Tanto tempo... Essa é uma história fictícia. Sou um cara alto, com um físico legal e uma pica boa, longa e grossa. Isso acontece numa balada fora da cidade, bem longe de tudo. Fui com meu grupo de amigos, e a gente tava dançando e bebendo até que, enquanto vou ao banheiro, vejo a mina rebolando e já comecei a ficar de pau duro vendo aquela bunda se mexendo. Como não dá pra ver quase nada, fui tentar apalpar ela um pouco. Quando chego atrás dela, toco na bunda e saio andando. Ela se vira e me procura, mas não vê ninguém. Aí vou tocar nela de novo sem ser visto, umas quatro vezes, e cada vez eu pegava mais na bunda até que ela me viu.
Mina: — Que isso, doente? Me larga!
Eu: — O quê? O que eu fiz? — Me fiz de sonso.
Mina: — Não se faz de sonso, te vi. Sai daqui.
Eu: — Ah, se você diz...
Viro as costas e depois de um tempo volto. Como ela tava vestida com uma saia curta e um top, enfiei minha mão por baixo da saia.
Mina: — Me larga, filho da puta! Vou chamar o segurança pra te expulsar.
A mina chama o segurança e me tiram da balada, mas eu falo pro segurança expulsar ela também, por motivos que inventei. Fico lá fora esperando e mais tarde a mina sai.
Mina: — Olha o que você fez, filho da puta, me fodeu a noite.
Chego perto dela e pergunto o que ela vai fazer agora.
Mina: — Vou pedir um Uber.
Eu: — Por aqui não passa nenhum, hahaha. Te levo se quiser.
Mina: — Nem louca. Vou ver o que faço.
Depois de um tempo enchendo o saco dela, ela não teve escolha e eu a levei pro carro. Uma vez dentro, já dirigindo pra cidade, coloco a mão na perna dela, me aproximando da buceta dela.
Mina: — Me larga, doido.
Eu: — Olha, posso te deixar largada aqui.
Ela tira minha mão, mas eu coloco de volta, tocando a buceta dela. Puxo a calcinha dela pro lado e começo a tocar ela. Ela se deixa levar, e eu abaixo minha calça e seguro a cabeça dela, puxando pra mim pra ela me chupar. Ela começa a chupar minha pica por um bom tempo até que chegamos na casa dela. E antes dela ir, a gente vai pra trás do carro, levanto a saia dela e começo a arrebentar aquela bunda linda. depois de um tempo, eu dou toda a porra na boquinha dela e ela vai pra casa dela
Mina: — Que isso, doente? Me larga!
Eu: — O quê? O que eu fiz? — Me fiz de sonso.
Mina: — Não se faz de sonso, te vi. Sai daqui.
Eu: — Ah, se você diz...
Viro as costas e depois de um tempo volto. Como ela tava vestida com uma saia curta e um top, enfiei minha mão por baixo da saia.
Mina: — Me larga, filho da puta! Vou chamar o segurança pra te expulsar.
A mina chama o segurança e me tiram da balada, mas eu falo pro segurança expulsar ela também, por motivos que inventei. Fico lá fora esperando e mais tarde a mina sai.
Mina: — Olha o que você fez, filho da puta, me fodeu a noite.
Chego perto dela e pergunto o que ela vai fazer agora.
Mina: — Vou pedir um Uber.
Eu: — Por aqui não passa nenhum, hahaha. Te levo se quiser.
Mina: — Nem louca. Vou ver o que faço.
Depois de um tempo enchendo o saco dela, ela não teve escolha e eu a levei pro carro. Uma vez dentro, já dirigindo pra cidade, coloco a mão na perna dela, me aproximando da buceta dela.
Mina: — Me larga, doido.
Eu: — Olha, posso te deixar largada aqui.
Ela tira minha mão, mas eu coloco de volta, tocando a buceta dela. Puxo a calcinha dela pro lado e começo a tocar ela. Ela se deixa levar, e eu abaixo minha calça e seguro a cabeça dela, puxando pra mim pra ela me chupar. Ela começa a chupar minha pica por um bom tempo até que chegamos na casa dela. E antes dela ir, a gente vai pra trás do carro, levanto a saia dela e começo a arrebentar aquela bunda linda. depois de um tempo, eu dou toda a porra na boquinha dela e ela vai pra casa dela
1 comentários - Relato com a Chilena Gostosa