Aquecendo minha mãe (Parte 4)

Depois daquela transa violenta, minha mãe saiu do meu quarto já mais calma, parecia ainda meio arrependida do que tinha rolado.

Minha avó, que estava deitada com um sorriso, também se levantou da cama, pegou a roupa dela e foi atrás, não sem antes me dar um sorriso gostoso.Aquecendo minha mãe (Parte 4)Eu tava completamente exausto, então dormi pesado até a tarde. A sessão de sexo com as duas milf me deixou morto.

Minha avó entrou no quarto da minha mãe, onde a encontrei confusa e querendo chorar.

— Mãe, o que a gente acabou de fazer? — disse ela, chorando.

— Filha, não se preocupa tanto, é normal o que acabou de acontecer — disse ela, séria.

— Sério? — falou num tom mais calmo.

— Claro, é super comum — disse minha avó. — O que rolou é que se sentir desejada, mesmo que pelo seu filho, te excita e você quer ser a mulher daquele macho.

— Cê tá louca? — disse ela, escandalizada.

— Nada disso, a tensão sexual que vocês dois vêm acumulando esse tempo todo tem que vazar, é normal — Quem brinca com fogo se queima.

— E agora, o que eu faço? — Não quero machucar mais meu filho.

— Não precisa — Como sua mãe, te aconselho a liberar essa tensão sexual, senão pode ser pior tanto pra você quanto pro menino — explicou.

A tarde foi passando normal pra todo mundo, menos pra minha mãe. Eu notava ela inquieta, só fazia me olhar. Ela se agitava no sofá, mexia as pernas, cruzava, fechava e abria. Durante a tarde inteira, ela andou de um lado pro outro da casa, sem parar em lugar nenhum, sem se concentrar em nada. Passou o resto do dia pensando naquilo, se decidindo.

Não sei ao certo se ela descansou naquela noite, mas eu já tava com tesão de novo de noite.

Levantei e fui procurar ela no quarto, mas ela tinha trancado a porta. Frustrado, voltei pelo corredor e ouvi o chuveiro desligar. Abri um pouco a porta pra ver se era minha avó.maduraMeu pau cresceu na hora. Ela tava de costas com a bunda apontada pra mim, enquanto vestia uma fio dental gostosa.

Rapidamente me despi e fui me aproximando dela sem fazer nenhum barulho. Ela deu um gritinho de susto quando virou.milf- Você me assustou!!! - Disse rindo

Peguei a bunda flácida dela e puxei ela contra meu pau, que ficou entre as pernas dela.

Com uma mão, agarrei um dos peitos dela e levei à minha boca, lambi e chupei o mamilo endurecido. Ela gemia cada vez mais até ficar muda, de boca aberta. As pernas trêmulas dela mostravam que ela estava adorando.

- Vem, querido, melhor a gente deitar! - Ela vestiu um roupão e eu a segui como um cachorro no cio até chegarmos no quarto de hóspedes.

- Vovó, - me aproximei dela, jogando-a na cama - deixa eu desembrulhar o presente do seu corpo! - abracei e beijei ela, nossas línguas brincando dentro das nossas bocas.

Minhas mãos abriram aquele roupão que mal cobria o corpo dela. Olhei pros peitos dela enquanto minhas mãos jogavam a peça pra trás, nas costas dela.

- Cê gosta muito, hein?! - olhei pra ela enquanto ela subia na cama, colocando a bunda redonda pra cima - Não demora muito! - e ela jogou a calcinha dela que bateu na minha cara e eu peguei com a mão, cheirei fundo.incestoMe ajoelhei entre as pernas dela. Ela me olhava e sabia bem o que eu ia fazer. Abri as pernas dela e ela as dobrou pra me oferecer a buceta. As mãos dela abriram os lábios da buceta o máximo que podia, queria que eu comesse aquela buceta madura. Enfiei a boca na buceta dela e minha língua começou a lamber toda a racha, de cima a baixo.

Os quadris da minha avó se mexiam sem controle, empurrando a buceta contra minha boca que tava toda molhada pela quantidade de fluidos que jorravam da buceta dela. Eu lambia e engolia os líquidos dela, adorando ouvir os gemidos e grunhidos de prazer daquela mulher safada.

Minha língua subiu até o topo da racha dela e castigou com carícias o clitóris. A mão dela agarrou minha cabeça e empurrava contra a buceta enquanto os quadris não paravam de se mexer convulsivamente.avos- Tô gozando, tô gozando! - gritava entre gemidos - Me fode, me fode! - ela enlouqueceu com aquele prazer que estava sentindo.

Deixei a buceta dela e subi meu corpo sobre o dela. Ela tremia e se agitava, presa da luxúria e do desejo de ser penetrada. Meu pau tocou a boceta quente dela, mas não conseguia entrar. A mão dela se enfiou entre nossos corpos e guiou até que eu pudesse sentir o calor da boceta na minha glande.

- Enterra em mim, me fode!maesMexi meus quadris e meu pau começou a entrar na buceta molhada dela. Olhava no rosto dela e curtia vendo ela gozar. Eu me movia devagar e ela soltava gemidos sensuais a cada metida que eu dava.

Comecei a acelerar as penetrações e ela gritava cada vez mais alto, os dedos dela cravavam as unhas nas minhas costas e o corpo dela se agitava mais descontrolado a cada momento. Dava pra sentir debaixo do meu corpo o prazer que ela tava sentindo, e meu pau adorava penetrar ela. Tava louco pra gozar, excitado com os gemidos e com as convulsões que ela teve quando explodiu num orgasmo do caralho.

— Isso, filho, isso, goza dentro, dá todo o seu leite pra sua avó! — ela gritava enquanto meu pau entrava a toda velocidade na buceta dela.avoQuando enfiei minha pica o mais fundo que pude na buceta dela e comecei a soltar meu leite, senti que ia desmaiar. Fiquei imóvel, bem enterrado na buceta dela.

- Descansa, amor! - ela me incentivava enquanto a gente sentia minha pica se contorcendo dentro da vagina dela, que se mexia apertando ela.

- Tem um problema! - falei enquanto sentia minha pica saindo da vagina quente dela e me deitava ao lado dela, olhando pra ela - Isso aqui ainda tá duro e não consigo descansar assim!

- Filho, como é possível! - ela disse surpresa quando a mão dela agarrou minha pica e sentiu que ela tava bem dura de novo, a mão dela começou a bater uma. Na mesma hora, a porta tocou.madura gostosa— Mamãe, está tudo bem aí dentro!! — Era minha mãe, que aparentemente tinha acordado com a nossa sessão noturna de sexo.

Minha avó se assustou, levantou rápido, vestiu a tanga de novo e pegou uma blusa que estava jogada no chão pra sair e falar com minha mãe.

Fiquei na cama, pelado e de pau duro, esperando. Levantei e fui escutar, na esperança de que minha mãe se juntasse a nós, que estavam conversando.

— Mas, mãe, olha pra você, saindo mostrando os peitos como se fosse nada! Essa é a segunda vez no dia e ele ainda não tá satisfeito, isso não é normal, é seu neto! — Disse minha mãe, num tom irritado.

— Eu sei, mas ele é um garoto jovem e tem necessidades! E se você, como mãe dele, não tá disposta a satisfazê-las, então eu, como avó, tenho que fazer isso.

— Minha mãe não respondeu mais nada e se retirou. Pelo barulho dos passos, parecia que ela estava bem irritada, o que confirmei quando ouvi a porta do quarto dela bater.

— Voltei rápido pra cama e minha avó entrou de novo no quarto. — Parece que sua mãe é um osso duro de roer — Ela disse enquanto vestia a blusa.milf peitudaA verdade é que me frustrava pra caramba que minha mãe, depois de tudo, continuasse fingindo que não queria transar comigo.

Levantei da cama, pelado como estava, e fui até minha avó. Os olhos dela não paravam de olhar pra minha pica, eu tava com tesão e queria descontar.

— Não deixei ela vestir a blusa, peguei pelas mãos, empurrei contra a cama e ela caiu de bruços. Segurei as mãos dela de novo e coloquei nas costas dela — minha avó parecia confusa.

— Não seja filho da puta, neto, me solta! — protestou minha avó, que estava na cama imobilizada.

— Cala a boca! — dei um tapa bem sonoro na bunda dela.GILF- Então a minha própria mãe se recusa a aceitar a realidade dos desejos dela! - Pois ela vai descobrir como a mãe dela goza - Falei num tom alto, esperando ser ouvido por ela.

Baixei a tanga e deixei a bunda enorme dela no ar - Desde que vi essa bunda, desejei errar o buraco... - acariciei as nádegas dela, que balançaram como gelatina.Avo e neto- Não!!!, pelo cu não! - ela disse, tentando se virar pra escapar.

- Mas vovó, você foi uma menina muito malvada... - dei mais uma palmada que deixou minha mão marcada na carne branca dela.

- Me solta, garoto - minha avó protestava enquanto eu separava as nádegas e aparecia o cuzinho redondo dela, cuspi um pouco de saliva - Posso brincar um pouco com ele?Aquecendo minha mãe (Parte 4)Coloquei meu dedão no cu apertado dela e o corpo dela deu um pulo ao me sentir. Segurei ela pelos quadris e forcei ela a se apoiar nos joelhos, deixando aquele rabão enorme empinado. Separei as nádegas e enfiei a cara pra lamber a buceta dela. Fiquei acariciando um pouco e depois minha língua subiu pra lamber o cu.

— Você é um porco! — eu chupava o cu e a buceta dela — enquanto minha avó começava a rir.

Fiquei de pé, coloquei meu pau e enfiei de uma vez, penetrando fundo. Enquanto meu pau entrava e saía do cu, separei as nádegas, minha avó olhou pra mim e sorriu enquanto dois dedos dela entravam na própria vagina e ela se contorcia de prazer.maduraEnquanto minha pica entrava cada vez com mais força, minha avó começou a gritar cada vez mais.
- Filho, enfia tua pica mais fundo no cu da sua avó!milfMinhas cadeiras cuidavam de penetrar, enquanto minhas mãos iam enfiando cada vez mais dedos na buceta da minha avó.

Enquanto eu fodia com gosto, minha avó se separou e, de joelhos, se colocou no meio. Me chamou com o dedo e eu segui as instruções dela. Me aproximei e ela me deitou de barriga pra cima no meio da cama. Abriu as pernas e se sentou em cima do meu pau.

- Vamos, enfia com força!
- Porra! - Minha avó sentava e meu pau entrava no cu dela - Isso, isso, sabia que tinha que vir neste fim de semana! ... Ufa, sim, continua! Vou gozar!

Ela levantava as cadeiras e meu pau a penetrava por completo. Um gemido forte encheu o quarto. Coloquei uma mão na bunda dela e a outra nas costas. Com os olhos fechados e a boca aberta, ela começou a gemer cada vez mais alto até explodir num orgasmo.incesto- Tô gozando, tô gozando! - gritou enquanto suas pernas tremiam e seu corpo se contorcia de prazer - Sim, tô morrendo, tô morrendo de gosto! - gritava e meu pau entrava e saía loucamente na buceta dela.

- Tô tonto, para pelo amor de Deus! - gemia, tremia e mal conseguia se segurar em cima de mim. Não liguei, queria gozar de novo dentro dela - Porra, filho, não aguento mais! - coloquei minhas duas mãos na bunda dela e fodia violentamente - Já, já, já!avosSenti o esperma percorrer todo o comprimento da minha rola e jorrar pela ponta da minha glande.
As convulsões e os gemidos mostravam que ela estava sentindo dentro do corpo dela cada jato de porra que eu dava pra ela. Ela enfiou a mão entre as pernas, como se quisesse segurar o orgasmo que sentia enquanto o corpo dela se contorcia e ela mordia os lençóis da cama.maesDepois de vários minutos recuperando a comida, abracei ela com força - Cê acha que minha mãe ouviu tudo, vó? - falei rindo.
Minha avó só começou a rir enquanto me dava um beijo doce.avoJá era muito tarde e a gente acabou dormindo, pelados e abraçados.

Continua...

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