Um dia saí pra night com a minha mina e já tava tarde, então ia deixar ela em casa e pedimos um Uber. Vale destacar que minha mina é uma mulher gostosa, um pouco gordinha, mas com peitão e rabão, então vários dos meus amigos tão de olho nela. Continuando a história, ela disse que tava meio tesuda porque tinha dançado com uns caras bonitos com o volume marcado e que chegou a tocar neles. Quando o Uber chegou, percebemos que o banco de trás tava meio cheio, porque ele tinha umas coisas pra levar pra casa dele e a gente seria a última corrida, então ela decidiu ir na frente e eu tive que ir atrás. O motorista era um cara muito papo reto que a gente curtiu na hora, ele contava sobre umas viagens dele e uns problemas que tava tendo com a mulher, dizia que não amava ela de verdade, mas que tinha uns filhos pequenos e não queria dar um baque de divórcio tão cedo. Minha mina e ele começaram a conversar e foi mais ou menos assim:
— Você é gato e não merece que ela te trate assim, né? Quem sabe alguém aí não tá de olho em você.
— Quem sabe, mas sinceramente já não aguento mais ela.
— Talvez eu possa te ajudar a relaxar um pouco.
Ela começou a passar a mão na perna dele e foi até a rola dele, começou a acariciar.
— Amor, cê liga se eu...
— Não, amor, faz o que tiver que fazer.
Assim que eu falei, ela já começou a meter a mão dentro da calça do motorista, e ele, meio sem graça, só me perguntou se realmente não tinha problema. Eu falei que não e que, se ele quisesse, a gente podia até usar a casa da minha mina pra eles fazerem. Depois de pensar um pouco, ele topou, e quando chegamos na casa dela, começaram a se beijar. Fiquei meio com ciúmes porque ainda era novo nesse mundo. Aos poucos, ela já foi baixando a calça dele e começou a chupar a rola dele, dizendo: "Você tem maior que meu namorado, ele não sabe me comer direito, preciso de um homem de verdade". Ele começou a forçar ela a engolir mais fundo e de vez em quando dava uns tapas na cara dela. Eu queria parar ele, porque sentia que... Já tava passando dos limites, mas minha mina falou pra eu não fazer nada porque tava gostando e que eu sentasse sem atrapalhar. Meio triste, sentei pra ver o que ia rolar. O cara só ria da minha cara e começou a tirar a roupa da minha namorada. Em pouco tempo os dois já tavam metendo, e ele não parava de enfiar e dar tapão na bunda dela sempre que podia. Ela gritava: — Aí sim, papai, me dá mais forte, mostra pro meu namorado como é que faz — esse corno não te merece, vou te comer gostoso e fazer você se sentir uma puta. — Aí sim, adoro ser tratada como uma puta suja, quero ser sua submissa, quero que você me faça esquecer esse pau pequeno. Depois de um tempão, ele já ia gozar e ela começou desesperada a chupar o pau dele, até pediu pra ele bater na língua e nas bochechas dela com a rola, porque dizia que era muito gostoso e que adorava se sentir usada e submissa. Isso me deixou com um pouco mais de ciúme, porque comigo ela nunca tinha pedido nada assim, e de vez em quando me chupava meio na obrigação, sem vontade. Ver ela com outro cara pedindo pra ser maltratada e transando doeu um pouco, mas não evitei ficar duro. No final, ele gozou na boca dela e ela engoliu tudo. O taxista foi embora, mas deixou o número caso a gente quisesse que ele voltasse. Minha mina falou que eu podia ficar pra dormir se limpasse tudo, enquanto ela ia dormir porque já tava cansada. Foi pro quarto e me deu um beijo dizendo: — Valeu por me deixar ser corna, de prêmio vou te fazer uma punheta e chupar um pouco de manhã quando você for embora. Por enquanto, não pode me tocar a noite toda e vai dormir na sala. Eu aceitei, e o resto é história. Tem muitas outras histórias, mas vou postando aos poucos.
— Você é gato e não merece que ela te trate assim, né? Quem sabe alguém aí não tá de olho em você.
— Quem sabe, mas sinceramente já não aguento mais ela.
— Talvez eu possa te ajudar a relaxar um pouco.
Ela começou a passar a mão na perna dele e foi até a rola dele, começou a acariciar.
— Amor, cê liga se eu...
— Não, amor, faz o que tiver que fazer.
Assim que eu falei, ela já começou a meter a mão dentro da calça do motorista, e ele, meio sem graça, só me perguntou se realmente não tinha problema. Eu falei que não e que, se ele quisesse, a gente podia até usar a casa da minha mina pra eles fazerem. Depois de pensar um pouco, ele topou, e quando chegamos na casa dela, começaram a se beijar. Fiquei meio com ciúmes porque ainda era novo nesse mundo. Aos poucos, ela já foi baixando a calça dele e começou a chupar a rola dele, dizendo: "Você tem maior que meu namorado, ele não sabe me comer direito, preciso de um homem de verdade". Ele começou a forçar ela a engolir mais fundo e de vez em quando dava uns tapas na cara dela. Eu queria parar ele, porque sentia que... Já tava passando dos limites, mas minha mina falou pra eu não fazer nada porque tava gostando e que eu sentasse sem atrapalhar. Meio triste, sentei pra ver o que ia rolar. O cara só ria da minha cara e começou a tirar a roupa da minha namorada. Em pouco tempo os dois já tavam metendo, e ele não parava de enfiar e dar tapão na bunda dela sempre que podia. Ela gritava: — Aí sim, papai, me dá mais forte, mostra pro meu namorado como é que faz — esse corno não te merece, vou te comer gostoso e fazer você se sentir uma puta. — Aí sim, adoro ser tratada como uma puta suja, quero ser sua submissa, quero que você me faça esquecer esse pau pequeno. Depois de um tempão, ele já ia gozar e ela começou desesperada a chupar o pau dele, até pediu pra ele bater na língua e nas bochechas dela com a rola, porque dizia que era muito gostoso e que adorava se sentir usada e submissa. Isso me deixou com um pouco mais de ciúme, porque comigo ela nunca tinha pedido nada assim, e de vez em quando me chupava meio na obrigação, sem vontade. Ver ela com outro cara pedindo pra ser maltratada e transando doeu um pouco, mas não evitei ficar duro. No final, ele gozou na boca dela e ela engoliu tudo. O taxista foi embora, mas deixou o número caso a gente quisesse que ele voltasse. Minha mina falou que eu podia ficar pra dormir se limpasse tudo, enquanto ela ia dormir porque já tava cansada. Foi pro quarto e me deu um beijo dizendo: — Valeu por me deixar ser corna, de prêmio vou te fazer uma punheta e chupar um pouco de manhã quando você for embora. Por enquanto, não pode me tocar a noite toda e vai dormir na sala. Eu aceitei, e o resto é história. Tem muitas outras histórias, mas vou postando aos poucos.
3 comentários - Chófer se coge a mi novia