Degradação da família Pagani

Relato

Esta história conta a degradação de uma família, desde o início até a perda total. É meu primeiro relato, então qualquer ideia ou comentário é bem-vindo.

Esta é a história de uma família formada por pai, mãe, filho e filha. O pai se chama Nicolas, a mãe Dora, o filho Pedro e a filha Débora. Dora é uma mulher atraente de 34 anos, alta, pernas longas, cabelo ruivo, uma bunda bem empinada, uns peitos operados. Ela só transou com 2 pessoas na vida, tem um jeito muito elegante e recatado de se comportar, mas o que poucos sabem é que ela é uma puta completa.

Dora trabalha como professora de línguas na universidade onde os dois filhos estudam, então tem as tardes e noites livres para ir à academia e fazer o hobby que mais gosta com o marido: apostas.

O marido dela é um homem normal, embora um pouco baixo para ela, já que ele mede 1,65m e ela 1,73m. É um homem muito autoritário e antiquado, que deixa o sexo com a esposa em segundo plano. Já o filho é o oposto: com seus 18 anos, é muito ciumento com a mãe e a irmã. Até os amigos de Pedro sabem que ele é superprotetor com elas, pois nunca deixa ninguém fazer qualquer comentário sobre o quão gostosas são a irmã e a mãe dele. Por último, tem a filha, também de 18 anos, que aparenta mais idade do que tem, já que seu corpo cheinho combina com seus peitões e uma bunda enorme. Ela ainda é virgem, mas assim como a mãe, é uma puta completa.

Pedro estuda engenharia, enquanto Débora estuda para ser jornalista. Todo mundo na universidade conhece a família de Nicolas, já que ele é o reitor da instituição.

Os alunos da universidade vivem falando delas, pois dizem que já teve até concurso no banheiro masculino para decidir quem é mais gostosa das duas: a MILF Dora ou a jovem Débora. Além disso, comentam que Dora, com seu jeito de se vestir, só usa isso para disfarçar, mas no fundo... certeza que é uma puta completa na cama. Mãe e filha são dois mundos diferentes; enquanto a mãe é uma puritana, a filha é uma completa promíscua.
Por outro lado, os colegas do Pedro, que são uns olheiros, ficam secando a Dora toda vez que têm chance, além de devorarem ela com os olhos pelos corredores entre as aulas ou quando a veem no campus. Nicolas e Pedro sabem disso e já tiveram vários confrontos com colegas e professores. Pedro se fode mais, porque também é normal ouvir dos amigos que a mãe e a irmã dele deviam fazer um boquete foda com aquelas tetonas.

Faltavam três semanas para entrarem nas provas finais, então Nicolas e Dora decidiram ir pra casa de apostas se encontrar com os amigos e os pais deles, que também têm filhos que estudam na universidade. Dora é a única mulher do grupo que curte apostas, então normalmente fica rodeada de homens.

Pra não serem vistos pelo pessoal da universidade, eles costumam se reunir no bar de um amigo de infância do Nicolas, que fica bem afastado da vida da cidade. Sempre se encontram com uns seis caras. A noite começou como qualquer outra: bebida, petiscos e, claro, muitas apostas. Mas de repente um deles falou que a noite já tava ficando chata e que era hora de apostar alto. Dora e Nicolas se olharam, mas ninguém disse nada, só continuaram apostando. Nicolas sempre foi bom no blackjack, então estavam bem confiantes. As rodadas rolavam naturalmente: às vezes ganhavam, às vezes perdiam tudo. Os caras não perdiam tempo e ficavam de olho na bunda da Dora toda vez que tinham chance, já que ela sempre se veste com vestidos colados no corpo.

As somas das apostas começaram a crescer de forma desproporcional, a ponto de os valores serem de alguns milhões. Nicolas tava numa sequência de vitórias. coisa que os dois celebravam com uma garrafa de vinho caríssimo. Conforme a noite avançava, chegaram às apostas mais caras da vida deles. A antepenúltima rodada foi de quase 50 milhões, então apostaram a caminhonete que usavam para transportar. Nessa aposta, todos entraram apostando quantias ou objetos do mesmo valor. No final, só sobraram dois: Robert, membro honorário da universidade, e Nicolas. Tudo se decidia na última carta. Nicolas precisava de um 8 para ganhar a rodada. Infelizmente, na rodada seguinte em que pediu carta, saiu um 9, sendo eliminado. Assim, Robert ficou com todo o dinheiro, algo perto de 300 milhões.

Nicolas e Dora ficaram cabisbaixos, sabendo que nas próximas duas rodadas teriam que arriscar tudo ou nada se quisessem recuperar e ter lucro. A próxima aposta tinha um cover de 200 milhões. Os dois se sentiam confiantes, pois se ganhassem essa aposta, teriam a vida resolvida. Sabiam que não tinham esse valor nas contas bancárias, então decidiram deixar a casa como garantia. Nessa aposta, todos entraram tensos, pois era uma quantia que não se repetiria de novo: quase 1,2 bilhão na mesa. Nessa aposta, entraram todos: Tyson, líder de uma empresa multinacional; Robert, membro honorário da universidade, que também tem dois filhos estudando lá; Mark, outro pai rico que também tem um filho na universidade; Steven, dono da rede de bares onde estão agora e amigo de infância de Nicolas; Noah, empresário com várias redes de vídeo; e Rick, que tem negócios com empresas estrangeiras. Claro, também estavam Nicolas e Dora na mesa.

Aos poucos, foram saindo até sobrarem só dois: Tyson e Nicolas. Como na anterior, tudo se decidiu na última carta. Nicolas precisava de um 6 e Tyson de um 10. Todos olhavam com atenção máxima naquele momento. Quando o dealer distribuiu as cartas, não podiam acreditar: enquanto para eles saiu um 3, para Tyson saiu o 10 de copas. Todos foram cumprimentar Tyson. Enquanto isso, Nicolas e Dora ficaram chocados — tudo pelo que lutaram por mais de 15 anos, perderam.
Nicolas: “Parabéns, então ficamos assim: te pagamos os 200 milhões quando tivermos, Tyson.”
Tyson: “Como assim? Todo mundo paga com dinheiro de verdade, não com contas imaginárias. Essa mansão agora é minha.”
Dora: “Espera, Ty, deve ter outro jeito de ficarmos com a casa — é a única coisa que a gente tem.”
Tyson: “Isso vocês deviam ter pensado antes de entrar na aposta.”
Nicolas: “Espera, deve ter algo que a gente possa fazer. Estamos dispostos a qualquer coisa.”
Tyson: “Qualquer coisa?”
Dora: “Sim.”
Tyson: “Que tal uma última aposta? Se vocês ganharem, devolvo a casa de vocês e nada disso aconteceu. Mas vocês não têm nada pra apostar, então o que sugerem?”
Nicolas e Dora se olham, mas nenhum dos dois tem uma boa ideia do que apostar.
Steven: “Que tal apostarem que serão nossos escravos por dois anos?”
Nicolas e Dora ficaram vermelhos de raiva e imediatamente pegaram suas coisas e se dirigiram pra saída.
Tyson: “Vão embora tranquilos, mas com essa escritura quero que desocupem a casa — hoje mesmo vou me mudar.”
Eles pararam na porta. Sabiam que, se saíssem, não teriam chance e suas carreiras como membros importantes da sociedade iriam pro ralo. Se olharam e decidiram voltar.
Dora: “Tá bom, vamos apostar isso. Mas se a gente ganhar, você devolve a escritura da casa e nada disso aconteceu, certo?”
Tyson: “Correto.”
Nicolas e Tyson se sentaram à mesa. Nicolas suava, porque estava prestes a mudar de vida se tivesse azar. O dealer distribuiu as cartas. Nicolas começou bem: saiu o 12 de espadas, enquanto Tyson começou com um 3 de copas. Pediram de novo, saindo um 6 e um 10, ambos de espadas, respectivamente. A rodada ficou assim: 18 pra Nicolas e 13 pra Tyson. Eles achavam que tudo voltaria a ser como antes, quando na rodada seguinte Tyson pediu e, pra sua sorte, saiu um 8 — ele fez 21! No momento crítico, Nicolas só tinha a opção de pedir ou pedir. Se saísse mais que um 3, eles perdiam. O destino foi selado quando ele pediu a próxima carta. Quem viu primeiro foi a Dora, que ficou branca igual um defunto. Devagar, ela mostrou pro Nicolas, que fez a mesma cara. Depois, colocaram na mesa e todo mundo viu que era um 5.
Tyson: “Caralho! Caralho! Acho que o destino de vocês fechou.”
Um silêncio de morte tomou conta enquanto Nicolas e Dora se acostumavam com a ideia de que a vida da família deles ia mudar, já que agora eles pertenciam aos outros 6 caras na sala.
Tyson: “Beleza, galera. A partir de agora, vocês vão nos chamar de ‘amo’ — qualquer um de nós, ou quem a gente mandar. Tá claro?”
Dora: “Como assim ‘quem vocês mandarem’? Eu pensei que isso ficava só entre a gente.”
Steven: “Acho que você não entendeu. Agora vocês e seus filhos são nossos. A imaginação é o limite.”
Tyson: “Ficou claro?”
Nicolas: “Sim.”
Dora: “Sim.”
Tyson: “Sim, o quê?”
Nicolas e Dora disseram juntos: “Sim, amo.” Tyson deu uma risada e foi sentar com os outros.
Tyson: “A partir de agora, vocês dois têm que aceitar tudo o que a gente mandar. E se a gente perguntar alguma coisa, vocês têm que falar 100% a verdade. Tá claro?”
Dora: “Sim, amo.”
Nicolas: “Sim, amo.”
Steven: “Que tal a gente brincar um pouco com nossos novos bichinhos? Já fechei o bar, ninguém vai encher o saco a noite toda. E amanhã é feriado, hahahahaha.”
Robert: “Que tal umas rodadas de perguntas pra esquentar e conhecer melhor eles? Eles sabem que têm que ser honestos, senão vão pagar depois.”
Steven: “Boa ideia.”
Depois de combinar a primeira coisa que iam fazer com seus bichinhos, decidiram sentar em umas poltronas no centro do bar. E acharam que o mais divertido seria comparar as respostas pra saber se os dois diziam a mesma coisa.
Tyson: “Beleza, cachorros. Cada um vai sentar de costas pro outro. Quando a gente fizer uma pergunta, vocês dois escrevem a resposta nos quadros.” que se deram, se a resposta for diferente cada um tira uma peça de roupa e depois a gente vê".
Nicolas: "Sim, amo".
Dora: "Sim, amo".
Cada um vai fazer 2 perguntas, o primeiro foi Rick.
Rick: "Quanto mede a rola do Nicolas?".
Dora e Nicolas ficaram vermelhos, mas depois começaram a escrever, passaram uns 5 segundos e mostraram o resultado.
Rick: "Sabe de uma, melhor que cada um fale a resposta em voz alta, sempre primeiro a Dora".
Dora fala envergonhada: "5cm".
Nicolas fala baixinho: "8cm".
Rick: "Opa, opa! Um dos dois tá mentindo, será que vamos ter que provar quem tá falando a verdade? Cachorro, abaixa as calças".
Nicolas, com a cara vermelha igual um tomate, tirou a calça e depois a cueca, mostrando o pinto inteiro pra eles.
Tyson: "Essa desgraça não é nem pinto, é uma buceta, hahahaha".
Rick: "Com isso confirmamos que o Nicolas mentiu, então ele vai ter que pagar pela ofensa. Amanhã vai chegar um presentinho na sua casa com instruções, ok?".
Nicolas: "Sim, amo".
Todos, ao ouvir o prestigiado Reitor da universidade falar isso, caíram na gargalhada. Depois de um tempo, o próximo a perguntar foi o Robert.
Robert: "Bom, agora, há quanto tempo vocês não transam?".
Os dois escreveram a mesma coisa, 6 meses. Todos, ao ouvir o casal falar em voz alta, se surpreenderam, o que provocou comentários como: "Hoje vamos dar o que ele nunca provou!", "Sim, hahaha, vamos arrebentar ela na base da rola".
Noah, já meio cansado, mandou a Dora tirar a roupa, pra ficar só de lingerie. Dora, muito envergonhada, obedeceu às ordens, mostrando assim os peitões operados e a bunda redondinha. Com isso, todos puderam ver a lingerie que ela usava: uma calcinha fio dental que deixava quase toda a buceta aparecendo no menor movimento e um sutiã que eles imaginaram ser de um tamanho menor.
Tyson: "Que peitões você tem, putinha, e aposto que nunca fez sexo anal, né?".
Dora respondeu: "Não, amo, nunca deixei meu marido, faz isso".
Rick: "Puxa, que puritana você quer parecer, mas pelo que vejo na sua calcinha, seus sucos vaginais tão dizendo outra coisa kkkkkk".
Robert: "Tô com fome, que tal, cachorro, fazer uma comida pra todo mundo?".
Nicolas: "Sim, senhor".
Assim foram passando as rodadas de perguntas, até que todos se encheram, então pensaram que o melhor era perguntar coisas só pra Dora e, se ela não agradasse com as respostas, pagaria uma penitência.
Tyson: "Então, Dora, conta pra gente qual é sua fantasia sexual mais ousada".
Dora: "Fazer numa piscina".
Todo mundo riu e ninguém concordou com a resposta da Dora, então mandaram ela tirar o sutiã, deixando os peitos dela de fora, e todos viram como ela ficava cada vez mais molhada na calcinha.
Tyson: "Agora sim, Dora, qual é sua fantasia sexual mais promíscua? Se a gente não gostar da sua resposta, você já sabe o que te espera".
Dora: "Sim, senhor. O que eu mais queria fazer é um gangbang em público".
Tyson: "Uau, uau! Parece que a santinha se revelou uma putinha".
Tyson: "Quem você acha que tem a rola maior dos seis?".
Dora: "Senhor, acho que é a do Rick".
Tyson comentou debochando: "Só tem um jeito de saber".
Todos tiraram as calças e as cuecas, deixando as rolas de fora. Quando Dora viu, não acreditou: todas passavam dos 20 cm, mas sem dúvida a do Tyson era a maior, já que media uns 28 cm.
Tyson: "Putinha, acho que você perdeu, então vai ter que fazer a gente gozar todo mundo. Se não quiser que seu maridinho veja você chupando a nossa rola, é melhor se apressar".
Dora, ao ouvir essas palavras, sentiu como uma facada no coração, pois estava prestes a dar um salto na sua degradação, sabendo que era isso que ela sonhou a vida inteira, respondeu:
Dora: "Sim, senhor".
Dora começou a lamber com vontade a rola de cada um deles, com uma devoção que nem eles esperavam.
Robert: "Uau! Parece que essa putinha já queria provar nossos paus há um tempão, né, gostosa?".
Dora, sem pensar, ela disse: "Se eu amo, a verdade é que gostava de parecer uma santa, mas na verdade sou uma puta que gosta de ser humilhada".
Todo mundo ao ouvir isso seguiu em frente, só metendo na boca dela numa velocidade que fazia ela engasgar, mas ao mesmo tempo ela ficava cada vez mais excitada.
Dora perdeu a noção do tempo, porque quando o marido chegou com a comida e as bebidas, viu Dora levando uma mamada de garganta tão profunda que dava pra ver a pica do Rick aparecendo e sumindo na boca dela.
Rick, ao ver Nicolas chegando, comentou: "Eu queria fazer isso há muito tempo, sempre tão metida e agora chupando pica, parece que nasceu pra isso."
Tyson: "Nicolas, deixa as bebidas ali, nós vamos dar uma atenção pra sua esposa, então fica tranquilo."
De repente, Tyson aproximou uma taça de Martini e gozou dentro, e passou pros outros caras também. Eles gozaram tanto que encheram a taça até a borda. Aí passaram pra Dora, que entendeu o que tinha que fazer.
Ela pegou o copo e bebeu tudo sem reclamar. Todo mundo ficou surpreso quando viram ela passar o dedo no copo pra pegar até a última gota.
Tyson: "Como é que se diz puta?"
Dora: "Obrigada."
Tyson, ao ouvir Dora falar só isso, deu um tapa nela que deixou todo mundo chocado, falando alto: "FALA DIREITO, PUTA! A partir de agora você vai falar o mais obsceno que puder quando alguém estiver por perto. Seu papel daqui pra frente é só excitar seus donos."
Dora esfregou a bochecha e de repente disse: "Obrigada, donos, por me darem do leite de vocês. Amor, não preciso mais de nada, eles já me deram tanto que dá pra fazer um queijo" e puxou o marido pra dar um beijo na boca.
Tyson, feliz, disse: "Assim que eu gosto, puta."
Todo mundo tomou suas bebidas, até que todos disseram que não precisavam se preocupar com as novas mascotes. Vamos descansar por hoje, que amanhã já tem muita coisa pra fazer.
Tyson: agarrou a bunda de Dora e disse: "Vamos descansar, cachorros. Amanhã vai ser um dia que vocês não vão esquecer."
Nicolas: "Sim, dono."
Dora: "Sim. amo”.
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Muito obrigado por ler meu primeiro conto. Minha ideia é criar uma história longa, com vários acontecimentos, mostrando a degradação completa da família. Qualquer conselho é bem-vindo, ou se também quiserem propor uma história ou ação degradante, podem me escrever no meu e-mail. Todas as ideias são bem-vindas, porque como eu disse, a imaginação é o limite. <>, com o tempo vou adicionando elas na história.

1 comentários - Degradação da família Pagani

Muy largos
Se nota que no leíste un libro en tu vida