Como eu tava contando... Tava quase chegando no meu carro quando uma mão me segurou pelo braço e o dono dela falou, filho da puta, você acabou de comer a mamãe! Por mais foda que a pessoa se ache, ser pego e confrontado numa situação super desconfortável te deixa mudo. Fiquei olhando pra ele sem conseguir responder nada coerente, o mais provável é que ele nos viu pelo portão, mas pensando bem, por que não fez um escândalo na hora? Talvez tivesse pensando em me chantagear? Além disso, a pressão da mão dele no meu braço não representava ameaça nenhuma, então depois de me esforçar pra me acalmar, falei pra ele entrar no carro e a gente ir conversar. No caminho, ele me revelou que encontrar a mãe naquela situação o desestabilizou pra caralho, mas que o pai sempre maltrata ela e de algum jeito ela precisava de alívio, e que ele também não imaginava que eu fosse a saída pras frustrações que ela tinha... Mas que também sentia muito tesão nisso e que muitas das punhetas da adolescência dele foram pensando na bunda da mãe. Então fui o mais direto possível e perguntei se ele ainda queria foder a mãe. Ele ficou calado uns instantes, até que no fim admitiu que adoraria meter nela e deixar ela cheia de porra, que muitas vezes pensou em abusar dela quando ela tava bebada pra caralho, e mais ainda, que nos surtos de bebedeira dela, quase sempre ela tirava parte da roupa, o que aumentava ainda mais a vontade de comer o corpo dela. Falei que ia ajudar ele a realizar a fantasia. Uns dias depois, ele me ligou no celular pra dizer que o pai ia passar uma semana fora da cidade, pra fechar uns negócios pendentes. No dia seguinte à ausência do pai, e justo no dia de folga da Erika, saí com a desculpa de fazer uma viagem. Tinha combinado de comer a Ana. Cheguei no negócio e entrei pela porta dos fundos. No caminho, mandei mensagem pro Ramiro (o filho dela) pra ele ficar atento e que mais tarde avisaria ele pra entrar. Enquanto isso, sozinho com ela, tirei toda a roupa dela, chupei os peitos, a buceta, o cu. e comi ela nos três buracos, sem gozar, algo muito difícil porque imaginar que o filho dela também ia comer ela me deixava no talo. Enquanto recuperávamos o fôlego, servi um drink bem forte pra ela e falei que tava afim de brincar. Ela perguntou de que jeito, e eu disse se já tinham vendado os olhos dela e amarrado as mãos. Ana respondeu que não, mas que topava. Servi mais dois drinks igualmente fortes, e os sinais de embriaguez apareceram. Vendei os olhos dela enquanto passava a mão, coloquei a blusa nela com os botões abertos e arrumei a saia. A pica ficou dura de novo com aquela visão — a puta tava muito gostosa e ainda por cima indefesa. Por último, amarrei as mãos dela atrás do corpo e mandei a mensagem pro Ramiro. Fui abrir a porta, Ramiro entrou e fiz sinal pra ele se pelar. Quando vi a pica dele, minha preocupação passou — era quase do mesmo tamanho que a minha, então a mãe dele mal ia notar a diferença. Suponho que a excitação enorme do Ramiro fazia as veias do pau ficarem tão marcadas e a cabeça tão inchada. Por mensagem, mandei ele esperar um pouco pra ver como a mãezinha querida e doce dele gostava de transar. Fui até ela, apertei os peitos dela e puxei o mamilo. Ana gemeu gostoso. Mandei ela ficar de joelhos e apontei minha pica pra boca dela, enquanto ordenava que engolisse. Enfiei até a garganta, puxando os cabelos dela e deixando meu pau lá no fundo por uns segundos, fazendo cócegas com meus pelos no nariz dela. Depois de um ou dois minutos nisso, deixei o Ramiro tomar meu lugar. O moleque (tem 24 anos) tinha lubrificado a pica com bastante cuspe. Agarrou a mãe pelos cabelos, levantou o rosto dela e passou o membro na cara toda. Ana abriu a boca pra engolir a pica, que em segundos entrou até o fundo também. Aghhhh aghhhhhh... ahhhhh, isso, filho da puta, fode minha boca. Eu tava de pé do lado do Ramiro e falava: "Ahhhh, que bem que você engole, puta. Isso, engole. até o fundo, vagabunda, isso! O moleque puxava o cabelo dela com certa raiva, enfiando o pau na boquinha que tantas vezes tinha ofendido ele por defender a mãe, e agora tava ali, de joelhos, sendo humilhada sem saber que era o resultado da própria semente. O rosto do Ramiro ficou congestionado e ele empurrou mais a pica na boca da mãe, assim, vagabunda, falei eu, engole tudo e não deixa sair nada, ahhhhh putaaaaaaa, naquele momento eu também gozei sem nem me tocar, o tesão tava lá em cima, então minhas palavras não foram fingidas. Ana, presa de um orgasmo também psicológico, molhou o chão debaixo dela, da boca só escorria baba, a safada tinha engolido todo o leite do filho dela. Nos meus planos tava mostrar o Ramiro comendo a mãe, mas ele se adiantou, fez ela deitar no chão e se jogou pra chupar os peitos e mamilos, que mordia e chupava com frenesi, a mão dele desceu pra meter dois e três dedos na buceta suculenta, fazendo a cadela gozar várias vezes. Depois levantou as pernas dela e apontou pra fenda, metendo de uma vez o mastro. Continuei a comédia falando putaria pra vagabunda enquanto o filho dela arrombava a buceta que não parava de soltar mel, enquanto Ana soltava desaforos pela boca, arrebenta minha buceta, assim, filho da puta, me dá pica, ahhhhh sim me come, viado, siiiii. Depois de um tempo de porradas intensas, virou ela de bruços pra colar o rosto no chão frio e com as bundonas bem empinadas, abriu com as duas mãos e passou a língua por todo o canal fazendo a mãe suspirar, ahhhhh que língua gostosa, depois você me chupa, me dá pica de novo. Ramiro se ajeitou entre as bundonas enquanto eu falava pra Ana, vou arrebentar teu cu, vagabunda. O filho entendeu na hora, porque começou a dar umas palmadas sonoras enquanto enfiava um dedo no cu enrugado, aghhhhh filho da puta, com cuidadoooo disse Ana depois da porrada violenta. Ramiro não ligou e tirou o aríete pra enfiar de novo. novinho em folha, aghhhhhh nãooooo, ela dizia, mas não fazia nada pra se soltar em momento algum, logo pegou um ritmo animal que balançava os bundões enormes a cada golpe de quadril, depois de duas gozadas a resistência do moleque aumentou pra caralho e ele socava o cu dela com força, até que, segurando ela pela cintura, colou a pélvis e deixou sair a terceira carga de porra, a Ana tava desmaiada, debaixo dela uma poça de sucos e porra de filho manchava o chão, o Ramiro continuava colado na mãe, fazendo força pra não falar e dizer que ela era a melhor puta que ele já tinha comido na vida, antes de perder a ereção, entrou pela buceta da mãe e voltou pelo cu, pra garantir que os dois buracos fizessem contato com a mãe e pra completar a humilhação, deitou ela de barriga pra cima e meteu o pau quase mole na boquinha dela pra ela limpar, em silêncio total se vestiu e antes de sair, chupou as tetinhas dela de novo como agradecimento, deixei ela lá por um tempo, enquanto eu recuperava as forças, coloquei outro copo bem cheio nos lábios dela e ela bebeu até a última gota, acho que é hora de ir descansar, ela me disse... Tô destruída, vai, solta minhas mãos, não obedeci, virei ela de costas, empinei a bunda dela e fodi o buraco dilatado mais uma vez, até soltar minha carga no intestino dela, agora sim foxy, vai tomar banho e a gente se vê depois.
1 comentários - Ana desperta paixões.