Quando eu abro a cortina, minha filha fala pra ele...
Por favor, devagar...
É muito grossa.
Aí ele disse: "Não se preocupa, já que você colocou ela dentro..."
Eu não conseguia acreditar.
Ela de pernas abertas.
Ele sobe em cima dela.
Levanta as pernas dela.
Coloca nos ombros dele... quando ele fez isso, ela disse:
"Não, por favor, assim não. De novo, não."
Ele deixou um tempo pra acomodar o pau dele na minha menina. De repente, senti um baque seco.
Era o corpo dele batendo na bunda pequena da minha filha.
Na hora, ouvi um gemido de dor.
Ele disse: "Tiro pra fora..."
Ela respondeu que não, que tava tudo bem.
Ele falava: "Você vai se acostumar."
Eu não acreditava.
Olhei pela cortina. Da minha menina, só via os pés nas costas dele...
Quando eles se mexeram um pouco, consegui ver pela luz...
E era um puta pauzão na buceta da minha filha.
Fechei a cortina.
Ela pediu pra ele parar, que não aguentava mais de dor.
Ele disse que não.
Que agora era a vez dele gozar.
Foi aí que ouvi minha filha chorar... e implorar pra ele parar.
Nessa hora, fiquei puto porque ele não soltava ela.
Tava quase indo ver quando, entre os choros, ela fala:
"Tá doendo muito porque é grossa, continua mais um pouco, mas mais devagar..."
Aí eu ouvia o corpo dela batendo no dele e o sofá se mexendo.
Fiquei com tanta raiva que me afastei um tempo... fui pro quintal, acendi um cigarro.
Pensei: "Isso não pode estar acontecendo."
Voltei pra janela. Ela já não tava deitada.
Tava em cima dele.
Ele sentado no sofá.
Ela rebolando em cima dele.
Ele chupando os peitos dela.
Ela não parava de subir e descer.
CONTINUA...
Por favor, devagar...
É muito grossa.
Aí ele disse: "Não se preocupa, já que você colocou ela dentro..."
Eu não conseguia acreditar.
Ela de pernas abertas.
Ele sobe em cima dela.
Levanta as pernas dela.
Coloca nos ombros dele... quando ele fez isso, ela disse:
"Não, por favor, assim não. De novo, não."
Ele deixou um tempo pra acomodar o pau dele na minha menina. De repente, senti um baque seco.
Era o corpo dele batendo na bunda pequena da minha filha.
Na hora, ouvi um gemido de dor.
Ele disse: "Tiro pra fora..."
Ela respondeu que não, que tava tudo bem.
Ele falava: "Você vai se acostumar."
Eu não acreditava.
Olhei pela cortina. Da minha menina, só via os pés nas costas dele...
Quando eles se mexeram um pouco, consegui ver pela luz...
E era um puta pauzão na buceta da minha filha.
Fechei a cortina.
Ela pediu pra ele parar, que não aguentava mais de dor.
Ele disse que não.
Que agora era a vez dele gozar.
Foi aí que ouvi minha filha chorar... e implorar pra ele parar.
Nessa hora, fiquei puto porque ele não soltava ela.
Tava quase indo ver quando, entre os choros, ela fala:
"Tá doendo muito porque é grossa, continua mais um pouco, mas mais devagar..."
Aí eu ouvia o corpo dela batendo no dele e o sofá se mexendo.
Fiquei com tanta raiva que me afastei um tempo... fui pro quintal, acendi um cigarro.
Pensei: "Isso não pode estar acontecendo."
Voltei pra janela. Ela já não tava deitada.
Tava em cima dele.
Ele sentado no sofá.
Ela rebolando em cima dele.
Ele chupando os peitos dela.
Ela não parava de subir e descer.
CONTINUA...
0 comentários - A surpresa do papai VII