Noiva inocente dando uma

Antes de começar, preciso avisar que essa história tem traição e corno. Se esses temas não são sua praia, cai fora. Se for, aproveita! A história se passa em algum estado dos EUA. ********************* Passei quatro anos numa escola pública de ensino médio num subúrbio legal onde morava. No segundo ano, conheci a garota dos meus sonhos, Amanda. Ela era um ano mais nova, tava no primeiro ano quando a conheci. Amanda foi uma das primeiras garotas que os veteranos notaram quando a nova leva de calouras chegou. Fui o primeiro a conseguir ela, sorte a minha, mas sabia que quando a conheci, tinha que segurar ela. Amanda tinha cabelo comprido quando a conheci, mas cortou na altura dos ombros no último ano do ensino médio e manteve desde então. Ela é loira natural, com olhos castanhos grandes e lindos. Caralho, só de pensar no corpinho gostoso dela já tô ficando duro. Ela tem cerca de 1,64m e pesa uns 54kg atualmente. Amanda tem a carinha mais linda, com bochechas inchadas e rosadas, e uma pele maravilhosa. Os lábios dela, franzidos, são incrivelmente sexy, talvez a parte mais gostosa dela.Noiva inocente dando umaEla tem um corpo curvilíneo com pernas de matar e uma bunda redonda gostosa. Os peitos dela são um alegre 34C e a pele é bronzeada. Você tinha que ver ela no verão quando coloca o biquíni, porque a pele dela é lisinha e bronzeada, o que realça o cabelo loiro na altura dos ombros. Amanda é absolutamente gostosa e linda, e não tô mentindo não. Tive tanta sorte de conseguir ela. Não vou entrar muito em detalhes sobre o que rolou no ensino médio, mas fica sabendo que a gente ficou junto o resto dos meus anos lá, só terminamos uma vez e voltamos. Amanda era minha namorada. Quando chegou a hora de me formar, eu tinha decidido que ia pra uma universidade estadual grande no meu estado, com uns 30 mil alunos. Amanda e eu concordamos em continuar nosso relacionamento, e eu queria muito também porque amava ela. Ela era quase tudo pra mim. Nós dois perdemos a virgindade um com o outro depois de ficar juntos por mais de um ano. Sei que é difícil de acreditar que eu aguentei sem transar por tanto tempo, mas ela é uma menina boa, de família boa. Levei uns quatro ou cinco meses convencendo ela até que finalmente topou, mas tenho que dizer que eu também tava bem nervoso pra fazer pela primeira vez. Ela também nunca me chupava porque achava nojento. Sendo o bonzinho que eu era, nunca forcei ela a fazer, e enquanto a gente transasse, não tava nem aí. Por ter sido criada por pais rígidos, ela nunca se sentiu à vontade pra beber ou fumar quando saía pra festas. Ela bebia, mas nunca se meteu em encrenca. Andava com a "galera", mas nunca fumava maconha com eles nem nada. Como você deve ter ouvido, muitos filhos criados de forma rígida tendem a ter uns surtos quando saem de casa. Foi mais ou menos o que aconteceu com Amanda na faculdade, mas vou falar disso daqui a pouco. Eu sou meio possessivo quando se trata das pessoas que amo. Não exageradamente possessivo, mas fico com ciúme muito Fácil. Eu sabia que todos os caras do último ano dela queriam enfiar o pau na buceta dela e tinha medo que ela deixasse um deles fazer isso enquanto eu não estava por perto. Isso me deixava desconfortável, mas Amanda me garantia que me amava e que eu não precisava me preocupar com isso. Mesmo assim, me assustava um pouco porque ela é extrovertida e tem uma atitude provocante com os outros, especialmente quando bebe. Ela é pequenininha, então não demora muito pra ficar bêbada. Muitas vezes, quando eu a encontrava numa festa no colégio, quando a gente saía com nossos amigos, ela sempre estava conversando com caras e me ignorava. Eu sabia quando ela tinha bebido porque se apoiava nos caras e ficava passando a mão neles. Isso costumava me deixar puto, mas ela ficava brava comigo e dizia: "Eles são só meus amigos, e eu passo o tempo todo com você, esse é meu momento de socializar com os outros." Mas eu não podia discutir com ela porque ela nunca me traiu no colégio. Não tenho muita certeza se ela me traiu durante meu primeiro ano de faculdade, quando ela ainda estava no colégio, mas duvido. A fofoca corre rápido e nunca ouvi nada, e eu falava com ela por telefone toda noite antes dela dormir. Além disso, como ela tinha um namorado da faculdade, isso a fazia se sentir madura e ela não sentia necessidade de perder tempo com "garotos do colégio", como ela dizia. Eu voltava pra visitá-la bastante, e até fui na festa de boas-vindas e de formatura dela. Amanda estava na corte de boas-vindas, isso já mostra como ela era popular, gostosa e tinha cara de santinha. Morei num dormitório no meu primeiro ano de faculdade com meu amigão, Joe. Alguns dos meus melhores amigos foram pra mesma faculdade que eu, então era divertido poder sair com eles e conhecer gente nova. Joe e eu íamos pra muitas festas quando morávamos no dormitório, mas ele entrou numa fraternidade na terceira semana de aula, o que significava que ele sumia pra fazer coisas de compromisso na casa da fraternidade dele. Pensei em entrar junto porque a gente conhecia uns caras mais velhos do colégio, mas na época eu não queria muito não. Também fico meio aliviado porque ele vivia recebendo ligação no meio da noite mandando ele ir pra casa da fraternidade. Além disso, ele tinha a Amanda, que ele amava, então não curtia sair caçando mina toda noite que nem o Joe e os amigos novos dele. Durante nosso primeiro semestre, enquanto o Joe tava no compromisso, conheci vários amigos dele. Todo mundo se dava bem e parecia gente boa, mas o fato de eu não estar na fraternidade me fazia sentir de fora do grupinho, até com o Joe. Só falavam de quem tinham comido e do que tava rolando na casa. Umas seis semanas do meu primeiro ano, a Amanda veio me visitar. Tava doido pra ver ela, e também tava doido pra transar, claro. Pedi pro Joe se ele podia dar um perdido no fim de semana pra mim e a Amanda ficarmos sozinhos no quarto. "Que tal você dar o fora pra mim e a Amanda ficarmos sozinhos aqui?", respondeu o Joe rindo. Sabia que ele tava zoando, mas isso me irritou um pouco porque eu sabia que o Joe sempre quis pegar a Amanda. Sendo amigos de verdade, ele nunca tentou nada por respeito a mim, mas eu sentia que ele tinha mudado um pouco desde o colégio. Percebi que alguns dos meus amigos, inclusive o Joe, eram afim dela, não só porque ela era uma gostosa do caralho, mas porque era fruta proibida por ser minha mina há anos. Sempre avisava ela quando ficava com ciúme de uns caras que davam em cima dela, especialmente o Joe, que eram uns babacas e tratavam as minas que nem lixo, mas ela continuava inocente e achava que eles só queriam ser amigos. A Amanda chegou na cidade numa sexta à noite e eu convidei ela pra jantar. No jantar, ela me disse que queria vir pra cá pra universidade. Eu tava animado porque ela tava decidindo entre essa e outra faculdade fora do estado, e eu vinha tentando convencer ela a vir pra cá e ficar comigo, então acho que deu certo. Também ganhou uma bolsa de líder de torcida pro time de futebol foda da nossa Universidade. Ela vinha me visitar direto no meu primeiro ano e, cada vez que vinha, ficava mais à vontade com o clima da faculdade. Na real, os únicos caras que eu via eram o Joe e os irmãos da fraternidade dele. Ele entrou em dezembro, então pude ir pra casa da fraternidade com o Joe depois disso. Todos os caras pareciam gostar dela e tentavam fazer ela vir na primavera, mas eu recusava, sabendo que a Amanda viria no ano seguinte. Quando ela vinha pra cidade, a gente ia pras casas dos amigos do Joe e pra casa da fraternidade dele. Era divertido porque dava pra beber sem se preocupar em ser pego no dormitório, mas eu ficava esperto quando a Amanda tava rodeada por aqueles caras. Sabia como eles falavam das minas e como tratavam elas, então quando conversavam com a Amanda, eu começava a ficar meio desconfortável, sabendo que eles tavam de olho nela. Mas, de qualquer forma, a gente se divertia pra caralho quando ela vinha visitar, e o Joe ficava em outro lugar (geralmente com alguma garota) pra eu e a Amanda ficarmos sozinhos. Cara, o sexo também era bom pra cacete. As camas dos dormitórios rangiam, então a gente colocava o cobertor no chão e transava ali. Percebi uma parada: nas noites que ela me visitava, se não tivesse bêbada, ela não queria muito foder, porque dizia: "Não quero que seus vizinhos ouçam" ou "E se o Joe voltar pra casa?" ou "Só quero ficar de conchinha". Parecia que ela simplesmente não tava a fim. Mas, nas noites em que tava bêbada, era uma história completamente diferente. Ela já pulava em cima de mim na hora que a gente voltava pro meu quarto, e eu fodía ela como se não houvesse amanhã. inferno. Normalmente, eu tinha que tampar a boca dela por causa dos gemidos incontroláveis. Deus, ela sempre foi uma ótima foda. Claro, ela nunca ia me fazer um boquete. Amanda se encaixa na categoria de garotas que realmente relaxam quando bebem, mas isso nem sempre é uma coisa boa. O verão chegou mais cedo e eu me tornei um veterano. Voltei pra casa pra trabalhar e visitar meus pais, mas também pra ficar com a Amanda. O verão foi incrível e passamos muito tempo de qualidade juntos, talvez os melhores momentos que já tivemos, e ela estava super animada pra começar a faculdade. Como ela visitou algumas vezes, conheceu várias garotas que estavam em repúblicas femininas, então decidiu acelerar a primeira semana de aula. Pra mim, eu era meio cético sobre ela entrar numa república feminina porque sabia que elas se misturavam com caras de fraternidade o tempo todo. Eu me preocupava que álcool e caras fossem uma combinação ruim pra ela. Até pensei em entrar na fraternidade do Joe, mas não queria fazer toda aquela merda de compromisso que atrapalharia o tempo entre eu e a Amanda. Sei que essa história foi meio sem graça, mas só to dando detalhes pra vocês entenderem a base da história. Vou começar a entrar nela agora. Chegou o semestre de outono e a Amanda finalmente estava prestes a embarcar num novo capítulo da vida dela. Ela morava num dormitório no campus, mas me disse que provavelmente dormiria na minha casa todas as noites. Joe, Kyle e eu alugamos uma casa de três quartos fora do campus, então estávamos ansiosos por um semestre divertido. Kyle era um dos irmãos de fraternidade do Joe, com quem eu também tinha feito amizade através do Joe no ano passado. Kyle era muito parecido com o Joe, mas mais extrovertido. Era um cara alto e loiro, igual o Joe, que adorava ficar bêbado toda noite e transar com qualquer garota que aparecesse. Nunca nos demos muito bem, mas Sempre nos demos bem. Só não sabia se podia confiar nele. Ele era meio cobra, e muito convencido. Kyle também era bem mais velho que a gente, tinha 23 anos quando a gente se mudou junto. De algum jeito ele ainda tava matriculado na faculdade, mas não faço ideia de por que nunca ia pras aulas. Na primeira semana de aula, a Amanda se inscreveu nas repúblicas femininas e entrou na "melhor do campus", segundo meus colegas de quarto. "Cara, manda ela trazer umas irmãs dela pra cá", os dois, Kyle e Joe, falavam toda hora. A Amanda ficou na minha casa todas as noites durante as duas primeiras semanas de aula. Percebi que ela já tava se apaixonando pelas repúblicas, pelas fraternidades e pela vida universitária, porque saía e comprava roupa nova quase todo dia com umas irmãs da república, se preparava pra pegar um bronze e andava com uma bolsa com as letras da república dela. Toda vez que a gente tava junto em casa, o Joe e o Kyle falavam sem parar com a Amanda sobre os eventos da república, quais eram as fraternidades boas, quais eram as ruins, todas essas paradas que me faziam sentir excluído. Parecia que ela tava mais animada pra conversar com eles do que comigo, e isso me deixou meio ciumento. Falei pra mim mesmo pra não ficar com ciúme, mas o Joe e o Kyle eram caras gatos que viviam fazendo comentários sobre como a Amanda era gostosa, especialmente o Kyle, que me enchia o saco com todas as observações dele sobre minha mina. Sabia que eles queriam comer ela pelo jeito que agiam quando ela tava por perto e quando não tava. Quando ela tava perto, rodeavam ela, flertavam e usavam de educação. Quando ela não tava, nunca usavam educação quando o assunto era mina. A Amanda vivia me falando como o Joe e o Kyle eram "legais" e "bonitinhos", o que me deixava ainda mais ciumento. Comigo, ela nunca achou sexo e mina um assunto interessante, mas vivia falando com o Kyle e o Joe sobre "coisas de homem", e achava isso realmente interessante. Uma vez ela até falou sobre boquetes com o Joe. Ela sempre dizia "nojento, não é pra mim" quando eu mencionava o assunto, mas falava abertamente sobre isso com o Joe, e até parecia curiosa pelo fato de nunca ter me dado um. Quando isso aconteceu, vi como os olhos do Joe ficaram arregalados e o vi ajustar as calças várias vezes pra acomodar o pau dele crescendo. Tudo isso me deu ciúmes porque pareciam se dar muito bem, mas eles já eram amigos desde o ensino médio. De certa forma, eu invejava o Joe e o Kyle porque eram mais bonitos e mais seguros e confiantes do que eu, o que me fazia pensar que a Amanda gostava mais de estar perto deles do que de mim. Além disso, eles estavam numa fraternidade e a Amanda achava isso o máximo. A Amanda tava bebendo muito mais do que nunca, e era só a terceira semana de aula. Ela ia pra algumas casas e apartamentos das meninas mais velhas da irmandade e bebia com elas. Eu realmente não passava muito tempo com ela durante as tardes, mas ela sempre voltava pra minha casa toda noite. Umas duas vezes ela chegou completamente bêbada e eu fiquei puto por causa disso, mas logo esquecia depois de transar. Ela sempre ficava muito tarada quando tava bêbada, e era foda quando meus colegas de quarto não estavam em casa pra eu poder fazer barulho na cama. Lembro dessa vez que ela chegou em casa numa noite de semana bêbada que nem um gambá. Era umas 2:30 da manhã quando ela chegou depois de estar numa festa de fraternidade. Eu tava deitado na minha cama esperando por ela ansiosamente, e não conseguia tirar da cabeça a imagem dos caras flertando com ela. "Porra, Amanda, cadê você, caralho? Por que não ligou? Fiquei ligando pro seu telefone nas últimas horas", falei enquanto ela entrava tropeçando no meu quarto. Me senti um pai. "Qual é o seu problema? Meu telefone tava no carro da Lisa", ela disse, já tirando os sapatos e desabotoando a calça jeans. "Desculpa, só me Preocupei, só isso. Senti sua falta", falei, bem aliviado por ela estar em casa. "Por que diabos você tá gritando comigo? Eu te falei que a irmandade tinha um evento hoje à noite e que eu ia chegar mais tarde. Desculpa, não tava com meu celular, mas isso não é motivo pra você me tratar assim quando eu chego", ela disse, jogando a calça no chão e deixando à mostra a bunda bonita e gordinha coberta por uma calcinha de seda rosa. Ela se enfiou na minha cama, parecendo meio irritada. "Eu sei, desculpa, mas fico muito desconfortável quando você tá bebendo com os caras da fraternidade. Eles são encrenqueiros, sabe... e eu sou homem, sei como eles pensam e quais são as intenções deles." — falei, colocando o braço em volta dela enquanto ela tirava a franja loira do rosto e virava de costas pra mim. "Encrenqueiros? Na real, não. Eles são legais comigo e não gritam comigo igual você faz. Sou uma garota grande. Sei me cuidar sozinha. Boa noite", ela disse, apressada. "Tanto faz", falei, irritado, virando de costas pra ela. Se eu tivesse sido legal com ela, a gente podia ter transado gostoso, mas eu fui o namorado ciumento, e isso broxou ela de vez. No dia seguinte, pedi desculpas e tudo ficou bem, mas contei essa historinha só pra você ter uma ideia da frustração que eu sentia com ela. Enquanto a Amanda continuava dormindo na minha casa toda noite, ela foi ficando cada vez mais à vontade com o jeito dela agir lá. Eu e o Kyle dividíamos um banheiro que ficava no corredor, então às vezes eu me preocupava quando a Amanda usava o banheiro sabendo que o Kyle podia entrar e dar de cara com ela, principalmente porque ela sempre tomava banho na minha casa. Isso me irritava porque o Kyle era o tipo de tarado que tentaria se aproximar dela de propósito. Uma vez, depois de transar quando o Joe e o Kyle não estavam, a Amanda saiu do meu quarto pra ir ao banheiro e tava completamente pelada. Me deixava louco saber que o Joe ou o Kyle poderiam ter chegado em casa naquele momento e visto a Amanda correndo pelo corredor. Fiquei puto. com ela por fazer isso quando voltou pro meu quarto. "Não sai pelada assim, Amanda! Kyle ou Joe podiam ter chegado em casa e você nem ia saber", falei pra ela. Ela respondeu: "Eles não iam ficar impressionados com meu corpo depois de ver aqueles Playboys no banheiro o tempo todo". O Kyle tinha um monte de Playboys como material de banheiro. Mas Amanda só tava sendo modesta porque ela tem um corpo matador que o Kyle e o Joe dariam o braço direito só pra ver ela pelada. Teve umas vezes antes de dormir que a Amanda usava camisetas sem sutiã e shorts de treino pequeninhos enquanto sentava no sofá conversando com o Kyle e o Joe, o que não me incomodava muito, mas as atitudes do Kyle e do Joe às vezes sim. Muitas vezes, especialmente quando tão bêbados, o Kyle e o Joe dão um abraço na Amanda quando veem ela. Assim era a Amanda, como eu falei antes, uma mina divertida que parece safada, mas na real só é amigável. Então, ela sorria e falava, "Ow!" quando abraçavam ela. O que era foda é que eles colocavam a mão na bunda dela por uns segundos quando abraçavam. Isso me deixava desconfortável, mas eu era um cara legal que não falava nada sobre isso. Eu conversei com a Amanda umas vezes sobre isso e falei: "Não te incomoda quando eles tocam na sua bunda?". A Amanda sempre ria e falava: "Eles só tão sendo engraçados". A Amanda era tão ingênua às vezes. Tá certo, o Kyle e o Joe eram vidrados em minas, mas só nas idiotas que deixavam eles se safarem. Odeio colocar a Amanda nessa categoria, mas ela deixava eles se safarem quando tava bêbada, e eles sabiam disso. Não que a Amanda não seja inteligente, porque ela é muito boa aluna, mas ela quer ver o lado bom nas pessoas e não entende que certos caras são legais com ela porque querem comer ela. Ela só acha que eles tão sendo gentis. O Kyle especialmente ficava todo mole e paquerando ela quando tava bêbado. O que me preocupava era quando a Amanda tava bêbada e ficava perto de Kyle sem eu estar lá. Várias vezes, quando ele tava bêbado, chegava perto da Amanda e abraçava ela, passando a mão no corpo dela. A Amanda usava saias de tênis, que eram a última moda na época. Ela adorava usar porque deixava as pernas dela, que eram uma delícia, bem à mostra. O problema é que o Kyle ficava grudado nela quando isso acontecia, chegava por trás, enfiava a mão na saia e passava a mão na bunda dela. Ela dava um pulinho pra frente, arqueava as costas e mandava ele parar, tudo dando risada. O Kyle não tava nem aí; continuava deslizando a mão por baixo da saia dela com aquele sorriso de cuzão no rosto. Às vezes ele até levantava a saia dela, deixando a bunda dela só de calcinha à mostra, e dava um tapinha rápido. De novo, ela virava e dava um tapa no braço dele, rindo e pedindo pra parar. Eu sempre avisava a Amanda sobre as intenções do Kyle, mas ela sempre respondia que ele era inofensivo. Além disso, ela sabia que ele ficava com um monte de minas e vivia falando que ele era nojento. Depois de morar com o moleque por um tempo, percebi que ele agia como um tarado na maior parte do tempo, pelo jeito que falava e flertava com as garotas. O Kyle sabia que não devia fazer nenhuma jogada com ela quando eu tava por perto, mas eu não podia confiar nele quando eu não tava lá, especialmente depois do incidente que vou te contar agora. Numa quarta à noite, uns dois meses depois de começar as aulas, eu e a Amanda estávamos deitados na minha cama vendo TV, de boa. Eu tinha terminado um six-pack de cerveja light e a Amanda tinha acabado de tomar uma garrafa de merlot enquanto a gente via TV na sala, mas a gente tava um em cima do outro no sofá, então levamos tudo pro meu quarto. O Kyle e o Joe tinham saído pra night. A gente raramente tinha tempo juntos porque ela vivia fazendo coisas de irmandade e de líder de torcida, então era bom ter um tempo a sós com ela. Quando a Amanda tirou a roupa, vestiu o pijama e se meteu na cama comigo, ela tava muito gostosa com o bronzeado novo e o cabelo loiro na altura dos ombros, usando uma calcinha fio dental vermelha nova que tinha acabado de comprar, deixando à mostra a bunda apertada devorando aquela tanguinha e uma camisetinha branca fina sem mangas com alças finas. Os peitos dela, sem sutiã, saltavam e os contornos dos mamilos grandes e redondos e rosados apareciam pelo tecido de seda da blusa. Ela tem os melhores mamilos. São bem grandes e muito sensíveis. Os mamilos rosados dela combinavam perfeitamente com os peitos. Eram nesses momentos que eu pensava na sorte que tinha de ter ela como minha namorada. Como a blusa era folgada, quando ela se inclinava um pouco e eu tava por cima, dava pra olhar pra baixo e ver os peitos brancos dela com um contorno de bronzeado visível da parte de cima do biquíni que ela usa pra deitar. Umas duas vezes, quando a Amanda se inclinava, eu conseguia dar uma espiada rápida nos mamilos grandes e rosados dela. Eu nunca ia querer que outro cara visse ela com essa camiseta de pijama sexy. Não acreditava que ela tinha esse tipo de blusa, tipo, eu tava pensando no que o pai dela e os dois irmãos pensaram quando ela usou isso em casa. Acho que ela simplesmente não percebia o quanto isso excitava os caras. Me excitava porque meu pau tava duro como pedra. Era umas 12:30 da manhã quando o Joe e o Kyle chegaram em casa depois de terem bebido. Era uma hora ruim pra eles aparecerem porque a gente tava prestes a foder. Já falei que quando a Amanda tava bêbada, ela ficava com um tesão do caralho, bom, ela tava bem chapada depois daquele vinho e a buceta dela tava extremamente molhada enquanto ela se esfregava em mim na cama. Também Tava com um zumbido na cabeça por causa da cerveja. Caralho, ela era tão gostosa e eu tava tão tesudo porque a gente não transava desde o começo da semana passada. Bem quando a gente tava se agarrando prestes a foder, a Amanda falou com a voz doce e sexy: "Legal, o Joe e o Kyle voltaram, quero ir falar com eles sobre a festa de Halloween da fraternidade". Respondi: "Agora? Não dá pra falar com eles amanhã...", antes de terminar a frase, ela já tinha levantado da minha cama e tava vestindo uma cueca minha enquanto as tetas dela balançavam. "Volto daqui a pouco, amor. Vai dormir?" falou enquanto ia pra porta. "Talvez eu durma", respondi com uma voz de coitado, esperando que ela se sentisse culpada por me deixar e voltasse na hora. Mas não funcionou. Antes de abrir a porta, ela se virou, voltou até mim e me beijou na testa enquanto se inclinava, me dando outra vista do decote, e disse: "bom, dorme se tiver cansado". Enrolei meus braços nela e fiz minha cara de cachorrinho inocente enquanto falava: "Tem certeza que não quer ficar aqui comigo, gata?" Tava dando a entender que queria foder. "Não, vou falar com eles", disse saindo dos meus braços em direção à porta, tropeçando um pouco por causa do vinho, e deu uma olhadinha rápida enquanto falava: "Te amo", naquela voz provocante dela. Normalmente eu não ligaria dela ir falar com eles, mas ela tava vestindo uma camiseta de pijama minúscula que era folgada o suficiente pra ver os bicos dos peitos se ela se abaixasse. Isso me deixou desconfortável. Tava correndo adrenalina depois de saber que aqueles galinhas iam ter um show da minha amada Amanda, especialmente o Joe, que quer entrar na calcinha dela desde o ensino médio, e o Kyle, que era um tarado que sempre dava em cima dela. Ela acha que eles são amigos dela e que não têm segundas intenções. Sem contar que, naquele momento, ela tava bêbada. Me arrastei Até a porta fechada do meu quarto e abri pra ver o que tava rolando. Do meu quarto, tem um corredor bem pequeno que leva pra sala de estar. Assim que espiei pela fresta da porta, o Kyle saiu do quarto dele só de cueca. Percebi que ele tava bêbado pelo jeito que andava, e dava pra sentir o cheiro da bebida lá do meu quarto. "Cadê essa bebida, Joe?", o Kyle gritou com a voz de bêbado. A Amanda tava do lado do Joe no sofá e ouvi ela mandando o Kyle calar a boca e falando: "O Bryce tá tentando dormir, não acorda ele". O Kyle respondeu alto: "Já dormiu?". A Amanda mandou ele calar a boca de novo. Esse comentário me deixou puto porque eu só tava no meu quarto porque achei que ia dormir até esses idiotas bêbados aparecerem. De onde eu tava e como o sofá tava posicionado, dava pra ver o lado da Amanda e parte do Joe, mas a vista dele tava bloqueada pela Amanda. O sofá tava a uns 2 metros da minha porta. Todo mundo tava falando animado, claramente bêbados. Não dava pra entender o que diziam porque todo mundo falava ao mesmo tempo, mas vi que o Joe tava de olho no peito dela enquanto se aproximava e passava o braço em volta dela. Meu coração tava batendo forte. Só queria que ela voltasse pro meu quarto, mas ela ficou lá fora. O Kyle tava cambaleando só de cueca e segurando uma garrafa de uísque, fazendo um barulhão. Fiquei de olho na Amanda, que tava claramente bêbada. "Não, essa mina é uma puta!" Ela disse com uma risadinha alta, enquanto os peitos balançavam com os movimentos dela. A Amanda nunca falava assim até pouco tempo, quando começou a beber e se soltar. Acho que ela tentava se passar por descolada na frente do Joe e do Kyle porque eles eram caras mais velhos de uma fraternidade boa. De repente, a Amanda levantou e começou a andar na direção do meu quarto, então pulei rápido do meu lugar e caí na cama sem querer que ela soubesse que eu tava ouvindo. Quando ela entrou, fechei os olhos e fingi estar dormido enquanto ela abria a boca e respirava com dificuldade. A única iluminação era um abajur fraco, e Amanda apagou ele. Senti que ela tava andando na direção da cama e pensei, "Ah, legal, ela vem pra cama". Tava enganado; acho que ela só tava vendo se eu tava dormindo. Ela saiu do quarto e fechou a porta bem baixinho. De novo, levantei e me arrastei de volta pra porta, abrindo ela pra ver que porra tava rolando. Joe tava com a garrafa de uísque que o Kyle trouxe e tava servindo doses. Meu Deus, era a última coisa que Amanda precisava naquele momento, mas ofereceram uma pra ela e ela aceitou sem pensar. Tavam animando ela. Umas dez minutos se passaram e todo mundo tava sentado conversando e, de vez em quando, tomando um gole. Fiquei surpreso como Amanda tava aguentando bem o álcool. Amanda tava sentada entre os dois no sofá. Meus olhos tavam fixos no Joe quando ele primeiro colocou o braço atrás dela, apoiando no sofá, mas agora tava em volta da cintura dela e ele tava sentado perto pra caralho dela. Também notei que quando ela se inclinou pra pegar um shot, Joe pairou sobre ela com os olhos olhando pra parte de cima dela e observando as tetas bonitas e alegres dela. Isso tava muito errado, um dos meus bons amigos tentando se aproveitar da minha namorada bêbada. Eu podia sair fácil e mandar ela entrar no meu quarto, mas não queria ser o chato pra ela e fazer ela pensar que eu era sem graça. Queria ver onde isso ia dar e quão leais os amigos Joe e Kyle eram. Kyle tava falando um monte de merda sem sentido, como ele sempre fazia quando tava bêbado, enquanto Amanda ouvia e Joe continuava olhando pras tetas dela. Acho que ela pegou ele olhando umas duas vezes. "Tô com frio, vou pegar um moletom", disse Amanda se levantando e andando pro meu quarto. De novo, saí correndo do meu esconderijo e pulei na cama antes que ela pudesse me pegar espionando. Ela entrou e mexeu em silêncio no meu armário por uns 15 segundos e finalmente Ela saiu do meu quarto depois de vestir o moletom. Mas fiquei aliviado porque o show tinha acabado, e tenho certeza de que a Amanda percebeu o quão desconfortável ela devia estar com aquela camiseta minúscula e dois caras bêbados olhando pros peitos dela. Me arrastei de volta pro meu ponto de observação e abri a porta. O Joe tava se levantando do sofá e dando boa noite pra Amanda. Suspeito que ele ficou decepcionado por ela ter vestido um moletom. O Kyle continuou sentado no sofá, latindo enquanto o Joe saía do quarto. A Amanda sentou do lado dele, perdendo o equilíbrio no processo. Conhecia ela há anos, e sempre dava pra saber quando tava bêbada; ela com certeza tava chapada naquele momento. Bocejei umas vezes enquanto ouvia o Kyle e a Amanda falando sobre a próxima festa da fraternidade dele, e pensei em ir dormir, mas aí pensei: "Por que a Amanda ainda tá falando com o Kyle?". Comecei a ficar com ciúmes de novo porque ela parecia super entretida com ele, sem contar que o Kyle tava sentado do lado dela só de cueca e mais nada. Ele era mais alto e tinha um corpo mais definido que a maioria, especialmente eu, então aposto que adorava se exibir pra Amanda. Quando já tava quase dormindo ouvindo essas paradas de fraternidade, a Amanda riu e falou olhando pra virilha do Kyle: "Kyle, porra, segura essa onda!". A Amanda tava sentada no sofá mais perto de mim, com o Kyle do outro lado, e o braço do sofá bloqueava minha visão. Levantei e olhei de um ponto mais alto pra ter uma visão geral, e vi o pau do Kyle duro, quase 17 cm saindo do buraco central da cueca dele! O pau dele era enorme! "Desculpa, Amanda, não consigo evitar. Olha o que você me faz", disse o Kyle rindo junto com ela. Amanda tapou a boca com a mão e olhou pra frente, dizendo: "Ai, meu Deus. Talvez eu deva te deixar aqui com seu irmão, pra vocês passarem um tempo juntos". Mas ela continuou sentada ali. Ela ainda desviava o olhar dele enquanto Kyle se sentava com um sorrisão, sem nem tentar esconder. Meu coração de repente começou a bater rápido. Não acreditava que ele tava mostrando o pau dele, e me perguntava por que ela não levantou e entrou no meu quarto. Mas ele tinha motivos pra exibir, porque era bem maior que meus 15 cm. "É uma merda ser homem porque, olha isso, a gente não consegue segurar dentro do short", disse Kyle. "Bom, talvez se você usasse shorts normais e não cuecas boxer, não teria esse problema", disse Amanda, ainda corada, com a mão na boca, dando uma olhadinha rápida na virilha dele antes de olhar pra frente. "Sempre uso boxer em casa e, além disso, é como se você também morasse aqui, então fico à vontade com você. Não é nada que você já não tenha visto no seu namorado", ele disse. Pela cara safada do Kyle, ele com certeza adorava mostrar o pauzão dele, especialmente quando percebeu o olhar curioso dela. Amanda, de repente, virou a cabeça pra ele e olhou de novo pra virilha dele. "Os caras são muito abertos com essas coisas. Kyle... o seu é bem grande, né?" ela disse, curiosa. "Quer dizer, só vi o do Bruce, e vi um pornô uma vez e... o seu é enorme", ela disse, ainda com a mão na boca, mas sem parar de olhar pra ereção dele. Não acreditava no que ela tinha acabado de falar, porque ela nunca comentou sobre meu pau e a gente tá junto há quase quatro anos. Por que caralhos ela tava olhando o dele? E ela viu um pornô uma vez? Nunca soube disso. "Bom, você sabe o que dizem sobre o número do sapato, e eu calço 44... pera, você só viu um pau antes?" Kyle disse, fingindo surpresa. Amanda finalmente tirou a mão da boca e continuou olhando de um lado pro outro entre a parede na frente dela e o pau dele, parecendo mais à vontade com a exposição do Kyle. Tentei não fazer isso, mas dei outra olhada no pau dele e notei que ele pulsava e Parecia maior do que há um minuto. Ele estava ficando cada vez mais excitado com a atenção da Amanda. "É, o Bruce foi o único cara com quem eu estive, mas ele nunca me mostra o que você tá fazendo agora... parece tão grande. Não sei como você aguenta com essa coisa", disse a Amanda, mostrando curiosidade de novo. "Nossa, parece que você nunca viu um antes. O Bruce e você já transaram?" Kyle falou sarcasticamente, ainda com o pau apontando pro teto. "Eu... eu nunca, sabe, fiz... Meu Deus, tô com tanta vergonha de falar disso", disse a Amanda com um sorriso, ainda corada e olhando entre os olhos dele e o pau. "O quê? Fez o quê?" perguntou o Kyle. "Hmm, sabe..." ela respondeu. "O quê? Uma punheta? Um boquete?" Kyle disse animado, de olhos bem abertos. Percebi que ele tava muito excitado com essa conversa. Ela nunca falou assim comigo, e eu tava com ciúme e puto. Nunca me senti orgulhoso do tamanho do meu pau. Até duvidei quando ela mencionou tomar um banho comigo, e nunca fizemos isso por causa disso. "Ah, os dois", respondeu a Amanda, sem parar de olhar pro pau dele com curiosidade. "Você nunca bateu uma? Quer dizer, até entendo não fazer um boquete, mas nem uma punheta? Sem chance. Cê tá mentindo", disse o Kyle, ainda de olhos arregalados. "Não sei como fazer, e tenho medo de que o Bruce não goste se eu fizer", ela falou com aquele tom sexy e inocente; o tom que ela usava quando queria pena. Isso foi novidade pra mim, porque sempre achei que ela não fazia porque achava nojento. Tipo, caralho, era o que ela sempre dizia antes da faculdade sempre que o assunto surgia, mas recentemente ouvi as irmãs da irmandade dela comentando sobre paus, então tenho certeza de que despertaram a curiosidade que a Amanda sempre teve e evitou. Além disso, agora que ela tava bebendo muito desde que chegou na faculdade, notei que um monte de coisa mais vulgar sai da boca dela. boca quando tá bêbada. "Não tem nada demais nisso, quer dizer, provavelmente..." Kyle tava falando quando, de repente, Amanda cortou a frase. "Posso tocar nele?" ela perguntou inocente, com um sorriso no rosto, ainda corada. Meu coração afundou com aquelas palavras. Não acreditei que eu tava prestes a ser traído. "Porra, claro que pode tocar! Pode fazer o que quiser com ele!" Kyle respondeu enquanto se sentava, saindo da posição curvada. "Shhhh! Vai acordar alguém!" Amanda disse, olhando pra minha porta onde eu tava parado, pra garantir que eu não tivesse acordado. Ela não conseguia ver que a porta tava entreaberta porque o corredor tava escuro, então não sabia que eu tava acordado. "Escuta, tô com tanta curiosidade, e a gente é só amigo... então dá pra manter entre nós?" Amanda falou, num tom tão baixo que eu mal conseguia ouvir de onde tava. "Você não pode contar pra NINGUÉM! Nosso segredo, ok?" Ela disse, olhando pra minha porta de novo. "Nosso segredo, prometo", falou Kyle. Amanda não hesitou; primeiro cutucou ele com o dedo e começou a rir feito boba quando a ereção dele pulou pra trás com o toque. Ela fez isso de novo mais algumas vezes. "É tão divertido brincar com essa coisa", disse ela. Percebi que ela tava excitada. Não acreditei no que tava vendo, mas entrei em pânico e fiquei paralisado no lugar. Não sei por que não abri a porta e chamei ela de puta enquanto batia no Kyle, mas fiquei ali de boca aberta, incrédulo. Isso era algo que Amanda nunca fazia, e acho que o álcool e as irmãs da fraternidade despertaram a curiosidade dela com toda aquela conversa sobre paus que essas minas vivem falando. "Como assim você não brinca com o Bruce? Ele tem um pau, né?" Kyle falou num tom que me menosprezava. "Porque... ele provavelmente ia ficar bravo se eu perguntasse sobre isso, e eu também tenho vergonha. Além disso, o Bruce não liga se eu faço ou não. Ele é um namorado bonzinho", disse ela enquanto sentia a cabeça do pau dele. pau gigante com o dedo indicador e o polegar. "Ah, sim, isso é uma delícia. Pega nela, por que você não esfrega pra mim? Vou te ensinar como fazer", disse Kyle com aquele tom suave dele enquanto segurava a própria pica com a mão direita. "Kyle! Não, não posso fazer isso", ela respondeu num tom compreensivo, tirando a mão rapidinho. Senti um alívio saber que ela não tava afim de fazer nada com ele. "Por que não? Qual é, Amanda, não pode me deixar na mão assim", falou Kyle. Amanda deu uma risadinha enquanto dizia: "Kyle, eu só queria ver como é tocar nela... eu... não sei como... te falei que não consigo..." Kyle cortou ela: "É fácil. É só segurar e mover pra cima e pra baixo. Não tem segredo. Vou te mostrar". Antes que ele pudesse demonstrar, Amanda tomou a frente. "Assim", disse ela enquanto envolvia os dedinhos dela em volta da pica dele. Devagar, começou a deslizar a mão pra cima e pra baixo, olhando fixo pra ele. Kyle se jogou pra trás no lugar e soltou um gemido: "Ah, sim. É isso aí. Isso, assim, mas um pouco mais rápido". Mesmo com toda a raiva e ciúme que eu tava sentindo, não consegui desviar o olhar nem fazer nada. O amor da minha vida tava me traindo com um completo babaca. Amanda acelerou o ritmo um pouco, encarando ele sem piscar. "Tá bom assim? Tô fazendo certo?" Ela perguntou, olhando de novo pro Kyle. "Porra, isso é gostoso pra caralho", ele disse com os braços pra trás e a cabeça apoiada nas mãos. "Ah, sim, Amanda, isso é foda, você é incrível, gata, vai mais rápido", falou ele de olhos fechados. "Nossa, isso é divertido pra cacete! Não acredito que tô fazendo isso e curtindo! Talvez amanhã eu surpreenda o Bruce e bata uma pra ele", disse Amanda, empolgada. Me aliviou saber que ela tava pensando em mim naquela situação, mas ainda não conseguia acreditar que a curiosidade tinha vencido ela desse jeito. Ah, os efeitos da bebida nas minas. Agora ela tava masturbando ele mais rápido do que antes, enquanto eu... Ele ficou incrédulo. De repente, Kyle se inclinou pra frente, puxou a barra do moletom da Amanda e disse: "Ei, por que você não tira a roupa pra eu brincar com seus peitos?" Amanda tirou a mão do pau dele rapidinho. "Kyle! Porra, não! Assim não", disse ela afastando as mãos dele do moletom. "Não, por favor não para. Qual é, eu já tava quase terminando, por favor não para", falou Kyle com um tom sério. "Tá bom, desculpa, olha, já que você pode me masturbar, pelo menos tem que me deixar olhar seus peitos", ele disse. "Não, Kyle...", ela falou cruzando os braços e se recostando no sofá, mas Kyle esticou o braço e levantou o moletom dela de novo, dessa vez até a parte de baixo dos peitos dela. Amanda pulou pra frente na hora e tirou as mãos dele de novo, dizendo: "Para, Kyle!" Ele falou: "Qual é, Amanda, por favor? Não vou te pedir mais nada. Você tem um corpo do caralho. Por favor, Amanda, é só isso que eu peço. Você podia fazer..." Amanda interrompeu ele: "Tá bom, só cala a boca, mas é só isso... só olhar. Nada de tocar." Ela tirou o moletom e a blusa branca pela cabeça, tudo num movimento só, mostrando os peitos lindos e empinados, tamanho C, pro Kyle. Enquanto levantava os braços pra tirar a roupa do pescoço, ela arqueou as costas sem querer, fazendo os peitos quase enfiarem nos olhos arregalados dele. Os bicos grandes e rosados já estavam duros e apontando pra cara do Kyle enquanto ela jogava o moletom e a camiseta no chão do lado do sofá. Ele agarrou ela na hora e começou a se masturbar de novo. Como o Poringa não deixa eu postar tudo num post só, continua na parte 2.

1 comentários - Noiva inocente dando uma