Voltei de um aniversário mas não tinha comido nada. Morrendo de fome, pedi uma Mila num lugar novo. Arrumei um pouco o apê até o pedido chegar. Fui lá fora esperar pra ele não tocar o interfone. Chega ele, um moreno numa moto 150, boné de vilão, conjunto esportivo, tênis com molas, bem favelado. Assim que chegou, sem parar a moto, já me encarou. Eu tava vestido com uns sapatos marrom, jeans, camiseta, bonitinho. Abri o portão e esperei ele descer da moto. Ele fala: "Oi, tudo bem?" Entrei na dele: "Sim, e você?" "Tudo bem", ele responde "Isso é pra mim?" Falei e olhei pra ele. Ele diz "Acho que sim kkk" "Você é xxxxxx?" Sim, falei. Então ele me entrega o pedido, recebo com as duas mãos, acariciando as dele, enquanto seguro o pacote. Ele volta pra moto e pergunta "Já terminou o dia?" "Siiim, tô morto" respondi. "E você?" Insistente o cara. "Bem, tudo bem, já terminou?" Continuei a conversa. "Sim, falta mais um pedido" ele responde. "Entrega e passa aqui de novo se quiser" incentivei. Expliquei qual era meu porteiro. Não passei meu número porque tava meio desconfiado. Ele fala que beleza, que entrega o último pedido e volta. Eu, verdade, entrei no apê cagado de medo. Adoro o joguinho, mas quando volto à realidade de que nem sempre dá certo, fico nervoso. Aí comecei a calcular o tempo, enquanto terminava de ver "The Boys". Quase passou uma hora, então decidi apagar a luz do apê e esperar 10 minutos pra ver qual era. Não tinha o número dele, então o melhor que podia fazer era avaliar ele bem pra aparecer e lembrar que tinha que voltar. Uma hora exata e o interfone toca. Sem atender, espero um minuto e saio. Falo que já ia dormir e entrego um papel com meu celular. Ele diz "Ei, mas não quer me fazer um boquete? Vim de longe só por você" Awwww o favelado tava me cantando. Muito na dúvida, abri. Tinha visto ele bem. Se trombar ele na rua, fico na dúvida se chamo ele. Ele era mó gostoso, com seu conjuntinho e boné. Me decido e abro o portão. Levo ele até a porta do meu apê e, como tava tudo apagado, falo pra ele entrar só no hall. Sem tirar a mochila, ele começou a baixar o moletom. Eu, enquanto isso, me abaixava e me preparava pra pica do negão. Pica linda, dormindo de frio, mas eu tava ali pra esquentar ela. Ele baixou o moletom, um short e a cueca que tava usando. Um cheiro gostoso de macho que ele tinha. Fui cheirando, lambendo tudo até sentir que começava a endurecer. Eu tinha mentido que tinha mais alguém no apê, então não podia fazer barulho. Comecei a chupar, sem olhar pra ele, só focado na pica dele. Primeiro devagar, depois um pouco mais rápido, aí com minhas mãos quentes eu batia uma pra ele, ele gemia bem baixinho, porque sabia que a gente tava brincando em silêncio. Quando ficou dura toda, curti muito a grossura, como era venosa, bem cabeçuda, linda! Enquanto começava a acelerar o ritmo com a boca, ele me pega pela cabeça e me acompanha, que delícia quando o hétero aprova a chupada e te faz engolir mais fundo como prêmio. Quando eu tava pegando a pica dele com a boca, ele me agarra de novo pela cabeça e dessa vez não soltava. Foi aí que senti! O primeiro jato e gosto do sêmen dele na minha boca. Depois mais e mais. Bem grosso, temperado. Uma delícia! Ainda sinto na minha boca. Ele não fez barulho porque sabia, mas quando terminei de chupar, olhei pra ele pela primeira vez pra cima e vi ele fechando os olhos de prazer. Eu tinha sido aprovado. Rapidinho ele subiu as calças, me pediu um guardanapo pra se limpar e acompanhei ele até a porta. Ele fala: "Eu trabalho todo dia, posso voltar quando você quiser". Então, apaixonado por essa pica. Vamos ver se na próxima ele come minha bunda. Esse mano é do tipo que enfia a cara numa raba sem frescura. Foi assim que, do nada, me deram um serviço excelente na entrega do meu pedido. Espero que tenham gostado.
0 comentários - Pete al servimoto