El regalo de doña Karina

Eu sempre tive atração por mulheres milf e, se forem volumosas, melhor ainda. Atualmente, tenho uns vizinhos que se mudaram há pouco tempo pro condomínio onde tenho minha humilde morada. Eles são um casal natural de Monterrey, então são amantes de churrasco e do clima que isso gera. Desde a primeira vez que troquei uma palavra com eles, soube que a gente ia se dar bem.

Ele é caminhoneiro, por isso vive viajando e quase não aparece em casa, mas quando vem, fica alguns dias. Adora uma bagunça, é tranquilo, mas curte uma bebidinha — porém, é bem responsável, já que nunca faltava nada em casa. Já ela só cuida do lar, é dona de casa e adora cozinhar. Os dois já têm seus anos, mas tenho que dizer que ela está muito bem conservada. Deve ser porque o marido quase não monta nela e não acabou com ela tão cedo. Ela tem traços muito finos que realçam sua beleza: é baixinha, pele branca, olhos castanhos claros, cabelo cacheado, e dá pra ver que cuida bem da pele. Claro, tem uma barriguinha — o fato de ter sido mãe causou isso — e, como eu disse antes, eles são amantes de churrasco, e pelo que sei dos nortenhos, eles vão pra cima de tudo sem frescura.

Uma vez, num fim de semana que eu tava chegando do trabalho, percebi que eles estavam se preparando pra fazer um churrasco. Desde o momento em que vi a senhora, fiquei pasmo, porque quando olhei pra ela, ela tava usando um vestido longo daqueles tipo manta, e parecia que não tava de calcinha ou tava de fio dental, já que, ao andar, ela mexia os quadris de um jeito espetacular, enquanto suas nádegas grandes e torneadas acompanhavam o ritmo de uma maneira descomunal. Quanto mais eu me aproximava, mais me chamava a atenção observá-la, pois notei o decote do vestido, que destacava aqueles peitos pequenos mas bem redondinhos. Foi inevitável não olhar. Quando ela tava mais perto, me presenteou com uma das melhores vistas, porque, pra minha sorte, ela se abaixou e eu tive... a oportunidade de olhar mais de perto as suspeitas, porque a folga do vestido me deu a visão perfeita; simplesmente passei e, como bom vizinho, cumprimentei sem esperar nada em troca, e ambos me responderam o cumprimento.
Já em casa, pela janela, procurava um jeito de espioná-la, embora, pra ser sincero, tenha conseguido ver muito pouco. Nessa altura, as duas mulheres já tinham uma amizade cruzada, e minha esposa tinha me comentado que, desde cedo, os vizinhos nos convidaram pro churrasco, porque nos dias anteriores tinha sido o aniversário da vizinha. Não vi problema em ir, porque a real é que não tínhamos planos pra aquele fim de semana e me pareceu uma boa ideia.
Achei falta de respeito e meio sem educação chegar de mãos abanando, então o que me veio à cabeça foi pegar um fardo de cervejas e oferecer pra confraternização. Assim, me preparei pra sair e comprar, enquanto dizia pra minha esposa ir na frente e se aproximar da casa dos vizinhos enquanto eu voltava. Quando me juntei a eles, ofereci o fardo como agradecimento e pra prolongar o clima de comer e beber. Nessa hora, tava algo espetacular e inevitável não olhar pra vizinha, porque com seus encantos ela me deixava hipnotizado. Entramos numa conversa sobre um assunto e outro, e o tempo passou rápido; quando nos demos conta, já tinha escurecido. Minha esposa comentou que, da parte dela, ia se retirar porque tava se sentindo cansada, agradeceu. Lembro que nós dois nos levantamos; eu mencionei que, se eles ainda tivessem interesse em continuar a confraternização, eu voltava, só ia acompanhá-la. Sem problema, aceitaram, porque o clima tava prestes a começar. Já em casa, minha esposa me disse que eu podia voltar sem problema, só pra respeitar o horário da confraternização do condomínio e também respeitar a hora quando os vizinhos decidissem descansar.
Já no clima, fiz a pergunta obrigatória: qual era o motivo da festa? Rapidamente, o vizinho respondeu que era pelo aniversário da mulher dele, aproveitando isso. Rapidamente, mencionei o desrespeito que tinha sido, já que a festa estava quase acabando e eu não tinha parabenizado ela. Levantei da minha cadeira e fui até onde ela estava para cumprimentá-la. Enquanto caminhava, mantinha uma conversa com o vizinho, então por um instante desviei o olhar e, no momento em que gesticulei, sem querer, toquei num dos peitos da vizinha. O que senti e percebi é que ainda tinha firmeza, e a vizinha era toda gostosa.

Fiquei sem graça e não falei absolutamente nada, só dei o abraço e a cumprimentei. Nós três continuamos no clima, porque a noite ainda era longa, entre conversas. Depois, eles começaram a dançar. Por minha parte, eu estava encantado, pois ficava olhando pra bunda da vizinha. Lembro que, já com umas doses a mais, o vizinho várias vezes passava a mão e agarrava a bunda da mulher dele. Uff, que espetáculo, me deixava excitado e ao mesmo tempo desejava ela ainda mais. Fiquei igual cachorro no açougue, só me alisando o pau. Acho que mais de uma vez ela me viu fazendo isso, e eu optava por disfarçar a ação, porque não queria deixar ela desconfortável com meus modos.

Aos poucos, as horas e as cervejas foram acabando. Não lembro exatamente a hora, mas a vizinha, se sentindo bêbada e/ou cansada, teve que ir embora, mas antes deu um beijo no marido. Para isso, teve que se abaixar, virando as costas pra mim e me permitindo observar aquela bunda enorme e descomunal. Nós continuamos esvaziando as garrafas. Umas meia hora depois que a vizinha foi embora, bateu vontade de ir ao banheiro. Como já tinha intimidade com o vizinho, simplesmente entrei na casa como se nada fosse. Lembro que, ao abrir a porta do banheiro, não podia acreditar no que vi: a vizinha estava se levantando do vaso e arrumando a calcinha dela, daquelas de renda. Uff, e como ela estava com o vestido levantado até a altura da barriga, me deu a melhor das vistas. Rapidamente, escaneei ela e percebi que dava pra ver uma moita de Porra, fiquei pasmo com a visão, aquilo me deu uma ereção na hora. Ela percebeu minha mudança porque também me varreu com o olhar. Reagi rápido e resolvi sair e fechar a porta, mas nessa ação ela me segurou, ao mesmo tempo que me convidou pra entrar, dizendo que já tinha me visto mesmo e que já tinha terminado. No momento em que eu entrava e ela saía, ela pegou no meu volume e falou baixinho: "vamos ver se você consegue mijar com isso tudo duro", porque a ereção estava bem evidente, e que se eu precisasse de ajuda era só pedir, que ela topava. Pra ser sincero, não soube o que dizer. Não sei se foi pelo álcool ou pela vergonha que a levaram a falar e fazer aquilo, ou se ela realmente queria algo comigo. Não importava o motivo, eu pensava comigo mesmo que essa era a chance de buscar o que tanto queria com ela, e que melhor momento do que aquele, com umas doses na cabeça? Eu tinha coragem suficiente e tinha que arriscar tudo ou nada.

A partir daí, fiquei pensando em como fazer pra que naquela mesma noite eu pudesse pegar ela. Muitas ideias vinham na mente, mas parecia que tudo estava se encaixando a meu favor. Naquele momento, o vizinho resolveu pegar uma garrafa de tequila e me chamou pra dentro de casa, já que passava da meia-noite e a última coisa que queríamos era arrumar problema com o resto da vizinhança. Pra ser sincero, eu gosto de preparar bem os drinks e caprichava nos detalhes das "palomas" que tomava. O vizinho viu isso e, a partir do terceiro cuba-libre, me pediu pra fazer as bebidas pra ele. Aproveitei tudo isso e comecei a servir os cubas bem carregados pra ele, enquanto os meus eram leves e eu tomava de gole em gole. Era minha chance. Não lembro se foi no quinto ou sexto cuba que o vizinho apagou, não soube mais dele. Ele se deitou no sofá e começou a roncar, e até tirei o copo da mão dele.

Nessa hora, comecei a falar com a mulher dele, primeiro pra saber se ela ainda estava acordada e segundo pra me situar também. que realmente o vizinho estava perdido e que não acordaria com o mínimo barulho, para minha surpresa a vizinha desceu do andar de cima e parecia que tinha carregado a bateria, pois estava como se nada tivesse acontecido. Enquanto descia as escadas, olhei para ela se enfiando num roupão de dormir que não deixava nada para a imaginação, não tirava os olhos dela enquanto mencionava que o marido dela tinha acabado de pegar no sono, que a gente o movesse e com nosso apoio o levasse até a cama, porque estando no sofá ele podia virar e cair, ela só sorriu e disse que não tinha problema, que normalmente quando ele exagerava na bebida, preferia aquele lugar e descansava um pouco até passar o efeito do álcool e que eu esquecesse a queda, já que onde ele caía apagado não se mexia, parecia pedra. Dito isso, eu fiquei mais tranquilo e estava prestes a me despedir, mas para minha surpresa a senhora começou a fazer sinais para eu entrar no quarto de baixo, a partir daí nossa conversa foi por sinais, óbvio, também falávamos algumas palavras para não parecer estranho. Como quem não quer, aos poucos ambos nos encaminhamos para o quarto, e lá, para quebrar o gelo, falei que se ainda estava disponível a ajuda, mas não era exatamente para fazer xixi, falei que tinha outra prioridade, ela só respondeu se era algo relacionado com minha vara, ela adoraria, já estava com a mão passando por cima da minha calça, disse: "seu safado, desde a tarde percebi como você me devorava com os olhos e não sei quantas vezes me comeu na sua imaginação, por isso a toda hora me levantava da mesa e cada vez me mexia mais para chamar sua atenção, então vai, aproveita e faz aquilo que você imaginava". Falei: "perfeito, a senhora só se deixe levar". Quando toquei na buceta dela por cima da lingerie, já estava super molhada, comentei que gostei da vista que ela me deu no banheiro, que ainda estava na minha mente, comecei a dedilhar ela mudando o ritmo, buscando que ela... pediu aos gritos pra eu meter a pica, de repente parou meus movimentos e se inclinou, baixou minha calça junto com a cueca e começou a me fazer um boquete que uau, nunca imaginei que aquela mulher fosse tão ardente e capaz, brincava com a cabecinha, depois enfiava tudo e não parava de passar a mão nas minhas bolas, não parava de perguntar se eu tava gostando do que ela tava fazendo; tive que parar ela porque senti que ia gozar na boca dela, levantei ela pra deitar na cama, falei vem cá que vou te dar teu presente porque vejo que é disso que tu pede esmola, sem tirar a calcinha dela, só afastei de lado e fui enfiando, entrava como faca na manteiga porque ela tava toda molhada, não durou muito e ela soltou um longo suspiro enquanto eu sentia ela me molhar, eu continuei macetando ela, nossos corpos começaram a pegar ritmo entre os gemidos e movimentos, mais me excitava.
Sabia que não tava longe de gozar, então parei, virei ela de um jeito que deixei ela bem de quatro, terminei tirando a calcinha porque queria ver aquela bunda grande quicar e se mexer como eu tinha imaginado, tive a coragem de perguntar se podia enfiar no cu dela, mas ela não deixou, disse que aquilo tava guardado pro próximo encontro; já tarados, comecei a bombar ela de um jeito selvagem porque aquela bunda enorme me acendia, ver ela mexer como gelatina e o barulho que fazia ao bater na minha barriga, uau, não aguentei muito e gozei, soltando um jorrador na buceta peluda dela, que depois senti escorrer aquela mistura de fluidos, nós dois soltamos um longo suspiro, sinal de que tínhamos terminado e aproveitado aquele tesão.
Ainda com ela de quatro, saí da buceta dela e foi inevitável não dar umas esfregadas e roçadas naquela bunda grande, falei se segura que da próxima vou comer ela, aproveitei a posição e dei uma mordida numa das nádegas dela, deixei meus dentes marcados; depois ela se levantou e sentou na beira da cama, enquanto eu subia minha Ele passou a mão na minha calça de novo, se abaixou um pouco mais e levou de volta à boca. Disse: "Vem cá que vou te limpar como a gata que sou, não quero que leve o que é meu." Me limpou até a última gota de fluido que pudesse ter ficado no meu corpo. Depois de limpo, me levantei e ajustei a calça. Ela, por sua vez, só baixou o roupão e jogou a calcinha num cesto que parecia ser de roupa suja.
Já como despedida, me agarrou e deu um beijo, falou: "Espero que tenha gostado dessa noite e que se repita. Você não faz ideia da vontade que eu tava de transar, e melhor ainda foi ter sido com você, porque vejo que te deixo louco." Falei que quando ela quisesse, era só me chamar, passei meu número pra isso. Eu ainda queria mais, tava muito excitado, não parava de apertar a bunda dela. Pra minha má sorte, minha esposa me ligou, e foi assim que tive que sair da casa dela.
Hoje em dia ainda tenho esse casal como vizinhos. Me dou muito bem com a senhora, nem se fala. Já tive mais encontros que me permitiram realizar minhas fantasias e despertaram meu lado mais pervertido. Quando o marido não está e eu consigo dar um jeito de escapar da minha esposa, a gente faz o que quer. Nunca me arrependi do que fiz, só aproveitamos.
Outra hora vou contar outro dos meus encontros com a dama.

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