Minha mãe gostosa (parte 6)

Olá, como vocês estão? Estou de volta pra contar o que aconteceu com a minha mãe. Como já contei em relatos anteriores, comecei me masturbando com as calcinhas usadas dela, ela me pegou e daí passei a me masturbar na frente dela até que um dia pedi pra ela fazer e terminei na boca dela. E no final do último relato, contei como depois de três dias esperando, finalmente consegui que ela me chupasse. Depois daquele primeiro boquete e eu ter masturbado ela, eu queria mais, não podia perder essa grande oportunidade. Então, caindo a noite daquele mesmo dia, fui pro meu quarto porque tinha um plano. Fechei a porta, me acomodei na cama e me despi, e em seguida comecei a pensar em tudo que tinha acontecido, conseguindo assim uma nova ereção. Assim que meu pau já tava bem duro, chamei minha mãe: "Mãe, pode vir?" Ela tava na cozinha e disse "já vou". Rapidamente ouvi os passos dela se aproximando, meu coração começou a acelerar. Os passos pararam na minha porta e de repente ela abriu a porta dizendo "o que você quer?", me encontrando na cama completamente nu e com o pau ereto. Ao me ver assim, ela disse: "Você não teve o suficiente com o que aconteceu essa tarde?" Eu disse: "Não, quero mais." Então ela falou: "O que aconteceu essa tarde já foi o suficiente." Eu disse: "Por quê? Se nós dois aproveitamos e podemos fazer de novo." Aí ela disse: "Não, já chega." Eu falei: "Então vai me deixar assim?" Ela disse: "Você sozinho se colocou assim." Eu falei: "Claro, mas porque eu tô com vontade." Ela disse: "Pois eu não." Nesse momento, percebi que ela não tirava os olhos do meu pau. Então eu disse: "Vem, senta aqui." E ela falou: "Não, já te falei que não e não insiste." Eu disse: "É só pra conversar." Ela, timidamente, concordou e sentou aos pés da cama. Eu me sentei, porque tava deitado, e perguntei: "Vamos ver, o que houve? Por que você não quer fazer de novo?" Então ela disse: "Porque o que aconteceu essa tarde já foi o suficiente." Eu falei: "De novo você tá viajando na maionese." Ela disse: "É que não é certo o que aconteceu. Digo: "E por que não então?" Ela me disse: "Você já sabe por quê." E eu falei: "A gente já tinha conversado sobre isso. Enquanto a gente se diverte, não somos mãe e filho, somos homem e mulher, male e female." Ela diz: "Mas depois não consigo evitar de sentir remorso." Ela continuava olhando pro meu pau, dava pra ver que ela tava com vontade, e eu sabia disso. Então eu falei: "Então você tem certeza que não quer chupar ele de novo?" Ela diz: "Sim, tenho certeza." Digo: "Pois eu não acredito." Aí eu me deitei de novo, levei uma mão até meu pau e apontei ele pra ela, e falei: "Se é verdade que você não tá a fim, levanta e vai embora." Ela ficou calada e imóvel, e então eu repeti a mesma pergunta: "Vamos, se é verdade que você não tá a fim de meter ele na sua boca, vai embora." Ela continuava imóvel, não dizia nada. Eu comecei a me masturbar um pouco e falei: "Eu sei que você tá com a mesma vontade que eu." De repente, sem eu esperar, ela se abaixou rapidamente e enfiou mais da metade do meu pau dentro da boca dela, me fazendo soltar um gemido, porque eu não esperava que ela reagisse assim. Então, com a língua dela, começou a brincar com a ponta do meu pau, que eu segurava com a mão. Aos poucos, foi introduzindo cada vez mais meu membro dentro da boca dela, fazendo eu tirar a mão e deixando que ela fizesse o trabalho. Devagar, ela começou a chupar meu pau, brincando com a língua, percorria o tronco até as bolas, que ela lambia um pouco, pra depois subir até a glande e enfiar aos poucos cada centímetro dentro da boca dela. Eu tava morrendo de prazer. Fazia apenas 2 minutos que ela tinha me dito que não queria, e agora tava me chupando como se fosse a primeira vez. Mas naquele momento eu parei ela e falei: "Espera, quero que a gente faça direito." Ela parou, tirou meu pau da boca e me disse: "O que você quer que eu faça?" Digo: "Quero que você se desnude." Ela rapidamente, sem perguntar mais nada, se levantou na minha frente, pegou a blusa dela e tirou com sensualidade. Eu, calado, observava aos poucos como ela ia se livrando das roupas. Depois da blusa, veio a calça, que ela abaixou lentamente. até os tornozelos dela, ficando só de calcinha. Aí ela falou: "Já chega ou quer mais?" Eu falei: "Quero que tire tudo." Então ela disse: "Me fala uma coisa antes de eu tirar nada." Falei: "Fala." E ela perguntou: "Você gosta do meu corpo?" Aí eu respondi: "Claro que sim, não só gosto, eu adoro." Ela disse: "O que você mais gosta?" Falei: "Não consigo escolher. Seus peitos são maravilhosos, sua bunda é espetacular e sua buceta dá vontade de comer inteira." Bastou eu falar isso pra ela, devagar, levar as mãos nas costas, desabotoar o sutiã e deixar ele cair pelos braços, mostrando aqueles peitos lindos e me fazendo perceber que ela tava excitada, porque os bicos estavam durinhos. Em seguida, com muita sensualidade, ela levou as mãos até a calcinha e começou a tirar devagar, deixando a buceta dela de fora. Depois de tirar toda a roupa, sem eu pedir, ela deu uma volta pra eu ver o corpo nu inteiro e aí perguntou: "E agora, o que você quer que eu faça?" Sem perceber, ela tinha me dado o controle da situação, coisa que não tinha acontecido até então. Então me acomodei bem na cama, olhei pra ela e falei: "Agora quero que você fique de quatro." Nessa hora, vi que ela se assustou um pouco e falou: "Você não tá pensando no que eu tô pensando, tá?" Falei: "Não sei, no que você tá pensando?" Ela disse: "Você quer meter em mim." Falei: "Ah, não. O que eu quero é que você me chupe, assim de quatro." Ela falou: "É que se você pedir pra meter, isso eu não vou aceitar." Falei: "Tá bom, por enquanto." Ela disse: "Nem agora nem nunca. Aceito te fazer gozar com a mão e com a boca, e aceito que você me faça gozar também, mas não vai meter o pau em mim. Esse é um limite que não vou ultrapassar." Aí eu falei: "Tá bom, por enquanto o que eu quero é que você fique de quatro e me chupe." Ela obedeceu, se ajeitou na minha frente de quatro, levou a mão até meu pau, segurou e começou a me masturbar devagar por alguns segundos enquanto levava a boca até ele. E quando ficou bem na frente, ela disse: Tá preparado? Falei que sim, então ela soltou meu pau, abriu a boca e de uma vez meteu quase inteiro pra dentro, fazendo ela mesma engasgar, coisa que eu adorei. Devagar, ela começou de novo a chupar meu pau, brincava com os lábios no meu tronco, enfiava na boca e apertava enquanto subia e descia. Depois tirava e brincava com a língua, percorrendo minha glande em círculos até a ponta do meu pau, onde começava a enfiar a ponta da língua, me fazendo sentir um prazer sem igual. Tava me dando um boquete espetacular, muito melhor que o primeiro, e eu, tão tarado, queria mais. Como tava no controle, aproveitei a situação. Olhei nos olhos dela, e ela me olhava enquanto brincava com meu membro ereto. Então falei: "Quero que você faça uma coisa." E ela só com o olhar perguntou o que eu queria. Falei: "Já que cê tá de quatro, quero que você se masturbe enquanto me chupa." Ela rapidamente entendeu que era uma ordem e levou a mão até a buceta dela, começou a brincar com o clitóris, fazendo ela gemer com meu pau dentro da boca. Aquela situação era foda: tinha minha mãe na minha cama, pelada, de quatro, se masturbando e chupando meu pau. Não podia pedir mais... ou talvez sim. Depois de uns minutos em que ela continuava chupando sem parar enquanto brincava com o clitóris e gemia, eu sentia que se continuasse assim não ia demorar muito, mas não queria que acabasse. Então falei: "Quero que você pare." Ela continuou chupando como se não tivesse ouvido. Aí levantei a voz de novo e falei: "Falei pra você parar." Nessa hora, ela tirou meu membro molhado de saliva da boca e disse: "Cê quer que eu pare de me masturbar ou de chupar?" Falei: "As duas." Ela disse: "Por que cê não queria isso?" Falei: "Claro que quero, faz." Ela parou e me olhou. Então, naquele momento, me arrastei pela cama até a buceta dela e falei: "Não quero que você fale nada, só aproveita." Levei meu dedo até o clitóris dela e comecei a... masturbá-la, o corpo dela reagiu rapidamente ao estímulo e ela se encolheu, soltando um gemido. Eu, aos poucos, fui brincando com o clitóris dela, fazendo o corpo dela tremer. Depois, levei um dos meus dedos até o buraquinho dela e comecei a introduzi-lo. Ela não parava de gemer e se contorcer, aproveitando a masturbação que eu tava fazendo nela. Mas, como já falei, eu queria mais e, depois de uns minutos masturbando ela, falei: "levanta a perna". Ela perguntou: "pra quê?" Eu respondi: "faz logo". Ela obedeceu e levantou uma das pernas. Eu rapidamente me coloquei debaixo dela. Nessa hora, ela quis abaixar a perna rápido, mas eu segurei. Então ela falou: "não, não, isso não". Ignorei as palavras dela e, com a buceta dela a poucos centímetros do meu rosto, me aproximei, estiquei a língua e dei uma lambida no clitóris dela. De repente, ela soltou um gemido e disse: "não, não, isso não de novo". Mas já era tarde, eu já tava em posição. Deixei ela abaixar a perna e, com meus braços, apertei a cintura dela, colando a buceta dela mais perto de mim, e comecei a lamber o clitóris dela. Ela repetiu de novo: "não, por favor, isso não". Mas eu continuei lambendo. Poucos segundos depois, o corpo dela começou a vibrar, ela se contorcia e apertava as pernas, começou a gemer e acelerar cada vez mais a respiração. Se ela tava me chupando, eu tinha que dar o mesmo prazer pra ela. Então continuei lambendo a buceta dela. O sabor era delicioso, eu molhava os lábios no néctar dela, que escorria, deixando minha cara cada vez mais molhada. Mas não me importava, aquilo era uma delícia. Não sei se é porque é minha mãe ou o quê, mas tinha gosto de glória. E enquanto minha língua brincava com o clitóris dela, eu introduzia dois dedos dentro da buceta dela, fazendo com que ela não conseguisse controlar os impulsos mais baixos. Ela mordia e agarrava os lençóis com força, me deixando dar aquele prazer pra ela. Depois de uns minutos, ela percebeu que eu tava dando prazer pra ela, mas ela não tava dando pra mim. Então ela se posicionou completamente por cima de mim e começou a me chupar de novo, enquanto eu comia a buceta dela num delicioso 69, que foi... nós tínhamos começado quase sem querer, mas aquela situação era demais pra mim e cada vez que eu enfiava fundo meu pau na boca dela, sentia que a qualquer momento ia gozar, e eu não queria isso. então parei um instante de chupar a buceta dela e falei: "para, para de chupar, quero que você goze antes de mim". Ela parou e perguntou: "tem certeza?" Eu disse: "sim, tenho algo planeado pro final, mas se você continuar, vou estourar na sua boca e não vou conseguir fazer". Ela obedeceu e parou de chupar, e eu continuei brincando com a buceta dela, que parecia não parar de se molhar, dava pra ver que fazia tempo que não comiam ela. Depois de alguns minutos, ela começou a gemer e tremer, sinal claro de que estava prestes a chegar ao orgasmo. Então eu me concentrei e, como pude, enfiei três dedos dentro da buceta dela e comecei um movimento de vai e vem o mais forte que conseguia da minha posição, enquanto com minha língua continuava brincando com o clitóris dela. Aí ela não aguentou mais, arqueou o corpo, agarrou com força os lençóis e soltou um grito: "to gozandooooo". Segundos depois desse grito, parecia que o tempo tinha parado, tudo ficou em silêncio, só dava pra ouvir o som da buceta molhada sendo masturbada por mim, até que de repente aquele silêncio foi quebrado por um gemido forte dela. Rapidamente, vários jatos do líquido vaginal dela começaram a sair disparados, fazendo com que meu rosto, que estava ali colado, ficasse completamente encharcado. O corpo dela se contorcia, não parava de gemer, e a buceta dela parecia uma fonte da qual não parava de fluir aquele líquido maravilhoso que estava molhando todo o meu rosto, chegando até a entrar na minha boca, que obviamente eu fui engolindo aos poucos. Aos poucos, embora parecesse não ter fim, o corpo dela foi relaxando, os gemidos diminuíram e a buceta dela parou de expelir aqueles jatos, deixando apenas escorrer um pouco mais do néctar. Era incrível, mas eu tinha acabado de comer a bucetinha da minha mãe, fazendo ela gozar na minha cara com um orgasmo gostoso. Quando terminei de chupar o clitóris dela, ele ficou pulsando, as pernas dela começaram a tremer e, inevitavelmente, ela se deixou cair de lado, porque não tinha mais forças para se segurar, já que aquele orgasmo tinha sido intenso demais. Assim que ela se deitou, eu me levantei, sequei meus olhos como pude, olhei pra ela e falei: "Olha como você me deixou." Ela me olhou, mas não disse nada. Aí eu falei: "Não fica mal, não, tá super gostoso." Ela baixou a cabeça, pensei que tinha ficado com vergonha, mas vi ela sorrir, o que me fez sorrir também. Então me levantei, peguei a camiseta que tinha tirado e, com ela, sequei meu rosto. Voltei pra cama rápido, porque era minha vez. Olhei pra ela com meu pau durasso e falei: "Agora é sua vez." Ela me olhou e disse: "Agora não consigo me mexer, me deixa descansar." Eu olhei pra ela e falei: "Não precisa se mexer, é só se posicionar, encostar a cabeça no travesseiro e me deixar cuidar disso." Ela obedeceu e, se arrastando como pôde, deixou a cabeça cair no travesseiro. Eu me ajoelhei na frente dela e falei: "Abre a boca." Ela perguntou: "O que você vai fazer?" Falei: "Já que você ficou tão relaxada, vou trabalhar eu." Ela não entendeu direito e disse: "Trabalhar? Como assim, o que você vai fazer?" Falei: "Vou foder sua boca. Eu vou me mexer, em vez de você chupar." Ela me olhou e disse: "Me avisa." Falei: "Sim, sim, fica tranquila." Então me aproximei mais dela, encostei meu pau na boca dela, que ela abriu rapidinho. Com minhas mãos, segurei o cabelo dela pra ter mais controle, coloquei meu membro na boca dela e comecei um vai e vem devagar, enquanto ela apertava a boca com as forças que ainda tinha pra eu sentir mais prazer. Aos poucos, fui aumentando o ritmo, fodendo a boquinha dela cada vez com mais vontade e mais fundo, fazendo com que, em alguns momentos, ela tivesse ânsia, o que me deixava ainda mais excitado. Depois de vários minutos, meu nível de excitação estava no máximo. De repente, senti um calafrio percorrer meu corpo e parei de repente, tirando meu pau da boca dela. Então ela perguntou: "O que foi?" Falei: "Não aguento mais, vou gozar. Vai, goza", ele disse. "Faz isso." Falei: "Não quero gozar dentro da sua boca." Ela me olhou surpresa e disse: "Então onde?" E eu perguntei: "Onde você gozou?" Ela ficou quieta por uns segundos e respondeu: "Na sua boca, não." Falei: "Tem certeza? Você gozou na minha boca?" Aí ela sorriu e disse: "Não vou escapar, né?" Falei: "Pois então, já sabe onde quero gozar." Ela respondeu: "Tá bom, é justo. Gozei na sua cara, então dessa vez vou deixar você gozar na minha. Mas não se acostume." Eu nem respondi. Me aproximei mais dela e falei: "Deita de costas." Ela obedeceu e se posicionou. Rapidão, peguei meu pau e comecei a bater uma na frente do rosto dela, olhando fixo nos olhos dela, o que fez eu não demorar nem um minuto. De novo, uma cãibra ainda mais forte que a primeira percorreu meu corpo. Segurei firme, apontei e, depois de uns segundos, um primeiro jato saiu disparado da ponta do meu pau, caindo no rosto da minha mãe. Depois desse primeiro jato, uma série de jatos de porra começou a sair, caindo no rosto dela, encharcando cada vez mais. Aquilo parecia não ter fim, e olha que eu já tinha gozado horas antes. Não sei dizer quantos jatos saíram disparados na cara dela, mas posso garantir que foram mais de oito. Finalmente, a porra parou de sair do meu pau, devagar, ainda deixando cair umas gotas. Eu, já mais relaxado, olhei pra minha mãe. Quando ela sentiu que não caía mais, abriu um dos olhos, porque no outro tinha formado uma poça de porra, o que impedia de abrir. Ela me olhou com aquele olho e disse: "Meu Deus, você me banhou de porra, literalmente." Eu ri e falei: "Sinceramente, não esperava soltar tanto, mas se você se visse... tá completamente banhada." Aí ela disse: "Fica tranquilo, eu tô sentindo." Me levantei e fiquei de pé. Então ela perguntou: "Onde você vai?" Falei: "Pegar uma toalha pra você se limpar." Ela disse: "Não, não precisa." Falei: "Como não? Isso tudo não se limpa com papel." Ela disse: "Senta e olha." Obedeci. E aí eu fiquei curioso observando, porque não sabia como ela ia secar todo o meu sêmen. De repente, ela levou uma das mãos até o rosto, esticou um dedo e, devagar, começou a arrastar o sêmen da cara dela pra boca. Naquele momento, fiquei fascinado, não esperava que ela fosse fazer aquilo. Ela, aos poucos, com o dedo, ia levando meu sêmen pra boca, saboreando e engolindo, o que me mostrava que ela realmente adorava. Finalmente, depois de uns minutos, ela conseguiu juntar uns 90% de todo o sêmen que eu tinha deixado no rosto dela. Aí ela me olhou e falou: "Agora vai pegar uma toalha pra eu secar o resto." Eu levantei e trouxe uma toalha. Ela secou o resto de sêmen que ainda tinha na cara. Quando terminou de se secar, ela disse: "Vem cá, chega mais." Eu me aproximei, ela pegou meu pau já mole e enfiou de novo na boca. Na hora, eu pensei que ela queria fazer outro boquete, então falei: "Espera, preciso descansar. Se quiser de novo, mais tarde." Ela continuou chupando, e eu pensei: "Bom, ela vai cansar quando ver que não endurece." Mas depois de mais ou menos um minuto chupando, ela parou e, devagar, fazendo sucção, tirou meu pau da boca e disse: "Não queria chupar de novo, queria limpar você. Uma boa mulher sempre limpa o pau do seu homem." Depois dessa primeira experiência, a gente continuou mantendo esse tipo de relação. Ela me chupou, me masturbou, fez um espanhol, eu enchi de sêmen a boca dela, o rosto, os peitos, até a bunda dela em algumas ocasiões, e uma vez a vagina dela por fora. E ela também curtiu minha boca e minha língua, gozando na minha boca, no meu rosto, no meu peito. Basicamente, a gente tem uma vida sexual, a gente se curte. Ela tira meu sêmen e eu tiro os fluidos dela. Só que até hoje não consegui convencer ela a me dar. Já tentei várias vezes, até um dia quase consegui, mas ela nega. Toda vez que eu tento, ela se afasta. Então ela só me deixa curtir ela uns 80%, e eu também. tô morrendo de vontade de enfiar nela, quero sentir a buceta dela apertando meu pau, quero foder ela bem gostoso e fazer ela gozar, deixar o interior dela completamente cheio do meu leite. Mas por enquanto isso ainda não aconteceu. Fim... Antes de ir, quero deixar claro que esse é o último relato por agora. Só vou postar outro se conseguir comer ela. E obviamente, acho que nem preciso dizer que tanto esse quanto os anteriores são 100% reais. Eu curto incesto, gosto de ter esse tipo de relação com a minha mãe, e espero um dia voltar pra contar pra vocês que finalmente enchi a bucetinha dela de porra. Espero que tenham gostado. Nos lemos e não esqueçam: dá aquele carinho no post.

3 comentários - Minha mãe gostosa (parte 6)

Uffff buenísimo bro, te felicito. Ojalá puedas cogerla, y te envidio espero tener un poquito de suerte y pasar algo similar con mi madre
TERmine de leer tus relatos ,como no subiste la continuacion pienso que no lograste cogertela😢😢😢😢