Como perdi minha virgindade aos 12 anos com uma gostosa de bundão de 16 anos no banheiro da minha escola.
Todos os nomes foram trocados, menos o meu.
Fala aí, galera, me chamo Carlos e tenho 18 anos. Como vocês viram no título do relato, essa vai ser a primeira parte de várias onde vou contar minhas várias transas com as mulheres mais safadas da minha cidade. Tudo começou quando eu tinha 12 anos, tava no primeiro ano do ensino médio e era um moleque igual aos outros, não passava de 1,62 de altura e era magrelo, não me destacava em nada. Mas no que eu era diferente e tinha orgulho era no meu pau, que já tinha um tamanho considerável, uns 16 centímetros naquela época. Mas o que mais chamava atenção era a grossura que ele tinha. Como todo adolescente, eu batia muita punheta, umas 3 por dia no mínimo, mas já nessa época eu notava umas paradas no meu pau; tipo a grossura e o tamanho das minhas bolas, que já eram bem grandes, e o mais importante é que eu demorava pra caralho me masturbando. Conseguia passar mais de 20 minutos batendo uma e não gozava, nem se eu me masturbasse igual um louco conseguia gozar em menos tempo, mas quando finalmente chegava no orgasmo, soltava no mínimo 4 jatos grandes, longos e grossos de porra e mais umas gotinhas. Até eu ficava surpreso com a quantidade de leite que eu conseguia soltar. Por sorte, meus pais chegavam do trabalho às 7 da noite, e como sou filho único, não me preocupava com ninguém me pegando com a pica na mão, então passava o dia pelado, e quando queria bater uma, fazia em qualquer lugar que tivesse, sem me importar. Já fiz no banheiro, na cozinha, no meu quarto ou no dos meus pais, no quintal, na garagem, etc. Já nessa idade eu tinha meus jeitos de me masturbar pra sentir mais prazer, tipo usar um travesseiro e esfregar meu pau nele até gozar, pegar nas minhas bolas e massagear, parar quando tava quase chegando no clímax pra voltar a bater punheta, etc. Aproveitando minhas longas bronhas, tava procurando jeito de lamber uma buceta ou como me mexer durante o sexo, foi aí que aprendi o básico pra deixar uma mulher satisfeita. Agora vamos começar com a primeira mina que eu comi.
Nenhuma das minhas colegas foi minha primeira vez; minhas colegas já é outra história, foi uma garota de 16 anos que tava no quarto ano, o nome dela era Meisi. Eu só conhecia ela de vista, porque não falava com alunos mais velhos que eu, mas já tinha reparado que ela tinha uma bunda muito boa, uma carnuda, com uns peitos puxando pra pequenos. Sempre via ela com o grupinho de amigas, e obviamente ela era a que mais se destacava. Sendo sincero, a mina era meio feinha, mas ninguém que viu ela vai negar que queria sair com ela só pra provar aquela rabuda. Isso sem contar que ela não escondia que usava tanguinhas, que com a calça de moletão apareciam pra caralho. Muitas vezes bati uma punheta pensando nela, mas nunca imaginei que fosse rolar o que rolou.
A parada é que naquele ano, toda sexta no último horário eu tinha Educação Física, e vale mencionar que minha escola era dividida em dois prédios, um pros alunos do fundamental, onde tinha uma quadra grande pra fazer aula, e o outro pros do ensino médio. E como naquele dia o professor não queria fazer nada (embora todos meus amigos soubessem que era desculpa pra ele ficar de olho nas bundas das alunas), ele deixou a gente fazer o que quisesse. As meninas sentaram pra conversar, enquanto os caras jogavam futebol. No fim da aula, a gente tinha que voltar pra sala pra ir pra casa (a saída era às 14:30). Enquanto voltava pra sala, comecei a fantasiar com as bundas tão gostosas das minhas colegas, isso me deixou muito tarado, aí me veio a ideia de bater uma punheta na sala. Era uma fantasia minha, pela adrenalina de ser pego no flagra. Então esperei uns 10 minutos até todos meus amigos irem embora, e os que perguntavam por que eu não tava indo Me alistando pra sair, eu falava que queria falar com uma mina sobre um trabalho, com essa desculpa me deixavam em paz e iam embora. Quando a sala toda foi, fechei a porta e comecei a me tocar por cima da calça, baixei ela até o chão e fiquei só de cueca, e comecei a massagear o pau de novo. Isso foi o suficiente pra deixar ele durasso, então tirei a cueca e meu pau saltou feito uma mola. Com o pau todo ereto, comecei a punheta, usando o precum que já tava saindo pra lubrificar o pau todo e sentir mais prazer. Com a mão direita batendo uma e a esquerda massageando as bolas. Foram uns 15 minutos de punheta e eu tava no paraíso, imaginando como seria meter até o fundo nas minhas colegas de sala. Eu tava tendo a punheta mais gostosa da minha vida até ouvir uns passos. Na hora, levantei a calça e fui ver quem era. Se fosse o instrutor, eu podia me ferrar porque já era tarde, mas se fosse a auxiliar do andar, não daria nada. Naquela época, eu me dava super bem com ela. Pra minha sorte, era a auxiliar, mas ela não me viu. Só percebi que ela ia passar pelo meu corredor e me mandar ir pra casa. Eu não aguentava esperar até chegar em casa pra terminar a punheta, então entrei rápido no banheiro pra gozar. No banheiro, tirei a calça completamente e fiquei só de camiseta. Depois de mais 10 minutos de punheta, e depois de ouvir a auxiliar ser chamada pra descer pro primeiro andar, fiquei na frente do espelho do banheiro pra me ver batendo uma. Isso foi realmente excitante, eu tava no paraíso de novo, mas ainda longe de gozar. Comecei a bater punheta com as duas mãos feito louco, depois de espalhar todo o precum no meu pau. Nessa hora, ouvi a voz de uma mina falando com o instrutor.
- Instrutor, vou entrar no banheiro pra me trocar e ir pra casa.
- Tá bem, mas não demora. Demorou.
Foi nesse momento que lembrei que o time de vôlei da escola ficava toda sexta-feira, que a Meisi tava nesse time, e que eu não tinha fechado a porta do banheiro. Só um segundo depois de ouvir aquelas vozes, a Meisi já tava parada na minha frente. Nunca vou esquecer a cara dela. A boca dela caiu, e ela não conseguia olhar pra outra coisa senão meu pau, duro igual de ator pornô e todo lubrificado com meu precum. A Meisi deu um gritinho que o instrutor ouviu.
Instrutor: O que foi, senhorita?
Meisi: Nada, senhor. Só que quase caí.
Instrutor: Mais cuidado, senhorita Meisi.
Eu tava mudo, só consegui falar:
Eu: Desculpa... achei que tava sozinho... não lembrei que vocês tavam aqui... Por favor, não conta pra ninguém.
Meisi: Não, não... tem... problema... Meu Deus (ela soltou um gemido que fez meu pau pular, a Meisi percebeu e começou a se tocar na buceta)... que pau tão gostoso... acho que é o maior que já vi na vida.
Nessa hora, toda minha vergonha passou e eu comecei a me masturbar devagar na frente dela.
Eu: Sério?... Ela chegou perto e falou:
Meisi: Meu Deus... tão novo e tão dotado, quantos anos você tem?
Eu: Tenho 12, ué. Acha estranho eu ter um pau bom nessa idade?
Meisi pergunta se pode tocar, e eu obviamente deixo. Ela agarra firme e cuspiu no meu pau inteiro. Viu que uma mãozinha não dava conta e começou a me punhetar com as duas mãos num ritmo incrível. Essa mina é uma puta mesmo, pensei.
Eu: Meu Deus... você é especialista em punhetar moleque? Ela riu e a gente começou a se beijar. Literalmente, tive minha primeira punheta dada por outra pessoa antes do meu primeiro beijo. Foi um beijo apaixonante. Depois de um minuto de beijo, enquanto ela continuava me punhetando com as duas mãos, comecei a meter a língua e dava pra ouvir ela gemendo dentro da minha boca. Ela tirou a mão esquerda do meu pau e começou a se tocar. Eu peguei a mão dela e fiz voltar pro meu. pau.
Eu: Eu cuido disso. Coloquei minha mão direita na virilha dela e percebi que ela estava molhadíssima. "Caralho, só de tocar na minha pau você já fica assim molhada, imagina quando eu meter", quando falei isso, ela soltou um gemido que fez sair mais porra de mim. "Vamos ver como tá essa bunda". Com a mão esquerda comecei a apalpar a bunda dela; e sim, era uma senhora bunda. Era bem carnuda e empinada, junto com uma cintura fina e umas pernudas, só faltava a cara, mas fazer o quê. Só de ver já me dava vontade de gozar, e não seria estranho, Meisi já tava há 10 minutos nessa masturbação magistral que ela tava fazendo em mim, tive que me concentrar em outras coisas pra não gozar, queria foder ela naquele momento.
Eu: Quer que eu use essa bunda pela primeira vez?
Meisi: Já não aguento mais, papai, quero que você destrua minha buceta com esse pauzão. Falei pra ela se despir, ela começou a tirar a roupa enquanto eu tirava a camisa. Quando ela tirou a calça, colocou a bunda empinada na minha direção. "Essa puta sabe como deixar um cara com tesão", pensei. Aproximei pra apalpar a bunda dela de novo.
Eu: Porra, toda essa bunda é sua? Meisi só riu e falou: "e espero que você saiba pegar uma bunda como essa". Quando ela tava completamente nua, vi pela primeira vez os peitos dela, eram pequenos mas muito gostosos, me joguei neles e comecei a chupar. Meisi passou de gemer baixinho a soltar uns gemidos que tive que fechar a porta do banheiro pra ninguém ouvir a gente. Com os peitos dela fiz o que quis, chupei, mordi, massageei com as mãos, também apertei forte, bati, etc. Nessa hora ela era toda minha. Quando larguei os peitos dela, ficamos um tempo olhando nossos corpos nus e suados, eu fiquei de olho nas pernudas dela e ela não tirava os olhos da minha pau.
Eu: Antes de você ser minha, vai ter que me mostrar como você é boa de boca. Ela entendeu na hora, se ajoelhou com uns movimentos dignos de uma atriz pornô, peguei na base da minha pica e comecei a dar lambidas desde a base até a cabeça, isso fez minha pica dar um pulo, ela só riu e começou a me olhar nos olhos com um sorrisão. A vista que eu tinha era incrível, uma garota de 16 anos estava prestes a chupar minha pica, não podia acreditar. Falei pra ela esperar um momento, peguei minha calça e tirei meu celular, perguntei se podia tirar fotos, ela disse que sim, mas que não mostrasse pra ninguém (tempo depois eu venderia as fotos que tirei pra os amigos dela por um preço bem bom). Falei pra ela posar pras fotos, ela pegou na base da minha pica e deu um sorriso, depois com as duas mãos e uma cara de surpresa, depois com uma cara de excitada do caralho, ela se colocou debaixo do meu pau e, surpreendentemente, meu pau cobria boa parte do rosto dela, tirei outra foto, ela pegou uma régua no estojo e colocou do lado do meu pau, na foto dava pra ver perfeitamente que eu media 16 cm. Depois de outras fotos, larguei meu celular e ela começou o boquete. Com os lábios dela, começou a chupar devagar minha cabeça, eu gemia baixinho (desde esses momentos percebi que as mulheres gostam que os homens gemam), juntei o cabelo dela e empurrava a cabeça dela pra ela comer mais pica, enquanto ela começava a chupar mais rápido, mais forte e a enfiar mais meu pau.
Eu: Porra… Onde você aprendeu a chupar tão gostoso? Não queria que eu comesse sua boca?
Meisi: Sim, papai, por favor. Ela tirou a boca do meu pau pra espalhar toda a saliva que tava soltando, peguei na cabeça dela e aproximei do meu pau. Quando ela já tinha engolido toda a cabeça, comecei a empurrar mais, assim ela conseguiu engolir um pouco mais da metade da minha pica, ela tava com os olhos virados, começou a se masturbar freneticamente. Nessa hora, não tava mais ligando pro bem-estar dela, só queria meu prazer, então fiz uma fodida de boca digna dos melhores atores pornô. O banheiro encheu com o som dos engasgos e com meus gemidos. Eu tava descontrolado, via a Meisi não como uma garota, mas como um objeto sexual que só servia pra me fazer gozar. Depois de 5 minutos de uma foda de boca intensa, fiz ela engolir meu pau inteiro. Ela tava chorando por causa da intensidade. Ela conseguiu engolir meus 16 cm e não deixei ela escapar por 1 minuto, enquanto ela começou a jorrar que nem uma mangueira. Com a gozada dela, molhou o chão do banheiro todo. Quando finalmente tirei meu pau da boca dela, ela deu um suspiro e começou a me masturbar freneticamente.
Eu: Que puta de merda você é, como se sente por ter engolido a pica de um moleque?
Meisi: É incrível, papai.
Eu: Ei, o que cê tá fazendo? Quer que eu goze já?
Meisi: Tô tão tesuda, quero seu leite, papai. Ela aumentou o ritmo da masturbação.
Eu: E vou te dar, mas tenho que te comer, não tô nem perto de gozar (não sei como fiz pra não gozar no primeiro minuto da foda de boca). Depois de hoje, você vai virar minha puta pessoal. Olha só pra você, um moleque de 12 anos fez você esguichar.
Meisi: Nunca tinha acontecido comigo, é tão gostoso. Quero gozar de novo, por favor me fode, não aguento mais esperar, preciso sentir seu pauzão dentro das minhas entranhas.
Eu também tava louco pra meter, mas tinha que fazer outra coisa. Peguei ela pelo cabelo e coloquei ela em cima da pia, abri as pernas dela com força e vi a buceta dela em todo o esplendor. Os lábios da buceta dela eram grossos e tava molhada pra caralho, comecei a acariciar e ela começou a gemer. Abaixei a cabeça pra começar a chupar a buceta dela, no começo só passava a língua devagar pelos lábios da buceta molhada, mas conforme ela aumentava a intensidade dos gemidos, eu também acelerei minha língua e passei a chupar a pussy freneticamente. A puta parecia que gritava em vez de gemer, mais de uma vez tive que dar um tapa nela pra parar de gemer tão alto, enquanto chupava ela, usava uma mão pra enfiar os dedos. freneticamente na buceta dela ou beliscando os biquinhos, e a outra me masturbava devagar pra não perder a ereção. Depois de um tempo, comecei a estimular o clitóris dela, esfregava com força, mordia, chupava, tudo. Meisi tava com o olhar perdido, eu tava fazendo ela sentir um prazer que ninguém nunca tinha dado.
Meisi: Mmmmm… mmmm….Meu Deus, garoto… Como você é tão bom com a língua sendo tão novo. Já vai me fazer gozar de novo.
Não passou nem 5 minutos de eu começar a chupar ela, e ela gozou na minha cara, foi uma quantidade grande, mas não tanto quanto a primeira vez. Quando vi minha cara cheia do gozo dela, mandei ela se aproximar, dei um tapa na cara dela e falei:
Eu: “De agora em diante, só eu vou poder gozar na sua cara, entendeu?”. “Sim, papai”, Meisi respondeu com uma voz de submissão e cansaço.
Eu: Tô te vendo cansada, só espero que aguente minha foda. Mandei ela se ajoelhar no chão, que já ia meter. Em um segundo, ela já tava no chão do banheiro masculino com as pernas abertas o máximo que dava. Mandei ela virar de lado (queria foder ela de conchinha, porque vi na internet que essa posição é a melhor pra não machucar). Fiquei atrás dela, peguei meu pau e comecei a brincar com a mente dela, fingia que já ia meter, só colocava a metade da cabeça quando tirava pra massagear o clitóris, isso por 1 minuto.
Meisi: Garoto filho da puta… mete logo… não aguento mais…
Não deixei ela terminar a frase e enfiei os 16 cm de pau que eu tenho, a cara dela foi de puro prazer. Outra cara que nunca vou esquecer, a primeira mina (de muitas) que fica excitada só com a primeira enfiada do meu pau. Puxei o cabelo dela, dei outro tapa e virei ela pra me olhar.
Eu: Olha aqui, puta de merda, você vai me olhar nos olhos durante toda a foda até eu gozar, ou vou embora e nunca mais vou te comer, entendeu?
Meisi: O que for pra você continuar me comendo, meu dono. Eu não tinha mandado ela me chamar de dono, mas me excitou pra caralho. que eu fizesse, dei uma palmada nela e comecei a foder.
Comecei com uma foder tranquila, com movimentos de pelvis calmos, mas bem profundos. Meisi não parava de gemer. Depois mudei pra uma foder mais rápida, no banheiro inteiro dava pra ouvir o som das minhas bolas batendo naquele rabo. A buceta dela era incrível, dava pra ver que não era virgem, mas o xereca dela apertava pra caralho, já naquela hora eu percebi que sexo era algo que eu amava e que eu mandava muito bem. Meu ritmo na foder era consistente, minha pelvis praticamente se mexia sozinha, num ritmo mais rápido do que lento. Meisi não parava de olhar nos meus olhos, dava pra ver que ela ainda queria que aquele moleque de 12 anos que ela encontrou no banheiro de calça arriada continuasse arrombando a buceta dela. Depois de 8 minutos de foder, meu pau e minhas bolas estavam fervendo, parecia que eu tava gozando a cada segundo. Aumentei meu ritmo de foder de médio-rápido pra um que foi milagre não ter estourado a buceta da minha putinha. Meisi já não tava mais nesse mundo, era como se ela só vivesse pro sexo, pro prazer, pro meu pau, ela gemia que nem uma louca, não sei como o instrutor ou a auxiliar não ouviram (depois eu descobri que eles estavam trepando na sala dos professores, achando que não tinha ninguém). Meisi e eu éramos um só, o movimento da minha pelvis, tão duro, tão rápido e tão fundo, a mão da minha putinha que não parava de esfregar o clitóris bem rápido, os gemidos dela pareciam que queriam que a vizinhança toda soubesse do nosso encontro, a cara dela que ainda me olhava sem eu segurar, as palmadas constantes que eu dava naquele rabo que já tava vermelho, ajudava na masturbação frenética dela e depois enfiava os dedos na boca dela pra chupar o líquido. Nenhum de nós dois queria que aquele momento acabasse, e, surpreendentemente, eu não tava perto de gozar, mas ela sim.
Meisi: Ahhh, moleque… Continua assim, continua asiii. Que delíciaaaa…. O que você tá fazendo comigo……não para, não para nunca, tô gozando, tô goooozandooooooo……
A gozada dela molhou o chão do banheiro inteiro de novo, dava pra ver o leite escorrendo por debaixo da porta. Queria comer ela de pé, mas ia ser perigoso pra nós dois, o chão tava todo escorregadio, aí me veio uma ideia.
Eu: Porraaa Meisi, sua buceta aperta demais, espero não ter alargado, vamos trocar de posição.
Meisi: Quêêê? Ainda não gozou? Ela falou entre suspiros, dava pra ver que tava quase desmaiando. Na hora passei minha bebida que tava na mochila e falei:
Eu: Acho que não tô nem perto de gozar, então melhor pra você, porque ainda vai poder aproveitar meu pauzão, e melhor pra mim, porque vou poder curtir mais sua buceta incrível.
A putinha terminou minha água.
Eu deitei no chão do banheiro e fiquei massageando meu pau na frente dela. Meisi me olhou com uma cara de cansaço, misturada com um prazer sem fim. Ela começou a engatinhar até meu pau, pegou na base e começou uma punhetinha leve, cuspiu nele e ficou de cócoras. Com a mão dela, guiou meu pau e foi enfiando devagar nas entranhas dela, eu tava ficando desesperado, agarrei os ombros dela e empurrei ela contra meu pau. Ela deu um grito do caralho, doeu pra caralho mesmo.
Eu: Quero testar uma parada, espero não machucar sua buceta. Dito isso, abracei ela com toda força por trás, levantei a pélvis e comecei a foder ela num ritmo na velocidade da luz. Além do som rápido das minhas bolas batendo na raba dela, tinha o barulho do meu pau esfregando na buceta molhada dela, cada vez que eu tirava era como se puxasse a rolha de uma pia pra água passar. A mistura desses sons, com os gemidos estrondosos já normais do meu brinquedo sexual, me deixou excitado como nunca antes. Naquele momento eu era uma verdadeira máquina de sexo, tava furando a buceta dela. Com tanta brutalidade que pense que com certeza ia doer por uma semana inteira. Ela já não gemia, fazia sons como se estivesse se afogando, em outros momentos eu teria percebido e perguntado se ela estava bem, mas naquele momento eu não era eu, não me importava com o bem-estar dela, só me importava com meu prazer, por isso estava comendo ela com tanta brutalidade.
Meisi: Meu Deeeus... menino... o que você tá fazendo comigo... Você vai rasgar minha buceta com esse seu pauzão... ahhh mamãe...
Eu: Quero que você grite meu nome: "Carlos" grita, vagabunda... grita
Meisi: Deeeus Carlos que gostoso que você faz... não para nuncaaaa... adoro seu pauzão. Se essa cena fosse um pornô, a gente teria ficado rico, ninguém superava a paixão que a gente tinha.
Meus gemidos começaram a ficar mais altos, eu começava a suar mais do que já estava, minhas bolas começaram a se contrair e meu pau aumentava de tamanho, estava prestes a gozar.
Desde que Meisi me viu no banheiro me masturbando, até eu estar prestes a gozar, tinha passado pelo menos 30 minutos, mas soma aí uns 25 minutos que passei me masturbando entre a sala e o banheiro, já tinha uma hora de diversão pro meu pau. "Puxa, tenho uma boa resistência", pensei. Parei na hora, Meisi perguntou por que eu parei, não quis dizer que estava chegando perto de gozar, só dei o beijo mais apaixonado de todos que trocamos naquela tarde, e pra não diminuir o prazer dela, masturbei ela rapidinho.
Ficamos assim por um minuto, ela quis pegar no meu pau, mas não deixei, minha mente estava no automático, não pensava em nada. Só precisei de um minuto pra voltar à ação. Falei pra ela agora montar, mas mostrando a bunda. Nessa posição ficamos 10 minutos, eu estava curtindo aquela visão tão pornográfica de uma bunda grande montando no seu pau, eu dava tapas na bunda dela enquanto mandava ela montar mais rápido, pra ver se assim eu gozava. Meisi pulava no meu pau com a língua pra fora mexendo a cabeça, fazendo as tetinhas dela pularem. Ela balançava pra frente e pra trás, pros lados, fazia círculos com a bacia, como se tivesse rebolando no meu pau dentro dela. Quanto mais o tempo passava, mais ela acelerava, os gemidos dela voltaram a ser gritos quando me avisou que ia gozar, nessa hora segurei a cintura dela e comecei a bombear a buceta dela até ela gozar de novo jorrando. Teve um minuto de descanso onde a gente não fez nada, era como se voltássemos à realidade de que estávamos no banheiro da nossa escola e que, se fôssemos descobertos, seríamos expulsos na hora. Esse pensamento sumiu quando falei pra gente trocar de posição, agora na frente do espelho. A gente se levantou, dei uns tapas na bunda dela, a bunda dela tava bem vermelha, fiquei atrás dela, agarrei o cabelo dela puxando com força.
Eu: Não tira o olho do espelho, quero que você veja o quão puta você é.
Meisi: Sim, papai.
Enfiei de uma vez, a buceta dela já tava acostumada, então ela não gemeu tão alto. Dessa vez não ia brincar, comecei num ritmo frenético, quase cardíaco, ela começou a gritar meu nome.
Meisi: Carlosss, que pau gostoso você tem… Carlossss… quero que você me coma todo dia.
Eu: Vou fazer isso, puta, olha a gente no espelho… não somos o casal perfeito pro sexo?, não sei como você consegue acompanhar meu ritmo, mas consegue… Você tem namorado?
Meisi: Sim, carlosss ahhhh… chama Ricardo.
Lembrei que esse tal "Ricardo" muitas vezes se juntava com meu grupo de amigos, era um cara de 1,85, realmente parecia intimidador, mas não passava de um idiota. Além disso, às vezes ele se comportava mal com meus amigos e muitas vezes dizia que queria comer as garotas da minha sala, estando com a Meisi.
Eu: ahhh… sério que você namora esse babaca? (comecei a meter mais forte) ele é gostoso? ahhh… merda… acho que não é pelas habilidades dele no sexo, pelo que você me disse.
Minha puta não queria me responder, comecei a bater na bunda dela e aumentei o ritmo das minhas penetradas. pra que ela me respondesse.
Eu: ahh…responde, puta…ahhh.
Meisi: É o filho do diretor…porra, você faz tão bem. Passa as respostas da prova em troca de eu chupar ele…ahhh porra…me dá mais…por favor…que pica gostosa você tem.
Tive uma ideia pra humilhar ela ainda mais, peguei meu celular e comecei a gravar.
Eu: Sorri, puta, pro seu namorado saber como se fode de verdade. Ela na hora baixou a cabeça, mas não adiantou nada porque eu agarrei ela pelo pescoço com o braço pra deixar o rosto dela bem visível. A cara dela tava uma verdadeira rabuda, com o cabelo suado, a cara cheia da própria baba, com marcas vermelhas das minhas tapas.
Eu: Oi, Ricardo… oohh isso. Ela sabe rebolar, hein, sua namorada… mas ela precisa de um homem com um pau de verdade, não sua miniaturinha… ahhh siiiim, que rabo gostoso… não é mesmo, Meisi?
Meisi desviou o olhar, tentando guardar o pouco de dignidade que restava, obviamente não queria responder, falava baixinho pra eu parar o vídeo enquanto continuava gemendo. Foi aí que tive outra ideia. Tirei meu braço do pescoço dela e parei de meter, tirando meu pau da buceta dela.
Meisi: Meu Deus do céu… achei que ia desmaiar… preciso de uma pausa. Ela quase caiu no chão de cansaço, quando sentiu eu enfiar dois dedos no cu dela, dando um grito de dor.
Meisi: Aaahhh, moleque, que cu você tem, tira daí por favor, ainda sou virgem do rabo.
Eu: Vai responder minha pergunta sim ou não? Comecei a enfiar e tirar os dedos.
Meisi: Por favor… deixa meu cu em paz… não tô preparada…
Tirei os dedos porque tive uma ideia melhor.
Meisi: Desculpa, moleque, mas meu cu eu quero guardar pro Ricar…
Antes dela terminar, enfiei a metade da ponta do meu pau no cu dela.
Eu: Puta do caralho, vai me responder ou seu namoradinho vai ter que ver a namorada sendo comida de cu?
Meisi: Carlossss… ahhhhh… por favor… não aguento mais… você vai me partir… Como ela não respondeu… Tentei enfiar toda a ponta.
Meisi: Meu Deus… como fui parar aqui… um moleque tá me arrombando o cu…
Como ela continuava sem me responder, enfiei toda a ponta e um pouco do tronco do meu pau.
Meisi: Ahhh… ok… garoto… tá bom… o que você quer que eu diga?
Eu: Olha pra câmera e fala pro Ricardo que eu vou ser seu novo dono.
Tirei meu pau do cu dela e enfiei na buceta dela, começando a bombar com tudo.
Meisi: Ricardo… ahhh… meu amor… eu te amo… mas… Deus… que pau gostoso que esse moleque tem… nada a ver com a sua pequenez… ahhh… desse jeito vou virar uma puta… transar é tão bom… sou a puta dele… só vivo pro pau dele… me dá mais… me dá mais… sou sua cadela… ahhhhh… tô gozando… tô gozando no seu pauzão… ahhhhhh…
Eu: Muito bem feito, puta (parei a gravação, larguei meu celular e tirei meu pau)… bom… que posição você quer agora?
Meisi: Carlos… você nunca cansa?
Eu: Posso passar a tarde toda te comendo, mas já temos que terminar…
Meisi: É verdade… eu também queria que isso nunca acabasse, mas também tenho que ir, meus pais vão começar a desconfiar… sempre quis ser comida de quatro… então…
Sem deixar ela terminar a frase, peguei ela pelo cabelo e coloquei de quatro.
Meisi: aiii papai… me trata como uma puta… é isso que eu sou
Antes de comer ela, lambi um pouco a buceta dela, que tava vermelha viva… e muito sensível, então peguei ela pela cintura e fui enfiando meu pau devagar.
Meisi: Santo Deus papai… uhm… só a ponta já é tão bom…
Eu enfiava a cabeça, tirava e dava uma lambida, assim por um minuto.
Meisi: Carlos… me fode logo pelo amor de Deus… eu preciso…
Eu: Ok, do seu jeito.
Enfiei de uma vez, a sensação das entranhas dela apertando meu pau não me cansava, cada vez que eu enfiava era melhor. Comecei num ritmo médio, ela já não gritava mais, só gemia baixinho. O som das minhas bolas batendo era meu afrodisíaco, era o que me dava vontade de continuar, mesmo eu já estando muito Cansado, soma isso à visão do meu pau entrando na buceta dela, com aquela raba quicando. A Meisi ficou de quatro, com a cara no chão. Ela continuava gemendo meu nome e dizia pra eu não parar, eu queria testar uma coisa. Diminuí um pouco o ritmo, vi a Meisi aproximar a bunda do meu pau, continuei diminuindo até o ponto em que eu não me mexia mais, agora era ela quem enfiava meu pau.
Eu: Que puta que você é, Meisi, agora mexe essa raba do seu jeito.
Meisi: ahhh papai… pra você ver como eu sei rebolar, e pelo jeito que você tá me olhando, tô mandando bem.
Eu soltava uns gemidos baixinhos a cada sentada da bunda dela, era como estar no paraíso do sexo. Nesse ritmo, eu ia gozar.
Eu: Ahhh… Meisi…. que raba gostosa você tem…. onde aprendeu a rebolar tão bem?
Meisi: ahhh… vou com minha mãe pra umas aulas de dança… Meu Deus, Carlos… seu pau tá me rasgando…… o professor de dança só faz a gente mexer a bunda.
Eu: Não culpo ele, essa raba é pra ser admirada. E sua mãe, é tão puta quanto você?
Meisi: Ahh ahhh sim sim papai… cê quer comer minha mamãe?
Eu: Talvez, puta.
Meisi: Ayy… ahh… só pra você saber, minha mãe tá em outro nível, nem se você tentar vai conseguir comer ela.
Eu: Ahh…Ahh…. A gente vai ver, puta, pelo menos me diz como é a puta da sua mãe...Aii deus.
Meisi: Minha mãe tem uma rabuda… ai papaiii… me dá mais….
Comecei a comer ela mais rápido.
Eu: E com mais razão ainda vou comer ela… e os peitos dela, como são?
Meisi: Ai…deus…Carlos….essa puta tem umas tetonas, seu pau sumiria nos melões dela (quanto mais ela descrevia o corpo da mãe, mais eu aumentava a intensidade da foda) ayyy…Carlos….pela grande puta…cê fica com tesão na minha mãe…..
Eu: Só com o que você me fala, eu daria tudo pra transformar ela na minha puta.
Meisi: Sendo sincera, se minha mãe reparar no seu pau, cê já pega ela nua e toda sua.
(A cada coisa que ela contava da mãe, eu metia mais forte, e ela gemia mais)
Eu: Já tô imaginando um menage entre ela e você, minhas duas vadias, mãe e filha, deixa ela chupar sua buceta enquanto eu meto no cu dela.
Meisi: ayy papiii…. Não consigo fazer isso… é minha mãe…
No momento em que ela disse isso, peguei meu celular de novo, agarrei ela pela bunda e aumentei o ritmo pra algo frenético
- Como assim, sua puta…. não te excita pensar na sua mãe te chupando enquanto eu meto por trás…
- Carlosss…papiiii….ela é minha mãe..ahhh
- Mas você não ia gostar de chupar a buceta dela, morder o clitóris, comer aquele rabão, brincar com os peitões dela, fazer uma tesoura enquanto eu gozo na cara de vocês? Vamos, puta, eu sei que você quer, sua incestuosa do caralho.
Nessa altura, já sentia que ia gozar logo, mas primeiro tinha que humilhar ela uma última vez.
- Você não ia querer engolir a gozada dela, dedar ela até ela gozar na sua cara, transar até desmaiar nos braços dela? (minhas estocadas não paravam e a bunda dela não parava de se mexer pra frente e pra trás e de levar tapas, enquanto ela não parava de gritar)
- Vamos, minha puta, assume logo, você quer comer sua mãe, quer beijar ela, apalpar a bunda dela, chupar os peitos dela, admite.
- Papiiiii…..ahhhh….chega……vou gozar.
Dei meu último aumento de ritmo na foda
- Admite, sua cadelaaaa…
- Quero comer minha mãeeee…quero que você coma a gente……Carlos, vou gozaaaaaar…..ahhhhh
A sensação do último squirt dela foi o suficiente pra chegar no ponto sem volta.
- Eu também, Meisiiiii…
Tirei meu pau, virei ela, aproximei a cara dela do meu pau.
- Meisiiii, me masturbaaaaa
Ela pegou meu pau com as duas mãos, minhas bolas se contraíam, a cabeça aumentava de tamanho, ela colocou a língua pra fora. Soltei um grito que ecoou pelo banheiro todo. Aquela puta fez eu ter a gozada mais brutal que já tive, 7 jatos de porra caíram ao redor da cara dela, um ou outro caiu direto na boca dela, os outros se espalharam por toda a cara dela, não tinha espaço no rosto dela que não tivesse um pouco do meu gozo, além desses 7 jatos grandes, soltei uns menores que cobriram os peitos dela. Eu não parava de exalando como podia, ela também. Peguei meu pau pela base e fiquei batendo na cara dela pra sair as últimas gotas, enquanto dizia:
— Agora você é oficialmente minha putinha.
— Ai, papai, que carga enorme que tirei de você.
— Com essa raba que você tem, é difícil não ficar tão excitado, vamos, limpa a cabeça do meu pau.
Ela cobriu a cabeça na hora com a boca, chupando devagar, enquanto dava uns gemidinhos, e passava os dedos na porra do rosto dela pra lamber.
— Ai, papai, seu leite é tão gostoso, falou isso e começou a chupar a cabeça com mais força.
— Meu Deus, Meisi, você tá toda cheia da minha porra, deixa eu tirar umas fotos suas.
Peguei meu celular e mandei a Meisi posar, tirei 4 fotos.
— Meu Deus, papai, mesmo depois dessa gozada enorme seu pau ainda tá duro, ainda quer provar da minha raba, né?
Dando um tapa na bunda dela, falei:
— Parece que você também quer, olha como você tá molhada, espero que esteja pronta pro segundo round.
Uma voz ecoou por toda a escola:
— Alunas, por favor, peguem suas coisas e vão embora, já vamos fechar.
Apressado, olhei pro celular e vi que eram 4 da tarde, e lembrei que nesse horário o time de vôlei terminava o treino.
— Sua putinha, Meisi, olha a hora, a gente tem que vazar.
Rapidamente me levantei e comecei a me vestir, demorei um pouco pra colocar a calça por causa da minha ereção que não baixava. Me vesti mais rápido que a Meisi porque a vadiazinha começou a engolir todo o meu leite pra não deixar suspeitas. Enquanto isso, eu admirava aquela raba que eu tinha comido. Quando vi ela pegando o sutiã e a calcinha, tive uma última ideia pra humilhar ela.
— Não tão rápido, putinha, isso vai ficar comigo, como lembrança de quão vadia você é.
— Ai, Carlos, que porco você é, quando a gente vai repetir?
— De agora em diante, vou te mandar mensagem a qualquer hora do dia, quando eu mandar, você vai ter que sair da sua sala e vir pra esse banheiro me chupar, entendeu?
Falava isso enquanto segurava o rosto dela com força e aproximava ela de mim. mim.
—Sim, papai, tudo pra ter seu pau dentro de mim de novo.
—Assim que eu gosto, putinha, agora se veste.
Meisi se vestiu o mais rápido que pôde, eu fui pro meu salão pegar minha mochila. Quando voltei pro banheiro, ela tava como se nada tivesse acontecido, tinha prendido o cabelo e colocado a mochila no ombro. Dava pra ver o mamilo dela durinho, mas não falei nada. Descemos e fomos em direção à porta principal, torcendo pra não encontrar a auxiliar, mas não tivemos tanta sorte.
—Alunos, posso saber onde vocês estavam?
—Desculpa, miss, eu dormi no salão, não consegui pregar o olho a noite toda.
Essa desculpa veio na hora.
—E a senhorita Meisi? Faz mais de uma hora que suas colegas tão esperando você pra treinar. Além disso, o Ricardo queria falar com você.
—Mil desculpas, miss, tava com uma dor de cabeça horrível e fui descansar no meu salão, e infelizmente acabei dormindo. Não vai se repetir.
—Então os dois dormiram, que estranho.
A miss começou a olhar pra Meisi, e pela cara que fez, dava pra ver que notou os mamilos dela meio durinhos. Rapidamente tive que encerrar a conversa.
—Bom, miss, ainda tô cansado e já é tarde. Bom fim de semana.
Nos despedimos da auxiliar e saímos, enquanto ela ficou na porta. Quando já tínhamos andado um pouco, dei uma olhada na bunda gostosa da Meisi, agarrei uma nádega e ela deu um pulo de susto.
—Aii, Carlos, aqui em público não.
Agarrei a outra nádega, apertando bem forte.
—Só a auxiliar tá nos vendo, não vai acontecer nada se só uma pessoa souber que você é minha putinha.
Dito isso, dei um beijo de língua nela que a fez gemer na minha boca, enquanto amassava a bunda dela com as duas mãos com força. Deixei ela agarrar a minha bunda. E lá estávamos nós dois, nos beijando e nos apalpando na frente da auxiliar, que tava de boca aberta, sem acreditar no que tava vendo. Quando terminei de beijar ela, Meisi disse:
—Meu Deus, que beijo tão gostoso. tesão, fiquei toda excitada só com isso.
- Hoje te dei a melhor foda e o melhor beijo, que bem que vamos nos divertir.
Antes de voltar a andar, virei e olhei pra minha auxiliar, ela percebeu e se animou, só cheguei a piscar o olho pra ela. Depois disso, e com a mão na bunda dela, voltei a andar com a Meisi.
Depois de um tempo, nos separamos pra ir pra casa, eu não demorei muito porque minha casa ficava a três quarteirões da escola. Assim que entrei em casa, me despi completamente e peguei o sutiã e a calcinha da Meisi que tinha guardado na minha mochila. Subi pro meu quarto e comecei a me masturbar, no início batia uma lentamente, subindo e descendo devagar o prepúcio pra tirar as primeiras gotas de pré-gozo, que espalhei por todo o meu pau e usei como lubrificante. Aumentei o ritmo, com uma mão me masturbava e com a outra cheirava a calcinha da Meisi. Fiquei assim por meia hora, quando mudei de cômodo, troquei a calcinha pelo sutiã dela, até me atrevi a bater uma na frente de uma janela que dava pra rua, a sensação de que alguém podia me ver fazendo uma punheta frenética me excitava ainda mais do que já estava. Quando chegou a hora de gozar, apontei meu pau pro sutiã e pra calcinha, espalhei o pré-gozo de novo e comecei a me masturbar como um louco. Seis porradas de leite saíram do meu pau, encharcando a roupa íntima da Meisi. Com a visão que tinha, peguei meu celular e tirei uma foto da obra de arte que tinha feito, tirei uma foto de um jeito que aparecia meu pau ainda duro e o sutiã e a calcinha cheios de porra. Procurei o perfil da Meisi pra mandar solicitação, e antes dela aceitar, mandei a foto com essa mensagem:
- Isso é o que você provoca em mim, putinha.
Depois de mandar a mensagem, lavei a roupa íntima e escondi pra meus pais não acharem, vesti minha roupa de casa e deitei na cama pensando em tudo que passei e tudo que viria, com esses pensamentos acabei dormindo.
Todos os nomes foram trocados, menos o meu.
Fala aí, galera, me chamo Carlos e tenho 18 anos. Como vocês viram no título do relato, essa vai ser a primeira parte de várias onde vou contar minhas várias transas com as mulheres mais safadas da minha cidade. Tudo começou quando eu tinha 12 anos, tava no primeiro ano do ensino médio e era um moleque igual aos outros, não passava de 1,62 de altura e era magrelo, não me destacava em nada. Mas no que eu era diferente e tinha orgulho era no meu pau, que já tinha um tamanho considerável, uns 16 centímetros naquela época. Mas o que mais chamava atenção era a grossura que ele tinha. Como todo adolescente, eu batia muita punheta, umas 3 por dia no mínimo, mas já nessa época eu notava umas paradas no meu pau; tipo a grossura e o tamanho das minhas bolas, que já eram bem grandes, e o mais importante é que eu demorava pra caralho me masturbando. Conseguia passar mais de 20 minutos batendo uma e não gozava, nem se eu me masturbasse igual um louco conseguia gozar em menos tempo, mas quando finalmente chegava no orgasmo, soltava no mínimo 4 jatos grandes, longos e grossos de porra e mais umas gotinhas. Até eu ficava surpreso com a quantidade de leite que eu conseguia soltar. Por sorte, meus pais chegavam do trabalho às 7 da noite, e como sou filho único, não me preocupava com ninguém me pegando com a pica na mão, então passava o dia pelado, e quando queria bater uma, fazia em qualquer lugar que tivesse, sem me importar. Já fiz no banheiro, na cozinha, no meu quarto ou no dos meus pais, no quintal, na garagem, etc. Já nessa idade eu tinha meus jeitos de me masturbar pra sentir mais prazer, tipo usar um travesseiro e esfregar meu pau nele até gozar, pegar nas minhas bolas e massagear, parar quando tava quase chegando no clímax pra voltar a bater punheta, etc. Aproveitando minhas longas bronhas, tava procurando jeito de lamber uma buceta ou como me mexer durante o sexo, foi aí que aprendi o básico pra deixar uma mulher satisfeita. Agora vamos começar com a primeira mina que eu comi.
Nenhuma das minhas colegas foi minha primeira vez; minhas colegas já é outra história, foi uma garota de 16 anos que tava no quarto ano, o nome dela era Meisi. Eu só conhecia ela de vista, porque não falava com alunos mais velhos que eu, mas já tinha reparado que ela tinha uma bunda muito boa, uma carnuda, com uns peitos puxando pra pequenos. Sempre via ela com o grupinho de amigas, e obviamente ela era a que mais se destacava. Sendo sincero, a mina era meio feinha, mas ninguém que viu ela vai negar que queria sair com ela só pra provar aquela rabuda. Isso sem contar que ela não escondia que usava tanguinhas, que com a calça de moletão apareciam pra caralho. Muitas vezes bati uma punheta pensando nela, mas nunca imaginei que fosse rolar o que rolou.
A parada é que naquele ano, toda sexta no último horário eu tinha Educação Física, e vale mencionar que minha escola era dividida em dois prédios, um pros alunos do fundamental, onde tinha uma quadra grande pra fazer aula, e o outro pros do ensino médio. E como naquele dia o professor não queria fazer nada (embora todos meus amigos soubessem que era desculpa pra ele ficar de olho nas bundas das alunas), ele deixou a gente fazer o que quisesse. As meninas sentaram pra conversar, enquanto os caras jogavam futebol. No fim da aula, a gente tinha que voltar pra sala pra ir pra casa (a saída era às 14:30). Enquanto voltava pra sala, comecei a fantasiar com as bundas tão gostosas das minhas colegas, isso me deixou muito tarado, aí me veio a ideia de bater uma punheta na sala. Era uma fantasia minha, pela adrenalina de ser pego no flagra. Então esperei uns 10 minutos até todos meus amigos irem embora, e os que perguntavam por que eu não tava indo Me alistando pra sair, eu falava que queria falar com uma mina sobre um trabalho, com essa desculpa me deixavam em paz e iam embora. Quando a sala toda foi, fechei a porta e comecei a me tocar por cima da calça, baixei ela até o chão e fiquei só de cueca, e comecei a massagear o pau de novo. Isso foi o suficiente pra deixar ele durasso, então tirei a cueca e meu pau saltou feito uma mola. Com o pau todo ereto, comecei a punheta, usando o precum que já tava saindo pra lubrificar o pau todo e sentir mais prazer. Com a mão direita batendo uma e a esquerda massageando as bolas. Foram uns 15 minutos de punheta e eu tava no paraíso, imaginando como seria meter até o fundo nas minhas colegas de sala. Eu tava tendo a punheta mais gostosa da minha vida até ouvir uns passos. Na hora, levantei a calça e fui ver quem era. Se fosse o instrutor, eu podia me ferrar porque já era tarde, mas se fosse a auxiliar do andar, não daria nada. Naquela época, eu me dava super bem com ela. Pra minha sorte, era a auxiliar, mas ela não me viu. Só percebi que ela ia passar pelo meu corredor e me mandar ir pra casa. Eu não aguentava esperar até chegar em casa pra terminar a punheta, então entrei rápido no banheiro pra gozar. No banheiro, tirei a calça completamente e fiquei só de camiseta. Depois de mais 10 minutos de punheta, e depois de ouvir a auxiliar ser chamada pra descer pro primeiro andar, fiquei na frente do espelho do banheiro pra me ver batendo uma. Isso foi realmente excitante, eu tava no paraíso de novo, mas ainda longe de gozar. Comecei a bater punheta com as duas mãos feito louco, depois de espalhar todo o precum no meu pau. Nessa hora, ouvi a voz de uma mina falando com o instrutor.
- Instrutor, vou entrar no banheiro pra me trocar e ir pra casa.
- Tá bem, mas não demora. Demorou.
Foi nesse momento que lembrei que o time de vôlei da escola ficava toda sexta-feira, que a Meisi tava nesse time, e que eu não tinha fechado a porta do banheiro. Só um segundo depois de ouvir aquelas vozes, a Meisi já tava parada na minha frente. Nunca vou esquecer a cara dela. A boca dela caiu, e ela não conseguia olhar pra outra coisa senão meu pau, duro igual de ator pornô e todo lubrificado com meu precum. A Meisi deu um gritinho que o instrutor ouviu.
Instrutor: O que foi, senhorita?
Meisi: Nada, senhor. Só que quase caí.
Instrutor: Mais cuidado, senhorita Meisi.
Eu tava mudo, só consegui falar:
Eu: Desculpa... achei que tava sozinho... não lembrei que vocês tavam aqui... Por favor, não conta pra ninguém.
Meisi: Não, não... tem... problema... Meu Deus (ela soltou um gemido que fez meu pau pular, a Meisi percebeu e começou a se tocar na buceta)... que pau tão gostoso... acho que é o maior que já vi na vida.
Nessa hora, toda minha vergonha passou e eu comecei a me masturbar devagar na frente dela.
Eu: Sério?... Ela chegou perto e falou:
Meisi: Meu Deus... tão novo e tão dotado, quantos anos você tem?
Eu: Tenho 12, ué. Acha estranho eu ter um pau bom nessa idade?
Meisi pergunta se pode tocar, e eu obviamente deixo. Ela agarra firme e cuspiu no meu pau inteiro. Viu que uma mãozinha não dava conta e começou a me punhetar com as duas mãos num ritmo incrível. Essa mina é uma puta mesmo, pensei.
Eu: Meu Deus... você é especialista em punhetar moleque? Ela riu e a gente começou a se beijar. Literalmente, tive minha primeira punheta dada por outra pessoa antes do meu primeiro beijo. Foi um beijo apaixonante. Depois de um minuto de beijo, enquanto ela continuava me punhetando com as duas mãos, comecei a meter a língua e dava pra ouvir ela gemendo dentro da minha boca. Ela tirou a mão esquerda do meu pau e começou a se tocar. Eu peguei a mão dela e fiz voltar pro meu. pau.
Eu: Eu cuido disso. Coloquei minha mão direita na virilha dela e percebi que ela estava molhadíssima. "Caralho, só de tocar na minha pau você já fica assim molhada, imagina quando eu meter", quando falei isso, ela soltou um gemido que fez sair mais porra de mim. "Vamos ver como tá essa bunda". Com a mão esquerda comecei a apalpar a bunda dela; e sim, era uma senhora bunda. Era bem carnuda e empinada, junto com uma cintura fina e umas pernudas, só faltava a cara, mas fazer o quê. Só de ver já me dava vontade de gozar, e não seria estranho, Meisi já tava há 10 minutos nessa masturbação magistral que ela tava fazendo em mim, tive que me concentrar em outras coisas pra não gozar, queria foder ela naquele momento.
Eu: Quer que eu use essa bunda pela primeira vez?
Meisi: Já não aguento mais, papai, quero que você destrua minha buceta com esse pauzão. Falei pra ela se despir, ela começou a tirar a roupa enquanto eu tirava a camisa. Quando ela tirou a calça, colocou a bunda empinada na minha direção. "Essa puta sabe como deixar um cara com tesão", pensei. Aproximei pra apalpar a bunda dela de novo.
Eu: Porra, toda essa bunda é sua? Meisi só riu e falou: "e espero que você saiba pegar uma bunda como essa". Quando ela tava completamente nua, vi pela primeira vez os peitos dela, eram pequenos mas muito gostosos, me joguei neles e comecei a chupar. Meisi passou de gemer baixinho a soltar uns gemidos que tive que fechar a porta do banheiro pra ninguém ouvir a gente. Com os peitos dela fiz o que quis, chupei, mordi, massageei com as mãos, também apertei forte, bati, etc. Nessa hora ela era toda minha. Quando larguei os peitos dela, ficamos um tempo olhando nossos corpos nus e suados, eu fiquei de olho nas pernudas dela e ela não tirava os olhos da minha pau.
Eu: Antes de você ser minha, vai ter que me mostrar como você é boa de boca. Ela entendeu na hora, se ajoelhou com uns movimentos dignos de uma atriz pornô, peguei na base da minha pica e comecei a dar lambidas desde a base até a cabeça, isso fez minha pica dar um pulo, ela só riu e começou a me olhar nos olhos com um sorrisão. A vista que eu tinha era incrível, uma garota de 16 anos estava prestes a chupar minha pica, não podia acreditar. Falei pra ela esperar um momento, peguei minha calça e tirei meu celular, perguntei se podia tirar fotos, ela disse que sim, mas que não mostrasse pra ninguém (tempo depois eu venderia as fotos que tirei pra os amigos dela por um preço bem bom). Falei pra ela posar pras fotos, ela pegou na base da minha pica e deu um sorriso, depois com as duas mãos e uma cara de surpresa, depois com uma cara de excitada do caralho, ela se colocou debaixo do meu pau e, surpreendentemente, meu pau cobria boa parte do rosto dela, tirei outra foto, ela pegou uma régua no estojo e colocou do lado do meu pau, na foto dava pra ver perfeitamente que eu media 16 cm. Depois de outras fotos, larguei meu celular e ela começou o boquete. Com os lábios dela, começou a chupar devagar minha cabeça, eu gemia baixinho (desde esses momentos percebi que as mulheres gostam que os homens gemam), juntei o cabelo dela e empurrava a cabeça dela pra ela comer mais pica, enquanto ela começava a chupar mais rápido, mais forte e a enfiar mais meu pau.
Eu: Porra… Onde você aprendeu a chupar tão gostoso? Não queria que eu comesse sua boca?
Meisi: Sim, papai, por favor. Ela tirou a boca do meu pau pra espalhar toda a saliva que tava soltando, peguei na cabeça dela e aproximei do meu pau. Quando ela já tinha engolido toda a cabeça, comecei a empurrar mais, assim ela conseguiu engolir um pouco mais da metade da minha pica, ela tava com os olhos virados, começou a se masturbar freneticamente. Nessa hora, não tava mais ligando pro bem-estar dela, só queria meu prazer, então fiz uma fodida de boca digna dos melhores atores pornô. O banheiro encheu com o som dos engasgos e com meus gemidos. Eu tava descontrolado, via a Meisi não como uma garota, mas como um objeto sexual que só servia pra me fazer gozar. Depois de 5 minutos de uma foda de boca intensa, fiz ela engolir meu pau inteiro. Ela tava chorando por causa da intensidade. Ela conseguiu engolir meus 16 cm e não deixei ela escapar por 1 minuto, enquanto ela começou a jorrar que nem uma mangueira. Com a gozada dela, molhou o chão do banheiro todo. Quando finalmente tirei meu pau da boca dela, ela deu um suspiro e começou a me masturbar freneticamente.
Eu: Que puta de merda você é, como se sente por ter engolido a pica de um moleque?
Meisi: É incrível, papai.
Eu: Ei, o que cê tá fazendo? Quer que eu goze já?
Meisi: Tô tão tesuda, quero seu leite, papai. Ela aumentou o ritmo da masturbação.
Eu: E vou te dar, mas tenho que te comer, não tô nem perto de gozar (não sei como fiz pra não gozar no primeiro minuto da foda de boca). Depois de hoje, você vai virar minha puta pessoal. Olha só pra você, um moleque de 12 anos fez você esguichar.
Meisi: Nunca tinha acontecido comigo, é tão gostoso. Quero gozar de novo, por favor me fode, não aguento mais esperar, preciso sentir seu pauzão dentro das minhas entranhas.
Eu também tava louco pra meter, mas tinha que fazer outra coisa. Peguei ela pelo cabelo e coloquei ela em cima da pia, abri as pernas dela com força e vi a buceta dela em todo o esplendor. Os lábios da buceta dela eram grossos e tava molhada pra caralho, comecei a acariciar e ela começou a gemer. Abaixei a cabeça pra começar a chupar a buceta dela, no começo só passava a língua devagar pelos lábios da buceta molhada, mas conforme ela aumentava a intensidade dos gemidos, eu também acelerei minha língua e passei a chupar a pussy freneticamente. A puta parecia que gritava em vez de gemer, mais de uma vez tive que dar um tapa nela pra parar de gemer tão alto, enquanto chupava ela, usava uma mão pra enfiar os dedos. freneticamente na buceta dela ou beliscando os biquinhos, e a outra me masturbava devagar pra não perder a ereção. Depois de um tempo, comecei a estimular o clitóris dela, esfregava com força, mordia, chupava, tudo. Meisi tava com o olhar perdido, eu tava fazendo ela sentir um prazer que ninguém nunca tinha dado.
Meisi: Mmmmm… mmmm….Meu Deus, garoto… Como você é tão bom com a língua sendo tão novo. Já vai me fazer gozar de novo.
Não passou nem 5 minutos de eu começar a chupar ela, e ela gozou na minha cara, foi uma quantidade grande, mas não tanto quanto a primeira vez. Quando vi minha cara cheia do gozo dela, mandei ela se aproximar, dei um tapa na cara dela e falei:
Eu: “De agora em diante, só eu vou poder gozar na sua cara, entendeu?”. “Sim, papai”, Meisi respondeu com uma voz de submissão e cansaço.
Eu: Tô te vendo cansada, só espero que aguente minha foda. Mandei ela se ajoelhar no chão, que já ia meter. Em um segundo, ela já tava no chão do banheiro masculino com as pernas abertas o máximo que dava. Mandei ela virar de lado (queria foder ela de conchinha, porque vi na internet que essa posição é a melhor pra não machucar). Fiquei atrás dela, peguei meu pau e comecei a brincar com a mente dela, fingia que já ia meter, só colocava a metade da cabeça quando tirava pra massagear o clitóris, isso por 1 minuto.
Meisi: Garoto filho da puta… mete logo… não aguento mais…
Não deixei ela terminar a frase e enfiei os 16 cm de pau que eu tenho, a cara dela foi de puro prazer. Outra cara que nunca vou esquecer, a primeira mina (de muitas) que fica excitada só com a primeira enfiada do meu pau. Puxei o cabelo dela, dei outro tapa e virei ela pra me olhar.
Eu: Olha aqui, puta de merda, você vai me olhar nos olhos durante toda a foda até eu gozar, ou vou embora e nunca mais vou te comer, entendeu?
Meisi: O que for pra você continuar me comendo, meu dono. Eu não tinha mandado ela me chamar de dono, mas me excitou pra caralho. que eu fizesse, dei uma palmada nela e comecei a foder.
Comecei com uma foder tranquila, com movimentos de pelvis calmos, mas bem profundos. Meisi não parava de gemer. Depois mudei pra uma foder mais rápida, no banheiro inteiro dava pra ouvir o som das minhas bolas batendo naquele rabo. A buceta dela era incrível, dava pra ver que não era virgem, mas o xereca dela apertava pra caralho, já naquela hora eu percebi que sexo era algo que eu amava e que eu mandava muito bem. Meu ritmo na foder era consistente, minha pelvis praticamente se mexia sozinha, num ritmo mais rápido do que lento. Meisi não parava de olhar nos meus olhos, dava pra ver que ela ainda queria que aquele moleque de 12 anos que ela encontrou no banheiro de calça arriada continuasse arrombando a buceta dela. Depois de 8 minutos de foder, meu pau e minhas bolas estavam fervendo, parecia que eu tava gozando a cada segundo. Aumentei meu ritmo de foder de médio-rápido pra um que foi milagre não ter estourado a buceta da minha putinha. Meisi já não tava mais nesse mundo, era como se ela só vivesse pro sexo, pro prazer, pro meu pau, ela gemia que nem uma louca, não sei como o instrutor ou a auxiliar não ouviram (depois eu descobri que eles estavam trepando na sala dos professores, achando que não tinha ninguém). Meisi e eu éramos um só, o movimento da minha pelvis, tão duro, tão rápido e tão fundo, a mão da minha putinha que não parava de esfregar o clitóris bem rápido, os gemidos dela pareciam que queriam que a vizinhança toda soubesse do nosso encontro, a cara dela que ainda me olhava sem eu segurar, as palmadas constantes que eu dava naquele rabo que já tava vermelho, ajudava na masturbação frenética dela e depois enfiava os dedos na boca dela pra chupar o líquido. Nenhum de nós dois queria que aquele momento acabasse, e, surpreendentemente, eu não tava perto de gozar, mas ela sim.
Meisi: Ahhh, moleque… Continua assim, continua asiii. Que delíciaaaa…. O que você tá fazendo comigo……não para, não para nunca, tô gozando, tô goooozandooooooo……
A gozada dela molhou o chão do banheiro inteiro de novo, dava pra ver o leite escorrendo por debaixo da porta. Queria comer ela de pé, mas ia ser perigoso pra nós dois, o chão tava todo escorregadio, aí me veio uma ideia.
Eu: Porraaa Meisi, sua buceta aperta demais, espero não ter alargado, vamos trocar de posição.
Meisi: Quêêê? Ainda não gozou? Ela falou entre suspiros, dava pra ver que tava quase desmaiando. Na hora passei minha bebida que tava na mochila e falei:
Eu: Acho que não tô nem perto de gozar, então melhor pra você, porque ainda vai poder aproveitar meu pauzão, e melhor pra mim, porque vou poder curtir mais sua buceta incrível.
A putinha terminou minha água.
Eu deitei no chão do banheiro e fiquei massageando meu pau na frente dela. Meisi me olhou com uma cara de cansaço, misturada com um prazer sem fim. Ela começou a engatinhar até meu pau, pegou na base e começou uma punhetinha leve, cuspiu nele e ficou de cócoras. Com a mão dela, guiou meu pau e foi enfiando devagar nas entranhas dela, eu tava ficando desesperado, agarrei os ombros dela e empurrei ela contra meu pau. Ela deu um grito do caralho, doeu pra caralho mesmo.
Eu: Quero testar uma parada, espero não machucar sua buceta. Dito isso, abracei ela com toda força por trás, levantei a pélvis e comecei a foder ela num ritmo na velocidade da luz. Além do som rápido das minhas bolas batendo na raba dela, tinha o barulho do meu pau esfregando na buceta molhada dela, cada vez que eu tirava era como se puxasse a rolha de uma pia pra água passar. A mistura desses sons, com os gemidos estrondosos já normais do meu brinquedo sexual, me deixou excitado como nunca antes. Naquele momento eu era uma verdadeira máquina de sexo, tava furando a buceta dela. Com tanta brutalidade que pense que com certeza ia doer por uma semana inteira. Ela já não gemia, fazia sons como se estivesse se afogando, em outros momentos eu teria percebido e perguntado se ela estava bem, mas naquele momento eu não era eu, não me importava com o bem-estar dela, só me importava com meu prazer, por isso estava comendo ela com tanta brutalidade.
Meisi: Meu Deeeus... menino... o que você tá fazendo comigo... Você vai rasgar minha buceta com esse seu pauzão... ahhh mamãe...
Eu: Quero que você grite meu nome: "Carlos" grita, vagabunda... grita
Meisi: Deeeus Carlos que gostoso que você faz... não para nuncaaaa... adoro seu pauzão. Se essa cena fosse um pornô, a gente teria ficado rico, ninguém superava a paixão que a gente tinha.
Meus gemidos começaram a ficar mais altos, eu começava a suar mais do que já estava, minhas bolas começaram a se contrair e meu pau aumentava de tamanho, estava prestes a gozar.
Desde que Meisi me viu no banheiro me masturbando, até eu estar prestes a gozar, tinha passado pelo menos 30 minutos, mas soma aí uns 25 minutos que passei me masturbando entre a sala e o banheiro, já tinha uma hora de diversão pro meu pau. "Puxa, tenho uma boa resistência", pensei. Parei na hora, Meisi perguntou por que eu parei, não quis dizer que estava chegando perto de gozar, só dei o beijo mais apaixonado de todos que trocamos naquela tarde, e pra não diminuir o prazer dela, masturbei ela rapidinho.
Ficamos assim por um minuto, ela quis pegar no meu pau, mas não deixei, minha mente estava no automático, não pensava em nada. Só precisei de um minuto pra voltar à ação. Falei pra ela agora montar, mas mostrando a bunda. Nessa posição ficamos 10 minutos, eu estava curtindo aquela visão tão pornográfica de uma bunda grande montando no seu pau, eu dava tapas na bunda dela enquanto mandava ela montar mais rápido, pra ver se assim eu gozava. Meisi pulava no meu pau com a língua pra fora mexendo a cabeça, fazendo as tetinhas dela pularem. Ela balançava pra frente e pra trás, pros lados, fazia círculos com a bacia, como se tivesse rebolando no meu pau dentro dela. Quanto mais o tempo passava, mais ela acelerava, os gemidos dela voltaram a ser gritos quando me avisou que ia gozar, nessa hora segurei a cintura dela e comecei a bombear a buceta dela até ela gozar de novo jorrando. Teve um minuto de descanso onde a gente não fez nada, era como se voltássemos à realidade de que estávamos no banheiro da nossa escola e que, se fôssemos descobertos, seríamos expulsos na hora. Esse pensamento sumiu quando falei pra gente trocar de posição, agora na frente do espelho. A gente se levantou, dei uns tapas na bunda dela, a bunda dela tava bem vermelha, fiquei atrás dela, agarrei o cabelo dela puxando com força.
Eu: Não tira o olho do espelho, quero que você veja o quão puta você é.
Meisi: Sim, papai.
Enfiei de uma vez, a buceta dela já tava acostumada, então ela não gemeu tão alto. Dessa vez não ia brincar, comecei num ritmo frenético, quase cardíaco, ela começou a gritar meu nome.
Meisi: Carlosss, que pau gostoso você tem… Carlossss… quero que você me coma todo dia.
Eu: Vou fazer isso, puta, olha a gente no espelho… não somos o casal perfeito pro sexo?, não sei como você consegue acompanhar meu ritmo, mas consegue… Você tem namorado?
Meisi: Sim, carlosss ahhhh… chama Ricardo.
Lembrei que esse tal "Ricardo" muitas vezes se juntava com meu grupo de amigos, era um cara de 1,85, realmente parecia intimidador, mas não passava de um idiota. Além disso, às vezes ele se comportava mal com meus amigos e muitas vezes dizia que queria comer as garotas da minha sala, estando com a Meisi.
Eu: ahhh… sério que você namora esse babaca? (comecei a meter mais forte) ele é gostoso? ahhh… merda… acho que não é pelas habilidades dele no sexo, pelo que você me disse.
Minha puta não queria me responder, comecei a bater na bunda dela e aumentei o ritmo das minhas penetradas. pra que ela me respondesse.
Eu: ahh…responde, puta…ahhh.
Meisi: É o filho do diretor…porra, você faz tão bem. Passa as respostas da prova em troca de eu chupar ele…ahhh porra…me dá mais…por favor…que pica gostosa você tem.
Tive uma ideia pra humilhar ela ainda mais, peguei meu celular e comecei a gravar.
Eu: Sorri, puta, pro seu namorado saber como se fode de verdade. Ela na hora baixou a cabeça, mas não adiantou nada porque eu agarrei ela pelo pescoço com o braço pra deixar o rosto dela bem visível. A cara dela tava uma verdadeira rabuda, com o cabelo suado, a cara cheia da própria baba, com marcas vermelhas das minhas tapas.
Eu: Oi, Ricardo… oohh isso. Ela sabe rebolar, hein, sua namorada… mas ela precisa de um homem com um pau de verdade, não sua miniaturinha… ahhh siiiim, que rabo gostoso… não é mesmo, Meisi?
Meisi desviou o olhar, tentando guardar o pouco de dignidade que restava, obviamente não queria responder, falava baixinho pra eu parar o vídeo enquanto continuava gemendo. Foi aí que tive outra ideia. Tirei meu braço do pescoço dela e parei de meter, tirando meu pau da buceta dela.
Meisi: Meu Deus do céu… achei que ia desmaiar… preciso de uma pausa. Ela quase caiu no chão de cansaço, quando sentiu eu enfiar dois dedos no cu dela, dando um grito de dor.
Meisi: Aaahhh, moleque, que cu você tem, tira daí por favor, ainda sou virgem do rabo.
Eu: Vai responder minha pergunta sim ou não? Comecei a enfiar e tirar os dedos.
Meisi: Por favor… deixa meu cu em paz… não tô preparada…
Tirei os dedos porque tive uma ideia melhor.
Meisi: Desculpa, moleque, mas meu cu eu quero guardar pro Ricar…
Antes dela terminar, enfiei a metade da ponta do meu pau no cu dela.
Eu: Puta do caralho, vai me responder ou seu namoradinho vai ter que ver a namorada sendo comida de cu?
Meisi: Carlossss… ahhhhh… por favor… não aguento mais… você vai me partir… Como ela não respondeu… Tentei enfiar toda a ponta.
Meisi: Meu Deus… como fui parar aqui… um moleque tá me arrombando o cu…
Como ela continuava sem me responder, enfiei toda a ponta e um pouco do tronco do meu pau.
Meisi: Ahhh… ok… garoto… tá bom… o que você quer que eu diga?
Eu: Olha pra câmera e fala pro Ricardo que eu vou ser seu novo dono.
Tirei meu pau do cu dela e enfiei na buceta dela, começando a bombar com tudo.
Meisi: Ricardo… ahhh… meu amor… eu te amo… mas… Deus… que pau gostoso que esse moleque tem… nada a ver com a sua pequenez… ahhh… desse jeito vou virar uma puta… transar é tão bom… sou a puta dele… só vivo pro pau dele… me dá mais… me dá mais… sou sua cadela… ahhhhh… tô gozando… tô gozando no seu pauzão… ahhhhhh…
Eu: Muito bem feito, puta (parei a gravação, larguei meu celular e tirei meu pau)… bom… que posição você quer agora?
Meisi: Carlos… você nunca cansa?
Eu: Posso passar a tarde toda te comendo, mas já temos que terminar…
Meisi: É verdade… eu também queria que isso nunca acabasse, mas também tenho que ir, meus pais vão começar a desconfiar… sempre quis ser comida de quatro… então…
Sem deixar ela terminar a frase, peguei ela pelo cabelo e coloquei de quatro.
Meisi: aiii papai… me trata como uma puta… é isso que eu sou
Antes de comer ela, lambi um pouco a buceta dela, que tava vermelha viva… e muito sensível, então peguei ela pela cintura e fui enfiando meu pau devagar.
Meisi: Santo Deus papai… uhm… só a ponta já é tão bom…
Eu enfiava a cabeça, tirava e dava uma lambida, assim por um minuto.
Meisi: Carlos… me fode logo pelo amor de Deus… eu preciso…
Eu: Ok, do seu jeito.
Enfiei de uma vez, a sensação das entranhas dela apertando meu pau não me cansava, cada vez que eu enfiava era melhor. Comecei num ritmo médio, ela já não gritava mais, só gemia baixinho. O som das minhas bolas batendo era meu afrodisíaco, era o que me dava vontade de continuar, mesmo eu já estando muito Cansado, soma isso à visão do meu pau entrando na buceta dela, com aquela raba quicando. A Meisi ficou de quatro, com a cara no chão. Ela continuava gemendo meu nome e dizia pra eu não parar, eu queria testar uma coisa. Diminuí um pouco o ritmo, vi a Meisi aproximar a bunda do meu pau, continuei diminuindo até o ponto em que eu não me mexia mais, agora era ela quem enfiava meu pau.
Eu: Que puta que você é, Meisi, agora mexe essa raba do seu jeito.
Meisi: ahhh papai… pra você ver como eu sei rebolar, e pelo jeito que você tá me olhando, tô mandando bem.
Eu soltava uns gemidos baixinhos a cada sentada da bunda dela, era como estar no paraíso do sexo. Nesse ritmo, eu ia gozar.
Eu: Ahhh… Meisi…. que raba gostosa você tem…. onde aprendeu a rebolar tão bem?
Meisi: ahhh… vou com minha mãe pra umas aulas de dança… Meu Deus, Carlos… seu pau tá me rasgando…… o professor de dança só faz a gente mexer a bunda.
Eu: Não culpo ele, essa raba é pra ser admirada. E sua mãe, é tão puta quanto você?
Meisi: Ahh ahhh sim sim papai… cê quer comer minha mamãe?
Eu: Talvez, puta.
Meisi: Ayy… ahh… só pra você saber, minha mãe tá em outro nível, nem se você tentar vai conseguir comer ela.
Eu: Ahh…Ahh…. A gente vai ver, puta, pelo menos me diz como é a puta da sua mãe...Aii deus.
Meisi: Minha mãe tem uma rabuda… ai papaiii… me dá mais….
Comecei a comer ela mais rápido.
Eu: E com mais razão ainda vou comer ela… e os peitos dela, como são?
Meisi: Ai…deus…Carlos….essa puta tem umas tetonas, seu pau sumiria nos melões dela (quanto mais ela descrevia o corpo da mãe, mais eu aumentava a intensidade da foda) ayyy…Carlos….pela grande puta…cê fica com tesão na minha mãe…..
Eu: Só com o que você me fala, eu daria tudo pra transformar ela na minha puta.
Meisi: Sendo sincera, se minha mãe reparar no seu pau, cê já pega ela nua e toda sua.
(A cada coisa que ela contava da mãe, eu metia mais forte, e ela gemia mais)
Eu: Já tô imaginando um menage entre ela e você, minhas duas vadias, mãe e filha, deixa ela chupar sua buceta enquanto eu meto no cu dela.
Meisi: ayy papiii…. Não consigo fazer isso… é minha mãe…
No momento em que ela disse isso, peguei meu celular de novo, agarrei ela pela bunda e aumentei o ritmo pra algo frenético
- Como assim, sua puta…. não te excita pensar na sua mãe te chupando enquanto eu meto por trás…
- Carlosss…papiiii….ela é minha mãe..ahhh
- Mas você não ia gostar de chupar a buceta dela, morder o clitóris, comer aquele rabão, brincar com os peitões dela, fazer uma tesoura enquanto eu gozo na cara de vocês? Vamos, puta, eu sei que você quer, sua incestuosa do caralho.
Nessa altura, já sentia que ia gozar logo, mas primeiro tinha que humilhar ela uma última vez.
- Você não ia querer engolir a gozada dela, dedar ela até ela gozar na sua cara, transar até desmaiar nos braços dela? (minhas estocadas não paravam e a bunda dela não parava de se mexer pra frente e pra trás e de levar tapas, enquanto ela não parava de gritar)
- Vamos, minha puta, assume logo, você quer comer sua mãe, quer beijar ela, apalpar a bunda dela, chupar os peitos dela, admite.
- Papiiiii…..ahhhh….chega……vou gozar.
Dei meu último aumento de ritmo na foda
- Admite, sua cadelaaaa…
- Quero comer minha mãeeee…quero que você coma a gente……Carlos, vou gozaaaaaar…..ahhhhh
A sensação do último squirt dela foi o suficiente pra chegar no ponto sem volta.
- Eu também, Meisiiiii…
Tirei meu pau, virei ela, aproximei a cara dela do meu pau.
- Meisiiii, me masturbaaaaa
Ela pegou meu pau com as duas mãos, minhas bolas se contraíam, a cabeça aumentava de tamanho, ela colocou a língua pra fora. Soltei um grito que ecoou pelo banheiro todo. Aquela puta fez eu ter a gozada mais brutal que já tive, 7 jatos de porra caíram ao redor da cara dela, um ou outro caiu direto na boca dela, os outros se espalharam por toda a cara dela, não tinha espaço no rosto dela que não tivesse um pouco do meu gozo, além desses 7 jatos grandes, soltei uns menores que cobriram os peitos dela. Eu não parava de exalando como podia, ela também. Peguei meu pau pela base e fiquei batendo na cara dela pra sair as últimas gotas, enquanto dizia:
— Agora você é oficialmente minha putinha.
— Ai, papai, que carga enorme que tirei de você.
— Com essa raba que você tem, é difícil não ficar tão excitado, vamos, limpa a cabeça do meu pau.
Ela cobriu a cabeça na hora com a boca, chupando devagar, enquanto dava uns gemidinhos, e passava os dedos na porra do rosto dela pra lamber.
— Ai, papai, seu leite é tão gostoso, falou isso e começou a chupar a cabeça com mais força.
— Meu Deus, Meisi, você tá toda cheia da minha porra, deixa eu tirar umas fotos suas.
Peguei meu celular e mandei a Meisi posar, tirei 4 fotos.
— Meu Deus, papai, mesmo depois dessa gozada enorme seu pau ainda tá duro, ainda quer provar da minha raba, né?
Dando um tapa na bunda dela, falei:
— Parece que você também quer, olha como você tá molhada, espero que esteja pronta pro segundo round.
Uma voz ecoou por toda a escola:
— Alunas, por favor, peguem suas coisas e vão embora, já vamos fechar.
Apressado, olhei pro celular e vi que eram 4 da tarde, e lembrei que nesse horário o time de vôlei terminava o treino.
— Sua putinha, Meisi, olha a hora, a gente tem que vazar.
Rapidamente me levantei e comecei a me vestir, demorei um pouco pra colocar a calça por causa da minha ereção que não baixava. Me vesti mais rápido que a Meisi porque a vadiazinha começou a engolir todo o meu leite pra não deixar suspeitas. Enquanto isso, eu admirava aquela raba que eu tinha comido. Quando vi ela pegando o sutiã e a calcinha, tive uma última ideia pra humilhar ela.
— Não tão rápido, putinha, isso vai ficar comigo, como lembrança de quão vadia você é.
— Ai, Carlos, que porco você é, quando a gente vai repetir?
— De agora em diante, vou te mandar mensagem a qualquer hora do dia, quando eu mandar, você vai ter que sair da sua sala e vir pra esse banheiro me chupar, entendeu?
Falava isso enquanto segurava o rosto dela com força e aproximava ela de mim. mim.
—Sim, papai, tudo pra ter seu pau dentro de mim de novo.
—Assim que eu gosto, putinha, agora se veste.
Meisi se vestiu o mais rápido que pôde, eu fui pro meu salão pegar minha mochila. Quando voltei pro banheiro, ela tava como se nada tivesse acontecido, tinha prendido o cabelo e colocado a mochila no ombro. Dava pra ver o mamilo dela durinho, mas não falei nada. Descemos e fomos em direção à porta principal, torcendo pra não encontrar a auxiliar, mas não tivemos tanta sorte.
—Alunos, posso saber onde vocês estavam?
—Desculpa, miss, eu dormi no salão, não consegui pregar o olho a noite toda.
Essa desculpa veio na hora.
—E a senhorita Meisi? Faz mais de uma hora que suas colegas tão esperando você pra treinar. Além disso, o Ricardo queria falar com você.
—Mil desculpas, miss, tava com uma dor de cabeça horrível e fui descansar no meu salão, e infelizmente acabei dormindo. Não vai se repetir.
—Então os dois dormiram, que estranho.
A miss começou a olhar pra Meisi, e pela cara que fez, dava pra ver que notou os mamilos dela meio durinhos. Rapidamente tive que encerrar a conversa.
—Bom, miss, ainda tô cansado e já é tarde. Bom fim de semana.
Nos despedimos da auxiliar e saímos, enquanto ela ficou na porta. Quando já tínhamos andado um pouco, dei uma olhada na bunda gostosa da Meisi, agarrei uma nádega e ela deu um pulo de susto.
—Aii, Carlos, aqui em público não.
Agarrei a outra nádega, apertando bem forte.
—Só a auxiliar tá nos vendo, não vai acontecer nada se só uma pessoa souber que você é minha putinha.
Dito isso, dei um beijo de língua nela que a fez gemer na minha boca, enquanto amassava a bunda dela com as duas mãos com força. Deixei ela agarrar a minha bunda. E lá estávamos nós dois, nos beijando e nos apalpando na frente da auxiliar, que tava de boca aberta, sem acreditar no que tava vendo. Quando terminei de beijar ela, Meisi disse:
—Meu Deus, que beijo tão gostoso. tesão, fiquei toda excitada só com isso.
- Hoje te dei a melhor foda e o melhor beijo, que bem que vamos nos divertir.
Antes de voltar a andar, virei e olhei pra minha auxiliar, ela percebeu e se animou, só cheguei a piscar o olho pra ela. Depois disso, e com a mão na bunda dela, voltei a andar com a Meisi.
Depois de um tempo, nos separamos pra ir pra casa, eu não demorei muito porque minha casa ficava a três quarteirões da escola. Assim que entrei em casa, me despi completamente e peguei o sutiã e a calcinha da Meisi que tinha guardado na minha mochila. Subi pro meu quarto e comecei a me masturbar, no início batia uma lentamente, subindo e descendo devagar o prepúcio pra tirar as primeiras gotas de pré-gozo, que espalhei por todo o meu pau e usei como lubrificante. Aumentei o ritmo, com uma mão me masturbava e com a outra cheirava a calcinha da Meisi. Fiquei assim por meia hora, quando mudei de cômodo, troquei a calcinha pelo sutiã dela, até me atrevi a bater uma na frente de uma janela que dava pra rua, a sensação de que alguém podia me ver fazendo uma punheta frenética me excitava ainda mais do que já estava. Quando chegou a hora de gozar, apontei meu pau pro sutiã e pra calcinha, espalhei o pré-gozo de novo e comecei a me masturbar como um louco. Seis porradas de leite saíram do meu pau, encharcando a roupa íntima da Meisi. Com a visão que tinha, peguei meu celular e tirei uma foto da obra de arte que tinha feito, tirei uma foto de um jeito que aparecia meu pau ainda duro e o sutiã e a calcinha cheios de porra. Procurei o perfil da Meisi pra mandar solicitação, e antes dela aceitar, mandei a foto com essa mensagem:
- Isso é o que você provoca em mim, putinha.
Depois de mandar a mensagem, lavei a roupa íntima e escondi pra meus pais não acharem, vesti minha roupa de casa e deitei na cama pensando em tudo que passei e tudo que viria, com esses pensamentos acabei dormindo.
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