Já contei pra vocês sobre meu grupo pequeno e seleto de amigos, onde o Jorginho tinha uma young lady que já tinha idade suficiente pra querer sair e ter a vida dela. Contei um evento na casa do Jorge, onde há um ano e pouco fiz uma excursão ao banheiro e levei um troféu. Pois bem, agora acontece que, em pleno feriadão, organizei um jantar de trabalho pra fechar um trampinho e terminei com um cliente tomando um drink pós-jantar na Plaza Serrano. Um lugar bem longe do meu habitat, o que me relaxa. Bebida vai, bebida vem, a gente olhava as minas, as novinhas, as coroas, todas que passavam, e a gente se fazia de galã pensando como pegaria elas. Somos inofensivos. A questão é que, olhando e olhando, ficou muito tarde, ele começou a receber mensagens e vazou, me deixou sozinho. Saí pra fumar um cigarro e cruzo com a filha do Jorginho, Micaela, minha Mica ou Micky. Vinha com duas amigas, parou, me cumprimentou com "Oi! Que surpresa te ver aqui" e em dois segundos pensei comigo mesmo: "olha a mina como arrasa, é uma criança e já se veste assim?" Pensamento retrógrado, mas era pra me convencer de que era a filha do meu amigo e não devia olhar pra ela com outros olhos. Cumprimentei ela, ela ficou batendo papo comigo, pediu fogo, falei que não devia fumar e logo estávamos tomando um champanhe e a mina como se tivesse 20 anos de noitada. Meus ratos eram dinossauros, mas não tive coragem de fazer nada. Eram umas 2 da manhã, criei coragem pra dizer que ia embora, ela me pegou pela mão e disse "não vai, vamos tomar mais um" e parecia que conhecia alguém, porque depois que pedi um champanhe, ela falou pra irmos pro VIP. PQP, tem outra vida, mas é mais cara hahaha. Lugar escuro, tipo os reservados da minha época, e com luz violeta a roupinha dela destacava diferente: top branquinho, shortinho jeans desfiado e botas texanas. Tomando lá, conversando sobre as coisas dela, estudos, namorados e tal, tocam uma música, nem me perguntem, ela levanta como uma louca dançando e eu sentia que ela tava dançando pra mim, e era assim, a mina tava me provocando, rebolando a bunda pra mim, mostrando a barriguinha tostada de cama solar e aqueles pezões que marcavam no top, até que ela sentou no meu colo e não teve mais conversa. sentou no meu colo, sentia que a gente tava sozinho, não via nada, ninguém nos via, e minha mão foi direto pros peitos dela, tocar, apertar os biquinhos durinhos, olhar pra ela e falar no ouvido que ela era uma putinha, e ver ela morder o lábio, e aí beijar a boca dela sem me importar com nada, chupar aqueles peitos e falar que queria comer ela. saímos de mãos dadas da balada, peguei a caminhonete e fui pra um hotel ali perto. o que rolou no hotel foi encontrar uma mina chetosa, muito cuidada, loira natural, bronzeada, que sabia o que queria e o que gostava, e depois de percorrer o corpinho dela todo, ela colocou meu pau na boca e me fez ver estrelas. sentir ela cavalgar foi como tocar o céu com as mãos, ainda mais vendo ela gozar, e sentir ela gemer igual uma puta no cio. experiência única, não posso dizer que é irrepetível porque continuo sendo um mau amigo e pequei de novo, comi ela de novo.
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