via ela se movendo pelo apartamento pelada e a raba dela me excitava cada vez mais. - Epa, já tá pronto de novo pelo visto, hein? Meu pau já tava duro de novo. - É que não dá pra evitar com você, Vicky... você também fica se exibindo assim na minha frente e espera que eu não queira te comer de novo? Ela riu, pediu a comida, depois se aproximou, me agarrou pela cintura e começou a passar a mão na minha bunda, a gente começou a se beijar e ela disse: - Vou tomar um banho. Ela foi pro banheiro e eu fiquei na cozinha, ela gritou de lá: - Se a comida chegar, atende e paga, se não tiver dinheiro, tem grana em cima da mesa. Tinha pedido comida chinesa, algo que eu não costumava comer, mas que não me desagradava. A verdade é que enquanto eu ouvia o chuveiro, a única coisa em que eu pensava era na Vicky e no corpo nu dela debaixo d'água. Eu me enfiei no banheiro, me despi, abri a cortina e a Vicky me olhou surpresa, gritando: - Neném, tô tomando banho! Aà ela olhou pro meu pau duro e sorriu. - Bom, podemos dividir o chuveiro. Ela começou a chupar meu pau, engolindo ele todo, fazendo ele desaparecer inteiro na boca dela, a gente se beijou e eu enfiava os dedos no cu dela usando a água como lubrificante. Aà a gente ouviu a campainha. - Chegou a comida... é, como eu gosto que você abra meu cu... - Ainda não abri seu cu, Vicky... - Vai abrir a porta... Vamo que a comida tá pronta... Tirei os dedos do seu cu e saà do banho. — Depois de comer, vou arrebentar sua bucetinha minúscula, Vicky. — Ai, que sem-vergonha — ela falou entre risadas. Comemos na cozinha. A Vicky tinha colocado uma lingerie vermelha, o sutiã aparecendo por baixo da regata bem curtinha e justa no corpo que ela vestiu, e um short jeans rasgado. Comemos e rimos contando histórias, aà ela levantou pra lavar a louça na pia. Cheguei por trás e encostei a pica no short jeans dela, coloquei as mãos na cintura dela e fui levando até os peitos, apertei de leve, começamos a trepar com roupa, no inÃcio devagar e depois fomos aumentando a velocidade. A pica tava bem dura e entrava e saÃa pelo cu da Vicky, e depois fui pra buceta, esfreguei a pica toda na ppk dela. O shortinho dela tava encharcado, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto, me jogou na cama, eu comecei a tirar a roupa e ela se despiu devagar na minha frente, primeiro tirou o short devagar deixando à mostra uma calcinha fio dental vermelha, se virou e me mostrou a raba monumental dela com a calcinha totalmente escondida no meio do cu, cuspi na mão e comecei a esfregar na pica. — Tá gostando da minha bucetinha minúscula? — ela perguntou. — Adoro, Vicky, você tem uma raba perfeita, é enorme — E meus peitos? Ela se virou e levantou a regata devagar até tirar e revelou os peitos presos no sutiã vermelho. — E aÃ? Também gosta? — Gosto de você toda, Vicky, você é muito gostosa, tem uma raba e uns peitos incrÃveis. Ela tirou o sutiã e me mostrou os peitões enormes com uns mamilos escuros. Se jogou na cama e lambeu minha pica, depois passou a lÃngua pela minha barriga e chegou na minha boca. Peguei ela pelos braços e coloquei ela debaixo de mim com força. — Ai, assim que eu gosto, e agora o que você vai fazer, papai? Comecei a chupar os peitos dela, lambendo bem os mamilos, mordendo de leve enquanto ela se contorcia de prazer, desci até a ppk dela Comecei a apalpar ela por cima da calcinha fio dental. Já tava molhada. Virei ela e, com aquela raba monumental tão perto, não consegui evitar: dei um tapa e enfiei a cara entre as bundas dela, dando mais tapas. Peguei a fio dental e puxei bem pra cima. Olhei pra cima vendo como desaparecia completamente no cu da Vicky. Ela se contorcia de prazer. Tirei a fio dental e coloquei a cabeça da pica no buraquinho do cu, dando batidinhas e empurrando de leve sem entrar. Ela tava de quatro e se mexia junto com a pica que empurrava suavemente no cu dela. — Quer que eu meta, Vicky? — Sim, quero toda... toda dentro. — Quer a pica dentro do seu cu? — Sim, arrebenta meu cu... Apoiei de leve a cabeça da pica no cu da Vicky e apertei com força. Ela gritou e depois ficou sem ar. Tirei, deixando só a cabeça dentro, e apertei de novo, abrindo caminho no cu da Vicky Xipolitakis com a pica. Depois, deslizava fácil e comecei a comer a Vicky com mais força pelo cu, que gritava de prazer, com a boca bem aberta e os olhos fechados. Os peitos dela balançavam sem controle enquanto eu comia a Vicky. As bundonas enormes batiam quentes e fortes no meu corpo. — É melhor que meus sonhos, Vicky, como eu gosto de te comer... — Aaai... sim... adoro que me coma... que me coma assim!! Continua assim, assim... Pegava os peitos dela e torcia os bicos. Ela apoiava as mãos nas minhas. Nem percebÃamos o tempo passar. Gozei dentro do cu dela, e ela levou a mão na bunda, tirou a porra com os dedos e levou à boca. Depois, chupei a buceta dela e meti, separando os lábios vaginais com minha pica faminta por ela, pela Vicky, que era uma deusa do sexo, que gritava de prazer, que chupava a pica e que fodia como uma deusa. Não sei quanto tempo a gente trepou. Mas passamos a noite toda. Já era dia, e lá estava ela em cima de mim. Na cama dela. Eu admirando a raba dela e sentindo a pussy quente roçando na minha virilha. Ela dormia, eu não conseguia, ainda não acreditava em tudo aquilo. Ficou um tempo assim. Me levantei sem acordá-la, com intenção de ir ao banheiro, mas antes de chegar na porta a campainha tocou, eram 8 da manhã, vi num relógio na parede. Vicky dormia, fui até o porteiro, apertei o botão pra falar e perguntei: - Oi, quem é? - Sou eu, a Estefi, irmã da Vicky, quem é você? Continua... Deixo umas fotos também.







3 comentários - Mi asombrosa aventura con Vicky Xipolitakis parte 2