Primeira Vez, Segunda Parte

Meu coração estava a mil, não sei se foi a surpresa de ser outro homem quem estava me fazendo isso ou de ser tão gostoso. Ao ver isso, Marco vira e sorri ainda com meu pau na boca e me diz: “Desculpa, não resisti”. Eu, agitado, só consegui responder que estava tudo bem. Agitado e um pouco tonto, viro para Martha, que aproveitou o tempo para trocar de roupa por um tipo de body de renda vermelha que cobre todo o corpo, exceto os seios e a virilha. Nisso, Marco me mostra uma camisinha e pergunta: “Posso?”. Eu, ainda com as mãos amarradas, só consegui balbuciar que sim. Ele abre e, com maestria, coloca em mim só com a boca. Então, se levanta e posso notar que está completamente nu, exceto por uma espécie de calcinha fio-dental branca que, em vez de um fio no meio, tem dois nas laterais. Lentamente, ele sobe em cima de mim, mas antes de fazer qualquer coisa, Martha se aproxima com um frasquinho e passa um pouco do conteúdo no meu pau e outro pouco na bunda exposta de Marco. É aí que ele lentamente começa a descer e introduzir meu pau, fazendo caretas misturadas de dor e prazer, soltando gemidos suaves. Martha, que continuava assistindo tudo de um lado da cama, se aproxima para afastar a calcinha de Marco e puxar seu pau ereto, parecido com o meu, mas um pouco menor e mais fino, e o leva à boca enquanto ele continua cavalgando em mim. Ela só deu algumas chupadas e voltou para perto de mim, dizendo: “Agora sim, quero que me coma”. Então, ela cruza uma das pernas, ficando com uma de cada lado, e deixa sua bunda na minha cara, o que me permite ver que, entre suas roupas, ela havia colocado um dilatador anal, no qual só se via uma pedra rosa em forma de coração. Ela se aproxima cada vez mais até que sua buceta fique ao meu alcance. Pude notar que ela havia tomado um banho antes de se juntar a nós. Com sua buceta ao meu alcance, dei pequenas lambidas nos lábios e massageei seu clitóris, tornando-os cada vez mais intensos e deixando, sempre que possível, um pouco mais de saliva se misturando. com seus fluidos que saíam cada vez mais, enquanto eu, completamente excitado, chupava sua buceta e passava a língua em volta daquela pedra que cobria seu cu, ela aproveitava a posição para enfiar o pau do marido na boca, enquanto ele se dava prazer com meu pau dentro dele. Depois de alguns minutos em que continuavam a escorrer fluxos de sua vagina no meu rosto, no que parecia ser um orgasmo muito intenso pela forma como ela apertou seu corpo contra meu rosto quase me sufocando, ela se levanta e finalmente me desamarra, dizendo que também queria ser penetrada. Então, ao me livrar daquelas amarras, ela se posiciona de putinha ao meu lado, dando as costas para Marco, o que ele imediatamente entendeu e se ajustou para poder enfiar nela nessa posição. Eu continuei deitado por alguns segundos, até que Marco me fez sinais de que ainda não tinha acabado com ele, então da mesma forma me coloquei atrás dele, deixando à vista sua bunda já completamente aberta e depilada, e comecei a penetrá-lo enquanto ele continuava fazendo nela. Apesar da minha falta de experiência nessas situações, parecia que eles estavam gostando, já que, sem saber o que fazer além do óbvio, puxei o cabelo dele, me estiquei e apertei os peitos dela. Ela não sabia em quem prestar atenção, então tentava dividir entre os dois. Ficamos assim por uns 15 minutos, até que ele faz um sinal para Martha, o que faz com que ela saia para se virar e enfiar o pau dele na boca, e ele gozar na boca dela enquanto eu ainda tinha meu pau dentro dele, o que provocava certas contrações dentro de seu cu, fazendo com que eu estivesse quase gozando também. Mas ele desmaiou de prazer com o que sua mulher (e eu) fizeram, então meu pau saiu de seu cu bem na hora e ele não me permitiu continuar. Era a terceira vez que isso acontecia comigo naquela noite; sentia que ia explodir. Por sorte, Martha percebeu isso, tirou a camisinha e enfiou na boca. A sensação era diferente por ainda ter restos de porra do Marco nela. A boca dela foi o que, por alguma razão, me excitou mais. Passaram apenas alguns segundos quando Marco se juntou à sua esposa para me dar aquele prazer delicioso. Eles se beijavam enquanto meu pau estava no meio de suas bocas. Enquanto faziam isso, ela passava a mão pelo meu abdômen, descia até minha perna, depois ia para uma das minhas nádegas e repetia novamente no abdômen, e assim por diante. Até que, ao passar pela nádega, em vez de subir para as costas, ela se posicionou entre elas, aproximando seu dedo cada vez mais do meu cu. Era realmente prazeroso o que estavam fazendo comigo, os dois juntos. Com todas as tentativas frustradas que eu já tinha passado e a forma como estavam me chupando, o dedo que tentava entrar dentro de mim foi a gota d'água que fez o copo transbordar, provocando uma explosão de sensações e expulsando um jato enorme de porra na cara dos dois. Nem quando comecei a transar tinha gozado tanto assim. Que delícia, Marco continuou chupando até a última gota, enfiando meu pau na boca para depois lamber o que tinha caído no rosto da esposa. Da mesma forma, ela retribuiu o favor.

E assim foi minha primeira experiência bissexual. Sendo por volta das 3:00, a melhor noite da minha vida mal tinha começado (continua…)

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