É dia e estou com o celular sem bateria. Preciso carregá-lo e o lugar mais perto é a casa da minha sogra. Ela é viúva, mora com o filho e a filha. Tem um corpo lindo e sempre se veste de forma jovem. As atitudes dela sempre foram de provocar qualquer homem por perto, foi assim que o ex-genro (parceiro da minha cunhada) se confundiu ou não entendeu o jogo e acabou saindo da família. Eu, pelo contrário, sempre ignorei ela. Não porque não gostasse, mas porque sempre fui cuidadoso com esses assuntos, ainda mais sendo familiar.
Voltando ao meu dia, chego na casa da minha sogra, Noelia, depois de entregar uns pedidos. Ela estava na piscina e grita pra eu entrar. Ao passar pelo corredor, não consigo deixar de notar aquelas duas belezas de peitos que balançavam enquanto ela brincava na água feito uma criança. Meus óculos foram meus grandes aliados pra explorar ela toda quando cheguei perto e recebi o já costumeiro abraço/ esfregada que fez meu pau ficar duro na hora.
Coloquei o celular pra carregar e me joguei na espreguiçadeira enquanto ela ia buscar algo gelado, rebolando aquela bunda que é uma tentação. Voltou com duas cervejas, estranho nela porque não costuma beber, e ficamos conversando sobre tudo. Ela foi levando a conversa pro lado sexual, que tava precisando de um homem pra saciar as vontades, que ela era muito fogosa. E eu, sem querer, solto um "ah, se eu sei bem disso", ela me olha de olhos arregalados e pergunta "o que você sabe??". Rindo, conto sobre o ex-genro, como ela provocava ele de propósito e como age com os homens sem se importar se são parentes. Morrendo de rir, ela me diz que se o cara era um tarado, a culpa não era dela. Que tinha alguns homens que ela olhava com verdadeiro desejo e a ignoravam (tapa na cara!!).
Me fiz de besta porque me senti como se fosse um teste. Ou eu me saía bem ou fazia a maior cagada do ano. "Você tem algo que quer me contar?" "Minha filha tem sorte, mas pelo que sei, ela não te dá a atenção que você merece". Minha mulher contava nossa vida íntima pra ela? "Não sei porque você sabe disso, me parece a conversa termina aqui". Levantando para ir embora, do lado dela eu era muito grande, meus 1,90m contra os 1,60m dela faziam diferença. O abraço dela pra eu não ir me desconcertou. "Não vai embora ainda, os meninos não estão e eu preciso de um puta favor, já que você sempre me apoia". É algo normal, 17cm, então levei na brincadeira. Ela me chama pra entrar na piscina, entro de cueca e, ao entrar, ela me abraça e começa a passar as unhas no meu peito e abdômen. Pra terminar, tocando meu volume que já tava pressionando pra sair. A outra mão dela apertava minha bunda, enquanto a boca começava a brincar com meu mamilo. Pedi pra ela parar. Que não era assim que eu fazia as coisas, que se ela queria algo, tinha muito a perder e que seria muito difícil bancar essa brincadeira. Ela pediu silêncio e pra eu aproveitar hoje, amanhã a gente via. Não sou assim, mas as carícias dela foram mais fortes, e pior ainda quando, de joelhos e sem tirar os olhos dos meus, ela chupou minha pica. Que boquete foda a dona Noelia tava fazendo. Ela passava a língua no tronco, descia até minhas bolas e subia até a cabeça pra engolir de novo boa parte. A gente tava no melhor quando ouvimos a porta e um grito: "sua filha da puta"... Essa merda tava só começando...
Voltando ao meu dia, chego na casa da minha sogra, Noelia, depois de entregar uns pedidos. Ela estava na piscina e grita pra eu entrar. Ao passar pelo corredor, não consigo deixar de notar aquelas duas belezas de peitos que balançavam enquanto ela brincava na água feito uma criança. Meus óculos foram meus grandes aliados pra explorar ela toda quando cheguei perto e recebi o já costumeiro abraço/ esfregada que fez meu pau ficar duro na hora.
Coloquei o celular pra carregar e me joguei na espreguiçadeira enquanto ela ia buscar algo gelado, rebolando aquela bunda que é uma tentação. Voltou com duas cervejas, estranho nela porque não costuma beber, e ficamos conversando sobre tudo. Ela foi levando a conversa pro lado sexual, que tava precisando de um homem pra saciar as vontades, que ela era muito fogosa. E eu, sem querer, solto um "ah, se eu sei bem disso", ela me olha de olhos arregalados e pergunta "o que você sabe??". Rindo, conto sobre o ex-genro, como ela provocava ele de propósito e como age com os homens sem se importar se são parentes. Morrendo de rir, ela me diz que se o cara era um tarado, a culpa não era dela. Que tinha alguns homens que ela olhava com verdadeiro desejo e a ignoravam (tapa na cara!!).
Me fiz de besta porque me senti como se fosse um teste. Ou eu me saía bem ou fazia a maior cagada do ano. "Você tem algo que quer me contar?" "Minha filha tem sorte, mas pelo que sei, ela não te dá a atenção que você merece". Minha mulher contava nossa vida íntima pra ela? "Não sei porque você sabe disso, me parece a conversa termina aqui". Levantando para ir embora, do lado dela eu era muito grande, meus 1,90m contra os 1,60m dela faziam diferença. O abraço dela pra eu não ir me desconcertou. "Não vai embora ainda, os meninos não estão e eu preciso de um puta favor, já que você sempre me apoia". É algo normal, 17cm, então levei na brincadeira. Ela me chama pra entrar na piscina, entro de cueca e, ao entrar, ela me abraça e começa a passar as unhas no meu peito e abdômen. Pra terminar, tocando meu volume que já tava pressionando pra sair. A outra mão dela apertava minha bunda, enquanto a boca começava a brincar com meu mamilo. Pedi pra ela parar. Que não era assim que eu fazia as coisas, que se ela queria algo, tinha muito a perder e que seria muito difícil bancar essa brincadeira. Ela pediu silêncio e pra eu aproveitar hoje, amanhã a gente via. Não sou assim, mas as carícias dela foram mais fortes, e pior ainda quando, de joelhos e sem tirar os olhos dos meus, ela chupou minha pica. Que boquete foda a dona Noelia tava fazendo. Ela passava a língua no tronco, descia até minhas bolas e subia até a cabeça pra engolir de novo boa parte. A gente tava no melhor quando ouvimos a porta e um grito: "sua filha da puta"... Essa merda tava só começando...
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