Maduras Anonimas ( Parte 04)

Parte 01


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Parte 02


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Parte 03


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O verão estava chegando ao fim e logo eu teria que começar a frequentar a escola. Fiquei preocupado com o que aconteceria se houvesse uma reunião e eu não pudesse comparecer. Será que perderia meu lugar privilegiado no grupo? Dona Elide seria compreensiva e me deixaria voltar?

Meus medos se materializaram quando minha mãe me informou que tinha conseguido férias e queria que passássemos um fim de semana na praia. No começo fiquei animado, mas quando ela me disse as datas, percebi que seriam as mesmas da próxima reunião.

Era óbvio que minha mãe não me deixaria ficar, assim como também não seria possível mudar as datas.

Optei por ir conversar com dona Elide, explicar a situação e saber o que aconteceria comigo.

Como sempre, a encontrei em seu enorme apartamento, onde me convidou para entrar.

Expliquei a situação, expressando que não queria perder minha oportunidade de continuar participando dessas reuniões incríveis.

— Agradeço que você tenha me informado sobre sua ausência na próxima reunião. Não se preocupe, quando voltar, continuará sendo parte do grupo — disse a senhora. — E esta parece ser uma coincidência agradável, mas também há uma inquilina que está viajando e vai perder a próxima reunião. Talvez possamos marcar um pequeno encontro fora do dia estabelecido. Você demonstrou ser um jovem muito capaz no âmbito sexual, pelo menos é o que suas milfs satisfeitas opinam. Ela é uma velha amiga e é um pouco especial, mas confio que você estará à altura das exigências dela. Te aviso que ela é uma pessoa muito rigorosa e exigente, você decide se aceita o encontro.

Fiquei pensativo por vários minutos. Que tipo de exigências essa madura teria? Será que eu seria capaz de fazer o que ela pedisse? Esse encontro parecia um tanto intimidante, mas se eu recusasse, teria que esperar até a próxima reunião para foder. No final, e como sempre, os hormônios falaram mais alto e acabei aceitando o desafio.

— Perfeito. Tenho plena confiança em você. Vou organizar tudo certo para o encontro e quando você voltar eu te informo o dia e a hora. - disse dona Elide e nos dirigimos à porta.
- Você está se tornando um amante capaz e prestativo. Isso me excita muito e me faz esperar ansiosamente pelo momento em que finalmente poderei provar suas habilidades. - ela me disse, antes de me dar um beijo de língua e esfregar meu pau por cima da calça.

Respirei aliviado ao saber que não perderia meu lugar no grupo e que mesmo assim poderia foder. Além disso, o fato da minha mãe estar fora significava que, se ela tivesse entrado no grupo, não participaria dessa sessão. Voltei contente para casa para me preparar para a viagem.

Minha mãe e eu fomos para uma praia perto do local. Ao chegar no hotel, descobrimos que haviam cometido um erro e nos deram um quarto com uma cama só em vez de duas. Para compensar a falha, nos ofereceram dois passes de entrada para uma área exclusiva da praia do hotel.

O quarto era agradável e não houve muito problema em dormirmos juntos; já tinha dormido com minha mãe antes. Naquela noite, enquanto dormíamos de costas uma para a outra, pensei no que estaria acontecendo no complexo. Fiquei me perguntando que madura teria me tocado e como seria a amiga de dona Elide. Também me veio à mente a conversa da minha mãe com a vizinha. Pelo menos para esse encontro, eu podia ter certeza de que minha mãe não participaria, mas e no próximo?

Já tinha decidido que não me oporia a ela entrar no grupo, claro que me certificaria de que ela pegasse um bom rapaz. Já conhecia vários do grupo, então pensei em alguns candidatos.

No dia seguinte, fomos para a praia. Minha mãe usava um pareô sobre o maiô, que era daqueles de uma peça só, bem conservador.

A praia era agradável e cheia de gente. Passamos um tempo no mar, conversamos e nos divertimos. Pouco depois do meio-dia, lembramos que tínhamos os passes de acesso à área exclusiva do hotel e decidimos ir ver do que se tratava. tratava. Chegamos a uma área cercada da praia e, depois de entregar os passes, entramos. Que surpresa tivemos ao perceber que se tratava de uma praia nudista. Tanto minha mãe quanto eu estávamos inseguros sobre o que fazer; poderíamos ir embora, mas o lugar parecia agradável e com bom serviço. — O que você quer fazer? — minha mãe me perguntou. — Eu não tenho problema em ficar, mas se você quiser, podemos ir embora — respondi a ela. — Claro que você não tem problema em ficar, porque vai dar uma bela olhada em todas as mulheres aqui, safadinho — minha mãe respondeu rindo. — Bom, você também vai ter como deleitar a pupila com os cavalheiros por aqui — eu disse, rindo também. Nós nos olhamos e estouramos em gargalhadas; no final, optamos por aproveitar a oportunidade de experimentar algo novo. Fomos para os vestiários para nos despir e saímos para a praia. Era muito estranho ficar nu em um lugar público, e talvez, se não fosse por tudo que eu tinha vivido ultimamente, eu nunca teria coragem de fazer algo assim. Enquanto esperava minha mãe sair dos vestiários, dei uma olhada nas pessoas na praia. Homens e mulheres de todas as idades, raças e biotipos. Havia menininhas, garotas da minha idade, jovens na casa dos vinte e milfs. Havia garotas muito bonitas da minha idade, mas, como sempre, minhas favoritas eram as senhoras. Meu pau começou a acordar com o espetáculo que eu tinha na minha frente, mas, inesperadamente, o que acabou deixando ele duro foi minha própria mãe. Eu a vi saindo dos vestiários e só pude ficar de boca aberta. Em ocasiões anteriores, eu a tinha visto de calcinha por algum descuido ao entrar no quarto dela, mas vê-la ao natural era algo excitante. Ela tinha um par de tetas grandes, sua buceta tinha uma mata de pelo não muito grande enfeitando, quadris largos e uma bunda linda. Meu pau ficou completamente duro ao vê-la, e tentei esconder minha excitação. Minha mãe chegou ao meu lado enquanto eu tentava esconder meu pau, tinha certeza que minha mãe tinha percebido porque vi ela corar.

Saímos juntos para a praia onde pude notar que a vergonha não existia naquele lugar. Vi casais de diferentes idades, homens sozinhos, grupos de amigas, até uma ou outra família por ali. Embora não praticassem sexo abertamente, pude observar como algumas mulheres faziam boquetes nos homens ou então os homens metiam uns dedos na buceta delas. Até vi um casal de maduros se masturbando um para o outro e duas mulheres num 69 na areia.

Era algo indescritível observar aquele cenário erótico. Não tinha ideia do que minha mãe achava disso, pois não tínhamos dito nada desde que saímos dos vestiários.

Encontramos um lugar e estendemos as toalhas. Minha mãe começou a passar protetor para pegar sol enquanto eu continuava contemplando o cenário e dando umas olhadas furtivas para minha mãe, que passava o líquido por todo o corpo. Tinha certeza que meu pau ia explodir a qualquer momento.

Depois de um tempo, ela pediu que eu a ajudasse a passar o bronzeador nas costas e deitou de bruços. Peguei a garrafa meio hesitante e derramei o conteúdo nas minhas mãos, depois fui para as costas dela e espalhei por toda a área. Me concentrei principalmente ali, com medo de descer mais, mas aos poucos fui descendo até chegar na deliciosa bunda da minha progenitora.

Lentamente espalhei o bronzeador nas suas nádegas, acariciando-as suavemente. Talvez eu tivesse usado muito líquido ou talvez tivesse sido inconsciente, mas de qualquer forma uma das minhas mãos acabou deslizando entre sua bunda e terminei enfiando um dedo na sua buceta.

Minha mãe deu um pequeno grito de surpresa e deu um pulo de sustento. Depois de pedir desculpas, saí correndo para o mar, esperando que a água apagasse o tesão que estava sentindo antes que eu acabasse cometendo uma barbaridade.

Enquanto estava na Notei que um casal se aproximava da minha mãe. Era um casal meio curioso, pois o homem parecia bem mais velho que a mulher. Vi eles conversarem um pouco com minha mãe e depois se afastarem.

Depois que minha cabeça ficou mais clara, voltei para perto da minha mãe e perguntei sobre o casal. Ela respondeu que não tinha sido nada importante. Ficamos mais um tempo na praia até o anoitecer, quando muitos banhistas começaram a ir embora.

Estávamos nos preparando para sair quando minha mãe notou que eu ainda estava com aquela ereção enorme.

— Mas David, você ainda não baixou, filho? — perguntou minha mãe. — Bendita juventude. Não posso deixar você andando pela praia de pau duro. Que tipo de mãe eu seria se permitisse isso? Vamos ter que fazer alguma coisa a respeito.

Minha mãe olhou em volta e, vendo que quase não tinha mais ninguém, pegou meu pau de surpresa. Fiquei petrificado com a ação — minha própria mãe estava me masturbando! Não sabia se era um sonho, uma fantasia, mas a verdade é que não queria que aquilo acabasse. Infelizmente, com toda a excitação do dia, não demorou muito e eu gozei em poucos minutos, jorrando minha porra na areia.

Minha mãe se levantou sem dizer uma palavra e foi em direção aos vestiários. Eu a segui, ainda sem acreditar no que tinha acontecido. Depois que nos vestimos, voltamos para o hotel.

Depois que cada um tomou um banho, nos preparamos para sair para jantar. Antes de deixarmos o quarto, minha mãe falou comigo.

— Filho, espero que não pense mal de mim, só fiz aquilo para te ajudar — disse ela, constrangida.

— Não se preocupa, mãe, eu entendo. E desculpa pelo incidente com o bronzeador, foi um acidente — respondi.

Depois de deixar esses acontecimentos para trás, saímos pela cidade. Passamos um tempo agradável, jantamos, passeamos pelas lojas do lugar, compramos algumas lembrancinhas e voltamos a pé para o hotel. Parecia como se nunca tivesse acontecido nada entre nós.

Mas as coisas nunca são tão fáceis de esquecer. Naquela noite, enquanto minha mãe dormia, as imagens dos acontecimentos do dia vieram à minha mente. Não conseguia parar de pensar na mão da minha mãe sobre meu pau, que começava a ficar duro.

A tesão foi mais forte que eu e, com minha mãe dormindo de costas para mim, comecei a me masturbar lentamente. Tentei imaginar as mulheres que tinha visto na praia, mas era caso perdido; tudo que vinha à minha mente era o corpo nu da minha mãe, seus seios apetitosos, sua buceta peluda, aquele bunda incrível. Aumentei o ritmo da masturbação e novamente acabei gozando em poucos minutos. Respirei ofegante, atento para ver se minha mãe tinha sentido meus movimentos, mas seus leves roncos me indicaram que ainda dormia alheia ao que acontecera. Uma vez aliviada minha tesão, caí num sono profundo.

Na manhã seguinte, minha mãe saiu sozinha por um momento para comprar mais algumas coisas que tinha esquecido. Perguntei se ela queria que eu a acompanhasse, mas ela disse que não haveria problema. Ao retornar, arrumamos as malas e começamos a viagem de volta para casa.

No dia seguinte, recebi uma mensagem de dona Elide: o encontro marcado seria naquela noite. A mensagem indicava que eu fosse ao apartamento 509 e que fosse pontual.

Engoli em seco ao lembrar de quem era aquele apartamento: a senhorita Ana.
A senhorita Ana era uma madura solteira de uns 52 anos. Trabalhava em uns escritórios da cidade, onde diziam que tinha um cargo importante. Tinha fama de ser extremamente rígida e severa. Quase não se relacionava com as outras inquilinas e quase o tempo todo estava trabalhando. Em algumas ocasiões, eu a cumprimentei ao encontrá-la, e ela sempre respondia com um cumprimento seco e pouco amigável.

Era de compleição magra, sempre vestida com ternos formais pretos, de saia longa, com seus longos cabelos negros presos num coque apertado que não deixava um fio de cabelo fora do lugar.

Sem dúvida, seria uma Tarefa exigente: satisfazer uma mulher tão apertada. Subi até o quinto andar e, um tanto receoso, bati na porta.

A madura me abriu a porta, com sua aparência estrita habitual, até a máscara que usava era uma simples máscara preta. Ela me deu as boas-vindas e me fez entrar. O apartamento era quase tão grande quanto o da dona Elide. Tudo parecia arrumado e impecável.

Assim que nos sentamos, ela começou a falar.
- Vou ser direta. Ambos sabemos por que você está aqui, mas antes de começar, gostaria de esclarecer algumas coisas. Sou muito exigente em todos os aspectos da minha vida, inclusive no sexo. Sempre espero o melhor e não tenho tempo a perder. Sou uma pessoa rigorosa e gosto de ter controle sobre tudo, porém, na esfera sexual, sou um pouco diferente, basicamente o oposto. Busco um amante que saiba ter mão firme comigo, que possa me dominar e me fazer suplicar. É desnecessário dizer que minhas práticas podem parecer extremas para a maioria das pessoas, então, se você acha que não está à altura das minhas exigências, é melhor ir embora para que eu possa procurar alguém que esteja. - disse com um tom severo que me fez sentir como se estivesse em uma entrevista de emprego.

Honestamente, parecia algo muito complicado, mas eu estava precisando muito de uma boa foda e aceitei o desafio.

- Muito bem, então a partir de agora estou à sua disposição, você poderá fazer o que quiser comigo, não vai parar a menos que eu diga a palavra "Suficiente". - me disse a madura.

Lembrando de algo que tinha visto uma vez em filmes pornô, coloquei mãos à obra. Para começar, decidi despi-la de forma violenta. Abri sua blusa de uma vez, arrancando alguns botões no processo, e depois rasguei sua saia em pedaços, deixando-a nua. Para minha surpresa, pude notar que ela não usava roupa íntima, mas sim tinha o corpo coberto por cordas que percorriam sua pele com nós e amarrações intrincadas, inclusive em volta de seus seios pequenos. Sua A buceta, como imaginei, estava completamente depilada, sem um único fio de pelo pubiano.

Imaginei que ela devia ter brinquedos no quarto, então a arrastei à força até lá e a joguei na cama. Abri o guarda-roupa, que era grande o suficiente para entrar, e estava cheio de roupas e sapatos que claramente eram caros.

Abri alguns armários que só tinham mais roupas, até chegar a um terceiro onde encontrei o que procurava: uma vasta coleção de artigos de bondage - correntes, coleiras, chicotes, palmatórias e outras coisas que me dava medo perguntar para que serviam. Também havia dildos, vibradores e outros brinquedos sexuais. Pensei que a dona Norma e ela certamente se dariam muito bem.

Peguei uma coleira com corrente e coloquei no pescoço dela, depois peguei um par de prendedores unidos por uma corrente e apertei seus mamilos eretos. Revirei os brinquedos e encontrei um consolo anal que enfiei no cu da madura.

Achei que com isso seria suficiente. Segurando-a pela corrente, fiz ela andar de quatro pelo lugar. Tirei meu pau ereto e desfiz aquele coque apertado, deixando seu cabelo longo cair despenteado. Segurando-a pela corrente, forcei-a a chupar meu pau. Ela resistiu um pouco, mas enfiei meu pene à força. Colocando minhas mãos em ambos os lados do rosto dela, fodi sua boca com força, enfiei meu pau até o fundo de sua garganta e depois tirei, fazendo-a engasgar.

"Chupa, gostosa, vamos lá, me chupa o pau como a vadia que você é", disse eu, já entrando no papel.

Enfiei meu pau com força mais algumas vezes na boca dela. Era algo diferente do que já tinha experimentado antes - dominar alguém à força.

Continuei fodendo sua boca até que, sem aviso, gozei, jorrando porra pela garganta dela. Ao tirar meu pau, vi-a tossir e procurar ar, mas mesmo assim ela não deixou escapar uma única gota de sêmen.

Peguei mais algumas cordas do armário e a coloquei de quatro na cama. onde amarrei suas mãos nas costas, deixando-a vulnerável.

Fui buscar alguns consolos e vibradores para continuar a tarefa. Ajoelhei atrás dela e me aproximei da sua buceta, que estava surpreendentemente encharcada — nossa, ela gostava mesmo desse tipo de coisa.

Liguei o vibrador e lentamente passei pelos seus lábios sem introduzir, apenas percorrendo sua fenda levemente com ele, fazendo as vibrações a estimularem. Introduzi a ponta dentro dos lábios e mantive ali sem ir mais fundo.

— Por favor, mete, preciso sentir dentro, te imploro — disse a madura, se contorcendo.

Peguei a corrente e puxei-a para mim, fazendo-a se dobrar para trás.
— Cala a boca, foxy. Eu decido quando meto. Não quero te ouvir falar — disse a ela.

Peguei do armário uma mordaça com bola e coloquei em sua boca, silenciando-a. E então voltei ao meu trabalho de mexer na sua buceta. Continuei mais um pouco atormentando-a com os consolos até que, de repente, enfiei um deles até o fundo da sua buceta. Ouvi-a gritar contra a mordaça. Peguei o outro consolo e também o introduzi dentro da sua buceta, fazendo-a gemer. Agora ela tinha dois consolos na buceta e mais um no seu cu.

Voltei ao armário e peguei uma palmatória, com ela dei umas boas palmadas no seu bumbum, que ficou vermelho das surras. Fui até a frente dela e vi que seus olhos estavam vermelhos e inchados, com lágrimas escorrendo pelo rosto.

Fiquei preocupado de ter exagerado e tirei a mordaça, esperando que ela me indicasse para parar.

— Por favor, te imploro, chega, para por favor — disse ela chorando.

Como não ouvi a palavra "Suficiente", presumi que deveria continuar. Recoloquei a mordaça e tirei os consolos do seu cu e buceta. Repeti o que havia feito com o consolo, mas desta vez com meu pau, passando a cabeça pelos seus lábios, fazendo o gesto de meter e depois retirar. A madura se... ela se contorcia e empurrava os quadris para trás, buscando a penetração. Dei mais algumas palmadas na bunda dela com a palma da minha mão. Assim que ela ficou parada, enfiei meu pau na boceta e fodi ela com toda minha força.

Segurando o cabelo dela, puxei para trás enquanto meu pau a penetrava com força.

—É isso que você queria, né? Queria um pauzão na sua boceta? É o que você gosta, não é, sua puta? — falei enquanto puxava os cabelos dela com força, conseguia ouvi-la gemer através da mordaça. — É, você não passa de uma putinha faminta por pau. Então goza, goza todinha, puta.

Tirei meu pau da boceta dela e enfiei direto no cu. Continuei fodendo assim, alternando entre o cu e a boceta. Puxei a corrente fazendo ela se erguer contra mim e depois a empurrei contra a cama. Puxei as cordas que cobriam o corpo dela até apertarem na pele.

Finalmente não aguentei mais e gozei dentro da boceta dela.

Depois de ter descarregado minha porra dentro dela, desamarrei as mãos, deixando-a livre. Eu estava completamente exausto.

—Chega — disse a senhorita Ana, tirando a mordaça e encerrando o encontro. — Foi… satisfatório. Você tem potencial, talvez com um pouco de prática e uma boa professora, iria longe no mundo do sadomasoquismo.

—Obrigado, senhorita, mas acho que vou ter que recusar a oferta — respondi.

—Esse mundo não é para todo mundo, então tudo bem, agradeço seu serviço e te desejo o melhor nos seus futuros projetos. Mas se mudar de ideia, não hesite em me ligar — disse enquanto saía do lugar.

Novamente comecei o caminho de volta ao meu apartamento, impressionado com o que tinha acabado de acontecer. Cada encontro com essas milfs sempre me deixava surpreso com o quanto eu tinha evoluído e o que tinha aprendido.

Embora, sinceramente, aquela não tinha sido uma das minhas práticas favoritas, esperava que as outras milfs não fossem tão extremas quanto essa.

Ao entrar em casa, liguei. liguei para minha mãe para avisar que eu estava voltando, mas ela não respondeu. A porta dela estava trancada, o que me deixou um pouco surpreso, já que ela sempre deixava aberta. Provavelmente estava muito cansada e queria dormir sem ser perturbada.

Enquanto pegava no sono, me lembrei dos acontecimentos na praia, e meu último pensamento antes de adormecer foi o corpo nu da minha mãe.CONTINUARÁ...

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