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Sentei e a mamãe colocou dois círculos fumegantes no meu prato. Ela não conseguia me olhar nos olhos. "Seu pai vai voltar pra casa hoje à noite", disse a mamãe, "Finalmente terminou toda a papelada. A gente tem que buscá-lo depois do jantar". "Entendi", falei, "você deve estar feliz por ele voltar". Foi uma maldade, eu sei, mas a mamãe ignorou como uma profissional. "Vai ser bom ter a família toda junta de novo", disse ela. "Com certeza." Mal conseguia sentir o gosto do café da manhã, mas me forcei a comer. A mamãe sentou e ficou me olhando. Ela estava sorrindo, mas os olhos pareciam tristes. Naquele momento, eu soube que a mamãe não estava mais feliz que eu com isso. Ela só era mais madura. "Foi divertido", disse a mamãe, "essas últimas semanas". "Com certeza", falei. "Não quero perder isso", disse a mamãe, "quero dizer, a proximidade que a gente tem". "Eu também não", falei. Estiquei o braço sobre a mesa e peguei na mão da mamãe. "Não vou deixar você ir". A mamãe assentiu. Ela se levantou da mesa e juro que ouvi um soluço. Depois do café, ajudei a mamãe a limpar a mesa e lavar a louça. Nunca mais seria a mesma coisa. vendo aquela pia do mesmo jeito. "Depois disso, quer ver uma coisa?" perguntou a mamãe. Quase deixei cair o prato que estava secando. "Sabe, uma última vez antes do seu pai chegar em casa". Eu assenti, mudo. Incapaz de me expressar. "Acho que meu quarto vai servir", disse a mamãe. A mensagem dela foi clara. Depois que terminamos a louça, subi pro meu quarto. Peguei os dois pacotes de camisinha que sobraram e coloquei no bolso. Se essa era a última vez, então ia aproveitar ao máximo. Mamãe estava esperando no quarto dela, com o cobertor já na cintura. "Vem deitar a cabeça aqui", ela disse, dando tapinhas no ombro dela. Eu me enfiei debaixo dos lençóis e tirei o short. Me aninhei junto da mamãe, colocando a cabeça bem onde ela queria. Encostei minhas pernas nas dela e senti que ela também estava pelada da cintura pra baixo. "Essa é a última vez", disse a mamãe, "nossa última chance de fazer isso juntos". "Tenho certeza que ainda podemos ver TV", falei, embora soubesse exatamente o que ela queria dizer. "Não desse jeito", disse a mamãe, e parecia melancólica. Triste. Ela se esticou e apertou o play no meu iPad. O programa começou e a gente fez algo completamente diferente. Na verdade, a gente se abraçou. Ficamos na cama, curtindo a companhia um do outro. Mamãe acariciou minha cabeça distraidamente. Eu segurei ela perto. Estranhamente, foi a coisa mais íntima que a gente já tinha feito. Mas a biologia inevitavelmente bateu na porta e logo me vi procurando as camisinhas. Assim que abri a primeira, soube que algo estava errado. O látex parecia seco e fino. Claramente tinha estragado, então joguei fora. Abri meu último pacote e, felizmente, estava bom. Acho que fez sentido. A última vez juntos. Última camisinha. Subi entre as coxas ansiosas da mamãe e deslizei pra dentro dela. A gente se moveu juntos devagar, aproveitando o momento. Não dissemos nada, mas ficamos nos olhando enquanto transávamos. Não fizemos nada mais. Sem movimentos extras nem barulhos estranhos. A gente curtiu a conexão dos nossos corpos. Foi uma delícia. No final, enchi a camisinha. Aí esvaziei dentro da mamãe. Ela passou a mão no meu flanco, como quem premia um cavalo de corrida depois de uma boa prova. Ela tava olhando fixo e eu percebi que era pra camisinha. Segurei como se tivesse oferecendo. Mamãe balançou a cabeça e desviou o olhar. Quando voltei de jogar a camisinha no vaso, ela tava deitada sobre os lençóis. Totalmente vestida. Dessa vez, ela deu um tapinha no lado da cama onde queria que eu sentasse. A gente se deitou e viu (dessa vez viu mesmo) um monte de reality show besta. Não eram ruins, pra falar a verdade. Mas nada era melhor que estar com a mamãe. O mundo inteiro parecia mudo perto disso. A gente comeu um jantar sério, quase fúnebre. Enquanto mastigava, fiquei revendo na cabeça tudo que tinha rolado no último mês mais ou menos. Como a Cassie terminou comigo. Como eu e a mamãe começamos a ver filmes juntos. Começando a correr com a mamãe. Começando a fazer, hum, outras coisas com a mamãe. Pintando as unhas dela no quintal. Pintando a buceta dela com minha língua no quarto dela. E aí, finalmente, os dois virando um só. Acabou. Sabia que ia ser difícil, mas a gente ia seguir em frente. Dessa vez ia ser um sonho passageiro. Um sonho febril de sons e sentimentos. Algo que nenhum de nós ia admitir nunca, mas que em segredo a gente ia compartilhar pra sempre. Mamãe ia voltar pra vida dela. Eu ia conhecer uma mina e casar. Em momentos roubados, a gente trocava um sorrisinho maroto, mas só isso. E mesmo assim, a gente se perguntava se tudo não foi imaginação. Um pulo no tempo. Um piscar onde o mundo parou e a gente deslizou pelos segundos feito fantasmas. O celular da mamãe vibrou e ela olhou. "O voo do seu pai atrasou", ela disse. Um instante depois o telefone tocou. Mamãe apertou o botão de atender no viva-voz, deslizando o celular dele no meio da mesa. "Oi, David!" Mamãe disse, visivelmente animada. "Jay e eu estamos aqui, ficamos sabendo do seu voo. Que merda!" "Tudo bem", papai disse. A voz dele estava cansada. "Só não vejo a hora de chegar em casa." "Imagino", mamãe disse, "vamos deixar a cama prontinha pra você." Achei que era uma promessa meio estranha, mas no contexto do que a gente tava fazendo lá, com certeza era um detalhe importante pra mamãe. "Tanto faz", papai disse, "você ainda vai vir me buscar." "Sim, o Jay tá pronto pra ir te buscar", mamãe disse. Ela sorriu pra mim, com carinho. "Não manda só o moleque, Julie, sério", papai disse. Algo sobre ele me chamar de 'moleque' me fez pensar se ele tinha percebido que eu também tava no telefone. Mamãe tinha dito claramente que eu tava ali, não tinha? "Ah, com certeza", mamãe disse, "tô doida pra te ver também. Mas tenho certeza que, se precisasse, o Jay daria conta sozinho." "Jesus, Julie, olha. Eu sei que o Jay é seu docinho de menino ou o que for, mas até você tem que admitir que ele não é lá essas coisas." "Ele tá certo... Ele tá ouvindo..." Mamãe tentou cortar, mas papai se adiantou. "Quer dizer, o garoto tem quase 19 anos e mal confio nele pra ir no mercado comprar camisinha sem ter dois acidentes no caminho e voltar com ovos no lugar." Mamãe olhou pra mim, sem graça. Como se fosse culpa dela de alguma forma. Nós dois ficamos vermelhos. Me senti envergonhado. Putasso. Tudo junto. Mesmo assim, papai continuou. "Você andou bebendo, querido?" mamãe perguntou. "Só um pouco, tô esperando meu voo", papai disse, "Tá bom, vou indo. Às 12:30, não esquece. Te mando uma mensagem quando estiver embarcando." O quarto ficou tão silencioso que dava pra ouvir a casa se assentando. Um cachorro latiu ao longe. Mamãe não olhou nos meus olhos. "Me desculpa muito, Jay. Seu pai não percebeu." "Não se não se arrependa", eu disse. Levantei da mesa. "Não devia ter falado aquelas coisas sobre você", disse a mamãe, "seu pai não viu o quanto você cresceu todos esses anos. Ainda estamos acostumados a pensar em você como aquele garotinho que quase se queimou". — Ele também não devia ter falado aquelas coisas sobre você — eu disse. Mamãe olhou para a mesa. "Tudo bem. Já me acostumei." "Isso não é certo, mãe", eu disse. "Não, eu sei", disse mamãe, "mas o que mais me resta?" Você me tem. Pensei as palavras, mas não consegui dizê-las. Dizer que, de alguma forma, um filho poderia substituir um marido. Isso era ridículo. Os papéis, as relações, eram completamente diferentes. Mas então, não era isso que a gente vinha fazendo esse tempo todo? "Você merece ser tratada melhor", eu disse, "como a mulher incrível, maravilhosa e gostosa que você é". "Eu sei", disse mamãe, "seu pai está fora há tanto tempo. Ele está tendo um dia horrível. Provavelmente também bebeu demais. Normalmente ele não é assim." Conheci meu pai a vida inteira (óbvio). Sabia que ele estava bêbado e provavelmente deprimido também. Mas também sabia que ele quis dizer cada palavra que falou naquela ligação. Mas toda a raiva e ressentimento que eu tinha foram apagados pela melancolia da minha mãe. Eu tinha uma bolsa de estudos. Ia voltar pra faculdade. Podia sair daquele lugar pra sempre se quisesse. Mas a mamãe tinha que viver o resto da vida daquele jeito e não era justo. Ela merecia muito mais. Acho que, sendo de novo o cavalheirinho da mamãe, eu queria salvá-la. Em vez disso, sugeri algo muito mais perigoso. "A gente tem tempo de sobra", eu disse, "Quer ver um filme?" Mamãe olhou pra mim e suspirou. Dava pra ver ela pesando na cabeça. Sabendo que devia dizer não, mas incapaz de não dizer sim. "Preciso arrumar a cama pro seu pai", ela disse. "Posso ajudar com isso", eu disse com um sorriso. "Na verdade tem que estar pronta", disse mamãe. "Isso leva uns cinco minutos. A gente tem quatro horas." Mamãe Ela fez uma pausa. Quase dava pra ver o anjo e o demônio nos ombros dela, discutindo sem parar na cabeça dela. "Só filmes", ela disse. "Nada mais." Concordei de boa. Colocamos lençóis limpos na cama. Mamãe trocou o edredom e as fronhas dos travesseiros. No final, dei uma geral no quarto com Febreze, só por precaução. Descemos pro quarto do papai e liguei a TV. Mamãe sentou no sofá do meu lado. Nossos quadris se encostaram, mas só isso. Mamãe colocou um alarme no celular pra quando tivéssemos que sair de casa pra buscar o papai. Ia ser tarde da noite e ela tava preocupada da gente cair no sono na frente da TV. "Temos que chegar bem na hora", mamãe disse, como se o mundo fosse acabar se não fosse assim. Concordei com a cabeça e comecei a passar os canais pra achar algo pra ver. "Vamos tentar algo diferente dessa vez", mamãe disse. Entendi que ela tava me lembrando que isso não ia ser igual ao nosso tempo de tela normal. Passei os canais e achei, bem editado, claro, Missão Madrinha de Casamento. Isso era o oposto de diferente, claro. Era o mesmo filme que a gente tinha começado. Levei como um sinal e fiquei nele. Uns minutos depois, peguei o cobertor e me cobri. "Frio?" mamãe perguntou. "É", falei. Alcancei a calça de mamãe e comecei a desabotoar os botões. Mamãe se mexeu com meu toque. "Jay, acho que não devemos fazer isso", ela disse. Mas dava pra ouvir a dúvida na voz dela. Ela realmente, literalmente, não tinha certeza. "Fazer o quê?" perguntei, e abri o zíper da calça jeans de mamãe. Mamãe suspirou, irritada, mas não falou mais nada. Fiquei brincando com a buceta dela, por cima da calcinha. Fui com calma, na preguiça. Depois de um tempo, peguei a mão de mamãe e levei até meu colo, parando bem em cima do meu pau. Mamãe soltou um gemidinho. Apertou minha dureza por cima da minha cueca. A gente ficou se acariciando por cima da roupa. Pra mim surpresa, mamãe foi a primeira a tirar a calça. "Tá muito calor aqui", explicou enquanto tirava o jeans e a calcinha. "Com certeza", falei e fiz o mesmo. Bridemaids acabou e começou outro filme. Eu já não tava prestando atenção. A mão da mamãe deslizava pra cima e pra baixo no meu pau pelado. Eu esfregava e brincava com a buceta escorregadia da mamãe. A gente tava se provocando. Sem pressa. Duas pessoas tão boas em se excitar que já era automático. Mas eu queria mais. "Mãe, quero te abraçar", falei. "A gente já tá se abraçando, querido", disse mamãe. Ela passou o braço nos meus ombros pra provar. "Mãe", falei, gemendo de novo, "Isso não é um abraço". Mamãe revirou os olhos, mas tava brincando. "Acho que a gente podia sentar no chão". "Isso!" "Mas, sabe, a gente tem que tomar cuidado com o chão", disse mamãe, "não tem carpete. Então, tá pelado. Lá embaixo. E a gente tem que garantir que vai se cobrir". Eu fiz uma careta triste pra mamãe. "A gente, hum, ficou sem cobertas", falei. Mamãe já tava sentada no chão. Antes que eu pudesse pensar de novo, deslizei pra trás dela, cuidando pra manter o cobertor sobre a gente. "Ah, querido, hoje não é um bom dia pra isso", disse mamãe. "Vou tomar muito cuidado", falei, percebendo o que mamãe tava dizendo. Ela tava muito molhada quando eu toquei. Achei que era a excitação dela por fazer isso de novo. Mas era mais que isso, percebi. "A gente vai ter que ser cuidadoso", disse mamãe. "Sabe o que", falei, "vou ficar no chão sozinho. Você pode sentar no meu colo". "Isso é meio o oposto do que eu tava falando, querido", disse mamãe. Mas ela obedientemente deixou eu deslizar pra baixo dela. Meu pau endureceu com o mel da mamãe escorrendo. Mamãe começou a deslizar a bunda devagar no meu pau. "Isso é... Muito confortável", disse mamãe. "Queria poder sentar mais perto", falei, "me aninhar mais". "Querido, não Podemos", disse a mamãe, "Assim não. Hoje não". "Tá bom", eu disse. "É gostoso", disse a mamãe. "Ficar agarradinha com meu garoto". Alcancei os quadris da mamãe e encontrei o clitóris dela. Ela prendeu a respiração. "Vai com calma, tá, amor?" Mamãe disse. "Só quero que você se sinta bem", falei, sério. "Eu sei, bebê, mas a mamãe precisa manter o controle". "Você sempre tem o controle, mãe", eu disse, "faço o que você quiser". "Eu sei", disse a mamãe, "mas às vezes... às vezes a mamãe comete erros. Não quero fazer algo que a gente se arrependa depois". "Não teria como", eu disse, "desde que seja o que você quer, então tá certo pra mim". Mamãe riu baixinho, meio triste. Começou a balançar pra frente e pra trás com mais força. Caralho, era tão bom, do jeito que a mamãe se movia em cima de mim. A pressa dela. O calor e a umidade da buceta dela. A gente já tinha se tocado pelados. Mas não assim. Sempre tinha a camisinha no meio. Algo sobre pele com pele entre mãe e filho tornava tudo ainda mais incrível. Sentindo o corpo da mamãe contra o meu, não consegui me segurar. Peguei minha outra mão, a que não tava no clitóris dela, e passei pelo peito dela. Ela levantou a mão e segurou o próprio peito por cima da camisa. Pela primeira vez, eu tava sentindo o peito da mamãe. Foi glorioso, valeu cada risco. Cheio e gordo, dava até pra sentir a ponta do mamilo endurecido por baixo da regata e do sutiã. Mamãe congelou. Isso já era muito além do cobertor. "Hum, amor? O que cê tá fazendo?" Não falei nada, mas não soltei. Papai ia voltar pra casa em algumas horas. Tudo isso tava acabando. Era minha última chance. Não ia deixar nada pra trás, muito menos arrependimentos. Esperei a mamãe falar alguma coisa. Tirar minha mão. Finalmente, ela deu de ombros e começou a rebolar os quadris em cima de mim de novo. Percebendo que tinha sinal verde, passei a mão por baixo da camisa da mamãe, levantei o sutiã dela e agarrei o peito nu dela. Dessa vez, a mamãe Falou. "Ah, querido, isso é bom", disse ela. Levantei o peito dela com uma mão. Brinquei com o clitóris dela com a outra. Queria muito mais braços naquele momento. Tocar cada centímetro da minha mãe incrível e gostosa. Minha cabeça se enchia de todo tipo de planos para o próximo passo, mas meu corpo já estava no limite. Mamãe apertou a buceta dela contra meu pau e senti que minha explosão era iminente. "Mãe", falei, "estou chegando lá". "Quase lá", disse mamãe. Ela estava ofegante. Qualquer pensamento de decoro tinha ido embora. Não estávamos mais jogando o jogo. Fingir tinha sido deixado de lado. Mamãe deslizou para trás, deslizou para frente e então parou. A cabeça do meu pau tinha se posicionado bem na entrada dela. Um momento se transformou em horas. Ficamos pendurados no precipício. Mamãe deixou meu pau beijar a buceta dela e então deslizou de volta no meu eixo de novo. No próximo deslize, fez de novo. O tempo parou. Mais uma vez, ela deixou meu pau roçar nela. Dessa vez, segurou por mais tempo. Realmente pensando. Ah, Deus. Meu pau estava a menos de centímetros de deslizar nu na buceta da mamãe. Nunca quis tanto algo. Não aguentava mais esperar. Inclinei minha bunda. Apontei. Então deslizei para frente. Disse a mim mesmo que iria me afastar quando chegasse a hora. Era só para sentir por um momento. Para saber o que poderia ter sido. Meu pau atravessou a abertura da mamãe. "Aaaaaaai!" Mamãe gemeu. A buceta dela foi se enchendo devagar do meu pau. Eu estava a pinto dentro da minha mãe. Nada entre nós. Os centímetros deslizando até eu estar totalmente enterrado. Mamãe estava ofegante. A buceta dela agarrando. Eu estava encaixado na buceta perfeita dela. Como se tivesse sido moldada para o meu pau. Não. Meu pau tinha sido formado para ela. Porque claro que tinha. Eu era filho dela. Venho desse lugar e por isso sou feito para ele. Poderia ter ficado ali para sempre. Mas as coisas tinham ido longe demais. A gente tinha mantido perto demais. Meu cabeça beijou a parte de trás da buceta da mamãe e apertou. E assim, gozei dentro da buceta desprotegida da minha mãe. "Ah, não", disse mamãe, quando o primeiro jato escaldante de porra jorrou de mim. "HrrrrrrrAHHHHHHH!" Eu gritei. O prazer saiu do meu pau. Subiu pelos meus braços e desceu pelas minhas pernas. O corpo da mamãe respondeu na hora. A buceta dela chupou meu leite como uma puta faminta. O corpo dela ficou duro sobre o meu. Mal tava consciente disso. Meu próprio orgasmo tomou conta de mim, com força, e não me soltava. Espremia até a última gota da minha essência. Explodi dentro da minha mãe. Me derramei dentro dela. Meu pau se alojou bem na entrada do útero desprotegido dela. Mamãe se inclinou pra frente. De algum jeito, eu ainda tava gozando. Outra rajada de porra saiu de mim e espirrou, inofensiva, na coxa da mamãe. Me recostei no sofá. Acabado. Mamãe se recostou. Ela tava olhando diretamente pra mim. Sabia que ia levar agora. "Mamãe, eu..." Ela levantou o dedo. Meu coração, que já tava acelerado, disparou. Minha satisfação azedou rápido. Tínhamos fodido (literalmente) feio. Eu tinha plantado semente na minha mãe no dia mais fértil dela. Totalmente desprotegida. Não podia ter escolhido um momento pior se tivesse tentado. Mamãe usou o dedo com que tinha me avisado e mergulhou na poça de porra que tinha deixado na perna dela. Ela pegou e meteu na boca. Então ela sorriu pra mim. Mais uma vez, tentei me desculpar. De novo, mamãe me calou. Ela ficou de quatro e subiu pelo meu meio das pernas. Meu pau, só meio mole, jazia inerte na minha perna, pingando o resto do meu leite.
Sem uma palavra, mamãe baixou a cabeça e chupou meu pau na boca dela. Ela balançava pra cima e pra baixo, toda molhada. Eu não sabia o que dizer. Como reagir. Meu medo mudou de novo, virou desejo. Tanta sacudida, eu tava preocupado de estragar minha transmissão. Mamãe tirou a cabeça do meu pau e olhou com orgulho pro meu membro rejuvenescido. Ela me empurrou pro lado até eu ficar de costas. Pegou o cobertor e jogou no sofá. Mamãe agarrou a regata dela e rasgou pela cabeça. Desabotoou o sutiã. Tava completamente nua. Pela primeira vez em tudo isso, eu vi minha mãe totalmente exposta. Eu tinha subestimado o corpo dela. Mamãe tava impecável. Fiquei imaginando cada centímetro dela. As curvas esculpidas e a pele perfeita. Os peitos cheios e alegres, com mamilos rosados e inchados. A buceta dela ainda aberta do meu pau, um pouco de espuma nos pelos pubianos aparados. Mamãe era uma deusa. Ela não percebeu minha admiração. Em vez disso, se abaixou e tirou minha camisa. Ela sorriu pro meu peito nu. "Agora, meu cavalheirozinho", disse mamãe. Agarrou meu pau e apontou pra cima, "Se vamos engravidar a mamãe, pelo menos vamos fazer do jeito certo". E assim, eu tava de novo enterrado até o fundo dentro da minha mãe. Nós soltamos um gemido junto quando nos conectamos de novo. A buceta da mamãe parecia, inacreditavelmente, ainda melhor dessa vez. O corpo dela tão perfeitamente posicionado sobre o meu. Me estiquei pra pegar os peitos da mamãe. Ela passou os dedos no meu peito. A aliança de casamento dela, brilhando na luz, era a única coisa que ela tava usando. A gente tava nu, os dois, no espaço privado do meu pai. Sem preocupações. Completamente envolvidos só um pelo outro. Encantado e hipnotizado pelo que nossos corpos podiam criar juntos. "Ah, mamãe", eu gemi enquanto mamãe montava em mim pra cima e pra baixo como se quisesse me esmagar no chão. "Talvez você devia me chamar de Julie quando a gente faz isso", disse mamãe. "Ok, hum, Julie, Eu disse, desconfortável pra caralho. "Talvez você devesse continuar me chamando de mamãe." Concordei de coração. Mamãe me deu um sorriso malicioso. Aparentemente, ela tinha visto a graça nessa parada de 'Mamãe', afinal. "Você gosta da buceta da mamãe, bebê?" Mamãe perguntou, sorrindo de forma brincalhona. "Ah, porra, sim", eu disse. "A mamãe faz o bebê se sentir bem?" "A melhor", eu disse. "Seu pau é incrível", disse mamãe, "Seu corpo é incrível." Mamãe riu e eu senti a buceta dela subindo e descendo no meu pau. "Por que esperamos tanto pra fazer isso?" "Somos idiotas", eu disse. "Bom, a burrice vem do meu lado da família", disse mamãe com um sorriso. "Ah, não", eu disse, "Papai é claramente o idiota. Porra, eu amo te foder. Não tô nem aí. Não vou parar." "Nunca", disse mamãe. "Vou te foder na sua cama", eu disse, "fazer o papai dormir no sofá." "Vou te foder no seu quarto", disse mamãe, "No seu quarto. No seu armário. Onde você quiser." "Vou encher sua buceta, fazer ela minha", eu disse. "É sua", disse mamãe, "sempre foi sua." "Sou maior que o papai?" Eu perguntei. "Sim", disse mamãe, "você tá partindo a mamãe ao meio." "Sou melhor que o papai?" Eu perguntei. Agarrei os quadris da mamãe. Praticamente jogando ela pra cima e pra baixo no meu pau duro. "Sim", disse mamãe. Saiu como um sussurro. "Diz", eu disse, "grita." "Meu filho tá me fodendo! Tô fodendo meu bebê e é a melhor coisa que já tive. Ele é dono dessa buceta. É dele. Eu sou dele. Ah, PORRA!" De repente, o alarme do celular da mamãe tocou. "É hora de buscar seu pai", disse mamãe, e caiu na risada. "Não podemos nos atrasar", eu disse. "Não. Tem que ser. Na. Hora. Certa", disse mamãe. Ela se empurrou pra baixo no meu pau. As paradas dela tremeram lindo. Peguei o celular da mamãe e desliguei o alarme. Depois derrubei a mamãe. Me enfiei nela. Cara a cara. Pau na buceta. Mamãe envolveu os braços nas minhas costas. Apertou as pernas na minha cintura. "Isso. É. Meu.", eu disse, pontuando cada estocada. Com uma palavra. "Sim", disse a mamãe, Me pega. Sou sua". "Quem te fode melhor?" Eu perguntei. "Você", disse a mamãe. "Quem?" "Meu filho", disse a mamãe. "Você vai deixar o papai te comer de novo?" "Não", disse a mamãe, "Essa é a sua buceta". Eu me estiquei e apertei os peitos dela. "Você vai deixar ele tocar nisso de novo?" "Nunca", disse a mamãe. A gente tava tão perto. Eu conseguia ver cada sardazinha no rosto da mamãe. Finalmente, não aguentei mais. Pressionei meus lábios nos da mamãe. Faminto e apaixonado. Línguas se enrolando. Era a primeira vez que a gente se beijava assim. A gente se beijou como se fosse a última vez. Como se a gente fosse morrer se separasse. "Te amo, mamãe", eu falei. "Eu também te amo." "Quero fazer você gozar", eu falei, com um sorriso safado nos lábios. "Você já fez", disse a mamãe, "você fez". "Quero ver de novo". "Ah, que menino bom. O cavalheirozinho da mamãe. Quer me ver gozar de novo, bebê? Quer fazer a mamãe gozar tão gostoso no seu pau?" "Por favor", eu falei, "Por favor, mamãe. Goza pra mim. Quero ver". Os olhos da mamãe reviraram, como se fosse um sinal. As mãos dela apertaram minha bunda. Me segurando parado. "Ahhhhh... PORRA! Ah, isso é bom pra caralho". A mamãe foi incrível. Mas eu já tinha gozado tanto que sentia que podia foder pra sempre. Como se nunca fosse soltar a mamãe. Eu não queria. A gente continuou conversando entre si. Brincadeiras e provocações. Jogando todos os jogos que a gente sabia pra fazer um gozar o outro. Como se semanas de sons e palavras presas agora derramassem tudo de uma vez. "Ah! Uhn. Você é tão bom. Me fode. Ah, adoro esse pauzão dentro de mim", disse a mamãe. Eu mergulhei pra lamber os peitos da mamãe. Chupei o mamilo dela. "Isso aí", disse a mamãe, "Menino bom. Se alimenta da sua mamãe. Você gosta deles? Meus peitos? São só seus". "Incrível", eu falei. "Você vai me amamentar? Que nem um menino bom?" "Sim, mamãe", eu falei. A mamãe ficou deitada debaixo de mim, sem forças. Como se eu tivesse fodido a vida dela. Maquiagem escorrendo pelo rosto. Eu notei manchas vermelhas por todo o corpo dela onde eu tinha beijado e mordido. Agora eu realmente a possuía. Ela teria que usar um traje espacial completo se não quisesse que o pai soubesse o que ela tinha feito. Ela teria que se esconder dele por meses. E eu sabia que, assim que as marcas sumissem, eu faria mais. Eu via agora, como uma rota clara através de uma floresta densa. O que parecia sinuoso naquele momento era na verdade um caminho longo e reto. "Você gozou quando eu te toquei?" Eu perguntei. "Sim", disse a mamãe. "Quando eu comi sua buceta doce?" "Muito", disse a mamãe. "Você se molhou toda", eu falei. "Eu sei", disse a mamãe, "fiquei tão envergonhada". "Porque você sabia, então, que eu era seu dono. Que seu filho controlava seu corpo". "Sim", disse a mamãe. "Quando eu te comi pela primeira vez? Você gozou?" "Uhum." "Mesmo sendo uma mulher casada. Você pertence a outro homem. Você deixou seu filho te comer e gozou". "Feito uma puta", disse a mamãe. "Sua puta". "Sua buceta implorou pelo meu pau", eu falei. Mamãe balançou a cabeça. "Quando eu te comi por trás. Na pia". "Eu gozei com tanta força", disse a mamãe, "gozei tanto. Você me deu múltiplos. Não achava que fossem reais. Você me fez gozar umas cinco vezes seguidas, bebê. Você fez isso. Meu filho perfeito." "Você queria", eu falei. "Mais que tudo. Mas..." "Mas o quê?" Perguntei, minha braçada hesitando por um momento. "Eu queria mais", disse a mamãe, "queria seu leite. Seu esperma. Queria ele dentro de mim". "Você queria que eu te engravidasse?" "Eu queria sua semente dentro de mim. Preciso dela. Não me importa o que significa, mas tenho que ter. Muito. Uhn. Oh! Ohhhhhhhh". Só as palavras fizeram a mamãe gozar de novo. Ela tremeu debaixo de mim, como se estivesse se agarrando à vida. Eu não parei. Comi ela com mais força. Bombeei através do orgasmo dela e a mandei cair em outro. "Oh. Muito. Bom", disse a mamãe, "Uhn. Oh. Porra. Deus. Eu quero. Quero seu leite. Quero a semente do meu filho. Dentro de mim. Faz. Faz a mamãe gozar, bebê. Faz outro bebê. Em mim." "Vou te engravidar", falei pra ela. "Tô ovulando", disse a mamãe, "provavelmente você já conseguiu". "Vamos ter certeza", falei, "você vai me comer a cada minuto até sua barriga crescer. Até meu irmão crescer dentro de você. Você vai ter um bebê com seu bebê, filho do seu filho". "Por favor", disse a mamãe, "é o seu útero. Você veio de lá. Reivindica ele". "O que você ama mais que tudo no mundo?" eu perguntei. "Meu filho", disse a mamãe. Ela me beijou com força, mas eu me afastei. "Não", falei, "mais que isso". Mamãe sorriu. "Seu sêmen", disse ela, "amo seu sêmen". "Você não tá segura, mamãe", falei pra ela, "sua buceta não tá protegida. Vou colocar meu esperma em você e fazer um bebê incestuoso. Todo mundo vai saber". "Não tô nem aí." "Me fala", falei, "me implora". "Eu quero. Quero sua semente. Coloca dentro de mim. Por favor". Meti uma última vez, o mais fundo que consegui dentro da minha mãe. O prazer subiu pelo meu pau. "Isso!" nós dois gritamos quando inseminei minha própria mãe pela segunda vez. Enchi ela tanto que vazou pelos lados. Meu êxtase também me dominou. Sobrecarregou cada terminação nervosa. Explodiu por cada célula. Até meu corpo desligar e eu desabar, sem palavras, no abraço quente da minha mãe. Mamãe me apertou forte. Beijou minha testa e bochechas. "Ah, você conseguiu", disse a mamãe, "me fez mamãe de novo. Que menino bom, você gozou pra mim tão bem". Ficamos ali, abraçados como amantes. Porque era isso que a gente era. Chegamos duas horas atrasados pra buscar o papai. A gente se preparou assim que viu ele, mas ele tava cansado demais pra gritar. Ele só olhou pra gente. Quando viu que a gente tava ignorando, começou a resmungar sozinho. Quando a gente também não deu bola pra isso, ele ficou olhando fixo. Distante. A gente fez ele sentar no banco de trás. Eu dirigi e a mamãe sentou do meu lado. A estrada tava vazia e escura. Tudo tava se abrindo de novo, mas as ruas ainda pareciam abandonadas. Olhei pra mamãe e a gente trocou um sorriso. O mundo era nosso pra pegar. ******************** Nós sentamos no quintal, o sol batendo nas nossas costas. Nós dois sem camisa, mamãe de sutiã esportivo enquanto eu tava pelado. O calor era demais pra gente, mas a gente ficou lá fora. Mamãe segurou meu pé na mão dela. Com cuidado, como se um movimento errado fosse estragar tudo, ela pintou minhas unhas do pé de um rosa brilhante e feminino. "Tô te marcando", ela explicou, "pra todas aquelas vadiazinhas da escola saberem que você é meu". "É mais provável que os caras do hóquei vejam", eu falei. "Eles também precisam saber", disse mamãe. Eu ia voltar pra escola em algumas semanas. Não sabia por quanto tempo a escola ia ficar aberta dessa vez. O boato era que se as coisas precisassem fechar de novo, iam nos manter nos dormitórios pra gente não espalhar o vírus. "Nunca saí com um atleta antes", disse mamãe. "Mãe..." Mamãe me calou com o dedo. "Eu sempre fui quieta na escola. Os atletas eram todos tão confiantes e metidos. Achava que eram uns idiotas. Os caras do teatro, porém, eram seguros. Gentis. Como eu, eram os esquisitos que não se encaixavam em lugar nenhum. Criativos e, ah, tão legais". Mamãe soltou meu pé, mas continuou falando enquanto fechava o vidrinho de esmalte. "Seu pai e eu já tínhamos feito peças de teatro antes na faculdade. Pertencíamos ao mesmo grupinho. Eu não tinha namorado. Saía com essa outra garota de vez em quando. Cindy. Tava numa fase errada. Seu pai e eu começamos a brincar atrás do palco entre os ensaios. Nada sério". "Você já me contou essa parte antes", eu falei. "Era a noite do grande espetáculo. Seu pai e eu estávamos atrás do palco. Já tínhamos terminado nossas cenas. Não faltava nada além da chamada final. Seu pai começou, hum, a brincar comigo. Sabe, lá atrás". "Eu sei", falei. "Ele tirou minha calça. A gente tava se esfregando. Escorregou. Foi assim que perdi a virgindade. Uma plateia inteira de Pessoal, meus amigos da escola, meus professores, estavam a poucos metros do outro lado da cortina. Minha mente ficou em branco. Tudo que eu conseguia pensar era o quanto queria sentir ele. Dentro de mim. Agarrei os quadris do seu pai. Não ia deixar ele ir embora. "Tem uma parte disso que é meio sexy", falei. "Eu nem gozei", disse a mamãe. "Dois meses depois, nós dois já sabíamos. Meus pais, especialmente meu pai, deixaram bem claro. Eu tinha que ficar com o bebê, mas podia jogar meus sonhos fora." "Desculpa, mãe, isso é horrível." "É o que é. Casei com seu pai. Lutamos para te criar. Em algum momento, todo o meu mundo se resumiu ao meu filho. Meu garotinho. Eu não tinha vida além de você. Acho que isso incomodou seu pai." Quando você começou a namorar ele no colégio, fiquei feliz. Não porque significava mais tempo com você. Só porque sabia que ia me machucar." Levantei para abraçar a mamãe. Não consegui evitar. Ela parecia tão vulnerável naquele momento. Ela deixou eu envolver meus braços nela. Nos apertamos juntos na cadeira de plástico. As bochechas da mamãe estavam molhadas. "Seu pai e eu, com o tempo, nossos sentimentos se apagaram. Agora só tem rancor. Aí você foi embora e eu realmente não tinha mais nada. Construí minha existência inteira em ser mãe. Mas o que acontece quando você vai embora?" "Você poderia ser mãe de novo", falei. "Era o que eu queria", disse a mamãe. "Por isso que seu pai e eu estávamos tentando. Mas o coração dele não estava nisso. Acho que seu pai se foi há muito tempo. O corpo dele ficou, mas o resto já tinha ido embora." "Você é jovem", falei, "tem muita vida pela frente. Sua vida. Nem a minha, nem a do papai, nem de ninguém." Mamãe sorriu fraco e beijou minha bochecha. "Você realmente acredita nisso, né?" "Você pode ter o que quiser", falei. Mamãe riu. Aí ela viu o olhar nos meus olhos e assentiu. Séria. "Qualquer coisa?" ela perguntou. ***********
Sem uma palavra, mamãe baixou a cabeça e chupou meu pau na boca dela. Ela balançava pra cima e pra baixo, toda molhada. Eu não sabia o que dizer. Como reagir. Meu medo mudou de novo, virou desejo. Tanta sacudida, eu tava preocupado de estragar minha transmissão. Mamãe tirou a cabeça do meu pau e olhou com orgulho pro meu membro rejuvenescido. Ela me empurrou pro lado até eu ficar de costas. Pegou o cobertor e jogou no sofá. Mamãe agarrou a regata dela e rasgou pela cabeça. Desabotoou o sutiã. Tava completamente nua. Pela primeira vez em tudo isso, eu vi minha mãe totalmente exposta. Eu tinha subestimado o corpo dela. Mamãe tava impecável. Fiquei imaginando cada centímetro dela. As curvas esculpidas e a pele perfeita. Os peitos cheios e alegres, com mamilos rosados e inchados. A buceta dela ainda aberta do meu pau, um pouco de espuma nos pelos pubianos aparados. Mamãe era uma deusa. Ela não percebeu minha admiração. Em vez disso, se abaixou e tirou minha camisa. Ela sorriu pro meu peito nu. "Agora, meu cavalheirozinho", disse mamãe. Agarrou meu pau e apontou pra cima, "Se vamos engravidar a mamãe, pelo menos vamos fazer do jeito certo". E assim, eu tava de novo enterrado até o fundo dentro da minha mãe. Nós soltamos um gemido junto quando nos conectamos de novo. A buceta da mamãe parecia, inacreditavelmente, ainda melhor dessa vez. O corpo dela tão perfeitamente posicionado sobre o meu. Me estiquei pra pegar os peitos da mamãe. Ela passou os dedos no meu peito. A aliança de casamento dela, brilhando na luz, era a única coisa que ela tava usando. A gente tava nu, os dois, no espaço privado do meu pai. Sem preocupações. Completamente envolvidos só um pelo outro. Encantado e hipnotizado pelo que nossos corpos podiam criar juntos. "Ah, mamãe", eu gemi enquanto mamãe montava em mim pra cima e pra baixo como se quisesse me esmagar no chão. "Talvez você devia me chamar de Julie quando a gente faz isso", disse mamãe. "Ok, hum, Julie, Eu disse, desconfortável pra caralho. "Talvez você devesse continuar me chamando de mamãe." Concordei de coração. Mamãe me deu um sorriso malicioso. Aparentemente, ela tinha visto a graça nessa parada de 'Mamãe', afinal. "Você gosta da buceta da mamãe, bebê?" Mamãe perguntou, sorrindo de forma brincalhona. "Ah, porra, sim", eu disse. "A mamãe faz o bebê se sentir bem?" "A melhor", eu disse. "Seu pau é incrível", disse mamãe, "Seu corpo é incrível." Mamãe riu e eu senti a buceta dela subindo e descendo no meu pau. "Por que esperamos tanto pra fazer isso?" "Somos idiotas", eu disse. "Bom, a burrice vem do meu lado da família", disse mamãe com um sorriso. "Ah, não", eu disse, "Papai é claramente o idiota. Porra, eu amo te foder. Não tô nem aí. Não vou parar." "Nunca", disse mamãe. "Vou te foder na sua cama", eu disse, "fazer o papai dormir no sofá." "Vou te foder no seu quarto", disse mamãe, "No seu quarto. No seu armário. Onde você quiser." "Vou encher sua buceta, fazer ela minha", eu disse. "É sua", disse mamãe, "sempre foi sua." "Sou maior que o papai?" Eu perguntei. "Sim", disse mamãe, "você tá partindo a mamãe ao meio." "Sou melhor que o papai?" Eu perguntei. Agarrei os quadris da mamãe. Praticamente jogando ela pra cima e pra baixo no meu pau duro. "Sim", disse mamãe. Saiu como um sussurro. "Diz", eu disse, "grita." "Meu filho tá me fodendo! Tô fodendo meu bebê e é a melhor coisa que já tive. Ele é dono dessa buceta. É dele. Eu sou dele. Ah, PORRA!" De repente, o alarme do celular da mamãe tocou. "É hora de buscar seu pai", disse mamãe, e caiu na risada. "Não podemos nos atrasar", eu disse. "Não. Tem que ser. Na. Hora. Certa", disse mamãe. Ela se empurrou pra baixo no meu pau. As paradas dela tremeram lindo. Peguei o celular da mamãe e desliguei o alarme. Depois derrubei a mamãe. Me enfiei nela. Cara a cara. Pau na buceta. Mamãe envolveu os braços nas minhas costas. Apertou as pernas na minha cintura. "Isso. É. Meu.", eu disse, pontuando cada estocada. Com uma palavra. "Sim", disse a mamãe, Me pega. Sou sua". "Quem te fode melhor?" Eu perguntei. "Você", disse a mamãe. "Quem?" "Meu filho", disse a mamãe. "Você vai deixar o papai te comer de novo?" "Não", disse a mamãe, "Essa é a sua buceta". Eu me estiquei e apertei os peitos dela. "Você vai deixar ele tocar nisso de novo?" "Nunca", disse a mamãe. A gente tava tão perto. Eu conseguia ver cada sardazinha no rosto da mamãe. Finalmente, não aguentei mais. Pressionei meus lábios nos da mamãe. Faminto e apaixonado. Línguas se enrolando. Era a primeira vez que a gente se beijava assim. A gente se beijou como se fosse a última vez. Como se a gente fosse morrer se separasse. "Te amo, mamãe", eu falei. "Eu também te amo." "Quero fazer você gozar", eu falei, com um sorriso safado nos lábios. "Você já fez", disse a mamãe, "você fez". "Quero ver de novo". "Ah, que menino bom. O cavalheirozinho da mamãe. Quer me ver gozar de novo, bebê? Quer fazer a mamãe gozar tão gostoso no seu pau?" "Por favor", eu falei, "Por favor, mamãe. Goza pra mim. Quero ver". Os olhos da mamãe reviraram, como se fosse um sinal. As mãos dela apertaram minha bunda. Me segurando parado. "Ahhhhh... PORRA! Ah, isso é bom pra caralho". A mamãe foi incrível. Mas eu já tinha gozado tanto que sentia que podia foder pra sempre. Como se nunca fosse soltar a mamãe. Eu não queria. A gente continuou conversando entre si. Brincadeiras e provocações. Jogando todos os jogos que a gente sabia pra fazer um gozar o outro. Como se semanas de sons e palavras presas agora derramassem tudo de uma vez. "Ah! Uhn. Você é tão bom. Me fode. Ah, adoro esse pauzão dentro de mim", disse a mamãe. Eu mergulhei pra lamber os peitos da mamãe. Chupei o mamilo dela. "Isso aí", disse a mamãe, "Menino bom. Se alimenta da sua mamãe. Você gosta deles? Meus peitos? São só seus". "Incrível", eu falei. "Você vai me amamentar? Que nem um menino bom?" "Sim, mamãe", eu falei. A mamãe ficou deitada debaixo de mim, sem forças. Como se eu tivesse fodido a vida dela. Maquiagem escorrendo pelo rosto. Eu notei manchas vermelhas por todo o corpo dela onde eu tinha beijado e mordido. Agora eu realmente a possuía. Ela teria que usar um traje espacial completo se não quisesse que o pai soubesse o que ela tinha feito. Ela teria que se esconder dele por meses. E eu sabia que, assim que as marcas sumissem, eu faria mais. Eu via agora, como uma rota clara através de uma floresta densa. O que parecia sinuoso naquele momento era na verdade um caminho longo e reto. "Você gozou quando eu te toquei?" Eu perguntei. "Sim", disse a mamãe. "Quando eu comi sua buceta doce?" "Muito", disse a mamãe. "Você se molhou toda", eu falei. "Eu sei", disse a mamãe, "fiquei tão envergonhada". "Porque você sabia, então, que eu era seu dono. Que seu filho controlava seu corpo". "Sim", disse a mamãe. "Quando eu te comi pela primeira vez? Você gozou?" "Uhum." "Mesmo sendo uma mulher casada. Você pertence a outro homem. Você deixou seu filho te comer e gozou". "Feito uma puta", disse a mamãe. "Sua puta". "Sua buceta implorou pelo meu pau", eu falei. Mamãe balançou a cabeça. "Quando eu te comi por trás. Na pia". "Eu gozei com tanta força", disse a mamãe, "gozei tanto. Você me deu múltiplos. Não achava que fossem reais. Você me fez gozar umas cinco vezes seguidas, bebê. Você fez isso. Meu filho perfeito." "Você queria", eu falei. "Mais que tudo. Mas..." "Mas o quê?" Perguntei, minha braçada hesitando por um momento. "Eu queria mais", disse a mamãe, "queria seu leite. Seu esperma. Queria ele dentro de mim". "Você queria que eu te engravidasse?" "Eu queria sua semente dentro de mim. Preciso dela. Não me importa o que significa, mas tenho que ter. Muito. Uhn. Oh! Ohhhhhhhh". Só as palavras fizeram a mamãe gozar de novo. Ela tremeu debaixo de mim, como se estivesse se agarrando à vida. Eu não parei. Comi ela com mais força. Bombeei através do orgasmo dela e a mandei cair em outro. "Oh. Muito. Bom", disse a mamãe, "Uhn. Oh. Porra. Deus. Eu quero. Quero seu leite. Quero a semente do meu filho. Dentro de mim. Faz. Faz a mamãe gozar, bebê. Faz outro bebê. Em mim." "Vou te engravidar", falei pra ela. "Tô ovulando", disse a mamãe, "provavelmente você já conseguiu". "Vamos ter certeza", falei, "você vai me comer a cada minuto até sua barriga crescer. Até meu irmão crescer dentro de você. Você vai ter um bebê com seu bebê, filho do seu filho". "Por favor", disse a mamãe, "é o seu útero. Você veio de lá. Reivindica ele". "O que você ama mais que tudo no mundo?" eu perguntei. "Meu filho", disse a mamãe. Ela me beijou com força, mas eu me afastei. "Não", falei, "mais que isso". Mamãe sorriu. "Seu sêmen", disse ela, "amo seu sêmen". "Você não tá segura, mamãe", falei pra ela, "sua buceta não tá protegida. Vou colocar meu esperma em você e fazer um bebê incestuoso. Todo mundo vai saber". "Não tô nem aí." "Me fala", falei, "me implora". "Eu quero. Quero sua semente. Coloca dentro de mim. Por favor". Meti uma última vez, o mais fundo que consegui dentro da minha mãe. O prazer subiu pelo meu pau. "Isso!" nós dois gritamos quando inseminei minha própria mãe pela segunda vez. Enchi ela tanto que vazou pelos lados. Meu êxtase também me dominou. Sobrecarregou cada terminação nervosa. Explodiu por cada célula. Até meu corpo desligar e eu desabar, sem palavras, no abraço quente da minha mãe. Mamãe me apertou forte. Beijou minha testa e bochechas. "Ah, você conseguiu", disse a mamãe, "me fez mamãe de novo. Que menino bom, você gozou pra mim tão bem". Ficamos ali, abraçados como amantes. Porque era isso que a gente era. Chegamos duas horas atrasados pra buscar o papai. A gente se preparou assim que viu ele, mas ele tava cansado demais pra gritar. Ele só olhou pra gente. Quando viu que a gente tava ignorando, começou a resmungar sozinho. Quando a gente também não deu bola pra isso, ele ficou olhando fixo. Distante. A gente fez ele sentar no banco de trás. Eu dirigi e a mamãe sentou do meu lado. A estrada tava vazia e escura. Tudo tava se abrindo de novo, mas as ruas ainda pareciam abandonadas. Olhei pra mamãe e a gente trocou um sorriso. O mundo era nosso pra pegar. ******************** Nós sentamos no quintal, o sol batendo nas nossas costas. Nós dois sem camisa, mamãe de sutiã esportivo enquanto eu tava pelado. O calor era demais pra gente, mas a gente ficou lá fora. Mamãe segurou meu pé na mão dela. Com cuidado, como se um movimento errado fosse estragar tudo, ela pintou minhas unhas do pé de um rosa brilhante e feminino. "Tô te marcando", ela explicou, "pra todas aquelas vadiazinhas da escola saberem que você é meu". "É mais provável que os caras do hóquei vejam", eu falei. "Eles também precisam saber", disse mamãe. Eu ia voltar pra escola em algumas semanas. Não sabia por quanto tempo a escola ia ficar aberta dessa vez. O boato era que se as coisas precisassem fechar de novo, iam nos manter nos dormitórios pra gente não espalhar o vírus. "Nunca saí com um atleta antes", disse mamãe. "Mãe..." Mamãe me calou com o dedo. "Eu sempre fui quieta na escola. Os atletas eram todos tão confiantes e metidos. Achava que eram uns idiotas. Os caras do teatro, porém, eram seguros. Gentis. Como eu, eram os esquisitos que não se encaixavam em lugar nenhum. Criativos e, ah, tão legais". Mamãe soltou meu pé, mas continuou falando enquanto fechava o vidrinho de esmalte. "Seu pai e eu já tínhamos feito peças de teatro antes na faculdade. Pertencíamos ao mesmo grupinho. Eu não tinha namorado. Saía com essa outra garota de vez em quando. Cindy. Tava numa fase errada. Seu pai e eu começamos a brincar atrás do palco entre os ensaios. Nada sério". "Você já me contou essa parte antes", eu falei. "Era a noite do grande espetáculo. Seu pai e eu estávamos atrás do palco. Já tínhamos terminado nossas cenas. Não faltava nada além da chamada final. Seu pai começou, hum, a brincar comigo. Sabe, lá atrás". "Eu sei", falei. "Ele tirou minha calça. A gente tava se esfregando. Escorregou. Foi assim que perdi a virgindade. Uma plateia inteira de Pessoal, meus amigos da escola, meus professores, estavam a poucos metros do outro lado da cortina. Minha mente ficou em branco. Tudo que eu conseguia pensar era o quanto queria sentir ele. Dentro de mim. Agarrei os quadris do seu pai. Não ia deixar ele ir embora. "Tem uma parte disso que é meio sexy", falei. "Eu nem gozei", disse a mamãe. "Dois meses depois, nós dois já sabíamos. Meus pais, especialmente meu pai, deixaram bem claro. Eu tinha que ficar com o bebê, mas podia jogar meus sonhos fora." "Desculpa, mãe, isso é horrível." "É o que é. Casei com seu pai. Lutamos para te criar. Em algum momento, todo o meu mundo se resumiu ao meu filho. Meu garotinho. Eu não tinha vida além de você. Acho que isso incomodou seu pai." Quando você começou a namorar ele no colégio, fiquei feliz. Não porque significava mais tempo com você. Só porque sabia que ia me machucar." Levantei para abraçar a mamãe. Não consegui evitar. Ela parecia tão vulnerável naquele momento. Ela deixou eu envolver meus braços nela. Nos apertamos juntos na cadeira de plástico. As bochechas da mamãe estavam molhadas. "Seu pai e eu, com o tempo, nossos sentimentos se apagaram. Agora só tem rancor. Aí você foi embora e eu realmente não tinha mais nada. Construí minha existência inteira em ser mãe. Mas o que acontece quando você vai embora?" "Você poderia ser mãe de novo", falei. "Era o que eu queria", disse a mamãe. "Por isso que seu pai e eu estávamos tentando. Mas o coração dele não estava nisso. Acho que seu pai se foi há muito tempo. O corpo dele ficou, mas o resto já tinha ido embora." "Você é jovem", falei, "tem muita vida pela frente. Sua vida. Nem a minha, nem a do papai, nem de ninguém." Mamãe sorriu fraco e beijou minha bochecha. "Você realmente acredita nisso, né?" "Você pode ter o que quiser", falei. Mamãe riu. Aí ela viu o olhar nos meus olhos e assentiu. Séria. "Qualquer coisa?" ela perguntou. ***********
Comentarios Destacados
6 comentários - Bajo la manta con mamá #5 (final)
Se merece más jeje
Gran trabajo de cualquier forma