Minha aventura incrível com Vicky Xipolitakis parte 2

Vicky tinha dormido com o corpo dela sobre o meu, apoiando as tetonas enormes em mim e com uma das pernas dela na minha cintura, a gente tava completamente pelado. Minha mão passava pelas nádegas dela e subia pelas costas. Às vezes eu apertava com força uma bunda dela e ela soltava um suspiro de prazer enquanto dormia, a Vicky respirava, vivia e dormia pensando em sexo. Desde que eu conheci ela na tarde anterior, a gente não tinha parado de foder, primeiro no carro e depois no apartamento dela, onde a gente tava deitado agora. Lembro como ela desceu do carro com o vestido amarelo colado no corpo molhado de suor e porra e caminhou até a porta do prédio onde morava, o porteiro cumprimentou ela e ela mandou um beijo pra ele, o cara não conseguiu evitar de olhar pros bicos dos peitos dela que marcavam no vestido, assim como a bunda que dava pra ver que tava nua por baixo. A gente subiu no elevador e ela apertou o 9º andar, se apoiou na parede oposta à que eu tava. Ela me olhava com um sorriso safado, foi deslizando o pé dela pelo meu joelho até chegar no meu pau que já tava endurecendo de novo. Sorriu triunfante quando sentiu minha ereção. Começou a esfregar o volume com o pé, pra cima e pra baixo, primeiro bem devagar e depois foi acelerando, eu comecei a soltar gemidos de prazer e ela levava as mãos pros peitos que agora tavam descobertos e torcia os bicos, se excitando com a punheta que tava me dando com o pé. Eu não aguentei, abaixei o pé dela, peguei ela pela cintura e beijei, encostando o corpo dela no meu, parei o elevador e a gente começou a se despir enquanto se beijava. — Achei que você ia aguentar até chegar no apê, gostosa... — Não aguento mais... Tava com o pau duro, levantei ela e com as pernas dela em volta da minha cintura, enfiei na buceta dela, os braços dela em volta do meu pescoço e enquanto eu devorava a boca dela, a gente fodia desenfreado no elevador, eu metia bem forte e nossos gemidos batiam nas paredes do espaço apertado. — Aaai... siiiim... aiiii... mais forte... assim... assim... ai, como eu gostoooo... - Você gosta? Gosta muito, sua putinha? - Aii... adoro... Meu pau entrava e saía com força na buceta dela, que tava cada vez mais molhada. - Vou gozar, Vicky, vou gozar, como você me excita, filha da puta... - Aii, goza dentro de mim... aii... não aguento mais... Então a buceta da Vicky se contraiu, ficou tensa, e ela gozou com um grito de prazer. Segundos depois, eu gozei dentro dela. Sem tirar o pau de dentro, a gente caiu no chão, ela em cima de mim. Ela se levantou e vestiu o vestido. Eu me vesti, e aí a gente chamou o elevador. Chegamos no apartamento da Vicky, e ela disse que tava com fome e perguntou se eu queria pedir comida. Eu disse que sim, mas a verdade é que eu tava faminto era por ela. Via ela se movendo pelada pelo apartamento, e a raba dela me deixava mais excitado a cada minuto. - Epa, já tá pronto de novo, pelo que vejo, hehe. Eu tava duro de novo. - É que não dá pra evitar com você, Vicky... você também fica se exibindo na minha frente assim e espera que eu não queira te comer de novo? Ela riu, pediu a comida, depois se aproximou, me agarrou pela cintura e começou a passar a mão na minha bunda. A gente começou a se beijar, e ela disse: - Vou tomar um banho. Ela foi pro banheiro, e eu fiquei na cozinha. Ela gritou de lá: - Se a comida chegar, atende e paga. Se não tiver dinheiro, tem grana em cima da mesa. Ela tinha pedido comida chinesa, algo que eu não costumava comer, mas que não me desagradava. A verdade é que, enquanto eu ouvia o chuveiro, a única coisa em que eu pensava era na Vicky e no corpo nu dela debaixo d'água. Eu me enfiei no banheiro, me despi, abri a cortina, e a Vicky me olhou surpresa, gritando: - Neném, tô tomando banho! Aí ela olhou pro meu pau duro e sorriu. - Bom, a gente pode dividir o banho. Ela começou a chupar meu pau, engolindo ele inteiro, fazendo ele desaparecer na boca dela. A gente se beijou, e eu enfiava os dedos no cu dela, usando a água como lubrificante. Aí a gente ouviu a campainha. - Chegou a comida... é, como eu gosto que você me abra o cu... - Ainda não abri seu cu, Vicky... - Vai abrir a porta... Vamo que a comida tá pronta... Tirei os dedos do teu cu e saí do chuveiro. - depois de comer vou arrebentar essa sua bucetinha minúscula, Vicky. - ai que sem-vergonha - ela disse entre risadas. Comemos na cozinha. A Vicky tinha colocado uma lingerie vermelha, o sutiã aparecia por baixo da regata bem curtinha e justa no corpo que ela vestiu, e uns shorts jeans rasgados. Comemos e rimos contando histórias, daí ela levantou pra lavar a louça na pia. Cheguei por trás e encostei o volume no shortinho jeans, coloquei as mãos na cintura dela e fui levando até os peitos, apertei de leve, começamos a trepar com roupa, no início devagar e depois fomos aumentando a velocidade. A pica tava bem dura e entrava e saía pelo cu da Vicky, e depois fui pra ppk, esfreguei o volume por toda a ppk. O shortinho dela tava encharcado, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto, me jogou na cama, eu comecei a tirar a roupa e ela se despiu devagar na minha frente, primeiro tirou o shortinho lentamente deixando à mostra uma calcinha fio dental vermelha, se virou e me mostrou aquela raba monumental com a calcinha totalmente enfiada no meio do cu, cuspi na mão e comecei a esfregar na pica. - cê gosta da minha bucetinha minúscula? - ela perguntou. - adoro, Vicky, você tem uma raba perfeita, é enorme - e meus peitos? Ela se virou e levantou a regata devagar até tirar e revelou os peitos presos no sutiã vermelho. - e aí? Também gosta? - gosto de você toda, Vicky, você é muito gostosa, tem uma raba e uns peitos incríveis. Ela tirou o sutiã e me mostrou aqueles peitões enormes com uns mamilos escuros. Se jogou na cama e lambeu minha pica, depois passou a língua pela minha barriga e chegou na minha boca. Peguei ela pelos braços e coloquei debaixo de mim com força. - ai, assim que eu gosto, e agora o que cê vai fazer, papai? Comecei a chupar os peitos dela, lambendo bem os mamilos, mordendo de leve enquanto ela se contorcia de prazer, desci até a ppk e Comecei a apalpar ela por cima da calcinha fio dental. Já tava molhada. Virei ela e, com aquela raba monumental tão perto, não consegui evitar: dei um tapa e enfiei a cara entre as bundas dela, batendo de novo. Peguei a fio dental e puxei bem pra cima. Vi ela sumir completamente na bunda da Vicky. Ela se contorcia de prazer. Tirei a fio dental e coloquei a cabeça da pica no buraco do cu, dando batidinhas e empurrando de leve sem entrar. Ela tava de quatro e se mexia junto com a pica que empurrava suavemente no cu dela. — Quer que eu meta, Vicky? — Sim, quero toda... toda dentro. — Quer a pica dentro do seu cu? — Sim, arrebenta meu cu... Apoiei a cabeça da pica de leve no cu da Vicky e apertei com força. Ela gritou e depois ficou sem ar. Tirei, deixando só a cabeça dentro, e apertei de novo, abrindo caminho na bunda da Vicky Xipolitakis com a pica. Depois, ela se mexia fácil, e comecei a comer a Vicky com mais força pelo cu, que gritava de prazer, com a boca bem aberta e os olhos fechados. Os peitos dela balançavam sem controle enquanto eu comia a Vicky. As bundonas dela batiam quentes e fortes no meu corpo. — É melhor que meus sonhos, Vicky, como eu gosto de te comer... — Aaai... sim... adoro que me coma... que me coma assim!! Continua assim, assim... Pegava os peitos dela e torcia os bicos. Ela apoiava as mãos nas minhas. Não percebíamos o tempo passar. Gozei dentro do cu dela, e ela levou a mão na bunda, tirou a porra com os dedos e levou à boca. Depois, chupei a buceta dela e meti, separando os lábios vaginais com minha pica faminta por ela, pela Vicky, que era uma deusa do sexo, que gritava de prazer, que chupava a pica e que fodia como uma deusa. Não sei quanto tempo a gente trepou. Mas passamos a noite toda. Já era dia, e lá estava ela em cima de mim. Na cama dela. Eu admirando a raba dela e sentindo o buceta quente roçando na minha virilha. Ela dormia, eu não conseguia, ainda não acreditava em tudo aquilo. Ficou um tempo assim. Levantei sem acordá-la, com intenção de ir ao banheiro, mas antes de chegar na porta, a campainha tocou. Eram 8 da manhã, vi num relógio na parede. Vicky dormia. Fui até o porteiro, apertei o botão pra falar e perguntei:
— Oi, quem é?
— Sou eu, a Estefi, irmã da Vicky. Quem é você?
Continua... Deixo umas fotos também.Mi asombrosa aventura con Vicky Xipolitakis parte 2
Argentina
peitos
Vicky Xipolitakis
vadia  rabuda

3 comentários - Minha aventura incrível com Vicky Xipolitakis parte 2

Tremendoooo!!!! Sigue con las 2 hermanitas..
Próximamente tus palabras son ordenes
Va a seguir el relato?
Si. Cuando tenga un poco de tiempo lo voy a continuar