Yolanda, uma mulher largada à própria sorte pelo parceiro, decide recuperar os anos perdidos e arrumar um emprego, algo que nunca pensou em fazer na vida. Yolanda vivia uma vida simples como dona de casa, cuidando da casa, da filha e do marido, mas isso já era história antiga — agora precisava se virar e conseguir uma grana, pelo menos o suficiente pra voltar pra casa dos pais e procurar não o marido, mas sim a filha. Ela era bonita de rosto, morena, um pouco baixinha, com seus 22 anos e, depois do parto, tinha um quadril largo. Mal sabia ler e escrever, então a busca por emprego se resumia a anúncios de jornal, bater de porta em porta e, sem estudo, experiência ou documentos, era praticamente impossível. Com o aluguel prestes a vencer e a despensa quase vazia, ela se sentia frustrada. Já fazia uns três dias que procurava emprego, do amanhecer ao anoitecer. Lá pelas oito da noite, foi pra última vaga do dia.
Chegou num lugar pequeno, onde tinha um senhor sentado, quase deitado, vendo TV, meio desleixado.
Yolanda: — Boa noite, vim por causa do anúncio de vigia.
Senhor: — Isso é coisa de mais cedo, já viu que horas são? E olha, a gente precisa mais de homem do que de mulher, porque a maioria não aguenta os turnos ou acha pesado cobrir falta.
Yolanda: — Olha, tô desesperada. Tô procurando serviço desde cedo e preciso muito, não vou te deixar na mão.
Ele ficou olhando ela de cima a baixo, de um jeito tarado, praticamente tirando a roupa dela com os olhos.
Senhor: — Meu nome é Luís, e o seu?
Yolanda: — Yolanda, me chamo Yolanda.
Luís: — Deixa eu ver seus documentos, talvez dê pra fazer alguma coisa.
Yolanda: — É que eu não tenho, tão com meus pais e... pois é.
Luís: — Nossa, não. Vem procurar emprego já esperando não achar nada.
Yolanda: — Juro que quero trabalhar, do que for, não importa.
Luís: — Olha, a gente tá precisando de gente... Pessoal, hoje é minha vez de cobrir esse turno e meu parceiro desde ontem não aparece. Se você realmente quer o trabalho, fique pra cobrir esse turno, amanhã falo com o chefe e faço eles te pagarem o dia. O salário não é muito, mas como você disse, se precisa. Yolanda: Hoje, à noite? Luis: Quer ou não quer o trabalho? Yolanda: Sim, sim, fico, sem problema. Luis: Olha, deixa claro: aqui eu sou seu chefe e tudo tem que me reportar. A coisa é simples: às 20h, todas as portas são fechadas, inclusive a principal, desliga tudo e fazemos guarda. No final, preenchemos o livro de registro e o turno da manhã abre às 8h. Tem que usar uniforme e equipamento, mas como você não foi contratada ainda, vai ter que trabalhar assim, com essa saia. Yolanda: Sim, tá bem, faço o que o senhor mandar. Luis: Beleza, vamos começar fechando e desligando tudo, já que tá na hora. Dizendo isso, ele fechou a porta principal com o jogo de chaves, assim como as persianas e janelas do térreo. Luis: Olha, vou te dar um rádio pra você se comunicar comigo. Deixo ligado e não mexe em nada, já tem volume e tá no canal certo (deixando o botão de comunicação direto, travando qualquer receptor). Pelo rádio, não usamos nossos nomes, usamos códigos. O meu é Papacito e o seu... hum, seu código por hoje vai ser Yola. Yolanda: Yola? Mas é a mesma coisa que Yolanda. Luis: Algum problema? Yolanda: Não, não, pode continuar. Luis: Beleza, vamos lá pra cima que tenho que te mostrar uma coisa. Vendo que ela não se mexia, ele deu um tapa na bunda dela e apontou pra escada. Ela deu um pulo e foi subindo degrau por degrau. Ele, já sondando o terreno, olhou diretamente pra aquela bunda grande, pensando até onde podia ir. Sem cerimônia, pegou a lanterna de bolso e apontou a luz pra entreperna de Yolanda, olhando sem vergonha e abaixando a cabeça pra ver melhor. Assim, subiram até o segundo andar. Luis: Beleza, agora você devia desligar tudo. e fechar cada porta, mas como ainda tenho que ensinar várias coisas pra ela, passei pra esse escritório. Luís: algo muito comum que a gente faz aqui é a revista, toda vez que tem entrada, a gente tem que verificar as coisas que tão trazendo e se não tão com nada estranho e/ou levando algo a mais na saída. Como a senhora não trouxe bolsa ou mochila, vou te ensinar como fazer a revista. Eu daria o exemplo com um homem, mas como só tem nós dois aqui. Yolanda: não se preocupa. Luís: apoia as mãos na escrivaninha e abre as pernas — Yolanda obedeceu a ordem e ele começou a fazer a "revista", começou pelas mãos e braços deslizando as mãos fazendo contato direto, mesmo ela usando só uma blusa e uma saia que claramente colavam no corpo, ele não ligou, depois passou os dedos de baixo pra cima tocando a nuca e a cabeça dela, foi descendo e passando a mão no pescoço, por debaixo dos braços sem nenhum pudor pegou os dois peitos e apertou, passando as mãos por baixo e por cima deles. Luís: onde tiver lugares muito largos ou suspeitos, tem que fazer uma revista mais rigorosa. Yolanda: ok Continuou apalpando os peitos dela por mais uns segundos e desceu pela cintura, sem tirar as mãos do corpo passou pelas bundas, pernas e panturrilhas, subiu as mãos de novo, dessa vez tocando direto a pele e por baixo da saia, apertando e soltando as nádegas, vendo que não teve reação, agora pegou as bordas da saia e levantou. Luís: segura aí. Dessa vez não pegou a lanterna, pegou o celular e com o flash da câmera começou a gravar aquela calcinha, que praticamente sumia entre aquelas bundonas enormes, passando a mão de novo nas pernas e nas nádegas uma vez e outra. Luís: como já te falei, tem que ser mais rigoroso nos pontos chave, o pessoal costuma esconder objetos nesse tipo de lugar, abre mais as pernas. Yolanda abriu o máximo que conseguiu as pernas e também conseguiu se ver pelo reflexo da janela. com a saia completamente levantada pelas próprias mãos, com as pernas separadas, e ela também conseguia ver como estava sendo iluminada pelo celular, mas o que podia fazer? Estava trancada com um desconhecido, ninguém a esperava e ela tinha entrado por vontade própria, então fechou os olhos com força, podia sentir como estava sendo apalpada e como ele puxava a calcinha dela para o lado e, de um puxão só, foi arrastada até os tornozelos. Yolanda: aaaaaaai não Luis: bom, vamos parar por aqui, acho que você já entendeu como fazer. Yolanda soltou a saia e, ao fechar as pernas, a calcinha foi arrancada, com o olhar no chão ela procurou sem sucesso, conseguiu notar o volume que Luis tinha entre as pernas e também a calcinha vermelha dele aparecendo no bolso. Luis: olha que horas são, vamos nos revezar para dormir e aguentar a noite, primeiro você que é mulher, olha, deita no tapete e daqui a algumas horas eu bato na porta para trocar. Yolanda: está bem, se o senhor diz. Dizendo isso, fechou a porta assim que Luis saiu e trancou a fechadura para que ele não a ****** de novo, a verdade é que depois de andar o dia inteiro estava exausta, deitou como ele tinha pedido e em menos de 20 minutos já estava roncando. Por sua vez, Luis apagou todas as luzes, fechou portas e janelas, desceu para ver o celular de novo, cheirando o troféu dele e se masturbando devagar, queria memorizar aquele cheiro, pensando que Yolanda já estava dormindo, ligou o rádio e para sua surpresa era verdade, os roncos eram ouvidos claramente, qualquer outra pessoa teria dado um tapa nele, fugido e gritado, mas uma mulher desesperada está sempre disposta a tudo, “tudo”. Subiu e notou a porta trancada. Luis: a ingênua acha que com isso vai me parar. Pegou o jogo de chaves dele e abriu devagar, viu ela lá jogada de lado, roncando a plenos pulmões, com a boca bem aberta e saliva escorrendo, sabia que era a oportunidade dele, mas precisava ser cauteloso, ela tinha se mostrado submissa, mas também podia reagir se Ele avançava bruscamente, se despiu completamente, largando a roupa no chão e com a pica na mão se aproximou. Ajoelhou na frente do rosto dela, batendo uma pra pica e, aos poucos, foi chegando perto da boca dela. Com cuidado, enfiou a cabeça e ficou parado por uns instantes. Como não teve reação nenhuma, começou a puxar o prepúcio pra cima e pra baixo, enquanto a cabeça ficava naquela caverna molhada, aproveitando cada roçada. Segurando Yolanda levemente pela nuca, foi enfiando o pau aos poucos até entrar por completo. Nisso, Yolanda só soltou um suspiro forte pelo nariz. Como a boca tava tampada, os roncos saíam pelas narinas, parecendo um apito — um apito que dava a pausa e o ritmo pra meter e tirar o pau. Com o celular na mão, começou a gravar aquela boquete deliciosa, entrando e saindo. Não era a buceta dela, mas não tava nada mal. Com a quantidade de saliva naquela boca, a pica tava toda coberta e molhada, parecia mesmo uma buceta gostosa. Então ele foi se satisfazer, comendo aquela boca, aumentando o ritmo e, com os pelos pubianos esfregando no nariz de Yolanda, continuou metendo sem se importar com o que viesse depois. Yolanda acordou e a primeira coisa que viu foi um matagal de pelos raspando no nariz dela, junto com uma barriga suada. Na boca, tinha um gosto horrivelmente salgado. Ela sabia exatamente o que tava rolando: tava mamando pica sem poder fazer nada, só vendo como ele metia na boca dela. Ela pensou consigo mesma: *Yolanda: (se ele perceber que eu tô acordada, ele vai me deixar em paz, mas também pode ser que não ligue e me bata pra depois me estuprar. Tenho que fazer ele entender que vou levantar, mas não completamente).* Foi assim que Yolanda começou a fazer barulhos com a garganta, do mesmo jeito que quando quer chamar atenção. Yolanda: mmmgggggnnn mggggggnnnn Não funcionou. Ela tinha certeza de que, se ele ouvisse, iria parar, enquanto ele continuava a mete e sai, cada vez mais forte. Forte. Yolanda: mmmmmgggggnnnnnnnnnnnnn mmmmmmmggggggggggggnnnnnnnnn Luis já tinha percebido que ela estava acordada, mas não ligou, naquela noite ela estava ali pra trabalhar e não trabalharia como guarda, trabalharia como puta, afinal, se chegou vestida como uma qualquer, deve ser uma qualquer. Depois de tanto apalpar e dar a calcinha de presente, ainda queria se fazer de santa. Então, pra mostrar quem mandava, terminou o vídeo e com as duas mãos segurou a nuca dela, metendo com força. Luis: assim, puta, vou gozar, engole, engole, engole tudo. Com a pélvis colada na cara de Yolanda, soltando jato após jato de porra na garganta dela, até ficar completamente seco. Luis: que boas boquetes você dá, puta. Se assim já dá dormindo, tô morrendo de vontade de te ter acordada. Yolanda entendeu na hora que ele não tinha percebido que ela acordou e que tinha ouvido tudo. Acordada, podia ser ainda pior. Então, com a boca cheia de porra, ficou parada, de olhos fechados, fingindo que dormia, sentindo o sêmen escorrendo devagar pela garganta. Logo sentiu ele puxar a saia dela sem vergonha e se jogar pra chupar a buceta dela. Com os olhos semiabertos, viu ele ali, colado no sexo dela, de costas, separando os lábios vaginais com força e enfiando a língua o mais fundo que podia. Yolanda seguiu o plano, fingiu que tava dormindo. Afinal, ele já tinha terminado, o que mais podia fazer? Assim se passaram vários minutos, que pra Yolanda foram uma eternidade. Quando ele se afastou do sexo dela, ela achou que tinha acabado, mas tava muito enganada. Luis pegou o rádio de Yolanda e colocou entre as pernas dela, ligou o dele e pôs do lado da cabeça dela. Ela sentiu as pernas serem abertas com força e os lábios vaginais serem esfregados. De novo, entreabriu os olhos e levantou um pouco a cabeça, viu ele com o pau todo duro esfregando... Entrada, na vida inteira ela só tinha ficado com um homem, e esse era o marido dela. Elevou suas preces ao céu e se encomendou à virgem Maria, que sempre a mantivera pura, para ajudá-la naquela situação, quando sentiu o pau entrar de uma só vez até bater nos colhões. Luis: "Você estava bem apertadinha, vou te deixar do meu tamanho." Ele começou a meter uma, duas, três vezes, e a cada metida um estalo forte ecoava pelo escritório inteiro. Ela nunca tinha ouvido a própria buceta fazer aquele barulho, até perceber que o som era amplificado pelo rádio — o rádio que ela tinha colado no ouvido. Era impossível não escutar, provavelmente dava para ouvir até no térreo. Ela preocupada com o barulho e o safado se esbaldando naquela buceta apertada. Quando Yolanda reagiu, as metidas sacudiam o corpo dela. De novo, tentou fazê-lo entrar na razão e, com toda a força, grunhiu de novo. Yolanda: "NNNNNNGGGGGGGGHHHHHHH NNNNNNNGGGGGGGHHHGGGGGGGGGG" Era impossível não ouvir, mesmo com o estalo do rádio forte, ela não ia desistir. Yolanda: "NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNGGGGGGGGGGGGGGG" E ele continuava metendo sem vergonha, o vai e vem fazia ela se mover no ritmo das estocadas, e agora não era só o estalo, também dava para ouvir o barulho das duas pelves se chocando. Luis: "Até dormindo essa puta geme, não se preocupa que já vou te dar seu gozo." Depois de falar isso, ele se jogou por cima dela, esmagando-a com o corpo obeso, investindo com toda a força e esvaziando os colhões de novo. Luis: "Ahhh, sim, essa puta sabe como ordenhar um pau, nada melhor que uma boa fodida no pelo." Finalmente, ele se separou do corpo dela, tirou os rádios, com o pau gotejando e a roupa nos braços, saiu sem dizer uma palavra. Livre daquele peso, ela se viu com a saia completamente levantada e a pelve ainda com restos de porra grudados nos pelos pubianos, aproximando o rosto. viu a buceta aberta, avermelhada e com esperma fresco escorrendo pra fora,
Chegou num lugar pequeno, onde tinha um senhor sentado, quase deitado, vendo TV, meio desleixado.
Yolanda: — Boa noite, vim por causa do anúncio de vigia.
Senhor: — Isso é coisa de mais cedo, já viu que horas são? E olha, a gente precisa mais de homem do que de mulher, porque a maioria não aguenta os turnos ou acha pesado cobrir falta.
Yolanda: — Olha, tô desesperada. Tô procurando serviço desde cedo e preciso muito, não vou te deixar na mão.
Ele ficou olhando ela de cima a baixo, de um jeito tarado, praticamente tirando a roupa dela com os olhos.
Senhor: — Meu nome é Luís, e o seu?
Yolanda: — Yolanda, me chamo Yolanda.
Luís: — Deixa eu ver seus documentos, talvez dê pra fazer alguma coisa.
Yolanda: — É que eu não tenho, tão com meus pais e... pois é.
Luís: — Nossa, não. Vem procurar emprego já esperando não achar nada.
Yolanda: — Juro que quero trabalhar, do que for, não importa.
Luís: — Olha, a gente tá precisando de gente... Pessoal, hoje é minha vez de cobrir esse turno e meu parceiro desde ontem não aparece. Se você realmente quer o trabalho, fique pra cobrir esse turno, amanhã falo com o chefe e faço eles te pagarem o dia. O salário não é muito, mas como você disse, se precisa. Yolanda: Hoje, à noite? Luis: Quer ou não quer o trabalho? Yolanda: Sim, sim, fico, sem problema. Luis: Olha, deixa claro: aqui eu sou seu chefe e tudo tem que me reportar. A coisa é simples: às 20h, todas as portas são fechadas, inclusive a principal, desliga tudo e fazemos guarda. No final, preenchemos o livro de registro e o turno da manhã abre às 8h. Tem que usar uniforme e equipamento, mas como você não foi contratada ainda, vai ter que trabalhar assim, com essa saia. Yolanda: Sim, tá bem, faço o que o senhor mandar. Luis: Beleza, vamos começar fechando e desligando tudo, já que tá na hora. Dizendo isso, ele fechou a porta principal com o jogo de chaves, assim como as persianas e janelas do térreo. Luis: Olha, vou te dar um rádio pra você se comunicar comigo. Deixo ligado e não mexe em nada, já tem volume e tá no canal certo (deixando o botão de comunicação direto, travando qualquer receptor). Pelo rádio, não usamos nossos nomes, usamos códigos. O meu é Papacito e o seu... hum, seu código por hoje vai ser Yola. Yolanda: Yola? Mas é a mesma coisa que Yolanda. Luis: Algum problema? Yolanda: Não, não, pode continuar. Luis: Beleza, vamos lá pra cima que tenho que te mostrar uma coisa. Vendo que ela não se mexia, ele deu um tapa na bunda dela e apontou pra escada. Ela deu um pulo e foi subindo degrau por degrau. Ele, já sondando o terreno, olhou diretamente pra aquela bunda grande, pensando até onde podia ir. Sem cerimônia, pegou a lanterna de bolso e apontou a luz pra entreperna de Yolanda, olhando sem vergonha e abaixando a cabeça pra ver melhor. Assim, subiram até o segundo andar. Luis: Beleza, agora você devia desligar tudo. e fechar cada porta, mas como ainda tenho que ensinar várias coisas pra ela, passei pra esse escritório. Luís: algo muito comum que a gente faz aqui é a revista, toda vez que tem entrada, a gente tem que verificar as coisas que tão trazendo e se não tão com nada estranho e/ou levando algo a mais na saída. Como a senhora não trouxe bolsa ou mochila, vou te ensinar como fazer a revista. Eu daria o exemplo com um homem, mas como só tem nós dois aqui. Yolanda: não se preocupa. Luís: apoia as mãos na escrivaninha e abre as pernas — Yolanda obedeceu a ordem e ele começou a fazer a "revista", começou pelas mãos e braços deslizando as mãos fazendo contato direto, mesmo ela usando só uma blusa e uma saia que claramente colavam no corpo, ele não ligou, depois passou os dedos de baixo pra cima tocando a nuca e a cabeça dela, foi descendo e passando a mão no pescoço, por debaixo dos braços sem nenhum pudor pegou os dois peitos e apertou, passando as mãos por baixo e por cima deles. Luís: onde tiver lugares muito largos ou suspeitos, tem que fazer uma revista mais rigorosa. Yolanda: ok Continuou apalpando os peitos dela por mais uns segundos e desceu pela cintura, sem tirar as mãos do corpo passou pelas bundas, pernas e panturrilhas, subiu as mãos de novo, dessa vez tocando direto a pele e por baixo da saia, apertando e soltando as nádegas, vendo que não teve reação, agora pegou as bordas da saia e levantou. Luís: segura aí. Dessa vez não pegou a lanterna, pegou o celular e com o flash da câmera começou a gravar aquela calcinha, que praticamente sumia entre aquelas bundonas enormes, passando a mão de novo nas pernas e nas nádegas uma vez e outra. Luís: como já te falei, tem que ser mais rigoroso nos pontos chave, o pessoal costuma esconder objetos nesse tipo de lugar, abre mais as pernas. Yolanda abriu o máximo que conseguiu as pernas e também conseguiu se ver pelo reflexo da janela. com a saia completamente levantada pelas próprias mãos, com as pernas separadas, e ela também conseguia ver como estava sendo iluminada pelo celular, mas o que podia fazer? Estava trancada com um desconhecido, ninguém a esperava e ela tinha entrado por vontade própria, então fechou os olhos com força, podia sentir como estava sendo apalpada e como ele puxava a calcinha dela para o lado e, de um puxão só, foi arrastada até os tornozelos. Yolanda: aaaaaaai não Luis: bom, vamos parar por aqui, acho que você já entendeu como fazer. Yolanda soltou a saia e, ao fechar as pernas, a calcinha foi arrancada, com o olhar no chão ela procurou sem sucesso, conseguiu notar o volume que Luis tinha entre as pernas e também a calcinha vermelha dele aparecendo no bolso. Luis: olha que horas são, vamos nos revezar para dormir e aguentar a noite, primeiro você que é mulher, olha, deita no tapete e daqui a algumas horas eu bato na porta para trocar. Yolanda: está bem, se o senhor diz. Dizendo isso, fechou a porta assim que Luis saiu e trancou a fechadura para que ele não a ****** de novo, a verdade é que depois de andar o dia inteiro estava exausta, deitou como ele tinha pedido e em menos de 20 minutos já estava roncando. Por sua vez, Luis apagou todas as luzes, fechou portas e janelas, desceu para ver o celular de novo, cheirando o troféu dele e se masturbando devagar, queria memorizar aquele cheiro, pensando que Yolanda já estava dormindo, ligou o rádio e para sua surpresa era verdade, os roncos eram ouvidos claramente, qualquer outra pessoa teria dado um tapa nele, fugido e gritado, mas uma mulher desesperada está sempre disposta a tudo, “tudo”. Subiu e notou a porta trancada. Luis: a ingênua acha que com isso vai me parar. Pegou o jogo de chaves dele e abriu devagar, viu ela lá jogada de lado, roncando a plenos pulmões, com a boca bem aberta e saliva escorrendo, sabia que era a oportunidade dele, mas precisava ser cauteloso, ela tinha se mostrado submissa, mas também podia reagir se Ele avançava bruscamente, se despiu completamente, largando a roupa no chão e com a pica na mão se aproximou. Ajoelhou na frente do rosto dela, batendo uma pra pica e, aos poucos, foi chegando perto da boca dela. Com cuidado, enfiou a cabeça e ficou parado por uns instantes. Como não teve reação nenhuma, começou a puxar o prepúcio pra cima e pra baixo, enquanto a cabeça ficava naquela caverna molhada, aproveitando cada roçada. Segurando Yolanda levemente pela nuca, foi enfiando o pau aos poucos até entrar por completo. Nisso, Yolanda só soltou um suspiro forte pelo nariz. Como a boca tava tampada, os roncos saíam pelas narinas, parecendo um apito — um apito que dava a pausa e o ritmo pra meter e tirar o pau. Com o celular na mão, começou a gravar aquela boquete deliciosa, entrando e saindo. Não era a buceta dela, mas não tava nada mal. Com a quantidade de saliva naquela boca, a pica tava toda coberta e molhada, parecia mesmo uma buceta gostosa. Então ele foi se satisfazer, comendo aquela boca, aumentando o ritmo e, com os pelos pubianos esfregando no nariz de Yolanda, continuou metendo sem se importar com o que viesse depois. Yolanda acordou e a primeira coisa que viu foi um matagal de pelos raspando no nariz dela, junto com uma barriga suada. Na boca, tinha um gosto horrivelmente salgado. Ela sabia exatamente o que tava rolando: tava mamando pica sem poder fazer nada, só vendo como ele metia na boca dela. Ela pensou consigo mesma: *Yolanda: (se ele perceber que eu tô acordada, ele vai me deixar em paz, mas também pode ser que não ligue e me bata pra depois me estuprar. Tenho que fazer ele entender que vou levantar, mas não completamente).* Foi assim que Yolanda começou a fazer barulhos com a garganta, do mesmo jeito que quando quer chamar atenção. Yolanda: mmmgggggnnn mggggggnnnn Não funcionou. Ela tinha certeza de que, se ele ouvisse, iria parar, enquanto ele continuava a mete e sai, cada vez mais forte. Forte. Yolanda: mmmmmgggggnnnnnnnnnnnnn mmmmmmmggggggggggggnnnnnnnnn Luis já tinha percebido que ela estava acordada, mas não ligou, naquela noite ela estava ali pra trabalhar e não trabalharia como guarda, trabalharia como puta, afinal, se chegou vestida como uma qualquer, deve ser uma qualquer. Depois de tanto apalpar e dar a calcinha de presente, ainda queria se fazer de santa. Então, pra mostrar quem mandava, terminou o vídeo e com as duas mãos segurou a nuca dela, metendo com força. Luis: assim, puta, vou gozar, engole, engole, engole tudo. Com a pélvis colada na cara de Yolanda, soltando jato após jato de porra na garganta dela, até ficar completamente seco. Luis: que boas boquetes você dá, puta. Se assim já dá dormindo, tô morrendo de vontade de te ter acordada. Yolanda entendeu na hora que ele não tinha percebido que ela acordou e que tinha ouvido tudo. Acordada, podia ser ainda pior. Então, com a boca cheia de porra, ficou parada, de olhos fechados, fingindo que dormia, sentindo o sêmen escorrendo devagar pela garganta. Logo sentiu ele puxar a saia dela sem vergonha e se jogar pra chupar a buceta dela. Com os olhos semiabertos, viu ele ali, colado no sexo dela, de costas, separando os lábios vaginais com força e enfiando a língua o mais fundo que podia. Yolanda seguiu o plano, fingiu que tava dormindo. Afinal, ele já tinha terminado, o que mais podia fazer? Assim se passaram vários minutos, que pra Yolanda foram uma eternidade. Quando ele se afastou do sexo dela, ela achou que tinha acabado, mas tava muito enganada. Luis pegou o rádio de Yolanda e colocou entre as pernas dela, ligou o dele e pôs do lado da cabeça dela. Ela sentiu as pernas serem abertas com força e os lábios vaginais serem esfregados. De novo, entreabriu os olhos e levantou um pouco a cabeça, viu ele com o pau todo duro esfregando... Entrada, na vida inteira ela só tinha ficado com um homem, e esse era o marido dela. Elevou suas preces ao céu e se encomendou à virgem Maria, que sempre a mantivera pura, para ajudá-la naquela situação, quando sentiu o pau entrar de uma só vez até bater nos colhões. Luis: "Você estava bem apertadinha, vou te deixar do meu tamanho." Ele começou a meter uma, duas, três vezes, e a cada metida um estalo forte ecoava pelo escritório inteiro. Ela nunca tinha ouvido a própria buceta fazer aquele barulho, até perceber que o som era amplificado pelo rádio — o rádio que ela tinha colado no ouvido. Era impossível não escutar, provavelmente dava para ouvir até no térreo. Ela preocupada com o barulho e o safado se esbaldando naquela buceta apertada. Quando Yolanda reagiu, as metidas sacudiam o corpo dela. De novo, tentou fazê-lo entrar na razão e, com toda a força, grunhiu de novo. Yolanda: "NNNNNNGGGGGGGGHHHHHHH NNNNNNNGGGGGGGHHHGGGGGGGGGG" Era impossível não ouvir, mesmo com o estalo do rádio forte, ela não ia desistir. Yolanda: "NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNGGGGGGGGGGGGGGG" E ele continuava metendo sem vergonha, o vai e vem fazia ela se mover no ritmo das estocadas, e agora não era só o estalo, também dava para ouvir o barulho das duas pelves se chocando. Luis: "Até dormindo essa puta geme, não se preocupa que já vou te dar seu gozo." Depois de falar isso, ele se jogou por cima dela, esmagando-a com o corpo obeso, investindo com toda a força e esvaziando os colhões de novo. Luis: "Ahhh, sim, essa puta sabe como ordenhar um pau, nada melhor que uma boa fodida no pelo." Finalmente, ele se separou do corpo dela, tirou os rádios, com o pau gotejando e a roupa nos braços, saiu sem dizer uma palavra. Livre daquele peso, ela se viu com a saia completamente levantada e a pelve ainda com restos de porra grudados nos pelos pubianos, aproximando o rosto. viu a buceta aberta, avermelhada e com esperma fresco escorrendo pra fora,
0 comentários - De porta em porta e de pau em pau