Quarta entrega. Como contei na entrega anterior, tive um acidente na calçada, caí e me machuquei. Foi a oportunidade que tive para meu tio Alfredo vir cuidar de mim, com quem criei um vínculo que talvez dure um tempo; na verdade, eu gostaria que durasse.
Meus pais voltaram do Leste e a vida começou a funcionar como sempre. No que me diz respeito, comecei a faculdade e estou começando a me acostumar com um regime muito diferente do da etapa anterior, começando que tem mais aulas por Zoom do que presenciais e também que o ambiente é diferente do que eu tinha no meu colégio anterior.
Passaram-se duas semanas e na terça-feira, 15 de março, meu pai me disse que no fim de semana de 19 e 20 de março eles iam passar com minha mãe e outro casal num fim de semana numa estância turística. Por sua vez, me ofereceu várias alternativas: ou eu ficava sozinho em casa, ou ia para Punta del Este passar o fim de semana, ou convidava o Tio Alfredo para vir ficar comigo. Eu olhei para ele, fiquei pensativo por um momento e disse: "E se eu for para a chácara do Tio passar o fim de semana, assim conheço a chácara?" Eu não fazia ideia de onde ficava a chácara, mas meu pai reagiu na hora e disse: "Deixa que eu ligo pra ele e te falo."
Pouco depois, eu estava estudando sem conseguir me concentrar, pensando no meu Tio, quando meu pai apareceu de novo e disse: "Tudo resolvido. Sexta-feira a gente sai daqui umas seis da tarde, te deixo na chácara do Tio, e segunda-feira às cinco da tarde passo para te buscar na chácara quando voltar da estância. Se você tiver que ir pra faculdade segunda de manhã, o tio te traz domingo à noite." "Não", eu disse, "segunda não tenho nada importante, passa pra me buscar quando voltar." Meu pai saiu do meu quarto, e minha excitação chegou ao limite, só de pensar que ia passar de sexta à noite até segunda com o tio.
Chegou a sexta-feira e de manhã fui a uma farmácia comprar algumas coisas, como pasta de dente e escova, e também alguns frascos de enema. limpeza da minha rola.
Às 4 da tarde chegaram os amigos dos meus pais e saímos na caminhonete do meu pai pra excursão no campo. Eu tinha deixado o cabelo crescer e meu pai vivia falando pra eu cortar, pensei em fazer antes de sair, mas não fiz.
Realmente tô com ele compridão, e às vezes pareço uma menina, haha. Vou cortar quando voltar.
Meia hora depois de sair, chegamos num lugar muito bonito, onde ficava a chácara do tio. Paramos lá, descemos todo mundo, cumprimentamos o tio e a primeira coisa que ele disse foi: "como você deixou esse cabelo, parece uma menina", e meu pai respondeu: "eu falo a mesma coisa, quando voltarmos pra Montevidéu, mando cortar".
Nos despedimos de quem seguia viagem.
Sozinhos com o tio, ele me convidou pra conhecer o lugar. Ainda tava claro, então caminhamos pelo campo. Passamos da frente pra parte de trás da casa. Lá tinha uma área mais privada. Tipo um jardim com grama bem cortada, uma cerca de plantas que dava privacidade pro lugar. Tinha uma mesa com dois bancos, uma churrasqueira e uns bancos de madeira soltos pelo espaço. Saímos da cerca e tinha um matinho pequeno que atravessamos rápido e chegamos no que ele chamava de chácara, onde tinha algo plantado que não sei o que era. Atravessamos a plantação e chegamos em outro espaço com outro tipo de planta, que eram batatas, e fomos andando por aquele campo até decidir voltar pra casa, porque já tava quase anoitecendo. Voltamos pro pátio privado, como eu chamei, e ele tinha um mate e uma garrafa térmica e disse: "vamos ver o pôr do sol daqui". A verdade é que no campo, sem os prédios atrapalhando, ver um pôr do sol é lindo demais. Ficamos um tempão lá até começar a escurecer de verdade. Nessa hora, o tio me convidou pra conhecer a casa. Entramos e tinha uma sala grande com um sofá de couro e outros assentos, uma mesinha de centro, e do lado uma sala de jantar com quatro cadeiras, algum outro móvel pra guardar coisas, tipo pratos e tal. Do lado ficava a cozinha, que olhando não Nem imaginava que tava numa casa onde morava um cara sozinho, tudo arrumadinho e limpo. Depois saímos daquele lugar e entramos num corredor que dava pra dois banheiros e dois quartos. Ele falou: "Aqui é onde você vai dormir, guarda suas coisas aí. Esse outro é meu quarto." A gente viu os banheiros e ele disse: "Arruma suas coisas e a gente se vê na sala pra tomar alguma coisa."
Ainda fico pensando que é uma loucura como você deixou o cabelo tão comprido. Quando tava arrumando minhas coisas, pareceu que o Tio tava bem diferente do que eu imaginava, tanto papo de cabelo, se parecia uma menina, melhor pra ele, sei lá, mas não liguei. Terminei de arrumar e fui pra sala. Ele tava sentado no sofá de couro com uma cerveja gelada já aberta. A gente tomou uns copos e conversou sobre a faculdade e umas besteiras até que num momento ele falou: "Olha, Edu, não vou aguentar até mais tarde. Se quiser, toma um banho agora, mas quero comer." Eu olhei pra ele, sorri e falei: "Deixa eu me lavar e volto." Coloquei um roupão, me lavei bem e saí do banheiro vestido. Quando cheguei no sofá, ele já tava com o pau pra fora e falou: "Dá uns beijos nele." A gente tirou a roupa, chupei gostoso e ele me fez ajoelhar no sofá, meteu o pau até sentir as bolas batendo nas minhas pernas e rapidinho gozou uma quantidade de porra impressionante. Fui pro banheiro escorrendo sêmen, enquanto ele ria e dizia: "Tava muito acumulado, e além disso, o cabelo comprido me motivou pra caralho." A gente jantou depois e foi dormir cada um no seu quarto. Fiquei pensando como seriam os outros dias e acabei dormindo.




Meus pais voltaram do Leste e a vida começou a funcionar como sempre. No que me diz respeito, comecei a faculdade e estou começando a me acostumar com um regime muito diferente do da etapa anterior, começando que tem mais aulas por Zoom do que presenciais e também que o ambiente é diferente do que eu tinha no meu colégio anterior.
Passaram-se duas semanas e na terça-feira, 15 de março, meu pai me disse que no fim de semana de 19 e 20 de março eles iam passar com minha mãe e outro casal num fim de semana numa estância turística. Por sua vez, me ofereceu várias alternativas: ou eu ficava sozinho em casa, ou ia para Punta del Este passar o fim de semana, ou convidava o Tio Alfredo para vir ficar comigo. Eu olhei para ele, fiquei pensativo por um momento e disse: "E se eu for para a chácara do Tio passar o fim de semana, assim conheço a chácara?" Eu não fazia ideia de onde ficava a chácara, mas meu pai reagiu na hora e disse: "Deixa que eu ligo pra ele e te falo."
Pouco depois, eu estava estudando sem conseguir me concentrar, pensando no meu Tio, quando meu pai apareceu de novo e disse: "Tudo resolvido. Sexta-feira a gente sai daqui umas seis da tarde, te deixo na chácara do Tio, e segunda-feira às cinco da tarde passo para te buscar na chácara quando voltar da estância. Se você tiver que ir pra faculdade segunda de manhã, o tio te traz domingo à noite." "Não", eu disse, "segunda não tenho nada importante, passa pra me buscar quando voltar." Meu pai saiu do meu quarto, e minha excitação chegou ao limite, só de pensar que ia passar de sexta à noite até segunda com o tio.
Chegou a sexta-feira e de manhã fui a uma farmácia comprar algumas coisas, como pasta de dente e escova, e também alguns frascos de enema. limpeza da minha rola.
Às 4 da tarde chegaram os amigos dos meus pais e saímos na caminhonete do meu pai pra excursão no campo. Eu tinha deixado o cabelo crescer e meu pai vivia falando pra eu cortar, pensei em fazer antes de sair, mas não fiz.
Realmente tô com ele compridão, e às vezes pareço uma menina, haha. Vou cortar quando voltar.
Meia hora depois de sair, chegamos num lugar muito bonito, onde ficava a chácara do tio. Paramos lá, descemos todo mundo, cumprimentamos o tio e a primeira coisa que ele disse foi: "como você deixou esse cabelo, parece uma menina", e meu pai respondeu: "eu falo a mesma coisa, quando voltarmos pra Montevidéu, mando cortar".
Nos despedimos de quem seguia viagem.
Sozinhos com o tio, ele me convidou pra conhecer o lugar. Ainda tava claro, então caminhamos pelo campo. Passamos da frente pra parte de trás da casa. Lá tinha uma área mais privada. Tipo um jardim com grama bem cortada, uma cerca de plantas que dava privacidade pro lugar. Tinha uma mesa com dois bancos, uma churrasqueira e uns bancos de madeira soltos pelo espaço. Saímos da cerca e tinha um matinho pequeno que atravessamos rápido e chegamos no que ele chamava de chácara, onde tinha algo plantado que não sei o que era. Atravessamos a plantação e chegamos em outro espaço com outro tipo de planta, que eram batatas, e fomos andando por aquele campo até decidir voltar pra casa, porque já tava quase anoitecendo. Voltamos pro pátio privado, como eu chamei, e ele tinha um mate e uma garrafa térmica e disse: "vamos ver o pôr do sol daqui". A verdade é que no campo, sem os prédios atrapalhando, ver um pôr do sol é lindo demais. Ficamos um tempão lá até começar a escurecer de verdade. Nessa hora, o tio me convidou pra conhecer a casa. Entramos e tinha uma sala grande com um sofá de couro e outros assentos, uma mesinha de centro, e do lado uma sala de jantar com quatro cadeiras, algum outro móvel pra guardar coisas, tipo pratos e tal. Do lado ficava a cozinha, que olhando não Nem imaginava que tava numa casa onde morava um cara sozinho, tudo arrumadinho e limpo. Depois saímos daquele lugar e entramos num corredor que dava pra dois banheiros e dois quartos. Ele falou: "Aqui é onde você vai dormir, guarda suas coisas aí. Esse outro é meu quarto." A gente viu os banheiros e ele disse: "Arruma suas coisas e a gente se vê na sala pra tomar alguma coisa."
Ainda fico pensando que é uma loucura como você deixou o cabelo tão comprido. Quando tava arrumando minhas coisas, pareceu que o Tio tava bem diferente do que eu imaginava, tanto papo de cabelo, se parecia uma menina, melhor pra ele, sei lá, mas não liguei. Terminei de arrumar e fui pra sala. Ele tava sentado no sofá de couro com uma cerveja gelada já aberta. A gente tomou uns copos e conversou sobre a faculdade e umas besteiras até que num momento ele falou: "Olha, Edu, não vou aguentar até mais tarde. Se quiser, toma um banho agora, mas quero comer." Eu olhei pra ele, sorri e falei: "Deixa eu me lavar e volto." Coloquei um roupão, me lavei bem e saí do banheiro vestido. Quando cheguei no sofá, ele já tava com o pau pra fora e falou: "Dá uns beijos nele." A gente tirou a roupa, chupei gostoso e ele me fez ajoelhar no sofá, meteu o pau até sentir as bolas batendo nas minhas pernas e rapidinho gozou uma quantidade de porra impressionante. Fui pro banheiro escorrendo sêmen, enquanto ele ria e dizia: "Tava muito acumulado, e além disso, o cabelo comprido me motivou pra caralho." A gente jantou depois e foi dormir cada um no seu quarto. Fiquei pensando como seriam os outros dias e acabei dormindo.





1 comentários - 4ª Entrega. Meu Tio