Matías, meu amante 9
Quando cheguei em casa, meu marido tava dormindo. Fui no banheiro, tirei o cat, guardei e voltei pro quarto, toda pelada. Ainda sentia o gosto do Matías na minha boca. Meu marido dormia de lado. Comecei a beijar ele bem devagar, ele foi acordando e abrindo a boca. A putaria que eu tava sentindo... como ele não tinha o melhor hálito, acho que nem percebia também. Deitei de barriga pra cima e falei:
— Ainda tô puta com você... mas tô com tesão... preciso transar... não vou ficar me masturbando que nem uma idiota...
Ele montou em mim, tava durasso. Eu continuei beijando ele sem parar, isso era o que mais me excitava. Fazia cinco minutos que o Matí tinha gozado na minha boca, e agora eu tava beijando meu marido, que não desconfiava de nada.
— Que bom que você trabalhou até tarde e chegou assim com tesão, tá ótimo...
Não parei de beijar ele um segundo. Isso me deixava louca. Logo tive um orgasmo que adorei, meu marido percebeu. Minha buceta apertava o pau dele, ele também tava fervendo de tesão.
— Não devia deixar você me comer por ser um punheteiro... mas fazer o quê... a gente é casada... se eu fosse solteira, podia arrumar outro namorado...
— Você seria infiel do mesmo jeito...
— Não... se eu tivesse um namorado punheteiro... eu separava e arrumava outro... nada de ser infiel... mas como casei com um punheteiro, não vou me divorciar...
Nessa hora, tive uma inspiração. Mandei ele parar de me comer e sair.
— Vamos pro banheiro... já que você gosta de punheta, vou terminar na mão...
— Mas amor... tá tão gostoso assim...
— Você vai gozar dentro de mim de novo quando aceitar usar o aparelho nas minhas viagens... senão, nada.
Ele foi reclamando, mas foi pro banheiro. Coloquei ele perto da pia, abracei ele por trás, virei a cabeça dele pra me beijar. Continuei com tesão ao beijar ele e comecei a bater uma punheta devagar.
— Quer ser punheteiro? Eu realizo seus vícios... sua mulher trabalhando e você em casa se masturbando.
Continuei batendo uma e beijando até ele gozar com um gemido.
Na manhã seguinte, enquanto Enquanto eu tomava café da manhã, recebi uma mensagem do Matías.
- Oi, gostosa, deu muitos beijos no seu marido…?
- O senhor não faz ideia do tesão que eu tava… encontrei ele dormindo, então beijei ele e fiz ele vir me comer, beijava ele pra caralho pensando que ainda tinha resto de porra na minha boca… o tesão que isso me dava, senhor… e depois que gozei, fiz ele sair e levei ele pro banheiro pra bater uma punheta pra ele e continuei beijando ele…
- Muito bem, porca… você é uma delícia… outra coisa, tava pensando, semana que vem, primeiro vamos viajar eu e você pra Córdoba… aí resolvemos o assunto pendente com o J… seu marido viaja dois dias depois… assim ele fica dedicado ao trabalho… vê como você vai se livrar dele… se quiser aproveitar suas futuras viagens…
- O senhor sabe que eu adoro enganar ele, senhor… que isso me excita… vou ter um monte de ideias… e quem sabe eu volto comida e dou beijinhos com restinhos… mas não vamos falar disso, chefe, que eu tô ficando com tesão e o dia mal começou…
- Minha esposa continua viajando… podemos jantar juntos…
- E o senhor vai me dar a sobremesa de novo pra eu dar de presente pro meu marido… senhor…
- Sim… assim você fica com vontade de comer ele…
- Obrigada, senhor…
Meu marido entrou na cozinha.
- Amor, tenho umas novidades que o chefe me passou agora, de novo deu problema com o planejamento, de novo vou ter que trabalhar até tarde, mas primeiro venho um pouco em casa, porque tem que esperar terminar as tarefas normais, e o outro assunto, eu viajo primeiro com o chefe, você viaja uns dias depois, tem uns assuntos pra resolver com o regional de Córdoba, o careca gordo…
- Tomara que você não chegue muito tarde… e venha toda gostosa como ontem…
- Você vai aguentar dois dias sem bater uma punheta…? - falei saindo da cozinha.
O dia foi uma eternidade, voltei pra casa, tomei um banho, meu marido ia pro futebol, então consegui me arrumar sossegada, avisei o chefe que podia passar pra buscar a putinha dele na porta de casa.
Fomos pro restaurante de sempre, o mesmo que fui nas últimas vezes com o Carlos.
Depois do jantar fomos direto pro hotel. De novo. Eu dava com força, fomos trocando as posições, nós dois gostamos de falar muito.
— Quer acertar os detalhes com o J… senhor…
— Sim… sabe que quero te comer dos dois lados… e o J já tá ligado no assunto… além disso, você levanta a autoestima dele e ele rende mais…
— E sim, quando o senhor volta, me dá vontade de meter essa coisa no meu cu, senhor…
— Pode fazer o que quiser… só mentir pro seu marido… ou pros seus amantes…
— Pro senhor não, nunca… porque sou sua porquinha e adoro… senhor, posso pedir um favor?
— Claro, porquinha…
— Me dá só uma gozada hoje aqui no hotel… assim a porra que o senhor me der no carro vem mais grossa… e eu levo um presente melhor pro meu marido…
— Como sabe me excitar, porca…
— Que bom, senhor…
No carro voltando pra casa, ficamos nos beijando um monte, adorava como ele amassava minha bunda, tudo no Matías me deixa louca, o cheiro dele, o gosto, os modos, o jeito, será que tô apaixonada?? Quando ele gozou, não engoli tudo tão fundo, sobrou um pouco mais na minha boca, mas tava com medo mesmo assim de exagerar e meu marido perceber. Mesmo assim, me despedi do Mati, que me deixou na porta. Dessa vez meu marido não tava dormindo, tava vendo uma série, então tentei evitar ele e fui me deitar, falei que devia estar com o estômago ruim, que tava com um hálito horrível, e fui pra cama. Fiquei só de microtanga com a luz do abajur acesa, de bunda pra cima. Quando ele entrou no quarto já tinha passado um tempão, com certeza não tinha mais resto da gozada do chefe.
— Epa… epa… epa… eu vendo série e parece que tem alguém com tesão de novo quando trabalha até tarde…
— Que isso… queria ficar confortável só… além disso, cê deve ter batido tanta punheta que nem sobe mais…
Ele me virou, adora fazer na posição do missionário.
— Chupa um pouco primeiro, — assim os sabores se misturam, pensei.
— Que molhada você tá…
— E sim… tô com tesão… se você não fosse tão punheteiro, dava pra transar mais…
Ele veio montar em mim e comecei a passar a língua, ele não notou nada depois de ter me chupado um pouco, começou a Meter bem forte. Ficava passando a língua sem parar, isso me esquentava de um jeito incrível.
— Você vai aguentar dois dias sem bater uma… hein…
— Não vou usar nenhum aparelho…
— Dessa vez não… são só dois dias… mas se um dia eu viajar sozinha por mais tempo, você vai ter que usar… senão não vai me tocar mais…
— Hoje você vai me deixar te encher…
— Tô muito tesuda… preciso sentir você explodir dentro de mim… você tem sorte…
— O que te deixa com tanto tesão… trabalhar com seu chefe até tarde…??
— É o chefe da empresa toda, bobinho… não foi ele… você acha que ele vai trabalhar à noite pra resolver uns papéis… se você vai ser meu assistente, precisa usar a cabeça…
Paramos de falar, eu montei nele e não parei de beijá-lo um minuto, isso me excitava de um jeito incrível. Depois senti ele gozar, abundante como sempre, que sensação gostosa. Fiquei beijando ele um tempão, ele continuava bem duro, fui chupar ele, e quando senti que ele tava perto de gozar, deixei ele soltar só um jatinho dentro da minha boca. Depois fui beijá-lo.
— Safado… você soltou um jato na minha boca… — e passei a língua, passando pra ele o pouco da gozada que tava na minha boca. Ele tava sorrindo, feliz que nem um menino que fez uma travessura.
Quando cheguei em casa, meu marido tava dormindo. Fui no banheiro, tirei o cat, guardei e voltei pro quarto, toda pelada. Ainda sentia o gosto do Matías na minha boca. Meu marido dormia de lado. Comecei a beijar ele bem devagar, ele foi acordando e abrindo a boca. A putaria que eu tava sentindo... como ele não tinha o melhor hálito, acho que nem percebia também. Deitei de barriga pra cima e falei:
— Ainda tô puta com você... mas tô com tesão... preciso transar... não vou ficar me masturbando que nem uma idiota...
Ele montou em mim, tava durasso. Eu continuei beijando ele sem parar, isso era o que mais me excitava. Fazia cinco minutos que o Matí tinha gozado na minha boca, e agora eu tava beijando meu marido, que não desconfiava de nada.
— Que bom que você trabalhou até tarde e chegou assim com tesão, tá ótimo...
Não parei de beijar ele um segundo. Isso me deixava louca. Logo tive um orgasmo que adorei, meu marido percebeu. Minha buceta apertava o pau dele, ele também tava fervendo de tesão.
— Não devia deixar você me comer por ser um punheteiro... mas fazer o quê... a gente é casada... se eu fosse solteira, podia arrumar outro namorado...
— Você seria infiel do mesmo jeito...
— Não... se eu tivesse um namorado punheteiro... eu separava e arrumava outro... nada de ser infiel... mas como casei com um punheteiro, não vou me divorciar...
Nessa hora, tive uma inspiração. Mandei ele parar de me comer e sair.
— Vamos pro banheiro... já que você gosta de punheta, vou terminar na mão...
— Mas amor... tá tão gostoso assim...
— Você vai gozar dentro de mim de novo quando aceitar usar o aparelho nas minhas viagens... senão, nada.
Ele foi reclamando, mas foi pro banheiro. Coloquei ele perto da pia, abracei ele por trás, virei a cabeça dele pra me beijar. Continuei com tesão ao beijar ele e comecei a bater uma punheta devagar.
— Quer ser punheteiro? Eu realizo seus vícios... sua mulher trabalhando e você em casa se masturbando.
Continuei batendo uma e beijando até ele gozar com um gemido.
Na manhã seguinte, enquanto Enquanto eu tomava café da manhã, recebi uma mensagem do Matías.
- Oi, gostosa, deu muitos beijos no seu marido…?
- O senhor não faz ideia do tesão que eu tava… encontrei ele dormindo, então beijei ele e fiz ele vir me comer, beijava ele pra caralho pensando que ainda tinha resto de porra na minha boca… o tesão que isso me dava, senhor… e depois que gozei, fiz ele sair e levei ele pro banheiro pra bater uma punheta pra ele e continuei beijando ele…
- Muito bem, porca… você é uma delícia… outra coisa, tava pensando, semana que vem, primeiro vamos viajar eu e você pra Córdoba… aí resolvemos o assunto pendente com o J… seu marido viaja dois dias depois… assim ele fica dedicado ao trabalho… vê como você vai se livrar dele… se quiser aproveitar suas futuras viagens…
- O senhor sabe que eu adoro enganar ele, senhor… que isso me excita… vou ter um monte de ideias… e quem sabe eu volto comida e dou beijinhos com restinhos… mas não vamos falar disso, chefe, que eu tô ficando com tesão e o dia mal começou…
- Minha esposa continua viajando… podemos jantar juntos…
- E o senhor vai me dar a sobremesa de novo pra eu dar de presente pro meu marido… senhor…
- Sim… assim você fica com vontade de comer ele…
- Obrigada, senhor…
Meu marido entrou na cozinha.
- Amor, tenho umas novidades que o chefe me passou agora, de novo deu problema com o planejamento, de novo vou ter que trabalhar até tarde, mas primeiro venho um pouco em casa, porque tem que esperar terminar as tarefas normais, e o outro assunto, eu viajo primeiro com o chefe, você viaja uns dias depois, tem uns assuntos pra resolver com o regional de Córdoba, o careca gordo…
- Tomara que você não chegue muito tarde… e venha toda gostosa como ontem…
- Você vai aguentar dois dias sem bater uma punheta…? - falei saindo da cozinha.
O dia foi uma eternidade, voltei pra casa, tomei um banho, meu marido ia pro futebol, então consegui me arrumar sossegada, avisei o chefe que podia passar pra buscar a putinha dele na porta de casa.
Fomos pro restaurante de sempre, o mesmo que fui nas últimas vezes com o Carlos.
Depois do jantar fomos direto pro hotel. De novo. Eu dava com força, fomos trocando as posições, nós dois gostamos de falar muito.
— Quer acertar os detalhes com o J… senhor…
— Sim… sabe que quero te comer dos dois lados… e o J já tá ligado no assunto… além disso, você levanta a autoestima dele e ele rende mais…
— E sim, quando o senhor volta, me dá vontade de meter essa coisa no meu cu, senhor…
— Pode fazer o que quiser… só mentir pro seu marido… ou pros seus amantes…
— Pro senhor não, nunca… porque sou sua porquinha e adoro… senhor, posso pedir um favor?
— Claro, porquinha…
— Me dá só uma gozada hoje aqui no hotel… assim a porra que o senhor me der no carro vem mais grossa… e eu levo um presente melhor pro meu marido…
— Como sabe me excitar, porca…
— Que bom, senhor…
No carro voltando pra casa, ficamos nos beijando um monte, adorava como ele amassava minha bunda, tudo no Matías me deixa louca, o cheiro dele, o gosto, os modos, o jeito, será que tô apaixonada?? Quando ele gozou, não engoli tudo tão fundo, sobrou um pouco mais na minha boca, mas tava com medo mesmo assim de exagerar e meu marido perceber. Mesmo assim, me despedi do Mati, que me deixou na porta. Dessa vez meu marido não tava dormindo, tava vendo uma série, então tentei evitar ele e fui me deitar, falei que devia estar com o estômago ruim, que tava com um hálito horrível, e fui pra cama. Fiquei só de microtanga com a luz do abajur acesa, de bunda pra cima. Quando ele entrou no quarto já tinha passado um tempão, com certeza não tinha mais resto da gozada do chefe.
— Epa… epa… epa… eu vendo série e parece que tem alguém com tesão de novo quando trabalha até tarde…
— Que isso… queria ficar confortável só… além disso, cê deve ter batido tanta punheta que nem sobe mais…
Ele me virou, adora fazer na posição do missionário.
— Chupa um pouco primeiro, — assim os sabores se misturam, pensei.
— Que molhada você tá…
— E sim… tô com tesão… se você não fosse tão punheteiro, dava pra transar mais…
Ele veio montar em mim e comecei a passar a língua, ele não notou nada depois de ter me chupado um pouco, começou a Meter bem forte. Ficava passando a língua sem parar, isso me esquentava de um jeito incrível.
— Você vai aguentar dois dias sem bater uma… hein…
— Não vou usar nenhum aparelho…
— Dessa vez não… são só dois dias… mas se um dia eu viajar sozinha por mais tempo, você vai ter que usar… senão não vai me tocar mais…
— Hoje você vai me deixar te encher…
— Tô muito tesuda… preciso sentir você explodir dentro de mim… você tem sorte…
— O que te deixa com tanto tesão… trabalhar com seu chefe até tarde…??
— É o chefe da empresa toda, bobinho… não foi ele… você acha que ele vai trabalhar à noite pra resolver uns papéis… se você vai ser meu assistente, precisa usar a cabeça…
Paramos de falar, eu montei nele e não parei de beijá-lo um minuto, isso me excitava de um jeito incrível. Depois senti ele gozar, abundante como sempre, que sensação gostosa. Fiquei beijando ele um tempão, ele continuava bem duro, fui chupar ele, e quando senti que ele tava perto de gozar, deixei ele soltar só um jatinho dentro da minha boca. Depois fui beijá-lo.
— Safado… você soltou um jato na minha boca… — e passei a língua, passando pra ele o pouco da gozada que tava na minha boca. Ele tava sorrindo, feliz que nem um menino que fez uma travessura.
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