Parte 1:https://m.poringa.net/posts/relatos/4574891/Aventura-en-el-sanatorio-El-medico.htmlParte 2:https://m.poringa.net/posts/relatos/4579688/Aventura-en-el-sanatorio-El-medico-Parte-2.htmlBoa noite, continuando de onde parei. Os dois já estavam com os paus pra fora, eu não conseguia parar de pensar naquele momento, tava na frente de uma cock preta (literalmente um sonho) maior que a metade do meu braço praticamente, sem exagero, pra vocês terem uma ideia. Um filho da puta esse Rafael.
M: Bom, chegou a hora da verdade. Quem ganhou a aposta?
Engoli seco, e respondi mentindo até pra mim mesma.
Y: Claramente eu.
M: Tá me dizendo mesmo? Olha como você se lambe, não consegue parar de olhar a pica enorme do Rafael.
Não sabia o que dizer, ele tava certo no que tava falando. Tava realmente muito precisando de grana, minha filha precisava e eu sabia que tinha que conseguir dinheiro de qualquer jeito, me pareceu uma oportunidade única. O dinheiro mais fácil da minha vida.
Y: Sim, tô falando sério.
M: Olha, vou te dar a chance de pegar a cock do Rafael, e depois de tocar bem nela, reconsiderar sua decisão.
Y: Tá bom, mas não vou mudar de ideia.
M: Rafael, faz a tua parte, irmão *e piscou o olho*
Nessa hora Rafael chegou mais perto de mim, esticando o pauzão no meu pescoço, "toca ela se quiser" ele disse num tom cubano que me deixou louca. Comecei a tocar e bater uma pra ele, enquanto eu batia, mais dura ficava, senti que minha mente tava dando curto-circuito.
Precisava tirar a dúvida e coloquei a bestialidade dele do lado do meu braço, o médico começou a rir, não só era mais comprido que a metade do meu braço, tinha praticamente a mesma grossura.
Y: "E você, como acha que isso ia entrar no meu cu?" perguntei olhando pro médico.
M: Ah, olha só, então já mudou de ideia.
Y: Não não, quis dizer como você pretendia que isso entrasse no meu cu se tivesse ganhado a aposta.
M: Lembra de ontem, né? Que eu chupei sua buceta peluda gostosa que você tem e você comeu minha cock? Então, voltei à tarde, porque tinha me excitado de novo e no final me liberei, e quando entrei você tava de lado dormindo. Y: ? E aí, o que você fez?
M: Eu puxei o lençol, etc, e separei suas nádegas da bunda. Entre os pelos dava pra ver claramente uma bunda bem aberta.
Y: Tá me zoando?
M: Não se faz de sonsa, enfiei 2 dedos e você começou a gemer.
Y: Tá falando sério? Tava super dormindo, só tô sabendo agora.
M: Bom, questão é que você tá com a bunda super aberta, poucas vezes vi algo igual. Nem quero perguntar que objetos você enfiou aí.
Não respondi nada. Enquanto isso, continuava tocando a pica do Rafael. Que, sem hesitar, jogou a pica na minha cara. O Rafael educadinho desapareceu, mas ao invés de me ofender, sentir aquela bestialidade na minha cara fodeu completamente minha mente.
Y: Chega, já deu. Ganhei a aposta.
M: Chupa essa, e se não gostou, os 20 mil são teus.
Y: Tá bom, mas só 2 segundos e pronto, já ganhei a aposta.
M: Fechou. Vira e coloca a cabeça na ponta da cama pra ele ficar atrás e você poder chupar a pica de boa. Espera aí que vou desconectar tudo.
Y: Beleza, mas lembrem, só 2 segundos.
Me virei e me posicionei como o médico tinha mandado.
M: Pera, deita de barriga pra cima com a cabeça pra fora da cama.
Y: ? Mas vou engasgar pra caralho.
M: Fala sério, você mesma disse, são só 2 segundos.
Pensei, 'é, só 2 segundos mesmo', e me coloquei como ele mandou.
Rafael jogou aquela bestialidade na minha cara, não só era muito maior que minha cara, praticamente passava do meu pescoço quase chegando nos meus peitos (que até agora continuavam cobertos pela camisola, obviamente).
E aí ele recuou um pouco e colocou a ponta na minha boca. Abri o máximo que pude. Senti a pica dele entrar um pouco, fiquei louca, aos poucos ele ia enfiando mais e mais fundo, me fazendo engasgar bem forte. E nisso ouço o médico falar "que impressionante".
Peguei a pica do Rafael com a mão e tirei da minha boca.
Y: Que Que coisa impressionante?
M: Dá pra ver pelo teu pescoço, dá pra notar claramente a rola no teu pescoço. Parece que até criou um gogó, nunca vi nada igual.
Y: Beleza, já acabou? Já ganhei a aposta?
M: Chupa mais um minuto e pronto.
Coloquei ela de novo na minha boca e comecei a chupar, com os olhinhos fechados, de vez em quando abrindo eles e olhando nos olhos do Rafael, passando a língua a todo vapor na cabeça dele, e de repente senti meu camisola se abrir. Rafael tinha começado a apalpar meus peitos.
E o médico deve ter pirado de novo ao ver minha buceta extremamente peluda (lembra que eu estava internada, não sei se alguma vez na vida ela tinha estado tão peluda). E ele começou a me tocar.
Já tava com tesão desde antes, mas a grana tava me cegando, pensava na minha filha e em como precisava daquele dinheiro. Na tarde anterior, quando ela foi me visitar, tinha me contado uma situação, e eu prometi ajudar, sabendo que ia ganhar uma aposta de 20 mil reais. Ela precisava de 10 mil antes do dia 10 de junho.
Até que senti ele enfiar 3 dedos, sem rodeios. Não consegui gemer porque tinha a rola do Rafael no fundo da minha garganta.
Naquele momento, senti que tudo tinha ido pro caralho. Rafael começou a comer minha boca, fazendo eu engasgar várias vezes, tinha a cara cheia da minha própria saliva. Enquanto isso, o médico já tava enfiando 4 dedos, quase 5.
Até que finalmente enfiou o punho, "que puta que o Rafael é, viu? Te falei", continuou enfiando o punho, "essa buceta peluda me deixa louco, que filha da puta", disse enquanto com a outra mão se masturbava.
Fechei os olhos e continuei focada no que eu tava fazendo. Até que senti um peso na cama. Abro os olhos, e o médico tinha subido na cama. Já não podia fazer nada, e também não sei se queria que aquilo acabasse.
Ele levantou minhas pernas e começou a roçar a rola dele. Até que finalmente enfiou e começou a me comer enquanto eu tinha o pauzão do Rafael bem no fundo da minha boca. Depois ele tirou e começou a passar os dedos na minha bunda, enfiou 2 na minha pussy, tirou eles completamente molhados e sem hesitar, enfiou assim molhados no meu cu. Soltei um gemidinho (não dava pra fazer muito barulho com aquela pica entupindo minha garganta), e ele começou a enfiar os dedos no meu cu sem dó. 2, depois 3 e depois 4. "Que puta incrível, não é possível que você tem o cu tão arrombado."
M: Desce da cama, puta.
O médico claramente já era outro. E eu naquele momento acho que já estava entregue, mas ao mesmo tempo me sentia mal pela minha filha. Se não fosse por isso, teria aproveitado 500%, sinceramente. Sentia que estava decepcionando ela.
Ele foi até o sofá e sentou. "Vem sentar em cima de mim, puta", disse. Bom, fui. Comecei a pular no pau dele, o Rafael veio e ficou em pé no sofá, então enquanto eu pulava, chupava o pau do Rafael.
Depois de vários minutos assim, ele desceu e se afastou um pouco. Vi o médico fazer algum tipo de sinal, mas não consegui ver qual.
De repente, sinto o pau do Rafael na minha costa. Ele estava se abaixando, se ajeitando. Ia rolar a primeira dupla penetração da minha vida. Não acreditei. Senti uma coisa no corpo todo, não era medo, mas algo estranho.
Senti que ia destruir meu cu, e não sabia se ia aguentar ter 2 picas dentro de mim.
Até que comecei a sentir a bestialidade do Rafael tentando arrombar meu cu, o pau dele tava duríssimo e isso ajudava bastante. "Devagar, Rafael, por favor", pedi, quase implorando.
"Desculpa, mas é o único método", ele disse. E com aquela mão preta incrível, tapou minha boca inteira.
Quando eu ia perguntar "Qual?", senti a maior destruição anal da história da minha vida, e olha que meu genro já tinha me detonado bastante, mas o que o Rafael tinha não tinha explicação biológica, parecia o pau de um cavalo. Uma loucura. Me arrebentou. Se não fosse pela mão dele, o sanatório inteiro teria ouvido.
Ele começou a arrebentar meu cu enquanto pra me distrair um pouco eu pulava na pica do médico, além disso o Rafael enfiava os dedos incríveis dele (que tinham o tamanho de uma pica linda) na minha boca, me fazendo engasgar, eu comecei a gozar. "A putinha já tá acabando" disse o médico. "Nossa vez" completou.
"Não, na buceta não" eu disse, "você morre de vontade de ter ela dentro, putinha" ele respondeu.
"Não não, sério, não. No cu se quiserem, sim." eu disse.
M: Beleza, então, irmão, sai um segundo, e você também, putinha.
O Rafael saiu, senti ele tirar um taco de beisebol do meu cu. E aí eu me levantei.
M: Fica de quatro.
Eu obedeci e fiquei de quatro no sofá.
M: Rafael, arrebenta o cu dela e enche toda de porra.
Ele veio na minha direção, e continuou, enfiou de novo a pica dele de forma bruta, mas meu cu tava tão destruído que não senti a mesma dor. Tava abertona. Tão aberta que dessa vez ele me comia como se tivesse me comendo pela buceta, até que começou a tremer e gemer, saiu tanta porra que meu cu transbordou e saiu um monte. Foi impressionante. Na mesma porrada, ele enfiou ainda mais fundo, me destruindo completamente. Ele tirou e eu sentia meu cu pulsando.
Não deu nem tempo de descansar e senti outra pica entrando, mas essa dançava dentro, entrava como se fosse nada (claro, o Rafael tinha me destruído). Ele começou a me comer o cu, "que putinha de merda, parece que tô metendo pela buceta" ele disse. Parece que isso excitava ele tanto que ele começou a gemer, não tão forte obviamente, e continuou me dando forte até que se enterrou dentro de mim. Eu me sentia inundada de porra, sentia o tremor dele, o cu completamente arrombado e cheio de porra.
Ele saiu e eu me joguei de barriga pra baixo no sofá. Não aguentava mais. Fiquei destruída, mal, e sabendo que tinha perdido o dinheiro mais fácil da minha vida.
-
Finalmente (as voltas que a vida dá, imagina se eu tivesse perdido essa oportunidade), acabei ganhando 22000 reais no relato anterior.Minha primeira experiência como putaFoi uma das experiências mais inesquecíveis da minha vida. Me fizeram de saco de pancada, literalmente. Eu curti, não pensem que não, mas me destruíram analmente.
Espero que vocês gostem, e tomara que, se curtirem, a gente consiga fazer disso um novo top post histórico na categoria Relatos. O que acham?
Desde já, muito obrigado ❤️
M: Bom, chegou a hora da verdade. Quem ganhou a aposta?
Engoli seco, e respondi mentindo até pra mim mesma.
Y: Claramente eu.
M: Tá me dizendo mesmo? Olha como você se lambe, não consegue parar de olhar a pica enorme do Rafael.
Não sabia o que dizer, ele tava certo no que tava falando. Tava realmente muito precisando de grana, minha filha precisava e eu sabia que tinha que conseguir dinheiro de qualquer jeito, me pareceu uma oportunidade única. O dinheiro mais fácil da minha vida.
Y: Sim, tô falando sério.
M: Olha, vou te dar a chance de pegar a cock do Rafael, e depois de tocar bem nela, reconsiderar sua decisão.
Y: Tá bom, mas não vou mudar de ideia.
M: Rafael, faz a tua parte, irmão *e piscou o olho*
Nessa hora Rafael chegou mais perto de mim, esticando o pauzão no meu pescoço, "toca ela se quiser" ele disse num tom cubano que me deixou louca. Comecei a tocar e bater uma pra ele, enquanto eu batia, mais dura ficava, senti que minha mente tava dando curto-circuito.
Precisava tirar a dúvida e coloquei a bestialidade dele do lado do meu braço, o médico começou a rir, não só era mais comprido que a metade do meu braço, tinha praticamente a mesma grossura.
Y: "E você, como acha que isso ia entrar no meu cu?" perguntei olhando pro médico.
M: Ah, olha só, então já mudou de ideia.
Y: Não não, quis dizer como você pretendia que isso entrasse no meu cu se tivesse ganhado a aposta.
M: Lembra de ontem, né? Que eu chupei sua buceta peluda gostosa que você tem e você comeu minha cock? Então, voltei à tarde, porque tinha me excitado de novo e no final me liberei, e quando entrei você tava de lado dormindo. Y: ? E aí, o que você fez?
M: Eu puxei o lençol, etc, e separei suas nádegas da bunda. Entre os pelos dava pra ver claramente uma bunda bem aberta.
Y: Tá me zoando?
M: Não se faz de sonsa, enfiei 2 dedos e você começou a gemer.
Y: Tá falando sério? Tava super dormindo, só tô sabendo agora.
M: Bom, questão é que você tá com a bunda super aberta, poucas vezes vi algo igual. Nem quero perguntar que objetos você enfiou aí.
Não respondi nada. Enquanto isso, continuava tocando a pica do Rafael. Que, sem hesitar, jogou a pica na minha cara. O Rafael educadinho desapareceu, mas ao invés de me ofender, sentir aquela bestialidade na minha cara fodeu completamente minha mente.
Y: Chega, já deu. Ganhei a aposta.
M: Chupa essa, e se não gostou, os 20 mil são teus.
Y: Tá bom, mas só 2 segundos e pronto, já ganhei a aposta.
M: Fechou. Vira e coloca a cabeça na ponta da cama pra ele ficar atrás e você poder chupar a pica de boa. Espera aí que vou desconectar tudo.
Y: Beleza, mas lembrem, só 2 segundos.
Me virei e me posicionei como o médico tinha mandado.
M: Pera, deita de barriga pra cima com a cabeça pra fora da cama.
Y: ? Mas vou engasgar pra caralho.
M: Fala sério, você mesma disse, são só 2 segundos.
Pensei, 'é, só 2 segundos mesmo', e me coloquei como ele mandou.
Rafael jogou aquela bestialidade na minha cara, não só era muito maior que minha cara, praticamente passava do meu pescoço quase chegando nos meus peitos (que até agora continuavam cobertos pela camisola, obviamente).
E aí ele recuou um pouco e colocou a ponta na minha boca. Abri o máximo que pude. Senti a pica dele entrar um pouco, fiquei louca, aos poucos ele ia enfiando mais e mais fundo, me fazendo engasgar bem forte. E nisso ouço o médico falar "que impressionante".
Peguei a pica do Rafael com a mão e tirei da minha boca.
Y: Que Que coisa impressionante?
M: Dá pra ver pelo teu pescoço, dá pra notar claramente a rola no teu pescoço. Parece que até criou um gogó, nunca vi nada igual.
Y: Beleza, já acabou? Já ganhei a aposta?
M: Chupa mais um minuto e pronto.
Coloquei ela de novo na minha boca e comecei a chupar, com os olhinhos fechados, de vez em quando abrindo eles e olhando nos olhos do Rafael, passando a língua a todo vapor na cabeça dele, e de repente senti meu camisola se abrir. Rafael tinha começado a apalpar meus peitos.
E o médico deve ter pirado de novo ao ver minha buceta extremamente peluda (lembra que eu estava internada, não sei se alguma vez na vida ela tinha estado tão peluda). E ele começou a me tocar.
Já tava com tesão desde antes, mas a grana tava me cegando, pensava na minha filha e em como precisava daquele dinheiro. Na tarde anterior, quando ela foi me visitar, tinha me contado uma situação, e eu prometi ajudar, sabendo que ia ganhar uma aposta de 20 mil reais. Ela precisava de 10 mil antes do dia 10 de junho.
Até que senti ele enfiar 3 dedos, sem rodeios. Não consegui gemer porque tinha a rola do Rafael no fundo da minha garganta.
Naquele momento, senti que tudo tinha ido pro caralho. Rafael começou a comer minha boca, fazendo eu engasgar várias vezes, tinha a cara cheia da minha própria saliva. Enquanto isso, o médico já tava enfiando 4 dedos, quase 5.
Até que finalmente enfiou o punho, "que puta que o Rafael é, viu? Te falei", continuou enfiando o punho, "essa buceta peluda me deixa louco, que filha da puta", disse enquanto com a outra mão se masturbava.
Fechei os olhos e continuei focada no que eu tava fazendo. Até que senti um peso na cama. Abro os olhos, e o médico tinha subido na cama. Já não podia fazer nada, e também não sei se queria que aquilo acabasse.
Ele levantou minhas pernas e começou a roçar a rola dele. Até que finalmente enfiou e começou a me comer enquanto eu tinha o pauzão do Rafael bem no fundo da minha boca. Depois ele tirou e começou a passar os dedos na minha bunda, enfiou 2 na minha pussy, tirou eles completamente molhados e sem hesitar, enfiou assim molhados no meu cu. Soltei um gemidinho (não dava pra fazer muito barulho com aquela pica entupindo minha garganta), e ele começou a enfiar os dedos no meu cu sem dó. 2, depois 3 e depois 4. "Que puta incrível, não é possível que você tem o cu tão arrombado."
M: Desce da cama, puta.
O médico claramente já era outro. E eu naquele momento acho que já estava entregue, mas ao mesmo tempo me sentia mal pela minha filha. Se não fosse por isso, teria aproveitado 500%, sinceramente. Sentia que estava decepcionando ela.
Ele foi até o sofá e sentou. "Vem sentar em cima de mim, puta", disse. Bom, fui. Comecei a pular no pau dele, o Rafael veio e ficou em pé no sofá, então enquanto eu pulava, chupava o pau do Rafael.
Depois de vários minutos assim, ele desceu e se afastou um pouco. Vi o médico fazer algum tipo de sinal, mas não consegui ver qual.
De repente, sinto o pau do Rafael na minha costa. Ele estava se abaixando, se ajeitando. Ia rolar a primeira dupla penetração da minha vida. Não acreditei. Senti uma coisa no corpo todo, não era medo, mas algo estranho.
Senti que ia destruir meu cu, e não sabia se ia aguentar ter 2 picas dentro de mim.
Até que comecei a sentir a bestialidade do Rafael tentando arrombar meu cu, o pau dele tava duríssimo e isso ajudava bastante. "Devagar, Rafael, por favor", pedi, quase implorando.
"Desculpa, mas é o único método", ele disse. E com aquela mão preta incrível, tapou minha boca inteira.
Quando eu ia perguntar "Qual?", senti a maior destruição anal da história da minha vida, e olha que meu genro já tinha me detonado bastante, mas o que o Rafael tinha não tinha explicação biológica, parecia o pau de um cavalo. Uma loucura. Me arrebentou. Se não fosse pela mão dele, o sanatório inteiro teria ouvido.
Ele começou a arrebentar meu cu enquanto pra me distrair um pouco eu pulava na pica do médico, além disso o Rafael enfiava os dedos incríveis dele (que tinham o tamanho de uma pica linda) na minha boca, me fazendo engasgar, eu comecei a gozar. "A putinha já tá acabando" disse o médico. "Nossa vez" completou.
"Não, na buceta não" eu disse, "você morre de vontade de ter ela dentro, putinha" ele respondeu.
"Não não, sério, não. No cu se quiserem, sim." eu disse.
M: Beleza, então, irmão, sai um segundo, e você também, putinha.
O Rafael saiu, senti ele tirar um taco de beisebol do meu cu. E aí eu me levantei.
M: Fica de quatro.
Eu obedeci e fiquei de quatro no sofá.
M: Rafael, arrebenta o cu dela e enche toda de porra.
Ele veio na minha direção, e continuou, enfiou de novo a pica dele de forma bruta, mas meu cu tava tão destruído que não senti a mesma dor. Tava abertona. Tão aberta que dessa vez ele me comia como se tivesse me comendo pela buceta, até que começou a tremer e gemer, saiu tanta porra que meu cu transbordou e saiu um monte. Foi impressionante. Na mesma porrada, ele enfiou ainda mais fundo, me destruindo completamente. Ele tirou e eu sentia meu cu pulsando.
Não deu nem tempo de descansar e senti outra pica entrando, mas essa dançava dentro, entrava como se fosse nada (claro, o Rafael tinha me destruído). Ele começou a me comer o cu, "que putinha de merda, parece que tô metendo pela buceta" ele disse. Parece que isso excitava ele tanto que ele começou a gemer, não tão forte obviamente, e continuou me dando forte até que se enterrou dentro de mim. Eu me sentia inundada de porra, sentia o tremor dele, o cu completamente arrombado e cheio de porra.
Ele saiu e eu me joguei de barriga pra baixo no sofá. Não aguentava mais. Fiquei destruída, mal, e sabendo que tinha perdido o dinheiro mais fácil da minha vida.
-
Finalmente (as voltas que a vida dá, imagina se eu tivesse perdido essa oportunidade), acabei ganhando 22000 reais no relato anterior.Minha primeira experiência como putaFoi uma das experiências mais inesquecíveis da minha vida. Me fizeram de saco de pancada, literalmente. Eu curti, não pensem que não, mas me destruíram analmente.
Espero que vocês gostem, e tomara que, se curtirem, a gente consiga fazer disso um novo top post histórico na categoria Relatos. O que acham?
Desde já, muito obrigado ❤️
13 comentários - Aventura no sanatório: O médico. Parte 3