Olá, me chamo Vicente, tenho dezoito anos e preciso contar pra vocês o que aconteceu comigo no verão passado, porque senão vou explodir, foi alucinante! E não posso contar pra ninguém. Primeiro, porque não iam acreditar em mim, e segundo, porque acho que não é algo que eu possa sair falando por aí, meus amigos têm uma boca de sacola que é de lascar e pode dar merda... Bom, vou tentar me acalmar e explicar de um jeito que vocês entendam. Sou um adolescente e certas coisas me deixam muito agitado... Então é isso, me chamo Vicente, já falei minha idade, e moro em Alicante. Gosto muito de onde moro, é bem legal. Minha família é uma família normal, bom... ou pelo menos era o que eu pensava. Tipo, somos cinco: meu pai, minha mãe, minhas duas irmãs (uma é minha irmã e a outra é minha meia-irmã, na verdade), e eu. Acontece que meu pai é pai biológico só da minha irmã Maria e de mim, mas é padrasto da minha irmã mais velha, Melania, que é filha da minha mãe de um casamento que acabou em divórcio, e depois ela casou com meu pai, que tinha ficado viúvo e já tinha eu e minha irmã. Resumindo, nossa mãe é nossa madrasta. Acho que é meio complicado, mas super normal hoje em dia, né? Enfim, o que vou contar aconteceu entre a última semana de junho e o mês de setembro deste 2019 passado. Acho que antes de continuar, o normal seria dar alguns detalhes sobre onde moro, como sou eu, minha família e tal; é o que eu gostaria de perguntar se alguém me contasse algo, acho eu... Eu sou bem normal, minha família é bem normal e moramos num apartamento de quatro quartos, num prédio bem normal de um bairro bem normal; mas temos um terraço com uma vista bonita, de onde dá pra ver o mar ao longe. Não sou um cara especialmente gostoso, nem alto nem baixo, nem bonito nem feio, não vou mal nos estudos mas também não me destaco, sei que sou esperto e muito observador, isso sim, porque mesmo que às vezes as hormonas me traiam, e elas estão bem agitadas como é de se esperar. normal pra minha idade, às vezes consigo fazer meu entendimento vencer elas e raciocinar um pouco, e o de observador vem porque descobri que se você se concentrar um pouco, prestar atenção e escutar, dá pra ficar sabendo de um monte de coisas e, sinceramente, uso isso tanto nos estudos quanto na vida. Acho que a única coisa que falta dizer é que meus pais são gente boa, de verdade, e pra gente viver bem, eles trabalham pra caralho numa frutaria pequena, onde minha irmã Melânia também trabalha, e isso nos permite viver com um certo conforto. É, já sei que o/a leitor/a mais impaciente deve estar esperando uma descrição física minha e das minhas irmãs, mas por enquanto vou fazer só a minha porque as outras ainda não vêm ao caso. Pra minha idade, não tô mal, acho (já falei que sou normal), meço um metro e setenta, e malho pra caralho, embora não seja um cara musculoso, é isso, sou NORMAL. Cabelo castanho, olhos castanhos e meio bonitinho. Com as minas da minha sala e da cidade onde costumo passar as férias, que são as únicas que já peguei na vida, nunca me destaquei, mas consegui dar uns amassos e apalpar um pouco, mas não tive sorte de fazer mais nada; isso sim, depois vinham umas punhetas em homenagem à gata em questão, mas nunca conseguia finalizar. Não conseguia ir além. Resumindo, era um adolescente tarado. Enfim, vamos ao que interessa. As aulas já tinham acabado e eu tinha passado em tudo, mas sem notas fodas. O suficiente pra meus pais ficarem felizes e me deixarem passar as férias de verão na minha. Eram os últimos dias de junho, com um calor do caralho, e eu tava no meu quarto me acabando no meu Play, especificamente num jogo onde você simula ser um piloto de Fórmula 1 (tipo, você é o puto dono do pedaço), largadão na minha poltrona imitação de banco de carro de corrida, com minha camiseta de ficar em casa, meu shorts de banho (o mesmo que depois eu descia pra (à tarde na praia), e meus chinelos surrados, e nisso que, como sempre sem bater na porta e sem dizer uma palavra, feito um fantasma, minha irmã María entrou silenciosamente no meu quarto, me pegando de surpresa, me dando um susto do caralho, e fazendo com que meu alter ego no jogo batesse de cara num guard-rail ao sair de uma curva a mais de 250 km/h. Foda-se a partida.
— Qual é, anão!
— Porra, María, que porra você tá fazendo?
— Nossa, que susto te dei, ha, ha, ha.
— Escuta, por que você não vai com as patricinhas das suas amigas e me deixa em paz?
— Olha só, tão sem educação e idiota como sempre.
Depois de dizer isso, María se jogou em cima de mim, como fazia desde que éramos crianças, principalmente desde que a mamãe morreu, onze anos atrás, e dando um pulinho sentou de lado nas minhas pernas, no meu colo, e continuou me dando cascudos e tapas na cabeça sem parar. Já fazia tempo que essa brincadeira não me dava a menor graça, em parte porque achava humilhante uma garota sempre ganhar de mim e eu nunca conseguir tirá-la de cima, e também, bem... porque María já tinha 18 anos e eu ficava sem graça com certo contato físico com ela. Não quero que me interpretem mal, nunca tinha me masturbado nem nada parecido pensando em nenhuma mulher da minha família, mas é que minha irmã María tinha se tornado uma gostosa, quase da minha altura, um rostinho muito lindo, com uma expressão de quem não quebra um prato na vida, cabelo castanho claro, olhos puxados cor de mel, uma boca de lábios carnudos e avermelhados que contrastavam com uma pele branca, perfeita, e uma figura com umas curvas bem femininas, e tudo isso acompanhado de uma voz sensual, além de ser o xodó dos meus pais: menina boa, carinhosa, inteligente, boa aluna, não gostava de sair e nunca dava problema nenhum, tipo, a filha perfeita... e a Irmã perfeita. Ela parou o ataque carinhoso, ficou de pé na minha frente com as mãos na cintura e cara séria e disse:
— Olha, Vicen (ela me chama assim com carinho), ultimamente você tá muito sem graça e muito grosso, tá acontecendo alguma coisa comigo?
— Não, Maria, que nada, é que…
— É que o quê?
— Nada, é que você fodeu minha partida.
— Que besteira, então começa outra, o pirralho já fodeu tudo… certeza que não é tão complicado. Vamos ver: o que você tá jogando?
— Nada, é uma espécie de simulador, tipo pilotar um carro de Fórmula 1. É bem complicado. Falei tudo isso dando ao meu tom de voz a maior seriedade e importância possível, como se ela não entendesse e fosse algo ao alcance de poucos, e claro, não adequado pra ela, que ainda era minha irmã. Mas longe de conseguir o que queria, que era ela vazar do meu quarto, o efeito foi justamente o contrário.
— Tão difícil assim não deve ser, ou você acha que não sou capaz porque sou mulher?
— Não, não é isso, vai, me deixa jogar em paz.
— Então não, agora você me explica como joga. E dito isso, puxou meus braços e me fez levantar pra ocupar meu lugar na frente da mesa e da tela, e arrancando de mim o controle das minhas mãos, sentou com uma expressão muito séria enquanto me olhava esperando minhas explicações. Percebi que a única chance de recuperar minha paz era ela descobrir a própria inabilidade e ficar entediada com o jogo o mais rápido possível, senão não me deixaria em paz. Dei umas instruções de má vontade e ela começou a primeira partida que, claro, mostrava a falta de prática, e não parava de confundir todos os botões e suas funções, o que se traduzia direitinho na tela como um verdadeiro desastre. Isso começou a me irritar ainda mais, até que de repente aconteceu algo que mudou tudo. Depois de apertar o botão certo, o carro de Fórmula 1 A tela começou a tremer de novo sem controle, o que gerou as reações correspondentes do controle sem fio na forma de vibrações, ao bater ou passar por áreas complicadas da pista, fazendo minha irmã, que não esperava, levar um susto danado e soltar o controle de repente, como se fosse uma brasa pegando fogo. Eu peguei o controle no ar, milagrosamente.
— Que porra você tá fazendo, louca?!
— Mas você é um cuzão, quer que eu tome um choque?!
— Mas Maria, que buceta você tá falando, “zumbá”?
— Essa coisa vibra!
— Claro, porra, é um controle foda pra caralho e muito caro, e isso faz parte pra dar realismo ao jogo, sua tonta… além disso, é sem fio e não tá ligado na tomada… (mostrei pra ela) Tá vendo?
— Então… é normal?
— Claro.
— Porra, isso avisa, que susto do caralho… posso tentar de novo? Vai se foder! Qualquer um entende as minas; leva um susto da porra e ao invés de vazar, quer tentar de novo.
— Beleza, mas presta mais atenção, porque se eu tiver que ficar olhando e você só batendo o tempo todo, vou ficar entediada pra caralho…
— Vicen, e você disse que isso vibra o tempo todo?
— Bom, só quando você sai da parte asfaltada da pista, bate ou algo assim.
— Ah! Que curioso… tá… como eu começo de novo?
— Bom, você pode continuar, ainda tá na partida, mas tão te dando umas três voltas de vantagem, assim você nunca vai ganhar.
— Já sei, mas o importante é aprender primeiro, né?
— Bom, como quiser.
E eu me preparei pra ficar sem o Play por um bom tempo. Decidi me entreter.
— Ei, vou pegar uma Coca-Booty, quer algo da geladeira?
Ela não respondeu, tava meio besta.
— Maria, cê quer beber alguma coisa!
— Ah sim!, obrigada, uma Coca-Booty tá de boa.
Resignado, passei os três minutos que levei pra ir do meu quarto até a cozinha, pegar as latas da geladeira e Voltando pro meu quarto arrastando os pés, resmungando e xingando minha sorte por ter que aguentar essa invasão da minha irmã, não só da minha privacidade, mas do meu precioso tempo com a minha querida Play, tempo que eu tanto esperei durante o ano inteiro. Era aquele raro momento em que não tinha ninguém em casa e eu tinha que aturar isso. Voltei pro quarto com as duas latas na mão e, por um segundo, achei que minha irmãzinha tinha vazado do meu quarto, porque não vi a cabeça dela nem sinal dela no sofá quando entrei. Mas essa impressão era errada, porque na tela tinha movimento e dava pra ver o carrinho de corrida, que, aliás, parecia um cortador de grama, sempre fora da parte asfaltada do circuito. Eu ia dar uma bronca nela ou zoar ela (ou os dois ao mesmo tempo), quando encontrei ela bem acomodada no meu querido sofá, porque ela tinha se ajeitado deixando o corpo escorregar um pouco pra baixo, com as pernas abertas, de um jeito que o controle descansava nas coxas dela, mais pro baixo-ventre, sem precisar ficar segurando ele no alto com as mãos pra não cair. Porra, como essa desgraçada se acomoda rápido – pensei. Mas logo em seguida, depois de deixar a Coca-Booty dela num canto da escrivaninha, quando olhei pro rosto dela, vi algo na expressão que me fez desistir de sabotar o jogo dela e mandar ela pra fora do meu quarto na base do grito. Coloquei meu braço esquerdo no encosto do meu sofá de jogos e fiquei do lado da minha irmã; nessa posição, eu conseguia ver de cima sem ser visto, a menos que ela virasse. Observei, claro, com muito cuidado e fiz uma análise da situação. Maria continuava jogando de forma desastrosa, na real o controle vibrava quase o tempo todo, mas ela parecia não se importar, aliás, parecia que ela dirigia de propósito o carro sempre pra fora da pista e causava as batidas de sacanagem, e ela recebia as vibrações. do controle (agora eu vi claramente), bem entre as coxas, onde as mãos dela descansavam segurando o controle. Ali ela só vestia um shortinho esportivo de tecido fino azul marinho brilhante, com acabamento nas bordas e costuras em branco, e realmente parecia ser a única coisa cobrindo a parte de baixo do corpo lindo dela, porque não dava pra notar nenhum vestígio de calcinha. Porra, que pernas lindas que minha irmã tem!, a pele parece muito macia e têm um formato espetacular (pensei), nunca tinha visto elas assim, como pernas de uma garota. Pra mim eram as pernas da minha irmã e não precisavam de mais atenção, mas naquele momento… Olhei um pouco mais atentamente com essa nova perspectiva que a situação me dava, talvez me deixando levar pelos hormônios e pelo calor. Não sem certo receio, continuei minha rápida inspeção. O rostinho bonito dela, visível de perfil direito da minha posição, estava ficando com um tom de rubor muito forte que eu nunca tinha visto na minha irmã, a não ser quando ela fazia alguma atividade física que ela adorava, ou na praia, e o que mais chamou minha atenção foram dois detalhes, principalmente: primeiro, ao olhar a boca dela, vi que ela mordia o lábio inferior e semicerrava os olhos às vezes; e segundo, que a camiseta justa dela, de listras finas horizontais multicoloridas, gola redonda e que cobria só até a parte de cima do umbigo, subia e descia no ritmo de uma respiração meio acelerada, fazendo os peitos duros dela se marcarem e, principalmente, o que mais me perturbou, fazendo com que os dois biquinhos dos peitos dela ficassem mais do que evidentes. Não tinham passado mais de dois minutos desde que eu observava minha irmã Maria com outros olhos, e já comecei a sentir uma ereção forte e uma vontade louca de descobrir o que aquela roupa escondia e aproveitar a visão daquela anatomia; mas isso era algo que jamais me passaria pela cabeça fazer. Maria continuou vidrada no "jogo dela" por mais uns dois minutos, com uma respiração cada vez mais claramente alterada, apertando o controle com mais força contra a barriga dela, até que num dado momento, ela se levantou, largou o controle de mal jeito na minha mesa e, sem me olhar ao passar por mim, se despediu dizendo: - Até logo, Vicen, esse jogo é uma puta besteira. E me deixou perplexo enquanto entrava rapidamente no quarto dela, ao lado do meu, e fechava a porta com um puta estalo. Fiquei ali parado, sem saber muito o que fazer, com um pau enorme e uma vontade do caralho de bater uma punheta. Mas claro, como é que eu ia bater uma punheta porque fiquei de pau duro olhando pra minha irmã? Porra, se eu cresci com ela! E pior ainda, como é que eu ia bater uma pensando nela? Me sentia tão excitado quanto confuso. Decidi ir pro banheiro tomar um banho frio; é, com certeza isso ia tirar essa besteira da cabeça e tudo isso ia ser esquecido com o tempo. Mas assim que saí do meu quarto, à esquerda, junto da minha porta, estava a do quarto da minha irmã, e eu parei, sei lá, talvez fosse bom perguntar se ela tava bem, se tinha ficado puta comigo por algum motivo, talvez se eu tivesse sido meio grosso, me aproximei… ouvi o que parecia um gemido. Aproximei um pouco mais o ouvido da porta e ouvi de novo… mas que gemido, porra, isso parece um gemido igual ao dos filmes – pensei – e mandei minha consciência pro caralho num segundo. Corri pra cozinha, peguei um copo, voei pro meu quarto, me ajoelhei na minha cama que tava encostada na parede que separava meu quarto do da Maria, me aproximei o máximo que pude da parede, coloquei o copo na parede, apertei meu ouvido com força, prestei atenção e então ouvi claramente: minha irmã tava gemendo, e pelo jeito que ela fazia, devia tar muito excitada. Não aguentei mais, tirei minha ferramenta pra fora e comecei a bater uma punheta enquanto imaginava a cara da minha irmã e ouvia os gemidos dela. Ela acelerou os gemidos e eu também. que tava no fogo igual um macaco, e com medo de perder um estímulo auditivo daqueles, de graça e ao vivo, acelerei o ritmo e, em menos de dois minutos, tava gozando grosso na parede, quase ao mesmo tempo que os gemidos da María pararam. Me deitei na cama pra tentar me acalmar e baixar os batimentos do coração e, de quebra, tentar colocar a cabeça no lugar. Tudo isso era novo pra mim, principalmente em relação à minha irmã, e tava difícil assimilar tudo de uma vez. Depois de uns cinco minutos, ouvi movimento no quarto da minha irmã, a porta dela abrindo e ela entrando no banheiro que a gente dividia nós três irmãos (o outro era dos meus pais no quarto deles), acho que pra tomar um banho pra se refazer. Eu tomaria o meu depois. Mas agora, porra!, tinha que limpar a gozada da parede. Tava nessa quando, de novo e sem avisar, a María entrou no meu quarto sem bater — Me desculpa, esqueci a Coca-Booty aqui, Vicen. Eu fiquei com a mão direita e o pedaço de papel higiênico grudados na parede onde estavam as manchas dos meus tiros de uns instantes atrás (como qualquer leitor sabe, todo adolescente prevenido tem um rolo no quarto pra limpar as gozadas), totalmente paralisado, e numa fração de segundo todo o sangue subiu pra minha cabeça. A María me olhou com cara séria, seguiu rápido com o olhar minha mão até a parede, viu os restos de porra, o copo na minha cama, do meu lado, e, com uma expressão que não consegui decifrar, chegou na escrivaninha, pegou a Coca-Booty e, sem falar uma palavra, saiu do meu quarto e fechou a porta devagar. Merda! — pensei —, ela percebeu... mas calma, relaxa, o que ela vai dizer, que você bateu uma punheta?, que bateu uma enquanto ouvia ela gemer no quarto dela?, acho que não... é tudo muito confuso... muito estranho, mas não, mano, não tem nada não... Aos poucos fui me convencendo e me acalmando e tudo Os medos ficaram guardados na minha mente depois de um tempo. Embora não os últimos acontecimentos. Chegou a hora de comer e meus pais e minha irmã Melânia chegaram da loja. Colocamos a mesa e tudo pareceu normal, a comida transcorreu na maior tranquilidade. Na verdade, a Maria agiu como sempre, brincando comigo, e não teve nem o menor sinal de que o assunto fosse surgir. Tudo bem, tudo no lugar. Depois da comida, cada um foi para seu quarto; com o calor, sempre aproveitamos pra descansar um pouco: meus pais tiravam uma soneca rápida antes de reabrir a loja, a Maria se isolava no quarto dela (agora minha mente não parava de pensar no que ela fazia enquanto isso), e a Melânia aproveitava pra pegar um sol na varanda, cochilando, antes de voltar pra loja. Naquela tarde, meu cérebro não funcionava direito, ou talvez eu deva dizer que o que rolou com minha irmã de manhã, mais minhas hormonas adolescentes superagitadas, mais o calor e as férias recém-iniciadas deviam estar derretendo meu cérebro. Mas o fato é que, de repente, e pela primeira vez nos seis anos desde que meu pai se casou de novo e a Melânia passou a morar com a gente, eu pensei nela como mulher. Nunca a tinha visto como outra coisa senão uma irmã, e nunca como mulher. Mas, naquela tarde de final de junho, meu cérebro superaquecido cedeu às minhas hormonas e me colocou na cabeça a imagem da minha irmã tomando sol na varanda, quem sabe pelada. Devo dizer, em minha defesa, que a Melânia é o que se chama de uma gostosa. Ela tem o melhor da minha mãe (que é muito bonita) e, pelo visto, do pai dela, natural de Tenerife. É uma morenaça de raça, com cabelo comprido e ondulado, seus 1,75m de altura, umas curvas de matar que, aos 22 anos, ela malha na academia vários dias por semana. A bunda dela é espetacular e o resto das formas femininas não fica atrás; na verdade, meus amigos babam toda vez que a veem passar ou quando me veem com ela em casa e ela vem dar um oi. mais efusividade do que o normal enquanto a despem com os olhares, coisa que parece não incomodá-la muito, pois a verdade é que nesses casos ela se despede de mim com calma e um sorriso largo, enquanto rebola ao sair, sabendo-se o centro de todas as atenções. A verdade é que em zero vírgula segundos decidi que ia me aproximar da varanda com qualquer desculpa, e ver se podia apreciar a visão da Melânia. Em casa, havia três cômodos que davam para a varanda, ou diretamente ou através de uma janela: a sala, o quarto dos meus pais e, mais recuada, como se fosse a ponta final de um L maiúsculo deitado de lado, a cozinha. A opção do quarto dos meus pais estava descartada, e a da sala era óbvia demais e exposta, então decidi que a mais segura, embora com pior ângulo de visão, era a cozinha. E foi pra lá que me dirigi.
Saí do meu quarto tentando fazer o menor barulho possível, embora ir pra cozinha não tivesse nada de estranho, mas estranho seria se eu demorasse muito pra voltar; melhor passar despercebido. Cheguei na cozinha e, com cuidado, me inclinei o máximo que pude na janela, e lá estava a Melânia, mas a bancada com o cooktop e a pia me impedia de me aproximar mais e, portanto, de ter uma visão melhor. Ela ficava numa posição adiantada à minha direita, e estava parcialmente coberta pela parede esquerda da nossa sala, à direita da cozinha onde eu estava. A princípio, o que pude ver foram suas magníficas e longas pernas, torneadas, com coxas grossas, a esquerda esticada e a direita levemente dobrada. Esticando mais o pescoço e me erguendo na ponta dos pés, consegui ver uma minúscula calcinha fio-dental branca que, amarrada com dois laços de cada lado das suas magníficas cadeiras, desenhava uma forma de violão requintada e pronunciada que, junto com minha excitação, foi o suficiente pra eu ficar dura que nem uma pedra e, na mesma hora, enfiei a mão dentro do meu short de banho. Mas eu queria mais e, já fora de mim, decidi arriscar tudo e subir de joelhos na bancada. E foi o que fiz. Subi com cuidado, abri a folha esquerda da janela de alumínio que dava para o terraço, tentando fazer o menor barulho possível, e coloquei a cabeça o máximo que pude para fora. Consegui uma visão que pra mim foi celestial: cheguei a ver até a barriga magnífica da minha irmã e os peitos lindos dela dentro de um sutiã minúsculo, também branco, que mal seguravam aquelas maravilhas; ali terminava minha visão. Decidi que já era mais que suficiente pra bater uma boa punheta e ia voltar pro meu quarto pra fazer isso, quando o pouco de bom senso que me restava sumiu e cheguei à conclusão de que não me contentaria com uma imagem mental se tinha o original na minha frente… dito e feito. Tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar com uma excitação que, até então, era desconhecida pra mim, acho que pela ousadia da minha cara de pau como voyeur iniciante, o tabu de fazer aquilo com a imagem da minha meia-irmã, ou simplesmente o tesão que me dava ter uma mulher tão gostosa tão perto e a sensação de ser pego a qualquer momento, por ela ou por alguém da família. O fato é que tudo junto fez com que eu gozasse em apenas dois minutos, com um prazer imenso, e que ejaculasse numa quantidade e intensidade que eu nunca tinha sentido antes. Minha gozada tinha acabado e meu instrumento ainda tremia espasmodicamente, assim como minha respiração super alterada; meu coração batia tão forte na minha cabeça que eu temia que pudessem ouvir pela casa toda. Me acalmei um pouco, desci da bancada, fechei a janela devagar e em silêncio e, quando ia limpar os restos da batalha, me pareceu ver uma sombra na porta da cozinha, de frente pra sala. Fiquei paralisado, quase em estado de choque. catatônico, o que me permitiu ouvir uma porta se fechando devagar no corredor… só podia ser a da Maria, porque que dia que eu tô tendo – pensei. Limpei a cena do crime o melhor que pude e me mandei a toda velocidade pro banheiro pra eliminar o suor intenso que me banhava e, claro, me limpar bem de todos os restos. Abri a torneira da água fria e vieram à mente as imagens primeiro da Melânia e depois da Maria. Minha nossa, o que eu ia fazer a partir de agora?. Tinha que viver debaixo do mesmo teto que elas e não ia conseguir mais olhar na cara delas do mesmo jeito, bom, mas agora – pensei – que me tirem o que já dancei, que par de punhetas que eu bati hoje em homenagem a elas!. Fechei a torneira do chuveiro, peguei uma toalha e me sequei pensando na soneca que ia tirar e depois pra praia com a galera!. Tava nessa quando coloquei meu sungão, calcei as havaianas e saí do banheiro e, ao ir pro meu quarto, vi que a porta estava entreaberta. Que estranho… entrei devagar e me deparei com minha irmã Maria sentada na minha cama, me olhando com um sorriso estranho. Com voz insegura perguntei - O que você tá fazendo aqui, Maria? - Não conseguia dormir, e pensei que tava a fim de uma partida no Play… não se importa, né? Gaguejando, respondi - Bom, mas é que eu ia deitar um pouco… - Ah!, não se preocupa, vou conectar o fone e não vou fazer barulho, ok? Tudo isso me parecia muito estranho e, pior, me parecia que ia me trazer problemas, mas não ousava mandar ela embora com medo de ela fazer uma confusão; ela era bem capaz… tipo, eu tava me cagando de medo. Ela levantou da cama e sentou na frente da minha escrivaninha, olhando pra tela e depois pra mim; entendi. Tentando aparentar uma calma que não tinha, conectei o Play, coloquei o jogo e, sem olhar pra minha irmã, esperei carregar. Conectei o controle, o fone e preparei a partida pra ela. Enquanto fazia isso, observei de canto a roupa dela. Ela vestia um pijama de verão de azul claro, composto por um shortinho e uma regatinha combinando. Era realmente pequeno e valorizava as curvas deliciosas dela (uuuffffff!) –
- Pode apagar a luz se quiser, Vicen.
E falando isso, colocou os fones e começou a partida. Apaguei o interruptor e o quarto ficou iluminado só pela luz do fim de tarde que entrava da rua, pelas frestas da persiana da janela aberta do meu quarto. Liguei o ventilador de teto e me deitei na cama. Pra vocês terem uma ideia, minha cama ficava encostada na parede direita do quarto, a mesma parede que me separa do quarto da minha irmã, como já expliquei. Depois de deitado, se eu virasse pra direita, a uns metro e meio de distância, minha irmã estava sentada na escrivaninha e, uns quatro metros adiante, passando o armário, em linha reta ficava a janela, de modo que a luz que entrava batia nela, especialmente no perfil esquerdo. A porta do quarto ficava bem atrás dela. Decidi tentar dormir, mas sabia que ia ser impossível com minha irmã no quarto. Ficava nervoso demais depois dos últimos acontecimentos… além disso, juraria que era ela quem eu achei que vi me espiando na cozinha… será que ela me viu? E se sim, por que não falou nada? Perguntas demais pra mim, então optei por fingir que tava dormindo, mas virado pra direita pra poder controlar tudo. Depois de uns instantes, me atrevi a abrir os olhos e o que vi só piorou meu estado e bagunçou ainda mais minha cabeça. Maria tinha afastado um pouco as pernas, mais do que o normal pra ficar confortável, e segurava o controle com as duas mãos enquanto jogava, mas mantinha ele entre as coxas, pressionando de forma evidente. Olhei pra ela do jeito mais disfarçado que pude, mas agucei meus sentidos. Cada vez que o controle vibrava, o que acontecia bem frequentemente, ela apertava com força contra a A virilha e os quadris dela se moviam levemente pra frente, pressionando por sua vez contra o controle. A boca dela estava entreaberta e a língua aparecia timidamente pelo canto direito dos lábios. A luz que entrava pela janela agora batia mais diretamente nela e, pra minha surpresa, descobri que minha irmã não tava usando sutiã, porque o efeito contraluz começou a me presentear com o perfil fantástico dos peitos dela, redondos, firmes e durinhos, que começavam a se mexer ou tensionar com os movimentos cada vez mais evidentes que a dona fazia, que também começava a fechar os olhos em alguns momentos, com certeza levada pelas sensações gostosas. Meu pau tava endurecendo de novo, assim não dava pra se acalmar, e o pior é que só com meu short de banho, ia ficar bem na cara pra Maria a barraca que tava armando e, portanto, que eu tava olhando ela. Mas ela tava em outra, ou pelo menos era o que eu pensava. Os movimentos de pressão com o controle quando ele vibrava, e o acompanhamento com os quadris, cada vez mais evidentes, e isso, junto com a silhueta que a luz desenhava dos peitos dela e o movimento sensual deles quando a dona se mexia, tavam me deixando louco. Mas minha tortura ainda podia piorar, e foi o que aconteceu quando Maria começou a soltar uns gemidinhos baixos, o que fez meu pau ficar duríssimo e com umas gotinhas de líquido pré-gozo manchando minha cabeça. Uuumm, ooooh, ooooh! Mas o auge chegou quando a mão direita dela soltou o controle e, bem devagar, se enfiou por dentro da parte da frente do shortinho dela, ao mesmo tempo que colocava o pé direito no assento da poltrona, dobrando a perna, acho que pra evitar que eu pudesse ver direito. Depois, guiou a mão esquerda, que segurava o controle que não parava de vibrar, por dentro da camiseta dela, acho que pra acariciar os peitos. Nesse ponto, eu tava ficando louco, não aguentava mais e desci devagar meu... maiô, até que consegui liberar meu amigo e comecei a me acariciar sem perder um único detalhe do espetáculo que minha preciosa irmãzinha me proporcionava. Fiquei tentado a me aproximar para ver tudo ainda mais de perto, até tocar aquele corpo que estava me deixando louco de desejo, queria mais, precisava de mais, mas não ousei, não queria abusar da sorte e, aquele momento de lucidez teve sua recompensa, porque quando os movimentos da mão de Maria aceleraram dentro da calça dela e sua agitação e gemidos ficaram mais evidentes e contínuos — uuuuuuummmmm, ummmmm, ooooohhh — naquele instante decidi que precisava acabar com meu sofrimento, que precisava me aliviar mesmo que minha irmã me visse e, bem naquele momento, como se estivéssemos conectados, Maria virou seu rostinho lindo na minha direção, abriu seus olhos preciosos, olhou minha cara desfigurada de tesão, e depois baixou o olhar pro meu pau enquanto eu começava minha primeira descarga e ela se tensionava, aí fechou os olhos de novo e, com a mão esquerda, sem soltar o controle do Play, levantou um pouco a camiseta só por um instante fugaz, o suficiente pra meus olhos quase saltarem das órbitas ao ver, quase por completo, o maravilhoso peito direito da minha irmã tampado pelo controle que tanto parecia agradar ela. Foi só um segundo, mas aquela imagem foi uma delícia e se gravou a fogo na minha mente adolescente, me marcando pra sempre. Era um presente que ela tava me dando; desde o primeiro momento sabia que eu tava olhando, agora entendia. Finalizei minha terceira gozada farta do dia (e em menos de cinco horas, inacreditável!), e enquanto ela ia se acalmando, antes que a situação ficasse mais constrangedora (principalmente pra mim), não me ocorreu outra coisa senão, do jeito que tava, levantar o maiô discretamente e, na mesma posição que tava, com a cabeça colada no travesseiro, fechar os olhos e fingir que tava dormindo. Consegui ouvir minha irmã se mexendo suavemente, largando o Os fones e o controle em cima da escrivaninha, ela veio na minha direção e, depois, senti ela, devagar, me dar um beijo suave na bochecha e sair do meu quarto na ponta dos pés. Esperei uns segundos e, finalmente, criei coragem pra abrir os olhos. Ela tinha ido embora. Se não fosse pelos restos de porra manchando minha barriga, o lençol e a sunga, eu ia jurar que foi um sonho. Levantei pra pegar papel higiênico, sentei na poltrona onde a Maria tinha estado segundos antes, e me limpei o melhor que pude; peguei o controle do videogame e levei até o nariz: tinha cheiro dela, do perfume dela, da pele dela, da buceta dela. As coisas estavam mudando rápido demais entre eu e minha irmã… ou era eu que estava mudando e agora tava enxergando a realidade?… A verdade é que minha cabeça tava a mil e o que eu também tinha certeza é que queria mais, tinha entrado num caminho sem volta; agora eu via minhas irmãs pelo que elas realmente eram, duas gostosas. Deitei na cama com o controle na mão, coloquei ele do lado da minha cabeça no travesseiro, perto do meu nariz, e dormi com um sorriso idiota no rosto. CONTINUA…
— Qual é, anão!
— Porra, María, que porra você tá fazendo?
— Nossa, que susto te dei, ha, ha, ha.
— Escuta, por que você não vai com as patricinhas das suas amigas e me deixa em paz?
— Olha só, tão sem educação e idiota como sempre.
Depois de dizer isso, María se jogou em cima de mim, como fazia desde que éramos crianças, principalmente desde que a mamãe morreu, onze anos atrás, e dando um pulinho sentou de lado nas minhas pernas, no meu colo, e continuou me dando cascudos e tapas na cabeça sem parar. Já fazia tempo que essa brincadeira não me dava a menor graça, em parte porque achava humilhante uma garota sempre ganhar de mim e eu nunca conseguir tirá-la de cima, e também, bem... porque María já tinha 18 anos e eu ficava sem graça com certo contato físico com ela. Não quero que me interpretem mal, nunca tinha me masturbado nem nada parecido pensando em nenhuma mulher da minha família, mas é que minha irmã María tinha se tornado uma gostosa, quase da minha altura, um rostinho muito lindo, com uma expressão de quem não quebra um prato na vida, cabelo castanho claro, olhos puxados cor de mel, uma boca de lábios carnudos e avermelhados que contrastavam com uma pele branca, perfeita, e uma figura com umas curvas bem femininas, e tudo isso acompanhado de uma voz sensual, além de ser o xodó dos meus pais: menina boa, carinhosa, inteligente, boa aluna, não gostava de sair e nunca dava problema nenhum, tipo, a filha perfeita... e a Irmã perfeita. Ela parou o ataque carinhoso, ficou de pé na minha frente com as mãos na cintura e cara séria e disse:
— Olha, Vicen (ela me chama assim com carinho), ultimamente você tá muito sem graça e muito grosso, tá acontecendo alguma coisa comigo?
— Não, Maria, que nada, é que…
— É que o quê?
— Nada, é que você fodeu minha partida.
— Que besteira, então começa outra, o pirralho já fodeu tudo… certeza que não é tão complicado. Vamos ver: o que você tá jogando?
— Nada, é uma espécie de simulador, tipo pilotar um carro de Fórmula 1. É bem complicado. Falei tudo isso dando ao meu tom de voz a maior seriedade e importância possível, como se ela não entendesse e fosse algo ao alcance de poucos, e claro, não adequado pra ela, que ainda era minha irmã. Mas longe de conseguir o que queria, que era ela vazar do meu quarto, o efeito foi justamente o contrário.
— Tão difícil assim não deve ser, ou você acha que não sou capaz porque sou mulher?
— Não, não é isso, vai, me deixa jogar em paz.
— Então não, agora você me explica como joga. E dito isso, puxou meus braços e me fez levantar pra ocupar meu lugar na frente da mesa e da tela, e arrancando de mim o controle das minhas mãos, sentou com uma expressão muito séria enquanto me olhava esperando minhas explicações. Percebi que a única chance de recuperar minha paz era ela descobrir a própria inabilidade e ficar entediada com o jogo o mais rápido possível, senão não me deixaria em paz. Dei umas instruções de má vontade e ela começou a primeira partida que, claro, mostrava a falta de prática, e não parava de confundir todos os botões e suas funções, o que se traduzia direitinho na tela como um verdadeiro desastre. Isso começou a me irritar ainda mais, até que de repente aconteceu algo que mudou tudo. Depois de apertar o botão certo, o carro de Fórmula 1 A tela começou a tremer de novo sem controle, o que gerou as reações correspondentes do controle sem fio na forma de vibrações, ao bater ou passar por áreas complicadas da pista, fazendo minha irmã, que não esperava, levar um susto danado e soltar o controle de repente, como se fosse uma brasa pegando fogo. Eu peguei o controle no ar, milagrosamente.
— Que porra você tá fazendo, louca?!
— Mas você é um cuzão, quer que eu tome um choque?!
— Mas Maria, que buceta você tá falando, “zumbá”?
— Essa coisa vibra!
— Claro, porra, é um controle foda pra caralho e muito caro, e isso faz parte pra dar realismo ao jogo, sua tonta… além disso, é sem fio e não tá ligado na tomada… (mostrei pra ela) Tá vendo?
— Então… é normal?
— Claro.
— Porra, isso avisa, que susto do caralho… posso tentar de novo? Vai se foder! Qualquer um entende as minas; leva um susto da porra e ao invés de vazar, quer tentar de novo.
— Beleza, mas presta mais atenção, porque se eu tiver que ficar olhando e você só batendo o tempo todo, vou ficar entediada pra caralho…
— Vicen, e você disse que isso vibra o tempo todo?
— Bom, só quando você sai da parte asfaltada da pista, bate ou algo assim.
— Ah! Que curioso… tá… como eu começo de novo?
— Bom, você pode continuar, ainda tá na partida, mas tão te dando umas três voltas de vantagem, assim você nunca vai ganhar.
— Já sei, mas o importante é aprender primeiro, né?
— Bom, como quiser.
E eu me preparei pra ficar sem o Play por um bom tempo. Decidi me entreter.
— Ei, vou pegar uma Coca-Booty, quer algo da geladeira?
Ela não respondeu, tava meio besta.
— Maria, cê quer beber alguma coisa!
— Ah sim!, obrigada, uma Coca-Booty tá de boa.
Resignado, passei os três minutos que levei pra ir do meu quarto até a cozinha, pegar as latas da geladeira e Voltando pro meu quarto arrastando os pés, resmungando e xingando minha sorte por ter que aguentar essa invasão da minha irmã, não só da minha privacidade, mas do meu precioso tempo com a minha querida Play, tempo que eu tanto esperei durante o ano inteiro. Era aquele raro momento em que não tinha ninguém em casa e eu tinha que aturar isso. Voltei pro quarto com as duas latas na mão e, por um segundo, achei que minha irmãzinha tinha vazado do meu quarto, porque não vi a cabeça dela nem sinal dela no sofá quando entrei. Mas essa impressão era errada, porque na tela tinha movimento e dava pra ver o carrinho de corrida, que, aliás, parecia um cortador de grama, sempre fora da parte asfaltada do circuito. Eu ia dar uma bronca nela ou zoar ela (ou os dois ao mesmo tempo), quando encontrei ela bem acomodada no meu querido sofá, porque ela tinha se ajeitado deixando o corpo escorregar um pouco pra baixo, com as pernas abertas, de um jeito que o controle descansava nas coxas dela, mais pro baixo-ventre, sem precisar ficar segurando ele no alto com as mãos pra não cair. Porra, como essa desgraçada se acomoda rápido – pensei. Mas logo em seguida, depois de deixar a Coca-Booty dela num canto da escrivaninha, quando olhei pro rosto dela, vi algo na expressão que me fez desistir de sabotar o jogo dela e mandar ela pra fora do meu quarto na base do grito. Coloquei meu braço esquerdo no encosto do meu sofá de jogos e fiquei do lado da minha irmã; nessa posição, eu conseguia ver de cima sem ser visto, a menos que ela virasse. Observei, claro, com muito cuidado e fiz uma análise da situação. Maria continuava jogando de forma desastrosa, na real o controle vibrava quase o tempo todo, mas ela parecia não se importar, aliás, parecia que ela dirigia de propósito o carro sempre pra fora da pista e causava as batidas de sacanagem, e ela recebia as vibrações. do controle (agora eu vi claramente), bem entre as coxas, onde as mãos dela descansavam segurando o controle. Ali ela só vestia um shortinho esportivo de tecido fino azul marinho brilhante, com acabamento nas bordas e costuras em branco, e realmente parecia ser a única coisa cobrindo a parte de baixo do corpo lindo dela, porque não dava pra notar nenhum vestígio de calcinha. Porra, que pernas lindas que minha irmã tem!, a pele parece muito macia e têm um formato espetacular (pensei), nunca tinha visto elas assim, como pernas de uma garota. Pra mim eram as pernas da minha irmã e não precisavam de mais atenção, mas naquele momento… Olhei um pouco mais atentamente com essa nova perspectiva que a situação me dava, talvez me deixando levar pelos hormônios e pelo calor. Não sem certo receio, continuei minha rápida inspeção. O rostinho bonito dela, visível de perfil direito da minha posição, estava ficando com um tom de rubor muito forte que eu nunca tinha visto na minha irmã, a não ser quando ela fazia alguma atividade física que ela adorava, ou na praia, e o que mais chamou minha atenção foram dois detalhes, principalmente: primeiro, ao olhar a boca dela, vi que ela mordia o lábio inferior e semicerrava os olhos às vezes; e segundo, que a camiseta justa dela, de listras finas horizontais multicoloridas, gola redonda e que cobria só até a parte de cima do umbigo, subia e descia no ritmo de uma respiração meio acelerada, fazendo os peitos duros dela se marcarem e, principalmente, o que mais me perturbou, fazendo com que os dois biquinhos dos peitos dela ficassem mais do que evidentes. Não tinham passado mais de dois minutos desde que eu observava minha irmã Maria com outros olhos, e já comecei a sentir uma ereção forte e uma vontade louca de descobrir o que aquela roupa escondia e aproveitar a visão daquela anatomia; mas isso era algo que jamais me passaria pela cabeça fazer. Maria continuou vidrada no "jogo dela" por mais uns dois minutos, com uma respiração cada vez mais claramente alterada, apertando o controle com mais força contra a barriga dela, até que num dado momento, ela se levantou, largou o controle de mal jeito na minha mesa e, sem me olhar ao passar por mim, se despediu dizendo: - Até logo, Vicen, esse jogo é uma puta besteira. E me deixou perplexo enquanto entrava rapidamente no quarto dela, ao lado do meu, e fechava a porta com um puta estalo. Fiquei ali parado, sem saber muito o que fazer, com um pau enorme e uma vontade do caralho de bater uma punheta. Mas claro, como é que eu ia bater uma punheta porque fiquei de pau duro olhando pra minha irmã? Porra, se eu cresci com ela! E pior ainda, como é que eu ia bater uma pensando nela? Me sentia tão excitado quanto confuso. Decidi ir pro banheiro tomar um banho frio; é, com certeza isso ia tirar essa besteira da cabeça e tudo isso ia ser esquecido com o tempo. Mas assim que saí do meu quarto, à esquerda, junto da minha porta, estava a do quarto da minha irmã, e eu parei, sei lá, talvez fosse bom perguntar se ela tava bem, se tinha ficado puta comigo por algum motivo, talvez se eu tivesse sido meio grosso, me aproximei… ouvi o que parecia um gemido. Aproximei um pouco mais o ouvido da porta e ouvi de novo… mas que gemido, porra, isso parece um gemido igual ao dos filmes – pensei – e mandei minha consciência pro caralho num segundo. Corri pra cozinha, peguei um copo, voei pro meu quarto, me ajoelhei na minha cama que tava encostada na parede que separava meu quarto do da Maria, me aproximei o máximo que pude da parede, coloquei o copo na parede, apertei meu ouvido com força, prestei atenção e então ouvi claramente: minha irmã tava gemendo, e pelo jeito que ela fazia, devia tar muito excitada. Não aguentei mais, tirei minha ferramenta pra fora e comecei a bater uma punheta enquanto imaginava a cara da minha irmã e ouvia os gemidos dela. Ela acelerou os gemidos e eu também. que tava no fogo igual um macaco, e com medo de perder um estímulo auditivo daqueles, de graça e ao vivo, acelerei o ritmo e, em menos de dois minutos, tava gozando grosso na parede, quase ao mesmo tempo que os gemidos da María pararam. Me deitei na cama pra tentar me acalmar e baixar os batimentos do coração e, de quebra, tentar colocar a cabeça no lugar. Tudo isso era novo pra mim, principalmente em relação à minha irmã, e tava difícil assimilar tudo de uma vez. Depois de uns cinco minutos, ouvi movimento no quarto da minha irmã, a porta dela abrindo e ela entrando no banheiro que a gente dividia nós três irmãos (o outro era dos meus pais no quarto deles), acho que pra tomar um banho pra se refazer. Eu tomaria o meu depois. Mas agora, porra!, tinha que limpar a gozada da parede. Tava nessa quando, de novo e sem avisar, a María entrou no meu quarto sem bater — Me desculpa, esqueci a Coca-Booty aqui, Vicen. Eu fiquei com a mão direita e o pedaço de papel higiênico grudados na parede onde estavam as manchas dos meus tiros de uns instantes atrás (como qualquer leitor sabe, todo adolescente prevenido tem um rolo no quarto pra limpar as gozadas), totalmente paralisado, e numa fração de segundo todo o sangue subiu pra minha cabeça. A María me olhou com cara séria, seguiu rápido com o olhar minha mão até a parede, viu os restos de porra, o copo na minha cama, do meu lado, e, com uma expressão que não consegui decifrar, chegou na escrivaninha, pegou a Coca-Booty e, sem falar uma palavra, saiu do meu quarto e fechou a porta devagar. Merda! — pensei —, ela percebeu... mas calma, relaxa, o que ela vai dizer, que você bateu uma punheta?, que bateu uma enquanto ouvia ela gemer no quarto dela?, acho que não... é tudo muito confuso... muito estranho, mas não, mano, não tem nada não... Aos poucos fui me convencendo e me acalmando e tudo Os medos ficaram guardados na minha mente depois de um tempo. Embora não os últimos acontecimentos. Chegou a hora de comer e meus pais e minha irmã Melânia chegaram da loja. Colocamos a mesa e tudo pareceu normal, a comida transcorreu na maior tranquilidade. Na verdade, a Maria agiu como sempre, brincando comigo, e não teve nem o menor sinal de que o assunto fosse surgir. Tudo bem, tudo no lugar. Depois da comida, cada um foi para seu quarto; com o calor, sempre aproveitamos pra descansar um pouco: meus pais tiravam uma soneca rápida antes de reabrir a loja, a Maria se isolava no quarto dela (agora minha mente não parava de pensar no que ela fazia enquanto isso), e a Melânia aproveitava pra pegar um sol na varanda, cochilando, antes de voltar pra loja. Naquela tarde, meu cérebro não funcionava direito, ou talvez eu deva dizer que o que rolou com minha irmã de manhã, mais minhas hormonas adolescentes superagitadas, mais o calor e as férias recém-iniciadas deviam estar derretendo meu cérebro. Mas o fato é que, de repente, e pela primeira vez nos seis anos desde que meu pai se casou de novo e a Melânia passou a morar com a gente, eu pensei nela como mulher. Nunca a tinha visto como outra coisa senão uma irmã, e nunca como mulher. Mas, naquela tarde de final de junho, meu cérebro superaquecido cedeu às minhas hormonas e me colocou na cabeça a imagem da minha irmã tomando sol na varanda, quem sabe pelada. Devo dizer, em minha defesa, que a Melânia é o que se chama de uma gostosa. Ela tem o melhor da minha mãe (que é muito bonita) e, pelo visto, do pai dela, natural de Tenerife. É uma morenaça de raça, com cabelo comprido e ondulado, seus 1,75m de altura, umas curvas de matar que, aos 22 anos, ela malha na academia vários dias por semana. A bunda dela é espetacular e o resto das formas femininas não fica atrás; na verdade, meus amigos babam toda vez que a veem passar ou quando me veem com ela em casa e ela vem dar um oi. mais efusividade do que o normal enquanto a despem com os olhares, coisa que parece não incomodá-la muito, pois a verdade é que nesses casos ela se despede de mim com calma e um sorriso largo, enquanto rebola ao sair, sabendo-se o centro de todas as atenções. A verdade é que em zero vírgula segundos decidi que ia me aproximar da varanda com qualquer desculpa, e ver se podia apreciar a visão da Melânia. Em casa, havia três cômodos que davam para a varanda, ou diretamente ou através de uma janela: a sala, o quarto dos meus pais e, mais recuada, como se fosse a ponta final de um L maiúsculo deitado de lado, a cozinha. A opção do quarto dos meus pais estava descartada, e a da sala era óbvia demais e exposta, então decidi que a mais segura, embora com pior ângulo de visão, era a cozinha. E foi pra lá que me dirigi.
Saí do meu quarto tentando fazer o menor barulho possível, embora ir pra cozinha não tivesse nada de estranho, mas estranho seria se eu demorasse muito pra voltar; melhor passar despercebido. Cheguei na cozinha e, com cuidado, me inclinei o máximo que pude na janela, e lá estava a Melânia, mas a bancada com o cooktop e a pia me impedia de me aproximar mais e, portanto, de ter uma visão melhor. Ela ficava numa posição adiantada à minha direita, e estava parcialmente coberta pela parede esquerda da nossa sala, à direita da cozinha onde eu estava. A princípio, o que pude ver foram suas magníficas e longas pernas, torneadas, com coxas grossas, a esquerda esticada e a direita levemente dobrada. Esticando mais o pescoço e me erguendo na ponta dos pés, consegui ver uma minúscula calcinha fio-dental branca que, amarrada com dois laços de cada lado das suas magníficas cadeiras, desenhava uma forma de violão requintada e pronunciada que, junto com minha excitação, foi o suficiente pra eu ficar dura que nem uma pedra e, na mesma hora, enfiei a mão dentro do meu short de banho. Mas eu queria mais e, já fora de mim, decidi arriscar tudo e subir de joelhos na bancada. E foi o que fiz. Subi com cuidado, abri a folha esquerda da janela de alumínio que dava para o terraço, tentando fazer o menor barulho possível, e coloquei a cabeça o máximo que pude para fora. Consegui uma visão que pra mim foi celestial: cheguei a ver até a barriga magnífica da minha irmã e os peitos lindos dela dentro de um sutiã minúsculo, também branco, que mal seguravam aquelas maravilhas; ali terminava minha visão. Decidi que já era mais que suficiente pra bater uma boa punheta e ia voltar pro meu quarto pra fazer isso, quando o pouco de bom senso que me restava sumiu e cheguei à conclusão de que não me contentaria com uma imagem mental se tinha o original na minha frente… dito e feito. Tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar com uma excitação que, até então, era desconhecida pra mim, acho que pela ousadia da minha cara de pau como voyeur iniciante, o tabu de fazer aquilo com a imagem da minha meia-irmã, ou simplesmente o tesão que me dava ter uma mulher tão gostosa tão perto e a sensação de ser pego a qualquer momento, por ela ou por alguém da família. O fato é que tudo junto fez com que eu gozasse em apenas dois minutos, com um prazer imenso, e que ejaculasse numa quantidade e intensidade que eu nunca tinha sentido antes. Minha gozada tinha acabado e meu instrumento ainda tremia espasmodicamente, assim como minha respiração super alterada; meu coração batia tão forte na minha cabeça que eu temia que pudessem ouvir pela casa toda. Me acalmei um pouco, desci da bancada, fechei a janela devagar e em silêncio e, quando ia limpar os restos da batalha, me pareceu ver uma sombra na porta da cozinha, de frente pra sala. Fiquei paralisado, quase em estado de choque. catatônico, o que me permitiu ouvir uma porta se fechando devagar no corredor… só podia ser a da Maria, porque que dia que eu tô tendo – pensei. Limpei a cena do crime o melhor que pude e me mandei a toda velocidade pro banheiro pra eliminar o suor intenso que me banhava e, claro, me limpar bem de todos os restos. Abri a torneira da água fria e vieram à mente as imagens primeiro da Melânia e depois da Maria. Minha nossa, o que eu ia fazer a partir de agora?. Tinha que viver debaixo do mesmo teto que elas e não ia conseguir mais olhar na cara delas do mesmo jeito, bom, mas agora – pensei – que me tirem o que já dancei, que par de punhetas que eu bati hoje em homenagem a elas!. Fechei a torneira do chuveiro, peguei uma toalha e me sequei pensando na soneca que ia tirar e depois pra praia com a galera!. Tava nessa quando coloquei meu sungão, calcei as havaianas e saí do banheiro e, ao ir pro meu quarto, vi que a porta estava entreaberta. Que estranho… entrei devagar e me deparei com minha irmã Maria sentada na minha cama, me olhando com um sorriso estranho. Com voz insegura perguntei - O que você tá fazendo aqui, Maria? - Não conseguia dormir, e pensei que tava a fim de uma partida no Play… não se importa, né? Gaguejando, respondi - Bom, mas é que eu ia deitar um pouco… - Ah!, não se preocupa, vou conectar o fone e não vou fazer barulho, ok? Tudo isso me parecia muito estranho e, pior, me parecia que ia me trazer problemas, mas não ousava mandar ela embora com medo de ela fazer uma confusão; ela era bem capaz… tipo, eu tava me cagando de medo. Ela levantou da cama e sentou na frente da minha escrivaninha, olhando pra tela e depois pra mim; entendi. Tentando aparentar uma calma que não tinha, conectei o Play, coloquei o jogo e, sem olhar pra minha irmã, esperei carregar. Conectei o controle, o fone e preparei a partida pra ela. Enquanto fazia isso, observei de canto a roupa dela. Ela vestia um pijama de verão de azul claro, composto por um shortinho e uma regatinha combinando. Era realmente pequeno e valorizava as curvas deliciosas dela (uuuffffff!) –
- Pode apagar a luz se quiser, Vicen.
E falando isso, colocou os fones e começou a partida. Apaguei o interruptor e o quarto ficou iluminado só pela luz do fim de tarde que entrava da rua, pelas frestas da persiana da janela aberta do meu quarto. Liguei o ventilador de teto e me deitei na cama. Pra vocês terem uma ideia, minha cama ficava encostada na parede direita do quarto, a mesma parede que me separa do quarto da minha irmã, como já expliquei. Depois de deitado, se eu virasse pra direita, a uns metro e meio de distância, minha irmã estava sentada na escrivaninha e, uns quatro metros adiante, passando o armário, em linha reta ficava a janela, de modo que a luz que entrava batia nela, especialmente no perfil esquerdo. A porta do quarto ficava bem atrás dela. Decidi tentar dormir, mas sabia que ia ser impossível com minha irmã no quarto. Ficava nervoso demais depois dos últimos acontecimentos… além disso, juraria que era ela quem eu achei que vi me espiando na cozinha… será que ela me viu? E se sim, por que não falou nada? Perguntas demais pra mim, então optei por fingir que tava dormindo, mas virado pra direita pra poder controlar tudo. Depois de uns instantes, me atrevi a abrir os olhos e o que vi só piorou meu estado e bagunçou ainda mais minha cabeça. Maria tinha afastado um pouco as pernas, mais do que o normal pra ficar confortável, e segurava o controle com as duas mãos enquanto jogava, mas mantinha ele entre as coxas, pressionando de forma evidente. Olhei pra ela do jeito mais disfarçado que pude, mas agucei meus sentidos. Cada vez que o controle vibrava, o que acontecia bem frequentemente, ela apertava com força contra a A virilha e os quadris dela se moviam levemente pra frente, pressionando por sua vez contra o controle. A boca dela estava entreaberta e a língua aparecia timidamente pelo canto direito dos lábios. A luz que entrava pela janela agora batia mais diretamente nela e, pra minha surpresa, descobri que minha irmã não tava usando sutiã, porque o efeito contraluz começou a me presentear com o perfil fantástico dos peitos dela, redondos, firmes e durinhos, que começavam a se mexer ou tensionar com os movimentos cada vez mais evidentes que a dona fazia, que também começava a fechar os olhos em alguns momentos, com certeza levada pelas sensações gostosas. Meu pau tava endurecendo de novo, assim não dava pra se acalmar, e o pior é que só com meu short de banho, ia ficar bem na cara pra Maria a barraca que tava armando e, portanto, que eu tava olhando ela. Mas ela tava em outra, ou pelo menos era o que eu pensava. Os movimentos de pressão com o controle quando ele vibrava, e o acompanhamento com os quadris, cada vez mais evidentes, e isso, junto com a silhueta que a luz desenhava dos peitos dela e o movimento sensual deles quando a dona se mexia, tavam me deixando louco. Mas minha tortura ainda podia piorar, e foi o que aconteceu quando Maria começou a soltar uns gemidinhos baixos, o que fez meu pau ficar duríssimo e com umas gotinhas de líquido pré-gozo manchando minha cabeça. Uuumm, ooooh, ooooh! Mas o auge chegou quando a mão direita dela soltou o controle e, bem devagar, se enfiou por dentro da parte da frente do shortinho dela, ao mesmo tempo que colocava o pé direito no assento da poltrona, dobrando a perna, acho que pra evitar que eu pudesse ver direito. Depois, guiou a mão esquerda, que segurava o controle que não parava de vibrar, por dentro da camiseta dela, acho que pra acariciar os peitos. Nesse ponto, eu tava ficando louco, não aguentava mais e desci devagar meu... maiô, até que consegui liberar meu amigo e comecei a me acariciar sem perder um único detalhe do espetáculo que minha preciosa irmãzinha me proporcionava. Fiquei tentado a me aproximar para ver tudo ainda mais de perto, até tocar aquele corpo que estava me deixando louco de desejo, queria mais, precisava de mais, mas não ousei, não queria abusar da sorte e, aquele momento de lucidez teve sua recompensa, porque quando os movimentos da mão de Maria aceleraram dentro da calça dela e sua agitação e gemidos ficaram mais evidentes e contínuos — uuuuuuummmmm, ummmmm, ooooohhh — naquele instante decidi que precisava acabar com meu sofrimento, que precisava me aliviar mesmo que minha irmã me visse e, bem naquele momento, como se estivéssemos conectados, Maria virou seu rostinho lindo na minha direção, abriu seus olhos preciosos, olhou minha cara desfigurada de tesão, e depois baixou o olhar pro meu pau enquanto eu começava minha primeira descarga e ela se tensionava, aí fechou os olhos de novo e, com a mão esquerda, sem soltar o controle do Play, levantou um pouco a camiseta só por um instante fugaz, o suficiente pra meus olhos quase saltarem das órbitas ao ver, quase por completo, o maravilhoso peito direito da minha irmã tampado pelo controle que tanto parecia agradar ela. Foi só um segundo, mas aquela imagem foi uma delícia e se gravou a fogo na minha mente adolescente, me marcando pra sempre. Era um presente que ela tava me dando; desde o primeiro momento sabia que eu tava olhando, agora entendia. Finalizei minha terceira gozada farta do dia (e em menos de cinco horas, inacreditável!), e enquanto ela ia se acalmando, antes que a situação ficasse mais constrangedora (principalmente pra mim), não me ocorreu outra coisa senão, do jeito que tava, levantar o maiô discretamente e, na mesma posição que tava, com a cabeça colada no travesseiro, fechar os olhos e fingir que tava dormindo. Consegui ouvir minha irmã se mexendo suavemente, largando o Os fones e o controle em cima da escrivaninha, ela veio na minha direção e, depois, senti ela, devagar, me dar um beijo suave na bochecha e sair do meu quarto na ponta dos pés. Esperei uns segundos e, finalmente, criei coragem pra abrir os olhos. Ela tinha ido embora. Se não fosse pelos restos de porra manchando minha barriga, o lençol e a sunga, eu ia jurar que foi um sonho. Levantei pra pegar papel higiênico, sentei na poltrona onde a Maria tinha estado segundos antes, e me limpei o melhor que pude; peguei o controle do videogame e levei até o nariz: tinha cheiro dela, do perfume dela, da pele dela, da buceta dela. As coisas estavam mudando rápido demais entre eu e minha irmã… ou era eu que estava mudando e agora tava enxergando a realidade?… A verdade é que minha cabeça tava a mil e o que eu também tinha certeza é que queria mais, tinha entrado num caminho sem volta; agora eu via minhas irmãs pelo que elas realmente eram, duas gostosas. Deitei na cama com o controle na mão, coloquei ele do lado da minha cabeça no travesseiro, perto do meu nariz, e dormi com um sorriso idiota no rosto. CONTINUA…
4 comentários - Minha irmã adora videogame
Por lo menos dí eso.