Poringa Boy Exposto? [Parte 5]

Um bom banho matinal merece um bom chuveiro, e com alguns minutos de diferença entre Maca e Marcos, nós dois entramos no banheiro. Com o chuveiro ligado, Serena já tinha entrado e eu estava escovando os dentes, completamente pelado e pronto para me juntar a ela. O box não é muito grande, fica no canto esquerdo do banheiro, no canto direito está a janela, pela qual dá para ver a pia do banheiro se alguém olhar para dentro. Mas ninguém deveria ficar espiando, a não ser que você seja a Alana, de todas as amigas era a última que eu esperava ver por aqui, a moreninha simpática da galera. De dentro do chuveiro, a Serena não podia vê-la, mas pelo espelho triplo desse banheiro eu percebi os óculos dela num reflexo. Fingi que não vi e ignorei, mas ela definitivamente estava lá espiando. A curiosidade safada tomou conta de mim e enquanto enxaguava a boca com água, comecei a me tocar, para que a Alana pudesse me ver de pau duro. Fiquei me olhando mais um pouco, fingindo distração, e virei em direção à janela. Se não a tivesse visto antes, nem teria percebido que ela ainda estava lá, porque ela se abaixou com uma agilidade incrível, mas estava ali. Minha cúmplice voyeur.


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Depois de um bom banho com a Sere, estávamos frescos e prontos para encarar o terceiro dia. Por um lado, eu queria curtir meu dia, fazer de bobo e simplesmente passar como se nada tivesse acontecido. Mas uma parte de mim voltava para aquela imagem, para a Alana me olhando pela janela, tarada como poucas, vendo como eu escovava os dentes peladão enquanto minha namorada, A AMIGA DELA, estava no chuveiro.


O café da manhã foi muito engraçado, a gente já sabia de tudo sobre Marcos e Maca e por isso eles nem tentavam mais esconder. Estavam se pegando abertamente por qualquer besteira, grudados o tempo todo, com uma tensão sexual que tomava o ar. O bom é que não era constrangedor, na verdade criou-se entre os dois grupos um clima bem solto e zoeiro, que acabava em conversas e piadas de sexo o tempo todo, era como uma regressão à adolescência e todo mundo entrou na onda. A Alana principalmente.
O calor já começava a esquentar o churrasqueiro e lá estávamos todos, ouvindo música, fumando baseados como se fossem cigarrillos e entrando no clima que o dia pedia. Comecei a dar voltas com o flutuador na piscina, Serena estava jogando truco com Macarena e dois amigos meus. O resto da galera assistindo ao jogo e conversando com bebidas na mão. Alana se levantou e veio até a borda da piscina justo quando eu estava completando a volta e ficou no meu caminho.
- E aí, a água tá boa? Tá gelada?
- Nem reparei, mas com esse calor, espero que esteja uma delícia
- Sim, pra mim tá uma gostosaele disse enquanto testava a água com os pés. Me olhava de lado e sorria.
- E aí? O que você acha dela?
- Muito gostosa, viu que c...
Nem deixei ela terminar, dei um empurrão forte e joguei ela na água.Aí você tem a buceta da sua mãeeu disse para mim mesmo com um sorriso. Pela cara que ela fez, a água estava bem gelada, os caras no quiosque estavam rindo e ela... bom, ela também estava rindo, mas claramente estava irritada.
- Você é um filho da puta! Hahahaha, me ajuda a sair, idiota.
- Viu que eu também posso te foder?-tranquila Manu... não se entrega assim.
Ela me olhou estranhada, mas estendeu a mão e mal a peguei, ela me puxou para dentro com ela. Uma verdadeira traiçoeira, eu me entreguei e isso era um jogo de poder. No quiosque, as risadas não faltaram e os mergulhos despertaram a vontade da turma de pegar geral na piscina.
Mal tinham dado meio-dia, o sol no auge e nosso estado mental... dá pra imaginar que começar a beber álcool sob o sol e fumar maconha desde as 11 da manhã não te deixa exatamente com as ideias no lugar. Junta o clima de perversão que pairava no ar, as coisas claramente iam tomar um rumo interessante e bastou Tatiana, com seu biquíni desamarrado e sem perceber, se virar para pegar sol de frente. Um dos meus amigos, Fepa, notou o descuido.
- Ah, então, não sabia que a coisa tava nesse ponto.-sem mais delongas, ela tirou o biquíni.
A gente começou a morrer de rir com os caras, as minas entraram na vibe e a Tatiana, com aquela secura que é a marca dela, finalizou.
-Pelo menos eu dou algo interessante pra vocês olharem.
- Mas olha só, eu sou um cara trabalhador, boto muita energia
- Bota pra tocar então

À tarde, muitos foram dormir a sesta, outros ficaram na piscina e eu fui caminhar pelo campo. Ao longe vi que tinha alguém no portão, de longe percebi que aquela figura esguia era da Alana.
- Tava esperando alguém?
- O quê? Ah, hahaha não. Eu gosto dessa parte porque dá pra ver os cavalos lá na frente. E queria me afastar um pouco da música...
- Sim, sim. Tudo muito na pilha.
- Sim, porra.
Um calor percorreu meu estômago, de repente todo o álcool e o que eu tinha fumado pareciam não existir. Eu me sentia num momento de clareza total, sentia que tinha que encarar a situação, mas isso não queria dizer que a ansiedade não estivesse me devorando por dentro. Suspirei com um pesar bem nítido.
- Tudo bem...?
- Sim... me dá um segundo...
- Quer que eu chame o Fepa ou...
- Sei que foi você, Alu. Fala a verdade pra mim.
De repente o pânico se dissipou, mas parecia que ele o havia transmitido num piscar de olhos para Alana.
- Vamos parar de frescura, Alu, isso não é legal e não faz bem pra ninguém, eu já não aguento mais.
- Manu, juro por tudo que não vai acontecer de novo.
- Eu te garanto que não, e é melhor você apagar da memória tudo o que viu. Apaga de todos os lugares, na verdade.
- Como você sabe...? Tá bom, só tirei uma foto, juro, não conta pra Sere. Por favor, Manu.
- Isso, apaga tudo. Como você me achou?
- Hã?
- Como você me achou.
- ....no banheiro? Ouvi um barulho e nada, passei e te vi, poderia ter sido qualquer um, juro que não é com você, tipo, você é bonito mas...tipo, obviamente a Sere é minha amiga e eu...
- Corta essa. O lance do banheiro não me importa, o outro.
- Pera aí, pera aí. Qual outro?-o pânico começou a surgir de novo. Eu entendi tudo errado? A Alana realmente é inocente e seu único pecado foi espiar pela janela?
-Manu, do que você tá falando? Eu não fiz mais nada, por favor não conta pra Sere, plis. Não vai acontecer de novo. Você me conhece e sabe que sou super certinha, nunca faria uma coisa...
- Para um pouco.-Não pode ser...claramente a Alana não está se fazendo de sonsa, ela está aterrorizada, acha que eu fui atrás dela por causa da besteira da janela. Ou seja, se ela não é minha carrasca...continuo fudido.
Nesse momento a calma que eu mantinha virou um desespero que faz você pensar 600 coisas em 5 segundos. Alana=inocente=meu carrasco ainda tá por aí=continuo na merda=tenho que conseguir o vídeo da punheta porque senão meu relacionamento com a Sere tá 100% acabado. É incrível ter que fazer coisas que só te afundam mais, pra salvar um relacionamento. É paradoxal, é maquiavélico. A Alana tá aqui, estamos sozinhos, ela me implora pra não contar pra Sere... é minha chance.
-Manu... por favor, fala alguma coisa.
- Alu, o que você fez foi uma merda.
- Sim, eu sei, mas preciso que você não go...
- Gostou?congelouO que você viu, gostou?
-O que você tá me perguntando, Manu? Foi um acidente.
- Não foi um acidente, te vi pelo espelho. Olha. Eu não conto pra Sere. Mas aqui a gente vai ter que fazer alguma coisa.
Achei que ia ser mais difícil. Mal terminei minha frase e a Alana já veio pra cima de mim, começou a me beijar. Ficava falando "Não acredito" e "Finalmente". A safada tava procurando por isso mesmo! Segurei ela e falei que a gente não ia fazer nada além de uma punheta (sim, tenho meus princípios). E como condição final, disse que queria gravar ela. Garanti que era só pra mim, prometi que ninguém mais nunca ia ver esse vídeo. Só pra ter meu pau na mão, ela aceitou sem pensar duas vezes.

🔴AO VIVO

-Você não vai falar nada, né?Alana dizia para a câmera enquanto tirava meu pau da minha sunga
-Claro, tem que pegar ela na buceta mesmo.
- Sim, eu me comporto, eu prometo.
- Muito bem.
Ela cuspiu na mão e começou a lubrificar todo o meu pau com sua mão pequena e magra. Suas mãos eram muito, muito macias e sua saliva escorria entre as peles como seda. A pressão da sua punheta era incrível, fechei os olhos e de repente todo o álcool e a droga me levaram numa viagem de sensações descomunal.
-Você tá com ele durão, mano
Ela aproximou o rosto e eu segurei.
-Só masturbação, só mãos.
- Vai, só um pouquinho.
- Não, como é que fica? Se comporte direitinho.
Ele não disse nada, continuou percorrendo meu glande com a suavidade da sua pele e cada movimento fazia meus ovos formigarem, o estômago todo, e eu não conseguia evitar fechar os olhos para me perder naquela sensação. Como explico que ela estava fazendo a melhor punheta da minha vida? Não sei, talvez eu estivesse muito chapado, mas as mãos dessa garota estavam me levando a um estado de embriaguez de prazer que claramente era notável, porque levei uns 2 minutos para perceber que ela estava engolindo meu pau inteiro. Quis ficar irritado, mas, honestamente, já estava tudo entregue. A câmera continuava filmando e ela seguia fazendo bochechos com meu pênis, envernizando ele com sua saliva escorregadia, acompanhando cada engolida com sua mãozinha, pressionando suavemente e massageando minhas bolas de vez em quando com a mesma baba que caía de sua boca exemplar. Entramos em um ritmo e coordenação espetaculares, eu jogava meu quadril para trás e ela afastava a cabeça olhando para a câmera, depois meu quadril ia para frente, sua cabeça engolia meu membro e ela dobrava levemente o pescoço cada vez que o devorava. A luxúria era tanta que comecei a soltar leves gemidos sem perceber, e ela gemia a cada chupada babosa que me dava, mal notei como ela estava se tocando desesperadamente por cima do biquíni. Senti que estava prestes a explodir. Mas ela parou. Ficou me olhando. Desliguei a câmera e sozinha ela se posicionou de frente para a cerca. Sua bunda era ossuda, mas muito firme e macia. Não dissemos uma única palavra, ela olhava para trás me esperando. Meu pau estava inchado, duro e avermelhado. Puxei seu biquíni para o lado e com uma rápida lambida na mão ela molhou a vulva. Mal encostei meus lábios no seu com meu pênis e ela soltou um suspiro com um leve gemido, me deixou duríssimo. Repeti a ação e ela levantou mais a bunda, movendo devagar de um lado para o outro. Lentamente comecei a pressionar contra seu sexo úmido e ela se jogava contra mim, se empurrando na cerca. Me veio a ideia de levantar suas pernas para o tablão no meio dela de forma que ela ficasse quase sentada, com a bunda ao ar e sua vulva completamente exposta. Sua respiração estava muito ofegante, e eu não ficava atrás. Me ajoelhei e de repente, na altura dos meus olhos, estava sua boceta, excitada, levemente inchada e depilada. Dei lambidas por todos os lados, mordidas suaves e beijos molhados. Seu sabor era novo, diferente, delicioso, pura excitação. Se não fosse pela minha língua recolhendo, seus fluidos teriam chegado ao chão debaixo de nós. Me levantei, novamente rocei minha pele na dela e, num deslize úmido, eu estava dentro dela, ela se agarrando firme na cerca e eu segurando sua bundinha. Comecei a meter cada vez mais fundo e seus suspiros eram longos, sempre terminados em gemidos e ocasionalmente acompanhados por um "Ah, isso". Fodemos muito placidamente, a luz quente do pôr do sol batia em suas costas e fazia sua pele brilhar, a suavidade de seu bumbum me tentava a acariciá-lo constantemente enquanto eu enterrava gentilmente meu pau dentro dela. Sua boceta estava completamente relaxada, molhada e quentinha. Peguei seu cabelo, e em um momento ela conseguiu usar a cerca como apoio para se mover no meu pau, para cima e para baixo, movendo a cintura com total fluidez, de lado a lado lentamente, me tentando a penetrar com certa urgência sua calma. Parecia ter sido uma eternidade, mas diria que foram 20 minutos antes do meu pau estar prestes a explodir completamente, a cena foi incrível. Comecei a penetrá-la bem fundo e seus gemidos suaves souberam acompanhar o movimento de seus quadris, a coordenação era absoluta. Tapei sua boca e a segurei pela bunda, permitindo-me abrir um pouco mais seus lábios. Tirei meu pau e gozei completamente em suas costas. A desci do tablão da cerca, ela me beijou e disse:
- Isso foi nosso. Só nosso.
-Nossa...
Finalmente ela me pediu para limpar as costas dela com a parte de dentro do biquíni, e depois ela vestiu de novo. Só de pensar nisso já fico duro de novo.

Devo admitir que aquela situação me fez duvidar muito do meu relacionamento com a Serena, e o estranho de acreditar estar conectado com alguém sexualmente, quando do nada te pegam dessa forma.


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Mmm, a coisa ficou estranha. Será que o Manuel tá rolando alguma coisa com a Alana? Me segue pra ver o que acontece na parte 6!

Partes:
[Parte 1]
[Parte 2]
[Parte 3]
[Parte 4]
[Parte 6] 

Se você gostou, comenta que eu leio, deixa pontos que eu cuido e se quiser me mandar DM eu respondo 🙂
 
~E aí, beleza?~
 

2 comentários - Poringa Boy Exposto? [Parte 5]

duketec +1
Más dieshh. Que siga que siga. Que heavy el no saber quién mierda te extorsiona!!
gracias crackk, yy se está complicando, pero se viene la parte 6! Seguime así no te la perdess.