No dia seguinte, meus pais falaram de novo e disseram que iam mandar mais grana pra aguentar a pandemia. Meu tio falou que tava de boa, que já tinha conversado com a mulher dele. Aí fui pra casa dele.
Eu — "Oi, bom dia, campeão. E sua mãe, Vale? Fala, tô aqui."
Entrei e ela tava chorando de novo.
Eu — "E agora, o que foi?"
Vale — "Ele me ligou e disse que tá tudo bem, que volta daqui um ano, mas que pro aniversário do menino, acha que não vai mandar dinheiro."
Eu — "É, pensei nisso. Mas já tínhamos combinado que eu ia te ajudar em tudo, né?"
Ela — "Sim, e ele também disse pra eu não ficar tanto tempo com você, haaaa."
Eu — "Hahaha, isso o filho da puta não me falou. Mas e daí?"
Ela sorriu e disse — "Pois é, né, haha."
Eu — "Então não tem motivo pra chorar. Vai, levanta, troca de roupa e faz suas coisas como vinha fazendo. Toma aqui."
Dei 3 mil, como toda segunda, e ela foi fazer as coisas.
Assim passou a semana, até sábado, quando saímos de novo pro shopping, mas agora só nós dois. O menino ficou com os avós. Ela tava de moletom folgado e uma camiseta meio justa, mas como sempre, falei que tava linda.
Chegamos e entramos numa loja de roupa feminina. Falei:
Eu — "Agora pega suas coisas, o que você vai levar e roupa pra você."
Vale sorriu e disse — "Roupa? Que roupa?"
Eu — "Ué, íntima. Eu não vou olhar, então me avisa quando estiver pronta."
Ela — "Imagina, como assim? Se você vai pagar, tem que escolher pelo menos uma, pra você ver também."
Eu — "Ok, então tenho direito de ver, hein."
Ela — "Hahaha, não, só aqui já vestida, né? Não, haha."
E começamos a olhar. Tinha de tudo: fio dental, tanga, calcinha caleçon, renda e outros tecidos. Ela escolheu um par de fio dental com sutiã combinando, branco e vermelho. Eu escolhi um conjunto transparente, fio dental, sutiã e meia-calça preta. Ficou bem gostoso, ela gostou e ainda pegou um pacote com 3 tangas de algodão de cores diferentes.
Também pegou legging e lycra, não experimentou nada, mas dava pra ver que ia ficar super justo.
Paguei e saímos. Ela tava vermelha de vergonha, e eu falei:
Eu — "Qual é, não tem nada de errado."
Ela — "Eu sei, mas fiquei com vergonha, haha."
Eu — "Não precisa, Vale. Vamos comer e depois pro sítio, ok?"
Foi assim, deixei ela no sítio e... Saí pra tomar umas cervejas. Ela me mandou no WhatsApp: "Onde cê tá e com quem??"
Eu — "No bar, Vale. Por quê?"
Ela — "Ahhh, no bar, então me deixou e saiu com suas amigas, né?"
Eu — "Ué, não, tô só de boa tomando uma cerveja."
Ela — "E por que não fez isso aqui em casa? Podia ter me chamado pra uma também, em vez delas."
Eu — "Desculpa, Vale. Já tô indo praí."
Ela — "Não, fica aí. Já não quero mais, obrigada. E toma um banho." Kkkk, ela tava puta e com ciúmes.
Eu — "Vale, calma. Já tô indo praí, ok?"
Ela — "E eu que ia te dar o sim hoje, mas fazer o quê? Continua aí."
Eu — "Vale, cê tá falando sério? Vou praí agora."
E aí ela não respondeu mais. Quando cheguei, fui bater na porta, mas ninguém atendeu. Liguei pra ela e falei: "Já tô aqui, ok? Dorme tranquila, amanhã a gente conversa." Ela respondeu: "É, amanhã a gente fala."
No dia seguinte, liguei pra ela e chamei pra tomar café da manhã fora, mas ela disse que não, que era melhor eu comprar alguma coisa e levar na casa dela, e aí a gente comia junto. Fui, peguei o café da manhã e voltei direto pra casa dela. Ela tava me esperando enfiada num shortinho de lycra branco que a gente tinha comprado no dia anterior e uma blusa preta super decotada. Mano, ela tava um absurdo de gostosa. As pernas enormes, aqueles quadris largos, e o decote... aquele par de peitos querendo escapar da prisão. Uau, tava um tesão.
Quando virei pra entrar comigo, aquela bunda enorme ficou na minha frente e uau, ela devorava o tecido do short entre as nádegas, não é possível, certeza que era uma fio dental novinha. Entrei e a primeira coisa que fiz foi abraçar ela, ela correspondeu ao meu abraço e ficamos assim por uns minutos. Eu — uau, Vale, você tá uma gostosa, hein, olha só como você tá, princesa. Vale — cê gostou, Yonii, sério? Eu — sim, minha princesa, você tá linda demais. Vale — você me chamou de princesa, ninguém nunca me chamou assim. Eu — porque você é, olha no espelho e vê.
E fomos pro quarto dela, ela na minha frente e eu babando por aquela rabuda, que jeito gostoso de rebolar, as nalgas balançavam soltas. Eu tava morrendo de vontade de agarrar ela e dar uns tapas na bunda pra depois rasgar a lycra e comer ela igual um louco. Mas quando cheguei no quarto dela, onde entrei pela primeira vez, na cama tava todas as calcinhas fio dental, leggings e roupas que comprei pra ela. O quarto era grande, tinha uma cama de casal king size, uma TV grande, o guarda-roupa dela, a penteadeira, um sofazinho e uma porta pro banheiro, que tinha uma banheira de hidromassagem e uma maca pra massagem. Na frente da cama, um espelho grande de corpo inteiro, ela se olhava e dizia.
Vale— sim, eu gosto de você, mas como você disse, é melhor aqui na privacidade de casa porque olha, dá pra ver tudo de mim
Eu — sim, dá pra ver muito bem, hein, você tem um corpo muito gostoso
Vale — mas ontem você foi embora, né? E olha, me deixou sozinha
Eu — mas voltei a tempo, só que você já estava dormindo
Ela — haha, vamos buscar o menino e descer pra tomar café
Aí fomos buscar o menino e tomamos café os três no refeitório, conversamos sobre tudo, eu não parava de olhar pras tetas dela
Ela — quer saber? Ontem seu tio me ligou e disse que essa semana também não vai me mandar dinheiro
Eu mandei o filho dela ir ver televisão e falei — sério que ele disse isso?
Ela — sim, já são quase dois meses e nada, daqui a 15 dias é o aniversário do meu menino e não tem nada
Eu — olha, então deixa ele pra lá. Me diz uma coisa, você tá precisando de alguma coisa dele?
Ela — não, não tô, mas não quero que você se sinta obrigado a cuidar de mim e do meu filho
Eu — eu faço isso porque me importo com vocês dois, e quero ver vocês bem. Ela sorriu e disse obrigada, mas queria saber até onde vai esse irresponsável
Eu — haha, ok, mas me promete uma coisa: que não vai esperar nada dele
Vale — prometo. Vou te falar uma coisa, já não espero mais nada dele. Agora tenho você do meu lado e gosto muito
Eu — já pensou no que eu te falei há 15 dias, quando a gente tava no barraco?
Ela — hahaha, você não esquece, né? Pensei sim, e já decidi
Eu — e o que você decidiu, Vale?
Ela — ahahaha, agora não sou sua princesa, sou a Vale, olha só haha
Eu — hahaha, não, mas você seria minha princesa, bom, já é
Ela — então me diz uma coisa: se eu te gusto, não te importa que eu seja 10 anos mais velha?
Eu — sim, eu gosto de você, me atrai muito, você me encanta
Ela — e agora que você viu que, segundo você, eu escondia tudo debaixo da roupa largada, você gostou mais, né? hahaha
Eu — haha, isso é outra parte haha, mas eu gosto de você de verdade, por tudo que você é
Ela — então, eu quero sim. Na real, eu acho que a gente já tá num relacionamento, só faltava isso, né? conversar direito
Eu fiquei calado, mas tava feliz, contente. Então levantei da mesa, fui até ela, ela se levantou, segurei ela pela cintura e ela sorriu pra mim. E sim, a gente se beijou A gente se beijou, sim, demos um belo beijão, um beijo daqueles. O menino falou: "Eyyyy!!!!" e bateu palmas enquanto a gente ria. Eu falei pra ela que já voltava, pra esperar um pouquinho. Ela ficou calada, sem saber o que fazer. Saí igual um louco na caminhonete e fui comprar um buquê de rosas grande e um brinquedo pro menino. Não demorei mais que meia hora e cheguei. Ela saiu com aquela legging que era um sonho pra mim ver ela assim, vestida pra mim, e fomos pro rancho. Chegamos, ela desceu com um sorriso e uma alegria que nunca tinha visto nela. Se ela já era gostosa, agora tava ainda mais diante dos meus olhos. Então falei de novo: "Quer ser minha namorada?" E ela disse que sim. Dei o buquê de rosas pra ela, o brinquedo pro menino e beijei ela de novo. Ela me abraçou e falou: "Você me encanta, obrigada pelas rosas, não pensei que você fosse tão rápido. Amo rosas, obrigada!!" Tiramos umas fotos e voltamos pra casa dela na hora certa. Já dentro de casa, sentamos na sala e nos beijamos, mas dessa vez ela se jogou em cima de mim. Eu segurei ela pela cintura e ela passou os braços no meu pescoço, e nossas línguas começaram a dançar juntas. A gente queria se devorar de beijos, e que beijos fortes, com intensidade. O menino gritou: "Mãe!!!!" e a gente se separou. A verdade é que eu tava com uma vontade danada de pegar aquele rabão, aquela bunda tão bem desenhada, que tava encostada nas minhas pernas, e aqueles peitos estavam a centímetros de mim. Então falei: "Então, princesa, como é que fica?" Ela: "Bom, eu sou sua princesa e você é meu príncipe, meu amor, minha vida" e me beijou. Eu: "Sim, mas tipo, uma relação séria e formal, né?" Ela: "Ué, sim, ou você não quer que seja assim?" Eu: "Claro que quero, é isso que eu quero. Com você quero tudo." Ela: "Mas pra ir fuder agora, né? Não, né? Hihihi, ou você quer?" Eu: "Haha, ok, não se preocupa. É que é só te ver que já me deixa todo ativo." Ela: "Haha, sim, aliás, já vi como ele sobe quando você me olha, mas não, vai ter que esperar, é muito cedo agora, haha." Eu: "Ok, e você não vai provar nada do que a gente comprou? Ontem ela— já vi onde você quer chegar kkkk mas mais tarde sim, então continuamos abraçados. Os peitos dela estavam me chamando, mas eu me segurava, então beijei ela de novo. Depois saí porque os avós me chamaram. Avós— não fica tanto tempo lá, filho. Eu— e por que não, vô? Se já tô mais lá do que aqui. Avós— é que a Valéria vai pensar que você quer se aproveitar da situação. Eu— não, vô, nada disso. Já combinamos algo, eu e ela, só isso. E saí de novo pra casa dela, contei o que aconteceu, mas não demos importância. Eram 6 da tarde quando falei: não aguento mais. Pedi o celular pro menino e falei: Eu— vamos tirar fotos da sua mãe, ok? E todo dia você tira foto e me manda, ok? Ela— kkkk por quê? E assim comecei a tirar fotos dela, mas era pra dedicar uma punheta até ela me deixar comer ela. Ela veio na minha direção, me abraçou, me levou pra cozinha e nos beijamos de novo. Sentia os peitos dela no meu peito, apertando como balões. Já tava com uma ereção enorme, minhas mãos seguravam a cintura dela com força. Ela me olhou e sorriu gostosa.
Vale— pega, morder não morde, haha. Ou tu tem medo?
Eu — medo eu? Não, mas não vou me segurar, me conheço.
Ela — é? Então vamos ver.
E me beijou. Nossas línguas se encontraram e as mãos dela agarraram as minhas. Ela levou elas bem na redondeza da bunda dela e colocou elas lá. Então finalmente agarrei aquela rabetão, apertei e abri o máximo que pude minhas mãos, peguei bem aquelas nalgas enormes e puxei ela pra perto de mim. Ela soltou uma risadinha de aprovação e a gente se beijou com mais paixão. Era óbvio que ela sentia meu pau duro.
Vale— quer ver como fica a roupinha que você comprou pra mim, meu amor?
Eu — vamos, minha princesa.
Aí saímos da cozinha, vimos o menino vendo TV deitado, sem fazer barulho fomos pro quarto dela, mas eu tava abraçando ela, ela na frente e eu atrás, esfregando meu pau naquela rabetão. Uma vez lá dentro, a gente se beijou como loucos e comecei a agarrar aquela bunda com as mãos cheias, apertava e amassava o quanto podia. Ela me beijava e falava — que gostoso, yonii, ai sim — os peitos dela se espetavam no meu peito.
Enfiei minhas mãos dentro da lycra e, de fato, ela tava com uma tanguinha bem enfiada no meio daquelas duas nalgas. Que bunda, meu deus, grande, firme, macia e redonda. Ela agarrou meu pau por cima da calça e esfregava forte com uma mão. Passei a mão nela até pegar um dos peitos dela, apertei e massageei devagar, sentindo como se moldava na minha mão. Que grandes, macios, pareciam balões d'água. Senti o peso e a delicadeza, o bico já durinho me convidava pra chupar e eu ia começar, mas naquela hora o filho dela entrou.
A gente deitou na cama na hora, nos separamos e ela começou a fingir que tava brincando de luta. O menino também correu pra gente e começou a brincar com ela. Eu fiquei olhando pro teto e ela só me olhava e ria.
Vale— haha, isso, meu filho. Agora vai com o yonii e esmaga ele.
Eu— haha, não. Peguei a Vale e coloquei ela debaixo de mim, e o menino ficou em cima da gente.
Ela— desculpa, a gente não fechou bem a porta. E me beijou.
Eu — sim, eu sei, não se preocupa. Devolvi o beijo.
Já mais calmos, a gente foi. De volta pra sala e mais tranquilos, a gente se abraçou e se cobriu com um cobertor nós três, mas eu tinha acesso ao corpo todo dela, desde a bunda até os peitos. Ela me olhava e sorria, mas não falava nada. Eu perguntei: "O que foi?" Ela: "Tô vendo se você tá bravo ou como tá." Eu: "Bravo por quê?" Ela: "Porque meu filho interrompeu a gente." Eu: "Não, princesa, de boa, foi tranquilo. Falei que não ia me controlar." Ela: "Haha, eu sei. E você gostou do que pegou e do que a gente fez?" Eu: "Sim, você é bem proporcionada." Ela: "Haha, e você nem se fala, hein. Dá pra sentir que é uma boa ferramenta. Fiquei com vontade de ver."
Aí eu desabotoei a calça e tirei meu pau pra fora. O cobertor ajudava a não ver nada. Peguei a mão dela e coloquei no meu pau já duro. Ela me olhou e começou a acariciar, desde as bolas até a ponta, e depois segurou ele bem. Ela: "Ai, meu love, por que você faz isso, hein? É grande e cabeçudo." Eu: "Pra você ver ele direito. Então vai, olha o que você vai comer." Eu abracei ela e passei a mão no pescoço dela até pegar um dos peitões dela, enquanto ela levantava o cobertor e olhava bem pro meu pau. Depois ela ficou me encarando e falou: "Vem pra cozinha." A gente foi e se beijou muito.
Meu pau tem 18 centímetros. Todo mundo pergunta por quê, porque sou moreno, me toca assim, haha. Vale: "Love, uau, você tem ele grande, veiudo e cabeçudo, que gostoso." Eu: "É todo seu, come ele." Ela: "Mas o menino tá aqui, love. Eu quero, mas vamos esperar ele dormir, sim?"
Mas o pirralho não dormiu de jeito nenhum. Por mais que a gente falasse pra ele ir dormir, ele não queria, haha. Eu: "Pois é, fazer o quê, a gente espera." Ela: "Ah, haha, desculpa, juro que quero." Eu: "Mudando de assunto, amanhã cedo tenho que ir vender um carro em Morelia, então te vejo à tarde, valeu?" Ela: "Sim, tá bom, love, mas me liga, né?" Eu: "Sim, princesa, te ligo durante o dia, ok?" E assim terminou o dia.
No dia seguinte ela me mandou umas fotos dela de legging branca e azul, uauu. Vale— meu filho disse que ela te mandou as fotos que você pediu, kkk. Eu— uauu, como você tá gostosa, meu amor, olha só como fica em você. Ela— obrigada, amor, gostou? Eu— não é possível, só olha como esse rabão te parte no meio, princesa. Ela— kkkk obrigada, amor, mas tô em casa te esperando, ah, e também tô de tanguinha daquelas que você comprou. Eu— sim, princesa, já tô indo praí.
Então quando cheguei, fui direto vê-la. Entrei sem pedir permissão na casa dela e ela tava deitada no sofá. Cumprimentei o menino e fui atrás dela, que me olhava com um sorriso sexy e provocante. Carreguei ela, levantei e fiz ela dar uma voltinha pra mim, depois a gente se beijou e enquanto eu dava um tapão daqueles na bunda dela e agarrava aquelas nádegas bem duronas que ela tem, ela se pendurou no meu pescoço e eu carreguei ela segurando naquele rabo, pra ela me envolver com as pernas. Assim a gente se beijou e de novo o menino gritou: — Jáááá!!!!!! Berrando. Fomos pra cozinha e ela me disse: — É que é muito difícil pra ele me ver te beijando, porque ainda lembra do pai dele. Eu entendo, mas ele precisa saber e entender também, então vou falar com ele. Levei o menino pro quarto dele. Ele só tinha a cama, o guarda-roupa e os brinquedos. Eu: — Como é que cê tá, campeão? Ele: — Bem, Yonii. Eu: — Olha, sabe que seu pai não tá aqui e acho que não vai voltar tão cedo, ok? Ele: — Sim, mas ele me disse que vai me levar com ele. Eu: — Sim, campeão, mas isso vai acontecer daqui a alguns anos. Foi quando a Vale, a mãe dele, entrou. E ele foi com ela. A gente sentou os três na cama. Eu: — Agora sua mãe tá feliz, contente. Você não gosta de vê-la assim? Ele: — Gosto muito. Eu: — Então por que você não gosta de me ver com ela? Ele: — Porque meu pai vai ficar bravo. Vale: — Sim, filho, mas seu pai já foi embora e o Yonii me quer. Ele fez e tá fazendo de tudo pra gente ser feliz. Eu: — Olha, campeão, quero que você se sinta bem. Quero que não fique bravo se eu beijar sua mãe ou abraçar ela, mas quero que você fique bem, ok? Ele: — Sim, tá bem, mas só se minha mãe quiser. Vale: — Sim, meu bebê, eu quero que o Yonii me beije, me abrace, me carregue e me ame muito. Ele: — Sim, mãe, tá bem. Eu: — Então, não queremos que você fique bravo quando eu beijar sua mãe, nem na cozinha, nem na sala. E se a gente estiver no quarto dela, onde ela dorme, você não precisa entrar, ok? Porque esse é o nosso lugar. Vale: — Entendido, bebê. Não quero que você fique bravo, ok? Meu amor, te amo muito, mas também quero que o Yonii esteja comigo e com a gente, ok? Ele: — Sim, tá bem, mãe. quero muito Eu— bom, já fechamos o trato e agora que tal você nos contar o que quer pra sua festa? Já é sábado e temos que comprar um monte de coisas. Ele ficou todo animado na hora e disse que queria do Homem-Aranha, uma fantasia e essas coisas. Assim passou o dia planejando a festa. Já de noite, ela me mandou mensagem no WhatsApp.
Vale- Oi, meu amor
Eu- O que foi, princesa, tudo bem?
Vale- Sim, amor, tudo bem. Sabe, tô com vontade de você me comer
Eu- Sim, eu também tô com vontade de te comer
Ela- Sim, mas o menino quer dormir comigo
Eu- Sim, deixa ele por hoje, mas depois ele tem que ir pro quarto dele
Ela- Sim, amor, só por hoje, ok. Deixa eu me trocar e te mandar umas fotos pra você, meu amor. Só que o menino vai tirar as fotos, haha
Eu- Haha, ok, mas quero te ver pelada, hein
Ela- Sim, amor, te mando beijos e tô esperando ansiosa pra você me dar uma fodida gostosa

Eu — "Oi, bom dia, campeão. E sua mãe, Vale? Fala, tô aqui." Entrei e ela tava chorando de novo.
Eu — "E agora, o que foi?"
Vale — "Ele me ligou e disse que tá tudo bem, que volta daqui um ano, mas que pro aniversário do menino, acha que não vai mandar dinheiro."
Eu — "É, pensei nisso. Mas já tínhamos combinado que eu ia te ajudar em tudo, né?"
Ela — "Sim, e ele também disse pra eu não ficar tanto tempo com você, haaaa."
Eu — "Hahaha, isso o filho da puta não me falou. Mas e daí?"
Ela sorriu e disse — "Pois é, né, haha."
Eu — "Então não tem motivo pra chorar. Vai, levanta, troca de roupa e faz suas coisas como vinha fazendo. Toma aqui."
Dei 3 mil, como toda segunda, e ela foi fazer as coisas.
Assim passou a semana, até sábado, quando saímos de novo pro shopping, mas agora só nós dois. O menino ficou com os avós. Ela tava de moletom folgado e uma camiseta meio justa, mas como sempre, falei que tava linda.
Chegamos e entramos numa loja de roupa feminina. Falei:
Eu — "Agora pega suas coisas, o que você vai levar e roupa pra você."
Vale sorriu e disse — "Roupa? Que roupa?"
Eu — "Ué, íntima. Eu não vou olhar, então me avisa quando estiver pronta."
Ela — "Imagina, como assim? Se você vai pagar, tem que escolher pelo menos uma, pra você ver também."
Eu — "Ok, então tenho direito de ver, hein."
Ela — "Hahaha, não, só aqui já vestida, né? Não, haha."
E começamos a olhar. Tinha de tudo: fio dental, tanga, calcinha caleçon, renda e outros tecidos. Ela escolheu um par de fio dental com sutiã combinando, branco e vermelho. Eu escolhi um conjunto transparente, fio dental, sutiã e meia-calça preta. Ficou bem gostoso, ela gostou e ainda pegou um pacote com 3 tangas de algodão de cores diferentes.
Também pegou legging e lycra, não experimentou nada, mas dava pra ver que ia ficar super justo.
Paguei e saímos. Ela tava vermelha de vergonha, e eu falei:
Eu — "Qual é, não tem nada de errado."
Ela — "Eu sei, mas fiquei com vergonha, haha."
Eu — "Não precisa, Vale. Vamos comer e depois pro sítio, ok?"
Foi assim, deixei ela no sítio e... Saí pra tomar umas cervejas. Ela me mandou no WhatsApp: "Onde cê tá e com quem??"
Eu — "No bar, Vale. Por quê?"
Ela — "Ahhh, no bar, então me deixou e saiu com suas amigas, né?"
Eu — "Ué, não, tô só de boa tomando uma cerveja."
Ela — "E por que não fez isso aqui em casa? Podia ter me chamado pra uma também, em vez delas."
Eu — "Desculpa, Vale. Já tô indo praí."
Ela — "Não, fica aí. Já não quero mais, obrigada. E toma um banho." Kkkk, ela tava puta e com ciúmes.
Eu — "Vale, calma. Já tô indo praí, ok?"
Ela — "E eu que ia te dar o sim hoje, mas fazer o quê? Continua aí."
Eu — "Vale, cê tá falando sério? Vou praí agora."
E aí ela não respondeu mais. Quando cheguei, fui bater na porta, mas ninguém atendeu. Liguei pra ela e falei: "Já tô aqui, ok? Dorme tranquila, amanhã a gente conversa." Ela respondeu: "É, amanhã a gente fala."
No dia seguinte, liguei pra ela e chamei pra tomar café da manhã fora, mas ela disse que não, que era melhor eu comprar alguma coisa e levar na casa dela, e aí a gente comia junto. Fui, peguei o café da manhã e voltei direto pra casa dela. Ela tava me esperando enfiada num shortinho de lycra branco que a gente tinha comprado no dia anterior e uma blusa preta super decotada. Mano, ela tava um absurdo de gostosa. As pernas enormes, aqueles quadris largos, e o decote... aquele par de peitos querendo escapar da prisão. Uau, tava um tesão.
Quando virei pra entrar comigo, aquela bunda enorme ficou na minha frente e uau, ela devorava o tecido do short entre as nádegas, não é possível, certeza que era uma fio dental novinha. Entrei e a primeira coisa que fiz foi abraçar ela, ela correspondeu ao meu abraço e ficamos assim por uns minutos. Eu — uau, Vale, você tá uma gostosa, hein, olha só como você tá, princesa. Vale — cê gostou, Yonii, sério? Eu — sim, minha princesa, você tá linda demais. Vale — você me chamou de princesa, ninguém nunca me chamou assim. Eu — porque você é, olha no espelho e vê.
E fomos pro quarto dela, ela na minha frente e eu babando por aquela rabuda, que jeito gostoso de rebolar, as nalgas balançavam soltas. Eu tava morrendo de vontade de agarrar ela e dar uns tapas na bunda pra depois rasgar a lycra e comer ela igual um louco. Mas quando cheguei no quarto dela, onde entrei pela primeira vez, na cama tava todas as calcinhas fio dental, leggings e roupas que comprei pra ela. O quarto era grande, tinha uma cama de casal king size, uma TV grande, o guarda-roupa dela, a penteadeira, um sofazinho e uma porta pro banheiro, que tinha uma banheira de hidromassagem e uma maca pra massagem. Na frente da cama, um espelho grande de corpo inteiro, ela se olhava e dizia.
Vale— sim, eu gosto de você, mas como você disse, é melhor aqui na privacidade de casa porque olha, dá pra ver tudo de mim Eu — sim, dá pra ver muito bem, hein, você tem um corpo muito gostoso
Vale — mas ontem você foi embora, né? E olha, me deixou sozinha
Eu — mas voltei a tempo, só que você já estava dormindo
Ela — haha, vamos buscar o menino e descer pra tomar café
Aí fomos buscar o menino e tomamos café os três no refeitório, conversamos sobre tudo, eu não parava de olhar pras tetas dela
Ela — quer saber? Ontem seu tio me ligou e disse que essa semana também não vai me mandar dinheiro
Eu mandei o filho dela ir ver televisão e falei — sério que ele disse isso?
Ela — sim, já são quase dois meses e nada, daqui a 15 dias é o aniversário do meu menino e não tem nada
Eu — olha, então deixa ele pra lá. Me diz uma coisa, você tá precisando de alguma coisa dele?
Ela — não, não tô, mas não quero que você se sinta obrigado a cuidar de mim e do meu filho
Eu — eu faço isso porque me importo com vocês dois, e quero ver vocês bem. Ela sorriu e disse obrigada, mas queria saber até onde vai esse irresponsável
Eu — haha, ok, mas me promete uma coisa: que não vai esperar nada dele
Vale — prometo. Vou te falar uma coisa, já não espero mais nada dele. Agora tenho você do meu lado e gosto muito
Eu — já pensou no que eu te falei há 15 dias, quando a gente tava no barraco?
Ela — hahaha, você não esquece, né? Pensei sim, e já decidi
Eu — e o que você decidiu, Vale?
Ela — ahahaha, agora não sou sua princesa, sou a Vale, olha só haha
Eu — hahaha, não, mas você seria minha princesa, bom, já é
Ela — então me diz uma coisa: se eu te gusto, não te importa que eu seja 10 anos mais velha?
Eu — sim, eu gosto de você, me atrai muito, você me encanta
Ela — e agora que você viu que, segundo você, eu escondia tudo debaixo da roupa largada, você gostou mais, né? hahaha
Eu — haha, isso é outra parte haha, mas eu gosto de você de verdade, por tudo que você é
Ela — então, eu quero sim. Na real, eu acho que a gente já tá num relacionamento, só faltava isso, né? conversar direito
Eu fiquei calado, mas tava feliz, contente. Então levantei da mesa, fui até ela, ela se levantou, segurei ela pela cintura e ela sorriu pra mim. E sim, a gente se beijou A gente se beijou, sim, demos um belo beijão, um beijo daqueles. O menino falou: "Eyyyy!!!!" e bateu palmas enquanto a gente ria. Eu falei pra ela que já voltava, pra esperar um pouquinho. Ela ficou calada, sem saber o que fazer. Saí igual um louco na caminhonete e fui comprar um buquê de rosas grande e um brinquedo pro menino. Não demorei mais que meia hora e cheguei. Ela saiu com aquela legging que era um sonho pra mim ver ela assim, vestida pra mim, e fomos pro rancho. Chegamos, ela desceu com um sorriso e uma alegria que nunca tinha visto nela. Se ela já era gostosa, agora tava ainda mais diante dos meus olhos. Então falei de novo: "Quer ser minha namorada?" E ela disse que sim. Dei o buquê de rosas pra ela, o brinquedo pro menino e beijei ela de novo. Ela me abraçou e falou: "Você me encanta, obrigada pelas rosas, não pensei que você fosse tão rápido. Amo rosas, obrigada!!" Tiramos umas fotos e voltamos pra casa dela na hora certa. Já dentro de casa, sentamos na sala e nos beijamos, mas dessa vez ela se jogou em cima de mim. Eu segurei ela pela cintura e ela passou os braços no meu pescoço, e nossas línguas começaram a dançar juntas. A gente queria se devorar de beijos, e que beijos fortes, com intensidade. O menino gritou: "Mãe!!!!" e a gente se separou. A verdade é que eu tava com uma vontade danada de pegar aquele rabão, aquela bunda tão bem desenhada, que tava encostada nas minhas pernas, e aqueles peitos estavam a centímetros de mim. Então falei: "Então, princesa, como é que fica?" Ela: "Bom, eu sou sua princesa e você é meu príncipe, meu amor, minha vida" e me beijou. Eu: "Sim, mas tipo, uma relação séria e formal, né?" Ela: "Ué, sim, ou você não quer que seja assim?" Eu: "Claro que quero, é isso que eu quero. Com você quero tudo." Ela: "Mas pra ir fuder agora, né? Não, né? Hihihi, ou você quer?" Eu: "Haha, ok, não se preocupa. É que é só te ver que já me deixa todo ativo." Ela: "Haha, sim, aliás, já vi como ele sobe quando você me olha, mas não, vai ter que esperar, é muito cedo agora, haha." Eu: "Ok, e você não vai provar nada do que a gente comprou? Ontem ela— já vi onde você quer chegar kkkk mas mais tarde sim, então continuamos abraçados. Os peitos dela estavam me chamando, mas eu me segurava, então beijei ela de novo. Depois saí porque os avós me chamaram. Avós— não fica tanto tempo lá, filho. Eu— e por que não, vô? Se já tô mais lá do que aqui. Avós— é que a Valéria vai pensar que você quer se aproveitar da situação. Eu— não, vô, nada disso. Já combinamos algo, eu e ela, só isso. E saí de novo pra casa dela, contei o que aconteceu, mas não demos importância. Eram 6 da tarde quando falei: não aguento mais. Pedi o celular pro menino e falei: Eu— vamos tirar fotos da sua mãe, ok? E todo dia você tira foto e me manda, ok? Ela— kkkk por quê? E assim comecei a tirar fotos dela, mas era pra dedicar uma punheta até ela me deixar comer ela. Ela veio na minha direção, me abraçou, me levou pra cozinha e nos beijamos de novo. Sentia os peitos dela no meu peito, apertando como balões. Já tava com uma ereção enorme, minhas mãos seguravam a cintura dela com força. Ela me olhou e sorriu gostosa.
Vale— pega, morder não morde, haha. Ou tu tem medo? Eu — medo eu? Não, mas não vou me segurar, me conheço.
Ela — é? Então vamos ver.
E me beijou. Nossas línguas se encontraram e as mãos dela agarraram as minhas. Ela levou elas bem na redondeza da bunda dela e colocou elas lá. Então finalmente agarrei aquela rabetão, apertei e abri o máximo que pude minhas mãos, peguei bem aquelas nalgas enormes e puxei ela pra perto de mim. Ela soltou uma risadinha de aprovação e a gente se beijou com mais paixão. Era óbvio que ela sentia meu pau duro.
Vale— quer ver como fica a roupinha que você comprou pra mim, meu amor?
Eu — vamos, minha princesa.
Aí saímos da cozinha, vimos o menino vendo TV deitado, sem fazer barulho fomos pro quarto dela, mas eu tava abraçando ela, ela na frente e eu atrás, esfregando meu pau naquela rabetão. Uma vez lá dentro, a gente se beijou como loucos e comecei a agarrar aquela bunda com as mãos cheias, apertava e amassava o quanto podia. Ela me beijava e falava — que gostoso, yonii, ai sim — os peitos dela se espetavam no meu peito.
Enfiei minhas mãos dentro da lycra e, de fato, ela tava com uma tanguinha bem enfiada no meio daquelas duas nalgas. Que bunda, meu deus, grande, firme, macia e redonda. Ela agarrou meu pau por cima da calça e esfregava forte com uma mão. Passei a mão nela até pegar um dos peitos dela, apertei e massageei devagar, sentindo como se moldava na minha mão. Que grandes, macios, pareciam balões d'água. Senti o peso e a delicadeza, o bico já durinho me convidava pra chupar e eu ia começar, mas naquela hora o filho dela entrou.
A gente deitou na cama na hora, nos separamos e ela começou a fingir que tava brincando de luta. O menino também correu pra gente e começou a brincar com ela. Eu fiquei olhando pro teto e ela só me olhava e ria.
Vale— haha, isso, meu filho. Agora vai com o yonii e esmaga ele.
Eu— haha, não. Peguei a Vale e coloquei ela debaixo de mim, e o menino ficou em cima da gente.
Ela— desculpa, a gente não fechou bem a porta. E me beijou.
Eu — sim, eu sei, não se preocupa. Devolvi o beijo.
Já mais calmos, a gente foi. De volta pra sala e mais tranquilos, a gente se abraçou e se cobriu com um cobertor nós três, mas eu tinha acesso ao corpo todo dela, desde a bunda até os peitos. Ela me olhava e sorria, mas não falava nada. Eu perguntei: "O que foi?" Ela: "Tô vendo se você tá bravo ou como tá." Eu: "Bravo por quê?" Ela: "Porque meu filho interrompeu a gente." Eu: "Não, princesa, de boa, foi tranquilo. Falei que não ia me controlar." Ela: "Haha, eu sei. E você gostou do que pegou e do que a gente fez?" Eu: "Sim, você é bem proporcionada." Ela: "Haha, e você nem se fala, hein. Dá pra sentir que é uma boa ferramenta. Fiquei com vontade de ver."
Aí eu desabotoei a calça e tirei meu pau pra fora. O cobertor ajudava a não ver nada. Peguei a mão dela e coloquei no meu pau já duro. Ela me olhou e começou a acariciar, desde as bolas até a ponta, e depois segurou ele bem. Ela: "Ai, meu love, por que você faz isso, hein? É grande e cabeçudo." Eu: "Pra você ver ele direito. Então vai, olha o que você vai comer." Eu abracei ela e passei a mão no pescoço dela até pegar um dos peitões dela, enquanto ela levantava o cobertor e olhava bem pro meu pau. Depois ela ficou me encarando e falou: "Vem pra cozinha." A gente foi e se beijou muito.
Meu pau tem 18 centímetros. Todo mundo pergunta por quê, porque sou moreno, me toca assim, haha. Vale: "Love, uau, você tem ele grande, veiudo e cabeçudo, que gostoso." Eu: "É todo seu, come ele." Ela: "Mas o menino tá aqui, love. Eu quero, mas vamos esperar ele dormir, sim?"
Mas o pirralho não dormiu de jeito nenhum. Por mais que a gente falasse pra ele ir dormir, ele não queria, haha. Eu: "Pois é, fazer o quê, a gente espera." Ela: "Ah, haha, desculpa, juro que quero." Eu: "Mudando de assunto, amanhã cedo tenho que ir vender um carro em Morelia, então te vejo à tarde, valeu?" Ela: "Sim, tá bom, love, mas me liga, né?" Eu: "Sim, princesa, te ligo durante o dia, ok?" E assim terminou o dia.
No dia seguinte ela me mandou umas fotos dela de legging branca e azul, uauu. Vale— meu filho disse que ela te mandou as fotos que você pediu, kkk. Eu— uauu, como você tá gostosa, meu amor, olha só como fica em você. Ela— obrigada, amor, gostou? Eu— não é possível, só olha como esse rabão te parte no meio, princesa. Ela— kkkk obrigada, amor, mas tô em casa te esperando, ah, e também tô de tanguinha daquelas que você comprou. Eu— sim, princesa, já tô indo praí.
Então quando cheguei, fui direto vê-la. Entrei sem pedir permissão na casa dela e ela tava deitada no sofá. Cumprimentei o menino e fui atrás dela, que me olhava com um sorriso sexy e provocante. Carreguei ela, levantei e fiz ela dar uma voltinha pra mim, depois a gente se beijou e enquanto eu dava um tapão daqueles na bunda dela e agarrava aquelas nádegas bem duronas que ela tem, ela se pendurou no meu pescoço e eu carreguei ela segurando naquele rabo, pra ela me envolver com as pernas. Assim a gente se beijou e de novo o menino gritou: — Jáááá!!!!!! Berrando. Fomos pra cozinha e ela me disse: — É que é muito difícil pra ele me ver te beijando, porque ainda lembra do pai dele. Eu entendo, mas ele precisa saber e entender também, então vou falar com ele. Levei o menino pro quarto dele. Ele só tinha a cama, o guarda-roupa e os brinquedos. Eu: — Como é que cê tá, campeão? Ele: — Bem, Yonii. Eu: — Olha, sabe que seu pai não tá aqui e acho que não vai voltar tão cedo, ok? Ele: — Sim, mas ele me disse que vai me levar com ele. Eu: — Sim, campeão, mas isso vai acontecer daqui a alguns anos. Foi quando a Vale, a mãe dele, entrou. E ele foi com ela. A gente sentou os três na cama. Eu: — Agora sua mãe tá feliz, contente. Você não gosta de vê-la assim? Ele: — Gosto muito. Eu: — Então por que você não gosta de me ver com ela? Ele: — Porque meu pai vai ficar bravo. Vale: — Sim, filho, mas seu pai já foi embora e o Yonii me quer. Ele fez e tá fazendo de tudo pra gente ser feliz. Eu: — Olha, campeão, quero que você se sinta bem. Quero que não fique bravo se eu beijar sua mãe ou abraçar ela, mas quero que você fique bem, ok? Ele: — Sim, tá bem, mas só se minha mãe quiser. Vale: — Sim, meu bebê, eu quero que o Yonii me beije, me abrace, me carregue e me ame muito. Ele: — Sim, mãe, tá bem. Eu: — Então, não queremos que você fique bravo quando eu beijar sua mãe, nem na cozinha, nem na sala. E se a gente estiver no quarto dela, onde ela dorme, você não precisa entrar, ok? Porque esse é o nosso lugar. Vale: — Entendido, bebê. Não quero que você fique bravo, ok? Meu amor, te amo muito, mas também quero que o Yonii esteja comigo e com a gente, ok? Ele: — Sim, tá bem, mãe. quero muito Eu— bom, já fechamos o trato e agora que tal você nos contar o que quer pra sua festa? Já é sábado e temos que comprar um monte de coisas. Ele ficou todo animado na hora e disse que queria do Homem-Aranha, uma fantasia e essas coisas. Assim passou o dia planejando a festa. Já de noite, ela me mandou mensagem no WhatsApp. Vale- Oi, meu amor
Eu- O que foi, princesa, tudo bem?
Vale- Sim, amor, tudo bem. Sabe, tô com vontade de você me comer
Eu- Sim, eu também tô com vontade de te comer
Ela- Sim, mas o menino quer dormir comigo
Eu- Sim, deixa ele por hoje, mas depois ele tem que ir pro quarto dele
Ela- Sim, amor, só por hoje, ok. Deixa eu me trocar e te mandar umas fotos pra você, meu amor. Só que o menino vai tirar as fotos, haha
Eu- Haha, ok, mas quero te ver pelada, hein
Ela- Sim, amor, te mando beijos e tô esperando ansiosa pra você me dar uma fodida gostosa
11 comentários - A gostosa do meu tio