Beleza, amigos do Poringa, vou continuar meu relato lembrando que isso aconteceu comigo na vida real.
Já passou um ano dos acontecimentos dos contos anteriores, aqui deixo os links deles: http://www.poringa.net/posts/relatos/4435519/La-radiologa-Primer-Post.html#comment-215068
http://www.poringa.net/posts/relatos/4443708/La-radiologa-continuacion.html#comment-210434
Fiquei de namorado e depois casei com uma gatinha de 20 anos, eu tendo 26. Ela se chama Sofia, uma mina muito gostosa, toda delicada e, mesmo não tendo uma bunda grande, podia me deliciar com os peitos dela, que eram enormes; Sofia era virgem, e não é que eu tivesse muita experiência sexual, mas já tinha estreado com a radiologista, algo que ela sabia. Durante o tempo que ficamos de namorados e depois juntos, rolaram vários acontecimentos sexuais, mas vou me limitar a contar só 3, neste relato vou contar o primeiro, na próxima segunda-feira conto o outro e assim até a outra segunda.
Já estávamos há 8 meses de namoro e não tinha rolado nada além disso: beijos, carícias, uns amassos, mas só. A gente era muito vigiado, lembrem que minha família e, por tabela, a dela queriam a todo custo que a gente chegasse virgem no casamento. Mas a real é que a gente queria se conhecer melhor, chegar a consumar o ato sexual. Pra não sermos pegos, no fim do rolê com os amigos, levo ela em casa acompanhado da galera e ela pede pra eu deixar ela na esquina da casa dela. Levo meus amigos pra casa deles e volto pra esquina onde ela tinha ficado escondida, sem nunca ter entrado em casa.
Então, primeiro perguntei se ela tinha certeza disso, ela, claro, não sabia que eu já tinha experimentado com outra mina, e ela garante 100% que sim. Aí a gente vai pra uma fábrica abandonada, atrás dela tem um pátio bem escuro onde nenhum fofoqueiro pode nos espionar. A gente vai pra parte de trás do carro e empurra os bancos da frente o máximo pra ter mais espaço pra se mexer.
Comecei a beijar seus lábios com carinho, a gente se puxava pelo cabelo e eu passava as mãos no pescoço dela, sentindo o gosto dos nossos lábios e línguas. Minha mão, meio sem querer, apertava os peitos dela e ela soltava um gemidinho gostoso de prazer. A gente ria de vez em quando e se olhava, ela tava realmente apaixonada por mim. Depois a gente dava uns beijinhos e voltava a se beijar de língua. Minha mão foi descendo e eu desabotoei o jeans dela, enfiando a mão dentro da calcinha que já tava bem molhadinha. Comecei a esfregar o clitóris dela devagar e, de repente, ela não aguentava mais me beijar, me abraçou com força enquanto eu acelerava os movimentos. De vez em quando eu enfiava os dedos dentro dela e ela apertava meu corpo com força com as mãos, me dando beijos no pescoço enquanto gemia ainda mais de prazer.
- Seguia assim, que eu adoro – ela disse – faz mais rápido.
Aumentei a velocidade e ela foi ficando mais excitada, dava pra ouvir os sons da minha mão se misturando com os fluidos dela, e minha mão entrava bem fácil na bucetinha dela. Continuei assim, bem rápido e com mais força, e de repente o corpo dela tremeu e se sacudiu, e ela deu um grito dizendo que tinha tido o primeiro orgasmo provocado por outra pessoa. Tá afim de chupar ela? Mínimo a tudo que você me pedir.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Que bom, porque essa aí não vai descer sozinha.
Ela começou a puxar minha calça pra baixo e logo me deixou pelado, começou a esfregar com a mão dela, que tava meio fria, ia devagar e aos poucos aumentava a intensidade. Ela arrumou o cabelo pro lado e começou a enfiar o pau na boca, no começo dava pra sentir a inexperiência porque os dentes roçavam na cabeça, então pedi pra ela começar dando uns beijos primeiro, passando a língua na minha glande, era uma sensação gostosa, e depois ela engoliu praticamente inteiro, achou que dava pra meter de uma vez e quase se engasgou, o som dela se engasgando me excitou tanto que enquanto ela continuava chupando comecei a acariciar a bunda dela, depois fui levantando a camiseta dela até tirar, desabotoei o sutiã e os peitos dela caíram no banco do carro, apertava os biquinhos e enquanto ela chupava como uma louca gemia com o pau na boca, numa hora apertei forte demais e mesmo que tenha doído pela expressão que ela fez, o pau da boca ela não tirava. Chegou a hora de eu gozar, então parei ela, deitei ela de costas no banco e aproximei meu pau da boca dela e comecei a me masturbar, saiu um jato de porra que quase chegou no olho dela e um pouco respingou no cabelo, mas o resto foi caindo dentro da boca dela enquanto ela engolia com uma cara de puta, parte caiu no queixo dela e com a mão ela levava pra boca.
- Não sabia que o gosto da porra era tão gostoso. Só puta igual você gosta do gosto. E aí, já comeu muita puta? Não, você é a primeira. Não só tem a cara, como também age como uma. Me excitam os caras com uma pica enorme. Você quer que eu enfie bem fundo, né?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Espor o que vim, amor
Claro, tinha que esperar ela ficar dura de novo, pelo menos meia bomba, então tirei a calça dela e comecei a chupar aquela buceta toda molhada. Me posicionei de um jeito que ela pudesse me masturbar, e em cinco minutos já tava bem durinho. Virei ela, peguei a camisinha guardada e coloquei, e logo já tava ela de joelhos, com a cabeça apoiada no banco, quase na borda da porta, e dava pra ver a entrada da bucetinha dela. Devagarzinho, fui entrando.
- Devagar, tira essa buceta que tá doendo, ela me disse.- Shh... fica tranquila, vou fazer devagar — falei no ouvido dela.
Só coloquei a cabeça e ela já começou a gritar e respirar rápido, tirei um pouco e depois só a cabeça de novo, ela repetiu o grito, umas 4 vezes até se acalmar, na quinta entrei um pouco mais, o grito dela foi abafado e de prazer ao mesmo tempo. Tirei de novo e depois entrei devagar, mas enfiei tudo dentro da pussy dela sem tirar, perguntei se tava tudo bem, ela disse que sim do jeito dela e comecei lento mas constante entrando na buceta dela, ela começou a gemer com muita paixão, e aumentei a velocidade, já não eram mais entradas lentas, dava pra ouvir as palmadas que eu dava nela, sentia minhas bolas indo pra lá e pra cá, e ela começou a gritar com força, dava tapas na bunda dela e ela gritava mais, não parava de gritar.
- Você gosta de ser comida assim, sua puta? Me fode, me fode, me fode!!!! — era a única coisa que ela gritava.
Depois ela tremeu, o corpo dela vibrou e o segundo orgasmo veio, mesmo eu ainda aguentando mais, mas ela me tirou de cima, virou de lado e puxou a camisinha, começou a chupar de novo, mas agora como uma profissional, até eu não aguentar mais e gozar dentro da boca dela. Foi assim que a Sofia perdeu a virgindade comigo.
CONTINUARÁ...
Já passou um ano dos acontecimentos dos contos anteriores, aqui deixo os links deles: http://www.poringa.net/posts/relatos/4435519/La-radiologa-Primer-Post.html#comment-215068
http://www.poringa.net/posts/relatos/4443708/La-radiologa-continuacion.html#comment-210434
Fiquei de namorado e depois casei com uma gatinha de 20 anos, eu tendo 26. Ela se chama Sofia, uma mina muito gostosa, toda delicada e, mesmo não tendo uma bunda grande, podia me deliciar com os peitos dela, que eram enormes; Sofia era virgem, e não é que eu tivesse muita experiência sexual, mas já tinha estreado com a radiologista, algo que ela sabia. Durante o tempo que ficamos de namorados e depois juntos, rolaram vários acontecimentos sexuais, mas vou me limitar a contar só 3, neste relato vou contar o primeiro, na próxima segunda-feira conto o outro e assim até a outra segunda.
Já estávamos há 8 meses de namoro e não tinha rolado nada além disso: beijos, carícias, uns amassos, mas só. A gente era muito vigiado, lembrem que minha família e, por tabela, a dela queriam a todo custo que a gente chegasse virgem no casamento. Mas a real é que a gente queria se conhecer melhor, chegar a consumar o ato sexual. Pra não sermos pegos, no fim do rolê com os amigos, levo ela em casa acompanhado da galera e ela pede pra eu deixar ela na esquina da casa dela. Levo meus amigos pra casa deles e volto pra esquina onde ela tinha ficado escondida, sem nunca ter entrado em casa.
Então, primeiro perguntei se ela tinha certeza disso, ela, claro, não sabia que eu já tinha experimentado com outra mina, e ela garante 100% que sim. Aí a gente vai pra uma fábrica abandonada, atrás dela tem um pátio bem escuro onde nenhum fofoqueiro pode nos espionar. A gente vai pra parte de trás do carro e empurra os bancos da frente o máximo pra ter mais espaço pra se mexer.
Comecei a beijar seus lábios com carinho, a gente se puxava pelo cabelo e eu passava as mãos no pescoço dela, sentindo o gosto dos nossos lábios e línguas. Minha mão, meio sem querer, apertava os peitos dela e ela soltava um gemidinho gostoso de prazer. A gente ria de vez em quando e se olhava, ela tava realmente apaixonada por mim. Depois a gente dava uns beijinhos e voltava a se beijar de língua. Minha mão foi descendo e eu desabotoei o jeans dela, enfiando a mão dentro da calcinha que já tava bem molhadinha. Comecei a esfregar o clitóris dela devagar e, de repente, ela não aguentava mais me beijar, me abraçou com força enquanto eu acelerava os movimentos. De vez em quando eu enfiava os dedos dentro dela e ela apertava meu corpo com força com as mãos, me dando beijos no pescoço enquanto gemia ainda mais de prazer.
- Seguia assim, que eu adoro – ela disse – faz mais rápido.
Aumentei a velocidade e ela foi ficando mais excitada, dava pra ouvir os sons da minha mão se misturando com os fluidos dela, e minha mão entrava bem fácil na bucetinha dela. Continuei assim, bem rápido e com mais força, e de repente o corpo dela tremeu e se sacudiu, e ela deu um grito dizendo que tinha tido o primeiro orgasmo provocado por outra pessoa. Tá afim de chupar ela? Mínimo a tudo que você me pedir.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Que bom, porque essa aí não vai descer sozinha.
Ela começou a puxar minha calça pra baixo e logo me deixou pelado, começou a esfregar com a mão dela, que tava meio fria, ia devagar e aos poucos aumentava a intensidade. Ela arrumou o cabelo pro lado e começou a enfiar o pau na boca, no começo dava pra sentir a inexperiência porque os dentes roçavam na cabeça, então pedi pra ela começar dando uns beijos primeiro, passando a língua na minha glande, era uma sensação gostosa, e depois ela engoliu praticamente inteiro, achou que dava pra meter de uma vez e quase se engasgou, o som dela se engasgando me excitou tanto que enquanto ela continuava chupando comecei a acariciar a bunda dela, depois fui levantando a camiseta dela até tirar, desabotoei o sutiã e os peitos dela caíram no banco do carro, apertava os biquinhos e enquanto ela chupava como uma louca gemia com o pau na boca, numa hora apertei forte demais e mesmo que tenha doído pela expressão que ela fez, o pau da boca ela não tirava. Chegou a hora de eu gozar, então parei ela, deitei ela de costas no banco e aproximei meu pau da boca dela e comecei a me masturbar, saiu um jato de porra que quase chegou no olho dela e um pouco respingou no cabelo, mas o resto foi caindo dentro da boca dela enquanto ela engolia com uma cara de puta, parte caiu no queixo dela e com a mão ela levava pra boca.
- Não sabia que o gosto da porra era tão gostoso. Só puta igual você gosta do gosto. E aí, já comeu muita puta? Não, você é a primeira. Não só tem a cara, como também age como uma. Me excitam os caras com uma pica enorme. Você quer que eu enfie bem fundo, né?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Espor o que vim, amor
Claro, tinha que esperar ela ficar dura de novo, pelo menos meia bomba, então tirei a calça dela e comecei a chupar aquela buceta toda molhada. Me posicionei de um jeito que ela pudesse me masturbar, e em cinco minutos já tava bem durinho. Virei ela, peguei a camisinha guardada e coloquei, e logo já tava ela de joelhos, com a cabeça apoiada no banco, quase na borda da porta, e dava pra ver a entrada da bucetinha dela. Devagarzinho, fui entrando.
- Devagar, tira essa buceta que tá doendo, ela me disse.- Shh... fica tranquila, vou fazer devagar — falei no ouvido dela.
Só coloquei a cabeça e ela já começou a gritar e respirar rápido, tirei um pouco e depois só a cabeça de novo, ela repetiu o grito, umas 4 vezes até se acalmar, na quinta entrei um pouco mais, o grito dela foi abafado e de prazer ao mesmo tempo. Tirei de novo e depois entrei devagar, mas enfiei tudo dentro da pussy dela sem tirar, perguntei se tava tudo bem, ela disse que sim do jeito dela e comecei lento mas constante entrando na buceta dela, ela começou a gemer com muita paixão, e aumentei a velocidade, já não eram mais entradas lentas, dava pra ouvir as palmadas que eu dava nela, sentia minhas bolas indo pra lá e pra cá, e ela começou a gritar com força, dava tapas na bunda dela e ela gritava mais, não parava de gritar.
- Você gosta de ser comida assim, sua puta? Me fode, me fode, me fode!!!! — era a única coisa que ela gritava.
Depois ela tremeu, o corpo dela vibrou e o segundo orgasmo veio, mesmo eu ainda aguentando mais, mas ela me tirou de cima, virou de lado e puxou a camisinha, começou a chupar de novo, mas agora como uma profissional, até eu não aguentar mais e gozar dentro da boca dela. Foi assim que a Sofia perdeu a virgindade comigo.
CONTINUARÁ...
1 comentários - La primera vez de Sofía