En la playa

Isso aconteceu comigo uns verões atrás e garanto que é uma história totalmente verdadeira e que, por razões óbvias, vou esconder os nomes dos personagens. Pra vocês terem uma ideia de quem sou, vou me descrever: tenho 19 anos, 1,80m de altura, cabelo castanho claro, olhos castanhos. Não sou um supermodelo, mas me viro bem. Além disso, tenho namorada, mas nunca rolou nada além de beijos com ela, porque ela diz que quer chegar virgem ao casamento. Bom, agora vou ao que interessa… meu relato.
Tudo começou no dia 12 de janeiro, há dois anos. A gente tinha combinado com dois amigos de ir no verão para um balneário da região, onde os pais de um dos meus amigos alugaram uma casa para passar uns 15 dias. Esses amigos eram Mario e Gollo (esse último foi quem convidou eu e o Mario pra passar as férias com a família dele). Naquele dia, a gente se juntou pra acertar os últimos detalhes da viagem que íamos fazer, com mais de uma surpresa pelo caminho (hehehehe).

No dia seguinte, às 10 da manhã, fui na casa do meu amigo pra começar a viagem. Foi uma viagem normal, como qualquer outra. Chegamos na casa, que tinha três quartos: um onde os pais do meu amigo iam dormir, outro onde meus amigos e eu íamos ficar.

Lá pelas 3 da tarde, o pai do meu amigo foi embora, porque só ia ficar com a gente nos fins de semana, já que durante a semana ele tinha que trabalhar. Bem, umas 4 da tarde fomos pra praia com a família do meu amigo. Foi aí que percebi o que estava por vir. A mãe do meu amigo tirou o vestido de uma peça que tava usando, e eu vi que ela estava com um biquíni minúsculo. Ela tinha um corpo fenomenal: loira, olhos verdes, pernas longas que terminavam numa bunda perfeita e uns peitões grandes. Pelo que calculei, as medidas dela eram 91-60-93. Meu pau subiu na hora, e tive que sair correndo pra água pra esfriar a cabeça.

Depois, na praia, notei que a mãe do meu amigo (vamos chamar ela de Verônica) me dava umas olhadas de canto de olho. Umas 7 da noite, voltamos da praia, comemos, tomamos banho e fomos na casa de outro amigo pra beber algo antes de ir pra balada. Já na balada, chamei uma mina que era bem gostosa pra dançar. Depois de um tempo, as coisas esquentaram: a gente começou a se beijar, e tentei passar a mão nela, mas ela não deixou. Mas, pra primeira noite, fiquei satisfeito. Depois, voltamos pra casa com meus amigos e capotei de novo, porque o dia tinha sido realmente cansativo.

No dia seguinte... Depois, acordei umas 9 da manhã porque tava morrendo de sede e a porta do banheiro tava fechada. Olhei pelo buraco da fechadura e vi que alguém tava tomando banho, era a Verônica. Pela cortina do chuveiro, vi o corpo perfeito dela. Na hora, meu pau ficou duro e fui me deitar antes que ela me descobrisse. Acordei de novo umas 12 e fomos almoçar, porque já era tarde pra café da manhã. Tomamos banho e fomos pra praia, dessa vez só com meus amigos, infelizmente. Voltamos e tomamos banho pra sair, mas eu não queria ir, porque se fosse podia encontrar a mina da noite anterior e não tava a fim de ficar excitado sem poder pegar em nada. Bom, meus amigos saíram e eu fiquei em casa com a Verônica. Daí a pouco ela chegou na sala onde eu tava vendo TV, sentou do meu lado e me ofereceu uma cerveja. Aceitei e ficamos conversando até umas 12 do meio-dia. Depois ela disse que ia se deitar, nos despedimos e ela foi. Eu fiquei vendo TV, até que a Verônica me chamou no quarto dela pra ajudar com uma coisa. Quando entrei, ela tava com um vestido de uma peça que transluzia e dava pra ver as curvas dela. Meu pau endureceu na hora e ela pareceu notar. Depois de um momento de tensão pra mim, ela pediu pra eu segurá-la caso ela caísse, porque tinha que guardar umas caixas em cima do armário. Ficando embaixo dela, eu aproveitava cada momento pra roçar na bunda dela, e ela parecia perceber, mas não reclamava. Quando ela desceu, ficamos cara a cara e resolvi arriscar: beijei ela. Ela pareceu concordar com aquilo e não só aceitou o beijo, como começou a passar a mão na minha bunda e no meu pau por cima da calça. Eu comecei a massagear os peitos dela, a bunda e a buceta. Daí ela me jogou na cama, tirou o vestido e eu vi os peitos grandes dela, com uns biquinhos rosadinhos que dão vontade de morder até arrancar, uma bunda dos sonhos, grande e firme, e a buceta dela. bem cuidada (não depilada, só bem cuidada). No fim, um corpaço que tava bem, não só pra idade dela de 36 anos, mas pra qualquer mulher mais nova.
Ela me disse: - Fazia tempo que tava com vontade de te comer
- Eu também. Dias que você me deixa com o pau duro
Depois ela veio pra cima de mim, tirou minha calça e camisa e começou a chupar meu pau, eu me sentia como se estivesse no paraíso.
Quando eu tava quase gozando na boca dela, ela falou
- Vou deixar essa delícia pra depois
Ela ficou de quatro e fez eu chupar a buceta dela, que nessa altura já tava completamente encharcada. Fiquei nisso uns 15 minutos, senti que ela gozou umas 2 vezes e quando tava perto da terceira gozada, entre gemidos, ela gritava:
- Me penetra agora, me faz sua por favor, sou sua puta…
Eu fiquei atrás dela e meti meus nada desprezíveis 18 centímetros de uma só vez, que entraram sem problema nenhum porque a buceta dela tava molhada de fluidos. Depois trocamos de posição e ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar enquanto eu massageava os peitos dela e chupava os bicos. Depois de um tempo ela disse que ia gozar e eu fiz o mesmo.
Um tempo depois ela começou a se masturbar e eu comecei a massagear os peitos dela de novo até que meu pau subiu novamente e eu coloquei ela de costas pra mim e comecei a meter o pau de novo. Ela começou a gemer que nem uma puta de novo e falou:
- Me arrebenta o cu por favor
Peguei um creme que tinha numa mesa e comecei a massagear o cu dela e fui metendo o pau devagar.
Quando tava com o pau todo dentro, ela começou a gemer e eu comecei a bombar. Depois ela pediu pra trocar de posição e desceu da cama, ficando de quatro com os cotovelos apoiados na cama. Fiquei atrás dela e meti meu pau no cu dela de uma só vez. Ela deu um grito de dor que, depois que comecei a bombar, viraram gemidos de prazer. Comecei a bombar com mais força até gozar no cu dela.
Nunca na minha vida tinha Tirei tantos jatos de porra que foi tanto que começou a sair leite pra fora do cu dele.
Depois disso ela me disse — agora vou provar essa delícia — e começou a chupar meu pau até ele endurecer de novo, e continuou mamando até eu gozar na boca dela, e ela engoliu tudo que conseguiu, porque a gozada foi tão grande que começou a escorrer pelos peitos dela, pela barriga e chegou até a buceta.
Depois disso, a gente se jogou na cama pra descansar.
Passou um tempo, ela disse pra gente tomar banho juntos. No chuveiro, esquentei de novo e comecei a massagear os peitos dela e chupar os bicos. Aí fiz ela se apoiar na parede do chuveiro e meti o pau no cu dela, enquanto enfiava dois dedos na buceta, que já tava toda molhada de novo, e com a outra mão agarrava os peitos dela. Quando eu tava quase gozando de novo, ela se virou, tirou meu pau do cu dela e enfiou na buceta.
Como eu fiquei com cara de dúvida, ela disse:
— é que eu quero sentir seu leite dentro de mim.
Não precisei de mais nada pra começar a meter com as poucas forças que me restavam enquanto chupava os peitos dela. Comecei a gritar coisas tipo puta, puta… e coisas assim, e ela respondia — sim, meu amor, sou sua puta, sou sua puta, me faz sua… — até que eu gozei, mas dessa vez o jato foi tão forte que começou a escorrer leite pra fora da buceta. Depois ela pegou meu pau e começou a lamber e engolir os restos de porra com muito prazer. Depois disso, a gente tomou banho (dessa vez sim, a gente se limpou bem, porque agora, mesmo querendo continuar comendo ela, não tinha mais forças pra continuar).
Quando saímos do banheiro, ela disse:
— fazia muito tempo que eu não curtia um sexo bom, porque meu marido nunca tá em casa e quando a gente transa, é só sexo sem graça.
— não se preocupa, de agora em diante, sempre que você quiser, vai me ter.
Depois disso, ela me deu um beijo profundo e fui me deitar. Quando passou mais ou menos uma hora, meus amigos chegaram e começaram a contar que tinham conhecido umas minas bem gostosas e que quase rolou algo com elas.
Eu só pensava naquele momento: se eles soubessem o que aconteceu comigo naquela noite. Depois de conversar um pouco, a gente caiu no sono.

Na manhã seguinte, tive uma ideia genial pra poder foder a tarde inteira com a Verônica. Me fingi de doente e mandei meu amigo ligar pra mãe dele. Quando ficamos sozinhos, contei meu plano.

Eu, como tava supostamente doente, ia ficar em casa, e ela, como era a mais velha da casa, ia cuidar de mim caso precisasse de algo. E pra ficarmos sozinhos, ela emprestaria o carro pro meu amigo pra ele ir pra uma praia longe com a irmã mais nova dele, e assim a gente teria a tarde toda pra foder tranquilo, sem ninguém pra encher o saco.

Meu amigo ficou super feliz com a notícia de que ia pegar o carro emprestado, então topou na hora. Enquanto eles almoçavam, eu tava deitado na minha cama contando os minutos, que pareciam não passar, pra eles irem embora.

Quando senti a porta fechar, fui até a sala de jantar e vi a Verônica de costas, recolhendo os restos de comida que tinham sobrado. Aí me aproximei dela devagar, sem fazer barulho, e agarrei ela por trás pelos peitos. Ela se virou rápido e a gente começou a se beijar. Ela jogou tudo que tava na mesa no chão e a gente se deitou na mesa. Tirei a blusa e o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela. Depois levantei a saia dela, tirei a calcinha e comecei a chupar a buceta dela. Ela começou a gemer. Aí ela me empurrou pra trás, se levantou e tirou a saia. Depois começou a me despir, tirou o pijama que eu tava usando e começou a chupar minha rola até eu gozar na cara e nos peitos dela. Ela engoliu tudo que conseguiu.

Depois ela me jogou num sofá que tinha perto e começou a me punhetar até eu ficar duro de novo. Aí sentou em cima da minha rola e começou a cavalgar enquanto eu massageava os peitos dela. Depois comecei a enfiar um dedo no cu dela até ela gozar. Quando eu estava prestes a gozar, ela tirou meu pau da buceta dela e eu gozei na barriga dela. Ela se levantou e me limpou o pau com a boca, depois se limpou e foi para a cozinha terminar de arrumar as coisas. Quando ela estava na cozinha, fui sem fazer barulho e a peguei de joelhos guardando umas coisas. Sem cerimônia, enfiei meu pau na buceta dela. Ela ficou um pouco surpresa, mas quando começou a se excitar de novo, tirei e comecei a dilatar o cu dela. Quando já cabiam dois dedos, tirei devagar e meti o pau no cu dela. Depois comecei a bombear o cu dela como uma besta enquanto metia a mão na buceta dela e com a outra massageava os peitos dela. Depois trocamos de posição, e ela subiu em uma mesa da cozinha, ficou de costas. Eu levantei as pernas dela, coloquei sobre meus ombros e meti o pau no cu dela, começando a bombear de novo enquanto chupava os peitos dela. Ficamos assim até gozarmos quase ao mesmo tempo, e enchi o cu dela com meu esperma. Ficamos um tempinho nos beijando e descansando naquela posição. Depois de alguns minutos, tocaram a campainha, então ela se vestiu rapidamente (por isso não colocou calcinha) e eu fui para o banheiro tomar banho. No chuveiro, me excitei de novo e o pau ficou duro. Fiquei esperando no banheiro até a porta se fechar para sair. Saí do banheiro pelado com o pau duro e notei que a Verônica estava no quarto dela. Dessa vez, decidi não pegá-la de surpresa e fui direto até ela. Começamos a nos beijar e, como ela estava vestida, comecei a massagear os peitos dela por cima da blusa. Naquele momento, eu estava tão excitado que nem dei tempo para ela tirar a blusa — rasguei ela de uma puxada, o que parece que não importou para ela. Depois, não perdi tempo tirando a saia: levantei e joguei ela em cima da cama, onde comecei a chupar o clitóris dela com delicadeza, e ela começou a me chupar o pau. pau, depois que ela gozou umas duas vezes, virei ela e decidi que já tinha dado bastante pra bunda dela naquele dia, então enfiei na buceta e comecei a bombar enquanto não perdia a chance de chupar os biquinhos que eu gostava tanto. Ficamos nessa por uns 5 minutos até gozarmos quase ao mesmo tempo.
Depois disso, dormimos abraçados. Acordamos umas duas horas depois e ela disse que ia tomar banho. Dessa vez, eu tava cansado demais e já tinha ficado satisfeito naquele dia, então deixei ela tomar banho sozinha.

fim

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