Fala, galera! Voltei com a mina do malabarismo.
Passou um tempinho, tipo umas semanas sem ver ela na rua e zero contato no WhatsApp. Cruzei com ela de novo no mesmo lugar, batemos um papo e descobri que ela tinha ido pra praia fazer uma grana, mas começou a usar uns bagulhos e torrava tudo por lá.
Combinamos e nos vimos uns dias depois à noite, hotel e um sexo foda pra relembrar os bons tempos. Conversamos mais de boa e ela tava viciada, o que não é o ideal, mas vamos ser sinceros, é mais comum do que a gente imagina, e ela vivia sempre sem grana.
Acontece que a colega de quarto dela também tava no vÃcio, e o papo foi pra esse lado, sobre as duas e o que daria pra fazer com elas juntas, seja eu sozinho ou com uns amigos e elas. Dava pra ver que ela topava qualquer parada, e isso me pareceu interessante. Passaram uns dias, conversamos e combinamos que eu passaria lá pra visitar. Montei uma reunião de trabalho pra umas duas da tarde, e lá pelas 13:30 vazei de casa e fui direto pro apartamento. Passei no chinês antes pra comprar dois champanhes, cheguei e ela me fez entrar. As duas estavam chapadonas, aà ela me apresentou a amiguinha, Martina, uma mina morena estilo roqueira, uma japa gostosa. Batemos papo, bebemos, elas fumaram, estavam bem doidona e, conforme as duas garrafas de champanhe foram descendo e elas viram minha carteira, ficaram carinhosas e começaram a se pegar na minha frente: se beijando de boca aberta, fechando os olhinhos e se beijando como se fossem namoradas, muita lÃngua, muita baba, e meu pau ficou babado. Minha amiga chegou perto, sentou no meu colo e perguntou se eu tava gostando do show. Tirei a regata, e a amiga dela fez o mesmo, e as duas me beijaram, tiraram minha calça jeans, a camisa e a cueca, e começaram a me chupar, o que me deixou louco vendo as duas se beijando e brincando com as lÃnguas no meu pau. A real é que não demorei muito pra gozar, não vou mentir, mas também é bom dizer que a ação foi do sofá pra caminha, e ver as duas peladas se comendo... Uma para a outra fez o amigo reagir em tempo recorde e me montar na minha amiguinha enquanto eu chupava a buceta da amiga dela. Depois de uma troca, eu comi a buceta preta da jipona morena enquanto minha amiga enfiava uma das suas pirocas e ficava com os olhos virados. Foi uma tarde divina de festinha com duas putas divinas. Uma anã de rabão gigante, vulgar como poucas, e uma jipona peituda nascida em Recoleta, que se achava uma alma livre e vivia do que arrecadava nas esquinas — duas gostosas lindas. Quando fui embora, deixei um agradinho pros vÃcios delas e prometemos manter contato, coisa que eu desejo. — Continua...
Passou um tempinho, tipo umas semanas sem ver ela na rua e zero contato no WhatsApp. Cruzei com ela de novo no mesmo lugar, batemos um papo e descobri que ela tinha ido pra praia fazer uma grana, mas começou a usar uns bagulhos e torrava tudo por lá.
Combinamos e nos vimos uns dias depois à noite, hotel e um sexo foda pra relembrar os bons tempos. Conversamos mais de boa e ela tava viciada, o que não é o ideal, mas vamos ser sinceros, é mais comum do que a gente imagina, e ela vivia sempre sem grana.
Acontece que a colega de quarto dela também tava no vÃcio, e o papo foi pra esse lado, sobre as duas e o que daria pra fazer com elas juntas, seja eu sozinho ou com uns amigos e elas. Dava pra ver que ela topava qualquer parada, e isso me pareceu interessante. Passaram uns dias, conversamos e combinamos que eu passaria lá pra visitar. Montei uma reunião de trabalho pra umas duas da tarde, e lá pelas 13:30 vazei de casa e fui direto pro apartamento. Passei no chinês antes pra comprar dois champanhes, cheguei e ela me fez entrar. As duas estavam chapadonas, aà ela me apresentou a amiguinha, Martina, uma mina morena estilo roqueira, uma japa gostosa. Batemos papo, bebemos, elas fumaram, estavam bem doidona e, conforme as duas garrafas de champanhe foram descendo e elas viram minha carteira, ficaram carinhosas e começaram a se pegar na minha frente: se beijando de boca aberta, fechando os olhinhos e se beijando como se fossem namoradas, muita lÃngua, muita baba, e meu pau ficou babado. Minha amiga chegou perto, sentou no meu colo e perguntou se eu tava gostando do show. Tirei a regata, e a amiga dela fez o mesmo, e as duas me beijaram, tiraram minha calça jeans, a camisa e a cueca, e começaram a me chupar, o que me deixou louco vendo as duas se beijando e brincando com as lÃnguas no meu pau. A real é que não demorei muito pra gozar, não vou mentir, mas também é bom dizer que a ação foi do sofá pra caminha, e ver as duas peladas se comendo... Uma para a outra fez o amigo reagir em tempo recorde e me montar na minha amiguinha enquanto eu chupava a buceta da amiga dela. Depois de uma troca, eu comi a buceta preta da jipona morena enquanto minha amiga enfiava uma das suas pirocas e ficava com os olhos virados. Foi uma tarde divina de festinha com duas putas divinas. Uma anã de rabão gigante, vulgar como poucas, e uma jipona peituda nascida em Recoleta, que se achava uma alma livre e vivia do que arrecadava nas esquinas — duas gostosas lindas. Quando fui embora, deixei um agradinho pros vÃcios delas e prometemos manter contato, coisa que eu desejo. — Continua...
1 comentários - La malabarista, episodio III