O sobrinho gostoso da Marina

Essas tetas deixavam ele louco. Eram enormes, redondas e quicavam pra caralho. A tia dele tava fazendo ginástica com roupa esportiva bem justinha e ele se esbaldava à vontade. Até se atrevia a tirar umas fotos com o celular. Marina era uma verdadeira gostosa, uma milf de respeito. Umas tetas do caralho, e uma bunda linda que deixava todo mundo besta, principalmente o sobrinho. Ele não tava nem aí em ficar de pau duro pela tia. Ela deixava a rola dele dura o tempo todo e rendia as melhores punhetas. Ele tinha certeza que a tia sabia, porque ela parecia fazer tudo mais provocante do que o normal. Quando terminou o treino, ela chegou perto do sobrinho. "Oi, pequeno", cumprimentou, "como cê tá?" "Oooola, tia", ele respondeu todo carinhoso e aproveitou pra abraçar ela. Claro que as tetonas dela ficaram bem apertadas contra o corpo dele, e a rola já começou a reagir. "Tá muito calor, né? Vem com a tia dar um mergulho na piscina?" Os caras tão passando o fim de semana na chácara enorme que tinham nos arredores da cidade. Lá dentro, Ileana preparava o famoso tiramisu dela de sobremesa pro churrasco que tava começando. "Sim, claro, tia, eu também tô com calor", respondeu. Marina sorriu e baixou o olhar rapidinho pra rola ereta do sobrinho. Mordeu o lábio e disse que ia vestir um biquíni. Ele tava ficando maluco, talvez os hormônios adolescentes pregassem uma peça, mas ele tava convencido de que a tia adorava deixar ele excitado. Daqui a pouco Marina voltou, e ele teve que se segurar pra não gritar de felicidade com o que via. Ela tinha voltado com um biquíni minúsculo, em cima não segurava as tetonas que transbordavam pra todo lado, e em baixo era um fiozinho fino que se enfiava bem na rachadura da bunda. "Que puta", pensou o sobrinho, com a família toda olhando. "Oi, pequeno, tô pronta, vamos?" E se jogou de cabeça, dando uma visão linda daquele rabão e até da buceta apertada naquele fio minúsculo. Nadaram, brincaram, e teve muito roçamento entre os corpos. A tia disse que já ia sair. e o sobrinho dela aproveitou pra puxar ela pra trás "brincando". Agarrou ela bem e a pica dura dele ficou bem apertada no rabo da tia. Marina ria e mexia a bunda pra cima e pra baixo no tronco do sobrinho dela e empurrava ele bem pra trás. Finalmente saíram e a tia dela disse que ia tomar banho. Ele, sem hesitar um segundo, foi pra outro banheiro da casa pra bater uma monumental. Faltou pouco sobe e desce na pica dele pra soltar uma quantidade incrível de porra. Depois tomou banho e desceu pra reunião. Lá estava a mãe dele com um vestido bem justo que marcava o corpaço dela (essa vai ser outra história) e aí apareceu Marina, com um vestido vermelho que arrasava. Super decotado e muito apertado, marcava terrivelmente a bunda dela. Todos os homens olhavam pra ela com luxúria e desejo, mas claro que tinham que disfarçar. O jantar foi muito divertido, muito vinho e álcool, o que fez aumentar as risadas e gritos. O clima festivo foi arruinado por uma tempestade forte que fez tudo acabar de repente, então todos foram dormir. A tempestade era muito forte, muita água, raios, trovões e até a luz acabou. Ele tava começando a bater uma boa quando batem na porta. Abre e encontra a tia dele de baby doll. Posso dormir com você? ela perguntou. Essa tempestade me deixa nervosa e é o único outro quarto que tem cama grande. Claro, tia, pode entrar, ele respondeu. Obrigada, tesouro, disse Marina e deu um beijo forte perto da boca dele. Deitaram cada um pro seu lado e tentaram dormir. Mas ele tava com a pica a ponto de explodir e ter a tia tão perto não ajudava. Ele se acariciava a pica bem devagar pra não fazer barulho, mas a tia falou com ele. Gatinho, te incomoda se eu ficar mais confortável? Tô com calor assim. Não, de jeito nenhum, ele respondeu, e na sequência Marina tirou o baby doll. Ficou com uma regatinha decotada sem sutiã e por baixo uma tanga vermelha de renda bem pequenininha. Obrigada, bebê, ela respondeu e virou de costas pra continuar. dormindo, com a bunda empinada apontando pro sobrinho. Essa imagem foi demais e sem pensar ele começou a bater uma desesperadamente. Olhava a bunda da tia, como aquela fio dental sumia naquelas nádegas... Hum tia, adoro sua bunda, ele murmurava. Quando tava quase gozando, a tia acendeu a luz e pegou ele no flagra. "Upa, pequeno, me desculpa, já apago a luz pra você continuar de boa", mas o pau dele murchou na hora de vergonha. Não conseguiu continuar, então depois de virar mil vezes na cama, finalmente dormiu. Na manhã seguinte, só queria evitar a tia, mas essa ideia durou pouco quando ele a encontrou tomando café sozinha na cozinha. Ela tava apoiada na bancada com um shortinho bem pequeno que deixava metade da bunda de fora. Transparecia uma calcinha bem pequena por baixo e em cima tava só de sutiã. "Oi, sobrinho", cumprimentou alegremente. "Que calorrrrr." "Oi... oi, tia", respondeu tímido, sem olhar nos olhos dela. Marina disse: "Quero me desculpar pelo de ontem. É que você é uma mulher muito gostosa e ter você de fio dental do meu lado foi muito forte..." "Shhhh", ela fez, colocando um dedo nos lábios dele. "Primeiro, nada de Marina, sou sua tia favorita, e segundo, não tem que se preocupar. É super normal e me lisonjeia que você bata uma pensando em mim", sorriu. Essas palavras da tia já deixaram ele duro, e Marina notou. "Hehe, parece que o negócio é forte", ela riu e acariciou o pau dele ereto com a ponta do dedo. "Vem, vamos pra jacuzzi. Tamos sozinhos. Vem brincar com sua tia", piscou o olho bem safada. Pegou ele pela mão e levou até a jacuzzi. Tirou o short e a camiseta, deixando as tetonas dela no ar e só a calcinha minúscula por baixo. "Vem comigo, sobrinho", e ele entrou de cueca. Brincaram, esfregavam os corpos, ele agarrava ela por trás, encostando o pau todo na bunda dela e apalpava as tetonas. "Vem, deita em cima de mim", ela disse. Marina sentou na borda da jacuzzi e o sobrinho deitou de barriga pra cima sobre ela. Marina começou a Acariciar ele por todo o corpo e foi descendo a mão devagar pela barriga do sobrinho. Beijava as orelhas dele e sussurrava coisas tipo: "cê gosta da sua tia, te esquenta? Bate muita punheta pensando em mim?" Ele confirmava, já completamente excitado. A tia dele baixou a cueca dele e começou a acariciar bem devagar a rola do sobrinho. Primeiro com o dedo na cabeça, bem de leve. Enquanto beijava ele na boca, começou uma subida e descida lenta na rola do sobrinho. Era uma punheta espetacular e a tia sabia como deixar ele louco, sussurrava no ouvido: "cê gosta, sobrinho? Gosta que eu te bato uma?" "Siiiim... siiiim, tia, adoro suas punhetas, não para, continua, continua..." Ele implorava. "Cê bate punheta pensando na bunda da sua tia dormindo, seu degenerado? É um pervertido, hmm", ela beijava a orelha dele. A punheta era tremenda, já dava pra ouvir o vai e vem na água. Ele avisou a tia que ia gozar. "Ti... Tia, gemia... Já vou gozar." "Hmm, vai sim, pequeno? Vai mostrar pra tia como cê jorra porra?" "Sim, tia, a porra já vem", ele bufava. A tia aumentou o ritmo e sentiu a porra subindo pelo tronco da rola do sobrinho. "Siiiim, quero sua porra, sobrinho..." "Toma, tia, adoro como cê me bate punheta", ele gritou e soltou três jorros enormes de porra. A tia continuou batendo até sair a última gota, enquanto beijava ele apaixonadamente. "Isso, sobrinho, muito bem, adoro te bater punheta e tirar toda sua porra", ela disse bem puta. Ouviram o barulho do portão lá fora e se separaram rápido, enquanto os dois se olhavam e sorriam. Ia ser um fim de semana espetacular, ele pensou enquanto abria a porta do quarto.

3 comentários - O sobrinho gostoso da Marina

mme qquede con el antojo como sobrino me hubiera encantado mamarle las tetas habra segunda parte ?
Gracias hermano. Seguro habrán mas episodios
muy bueno amigo y el de wanda lo vas a seguir?
Gracias bro. Sisi, voy a seguir ambas historias. Ando con mucho laburo y a full pero ya le voy a meter pila