Nos dias da minha aventura com a vizinha, minha esposa finalmente conseguiu tirar férias e veio pra praia… a vida seguia tranquila, um tempinho na praia, roda de conversa com os vizinhos do condomínio, soneca, e um passeio em família. Num desses dias, estávamos na praia conversando na beira da água com meu sogro, vimos que as mulheres estavam num grupinho e não paravam de rir, tava minha esposa e minha sogra, Marina nossa vizinha, e mais três ou quatro vizinhas… Quando o grupinho se desfez, fomos caminhar com minha esposa e perguntei por que elas riam tanto? — De nada, você conhece a Marina e as histórias de sexo dela. Essa mulher é uma sem-vergonha e uma safada. — O que ela contou pra vocês? — Agora ela diz que tem um amante, mas aposto que é invenção dela. — Bom, ela ainda é bem gostosa, não é? — É, mas ela contou que é um cara mais novo que ela e que curte umas paradas muito estranhas. — Que paradas? — perguntei, tentando disfarçar meu nervosismo. — Putaria, essa mulher tem muita imaginação, que ele pede pra chupar a buceta dela. — Pô, isso não é tão estranho assim. — Não só isso, também os pés e o que é mais pesado, o cu. Eu já falei pra ela que é impossível existir alguém que curta essas coisas. Mas a Maria do terceiro andar disse que há uns anos teve um namorado que, uma vez quando tavam fazendo sexo oral, pediu pra ela mijar nele. Tipo, depois disso, acredito em qualquer coisa. — Bom, você sabe que tem gente com gostos bem esquisitos. — O pior é que essa mulher puxou o assunto na frente da minha mãe e ainda falou pra gente, as mais novas, que a gente tinha que experimentar de tudo. Ela é muito, muito doida. A conversa terminou por aí, com certeza a Marina teve seu momento de glória com as vizinhas. Imagino o tesão que ela devia estar sentindo enquanto contava pra minha sogra e minha esposa o quanto o novo amante dela era tarado. Não resisti e mandei um WhatsApp pra ela, pra ela me contar. E porque só de lembrar da minha aventura com ela, já fiquei todo excitado. Ela confirmou que se divertiu pra caralho, que adora ver como elas se incomodavam com o assunto e se faziam de difíceis. Eu mandei uns emoticons e perguntei quando a gente podia repetir o que rolou no outro dia, que eu não aguentava passar o verão inteiro sem provar o corpo dela de novo. -Amanhã acho que meu marido vai sair cedo pra pescar, você pode falar que vai correr ou dar uma volta e me fazer uma visitinha. -OK me avisa no WhatsApp quando ele sair. No dia seguinte acordei, e a primeira coisa que fiz foi olhar o celular… às 6:00 meu vizinho já tinha ido embora, então tava liberado. Coloquei a roupa de corrida e, em vez de sair pra correr, voltei pelo corredor e fui pro apartamento da minha vizinha. Era bem cedo, 7:30, e Marina tinha voltado a dormir… -Que cedo você vem, com o sono que eu tô. Não deu tempo nem de tomar café, nem de tomar banho. -Fica tranquila, não precisa. Falei com um sorrisinho. -Vai ver você se arrepende dessas palavras, vem pra cá um pouco, deita na minha cama… que tô com muita preguiça e aí a gente brinca um pouco aqui. Fomos pra cama dela e ela se deitou, deixando o corpo nu de barriga pra cima, totalmente exposto pra mim. Eu me deitei junto com ela, fui tirando a roupa dela e comecei a lamber, dessa vez comecei pelos peitos, e fui descendo devagar. Quando cheguei na buceta dela, abri as pernas e vi que tava toda melada, parei uns segundos porque, sem a excitação do outro dia, me dava um pouco de nojo chupar, e logo Marina percebeu. -Espera um pouco, deixa eu lavar um pouco. Passei a noite toda suada e hoje de manhã quando meu marido saiu, tive que ir no banheiro. Eu não deixei ela terminar… e antes que ela me impedisse, já tinha começado a lamber a racha dela. Dessa vez, em vez dos fluidos dela, tava com um gosto mais forte de xixi e suor, mas eu tinha sonhado a semana inteira em lamber aquela buceta bem quente e não ia desistir agora. Aos poucos, vendo que eu continuava, Marina relaxou e começou a ficar excitada e a molhar. Eu já tinha limpado toda a buceta dela e ela começou a me incentivar com as frases dela. -Adoro como você faz, sua mulher não sabe o que tá perdendo. -Tô vendo que você é mais Puta merda, você é mais cachorro do que eu pensava, virou um puto cadelinha comedora de buceta. – Quer ser meu cachorrinho? Posso te adotar. Eu lambia cada vez mais forte… e ia descendo, descendo, abri bem as pernas dela e com minha língua quase alcançava o cu dela. – Também quer lamber meu cu hoje? Mas olha que você é safado… nunca te disseram que não se deve chupar tudo? – Uff, não sei o que fazer com você, se é isso que você quer, espera um momento. Ela se acomodou na cama e colocou o travesseiro debaixo da bunda, de modo que a buceta e o cu dela ficaram totalmente expostos na minha frente. Eu podia ver os dois buracos brilhando diante de mim, o cu dela estava bem limpo, embora eu tenha percebido alguns restos marrons entre os pelos, mas naquela altura eu já tava com um tesão do caralho. Então não pensei duas vezes e fui pra cima, lambia o clitóris dela e de vez em quando passava a língua por toda a fenda dela, saboreando os fluidos, e chegava até o cu dela, ali eu me deliciava com o buraco dela, lambia todo o contorno e até tentava penetrar com a língua. O gosto era forte, mas com a excitação que eu tava, agora não importava mais, limpei tudo e lubrifiquei com minha língua. Quando eu tava lambendo o cu dela, ela enfiava os dedos na buceta e se masturbava no clitóris… pelos espasmos e fluidos que soltava, acho que ela teve dois ou três orgasmos. – Adoro ter você aí embaixo, minha buceta precisava de um cachorro como você pra aliviar o tesão. – Você gostou do gosto da minha buceta hoje? Acho que enquanto você estiver aqui, não vou mais me lavar… vou guardar todo meu tesão pra você. Aquelas palavras me deixavam louco, eu amava aquele gosto agora misturado com os fluidos vaginais dela e, principalmente, que ela me humilhasse e me excitasse com as palavras dela. – Não quer parar, hein? Ontem a Maria, a vizinha do terceiro andar, me deu uma ideia, pra você não pensar que sou a única puta do prédio ou que você é o único cadelinha comedor de buceta do universo. Você vai ver como vai gostar. Na tarde anterior, minha mulher tinha me contado e eu já tinha fantasiado com aquilo, embora não soubesse Muito bem, eu teria coragem de fazer ou de propor, mas não foi necessário: — Vem, vamos ao banheiro, vou fazer xixi. Marina sentou na privada… e me mandou ajoelhar na frente dela, abriu as pernas e soltou um jato de xixi… me olhou nos olhos e disse: — Vamos, você tem coragem de chupar minha buceta agora que ela tá molhadinha? Eu, sem responder, aproximei a cabeça e lambi a buceta dela, estava salgada pelos restos do xixi, limpei bem e levantei o olhar para Marina. — Muito bem… é assim que eu gosto. Ela soltou outro jato e, sem que ela dissesse nada, eu lambi de novo. Marina se levantou um pouco, ficou de pé na minha frente e, sorrindo, disse: — Sabia que você ia gostar… fica tranquilo que tem mais e é tudo pra você. Vem, abre a boca. Eu estava ajoelhado na frente dela, aproximei meu rosto daquela buceta e abri a boca, Marina então soltou um jato direto na minha boca, caía na minha boca e de lá escorria pelo chão. — Vai, cachorrinho, engole um pouco. Ou vou achar que você não gostou. Não vai me dar nojo agora, depois de tudo que você chupou hoje!!! Eu engoli um pouco daquele xixi e lambi a racha dela, ainda molhada. — Vamos, levanta, sabia que você ia gostar, olha como você ficou tarado. Ela sentou na privada e começou a lamber meu pau, que estava duro que nem um pau, prestes a estourar. Gozei na boca e na cara dela… ela abriu a boca pra eu ver a quantidade de porra que tinha dentro, e me olhando nos olhos, engoliu tudo e limpou todos os restos que tinha no meu pau. Foi pra eu ver que ela era tão promíscua e tarada quanto eu e que também curtia aquilo. Ela se levantou e ficou na minha frente, sem dizer nada, eu beijei ela, nossas línguas ficaram brincando um bom tempo, a boca dela ainda tinha gosto de porra… sexualmente falando, eu tinha encontrado minha alma gêmea. Antes de dar a hora de eu ir, ainda deu tempo de tomar café da manhã e foder em cima da mesa da cozinha dela, de onde dava pra ver a janela do meu quarto no prédio da frente. Comi ela em várias posições, até que pela janela, vimos que a persiana do meu quarto subia. —Vamos, acho que você tem que ir, sua mulher tá terminando de acordar e com certeza quer tomar café com morangos e champanhe junto com o namorado dela. Diz pra ela que o champanhe, mesmo estando um pouco quente, você já tomou. Marina tava adorando aquilo e eu tava ficando muito excitado.
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