Vou contar como eu perdi a virgindade de todo jeito quando tinha 11 anos. Naquela época, passava muito tempo com meu amigo Lautaro. Naquele dia, depois da escola e do almoço, tava na casa dele jogando Family Game no quarto quando, depois de um tempão e de ficarmos entediados de fazer a mesma coisa, meu amigo me propôs algo que me surpreendeu. — Fer, e se a gente jogar outra coisa? — O que você quer jogar, Lauti? Meu amigo ficou nervoso e, com um meio sorriso, falou o seguinte: — A gente pode brincar de transar, primeiro você dá a bunda! Parece que meu amigo já tava planejando essa brincadeira há um tempão. Por um momento, me surpreendeu, mas também me deu uma certa curiosidade. — Tá maluco, porra! O que cê tem? Eu não sou viado, idiota! — Não fica bravo, Fer! Achei que a gente podia treinar entre nós, que somos amigos, pra quando chegar a hora de ficar com uma mina. Fiquei pensando um pouco. — De onde você tirou isso? E se doer? E como é que eu sei que, se você fizer em mim primeiro, depois vai deixar eu meter o pau em você? — Somos amigos, Fer! Confia em mim. — Sei não, talvez a gente possa tentar, mas com uma condição: você me deixa te comer primeiro. Lauti não gostou da ideia de entregar a bunda primeiro, mas a vontade de dar o cu falou mais alto. — Tá bom! Você primeiro, mas a gente não conta isso pra ninguém, porque vão pensar que a gente é dois viadinhos, e nada a ver. E se depois você não me der, eu te mato! — Calma, Lauti! Somos amigos, não vou te sacanear. Eu começo, e depois você vai. Lautaro não queria saber de nada, mas se deixou levar. Coloquei ele de bruços na cama e sentei em cima dele. Nós dois éramos inexperientes. Levantei a camisa dele até a metade das costas. Ele ficou paradinho, nem respirava. Não tinha reparado na bunda do meu amigo até aquele momento. Ele tava com um shortinho apertado e curto que marcava as nádegas redondas. Comecei a puxar ele pra baixo junto com a cueca. A bunda branca dele foi aparecendo na minha frente. Puxei até os joelhos, abri a bunda dele e ali apareceu o buraquinho, rosado e fechadinho, lindo. Eu baixei a minha calças e, sem perder tempo, enfiei meu pau no cu dele, apoiei na entrada do rabo e comecei a fazer pressão, não tinha jeito, não cedia nem um pouco, e vi que o Lautaro mordia o travesseiro de dor. — Espera aí que já volto, Lauti, não se mexe. Corri pro banheiro e achei um creme da mãe, voltei e meu amigo ainda tava na cama com a bunda nua, abri o pote, enfiei os dedos e passei bem no cu dele, e apoiei o pau de novo na entrada. — Relaxa que assim entra mais fácil e não dói. — Não quero mais brincar, Fer! Tá doendo pra caralho e não quero ser promíscuo! — Antes que meu amigo se arrependesse de vez, me apertei contra o cu dele e enfiei a ponta do pau, entrou um pouquinho a cabeça e ele quase gritou de dor. — Shhh, Lau! Já foi! Não grita que já tá entrando. Continuei empurrando e fui abrindo caminho na bunda apertada dele. Meti até o fundo e ficamos parados um tempo, era a coisa mais gostosa que eu tinha sentido na vida, mas quando olhei pro meu amigo, vi que umas lágrimas escorriam. — O que foi, mano? Já foi, não se preocupa que não te machuquei, agora que entrou tudo, a gente pode brincar um pouquinho, lembra que depois é sua vez. Comecei a me mexer devagar, mas não conseguia me controlar, cada vez metia mais forte e o Lautaro já não aguentava mais os gritos. Meti na bunda dele até sentir um formigamento forte lá embaixo e gozei tudo. Gozei pela primeira vez e dentro do cu do meu amigo. Fiquei um tempinho em cima dele até sair da bundinha recém-comida dele, fui pro banheiro e, enquanto limpava o pau, meu amigo entrou correndo no banheiro. Ele tava se cagando. Mal sentou no vaso, soltou tudo, fazia bolhinhas de gozo com a bunda. Olhei ele pelo espelho e vi que ele tava triste. — Não fica triste, Lau! Lava a bunda e vamos pro quarto que agora é sua vez de brincar...
3 comentários - Brincando com meu amigo