Olá de novo, pessoal! Tô muito animado pra postar mais uma atualização. Só quero dizer que me diverti pra caralho tendo essas experiências e compartilhando elas com vocês. Valeu pra quem me deu conselhos e falou como a história excita vocês. Vocês são o motivo de eu continuar compartilhando. Agora vamos pra atualização.
Quando eu e minha mãe acordamos na manhã seguinte, eu tava preocupado porque gozei dentro dela. Minha mãe tava meio quieta e eu fiquei com medo dela ter ficado chateada, então resolvi ser ousado e puxar o assunto. Perguntei se tinha incomodado ela, e ela disse: "Ah, não, não, foi de boa, querido! Na real, eu curti". Fiquei aliviado e falei que tava preocupado dela ter ficado bolada porque ela tava muito calada. Ela disse que tava tudo bem e pra eu não me preocupar, e garantiu que tinha gostado.
Minha mãe e eu passamos uma manhã normal naquele dia, tomando café e almoçando juntos antes dela ir pra um turno da noite no trabalho. Ela sempre chega em casa desses turnos umas 3:00 da manhã e eu não ouvi ela chegar enquanto dormia. Minha mãe sempre folga depois de um turno da noite, então eu também tirei o dia e dormimos até as 10:00 da manhã.
Acordei antes dela e tava deitado de olhos fechados relaxando. Enquanto tava deitado, ouvi minha mãe sentar na cama e dizer: "Bom dia, querido!". Sentei e vi minha mãe sentada de peitos de fora contra a cabeceira dela. Os peitos dela estavam absolutamente incríveis na luz do sol da manhã que entrava pela janela. Fiquei olhando pra eles e rapidamente fiquei duro. Os olhos dela foram pra barraca crescendo na minha calça e ela colocou a mão debaixo do lençol e imediatamente começou a trabalhar. Não perdeu tempo.
Tirei minha pica pra fora e comecei a bater uma furiosamente. Quando ela me viu, começou a gemer e a ir mais rápido. Os olhos dela ardiam e os peitos balançavam. enquanto o braço dele trabalhava. Eu não ia aguentar e decidi ceder. Gozei na barriga e gemi bem alto. Os olhos da minha mãe ficaram enormes e ela disse: "Isso, é isso, querido, adoro quando você goza". Uns 10 segundos depois, minha mãe se contorcia no orgasmo, gemendo forte enquanto gozava com tudo. Ficamos deitados nos recuperando por um tempo antes de eu dizer: "Bom, foi um jeito ótimo de começar o dia!". Ela riu e disse: "O melhor jeito!". Concordei e me desculpei pra tomar banho. Fiquei olhando pras tetas dela quando passei e ela sorriu.
Depois do banho, saímos pra comer juntos e fomos num shopping local pra dar uma olhada nas vitrines e curtir o dia. Jantamos e fomos pra casa. Em casa, começamos nossa rotina noturna normal. Ela tomou banho e saiu com a toalha, deixou ela cair abertamente e começou a se vestir enquanto eu ia tomar banho. Nem pensei que fosse rolar nada por causa da nossa hora da manhã. Mas por sorte, eu tava errado...
Saí do banho e passei pela cama da minha mãe sem nem olhar pra ela, comecei a me vestir pra dormir. Quando peguei meu shorts, ouvi minha mãe falar por trás de mim: "Provavelmente você não vai precisar deles ainda...". Me virei e vi que ela tava de pé do lado da cama dela de roupão, e tinha colocado o travesseiro de novo bem no centro do colchão. Fiquei muito excitado vendo aquilo e na hora coloquei o shorts que tinha pegado de volta na gaveta. Me virei pra olhar pra ela, deixando minha ereção crescente provocar a toalha que enrolava minha cintura.
Ela sorriu e desamarrou o roupão. Deixou ele cair devagar pelos ombros e depois no chão. Fiquei olhando pro corpo nu dela. Ela tava incrível, os peitos pendiam perfeitamente e parecia que tinha aparado um pouco a moita. Deixei minha toalha cair no chão e minha pica dura balançou e apontou pra ela. Ela sorriu com isso e subiu na cama dela, montando no travesseiro. Fui sentar no sofá onde durmo, mas ela disse: "Não, chega mais perto". Então contornei o sofá e me apoiei no braço como da última vez, mas ela falou de novo: "Mais perto". Fiquei meio surpreso, mas fiz o que ela mandou e caminhei pra frente, com minha pica balançando na minha frente até eu ficar de pé aos pés da cama dela. Tava a um metro de distância.
Finalmente ela pareceu satisfeita com minha posição. Sorriu e começou a mexer os quadris devagar pra frente e pra trás. Peguei minha pica pulsando e comecei a bater uma lentamente. Fazia movimentos longos e lentos, e ela acompanhava meu ritmo. Se eu acelerava, ela acelerava também, e diminuía quando eu diminuía. Comecei a brincar com minhas bolas usando a mão livre, e ela respondeu com um gemido, agarrando os peitos com as duas mãos e começando a massageá-los.
Ela fez contato visual comigo e disse: "Ainda não acredito que a gente faz isso. Isso é tão quente." Concordei com ela, e ela continuou: "Adoro te ver batendo uma, é tão grande." Sabia que ela tava sendo gentil. Minha pica não é pequena, mas definitivamente não é grande. Tem um pouco mais de 14 centímetros, mas não tenho problema com tamanho. Falei que amava o corpo dela. Falei que adorava como ela se mexe e como brinca com os peitos. Ela mordeu o lábio e disse: "Ai, meu Deus, tô tão molhada pra caralho..." Nunca tinha ouvido minha mãe falar palavrão antes de a gente começar esse nosso costume. Falei que gostava quando ela falava comigo enquanto a gente se masturbava, e ela disse: "Eu também adoro, ah, querido, tô chegando... Chegando mais perto. "Bate uma pra mim, gostoso, bate uma pra mim". Com isso, comecei a me masturbar de verdade. Deixei meus olhos percorrerem o corpo todo dela e não pude evitar pensar na sorte que tenho de fazer isso com a minha mãe. Minha mãe soltou um gemido longo e disse: "Vou gozaaaaaaaaaaar!".
O corpo dela começou a tremer. Ela apoiou as mãos na cama atrás de si e jogou a cabeça para trás. O corpo dela se exibiu pra mim enquanto arqueava as costas. Ali estava ela, a menos de um metro de mim, com os peitos de fora, cabeça jogada pra trás, gemendo durante um orgasmo. Era demais pra aguentar. Eu praticamente gritei: "Ah, caralho, eu também vou gozar!" E ela levantou a cabeça, mas ficou apoiada nas mãos e disse: "Goza pra mim, goza!". Dei duas batidas fortes e olhei pra ver se ela queria se mexer, mas os olhos dela estavam cravados no meu pau com um brilho de desejo. Decidi que foda-se, mais duas batidas fortes e eu explodi. Gozei mais forte do que nunca na minha vida. O primeiro jato caiu na barriga dela, o segundo na perna e o resto caiu na cama entre nós.
Quando o último fio de porra saiu do meu pau, soltei um suspiro enorme e desabei contra o braço do sofá. Minha mãe só ficou me olhando, a barriga dela ainda tinha o rastro de porra e começava a escorrer. Enquanto nos encarávamos, eu só falei: "Uau". E ela parou um momento antes de dizer: "Uau é eufemismo. Isso foi incrível". Nós dois rimos um pouco e aí eu falei: "Hm, desculpa por ter acertado você ali..." Ela revirou os olhos e disse: "Desculpa? Eu adorei. Já te falei isso hoje. Não esquenta". Sorri e entreguei minha toalha pra ela se limpar. Falei que adorava a aparência dela quando montava no travesseiro. A barriga dela se contraía e dava pra ver uns gominhos definidos enquanto ela se esfregava e se contorcia. Ela riu e disse que nunca teve tanquinho, mas agradeceu o elogio. Aí ela fala: "Adoro sua cara. Fica cheia de paixão e me excita tanto saber que eu posso causar isso". Falei que ela conseguia provocar paixão até dormindo e ela disse que era uma frase brega, lol.
Nós dois estávamos bem exaustos depois da nossa sessão, então decidimos que era hora de ir pra cama e dormimos em minutos. Acordei na manhã seguinte quando minha mãe já tinha ido trabalhar. Mas ela tinha deixado um bilhete na mesa da cozinha dizendo: "Ontem foi muito divertido, querido! (Principalmente os porta-livros 😉) Provavelmente não vou te ver muito nos próximos dias, o horário de trabalho está uma loucura, mas te amo e a gente se fala depois". Fiquei decepcionado por ela estar indo embora, mas esperava que ela se animasse a sair à noite.
Infelizmente, ela realmente tinha uma agenda maluca. Só a via rapidamente antes de ela sair de manhã e bem na hora de dormir nos dois dias seguintes, até ontem. Minha mãe estava de folga, mas eu tinha um turno de manhã. Decidi pegar uma folha do livro dela e deixar um bilhete. Peguei um papel e escrevi: "Oi mãe, só queria dizer que sinto muito por você estar tão ocupada ultimamente. Espero poder ajudar a aliviar um pouco desse estresse hoje à noite 😉 te amo, mãe!" Fiquei feliz com isso, deixei na geladeira e fui trabalhar. Naquele dia, tive um turno longo. Das 7 da manhã até as 6 da tarde. Passei essas 11 horas pensando no que esperava desesperadamente que me esperasse em casa. Eu tinha um plano.
Quando cheguei em casa, eram umas 6:45 mais ou menos. Chamei e disse pra minha mãe que estava em casa, e ela respondeu que estava no banheiro. Então aproveitei pra pegar todas as velas do apartamento e acendê-las. Apaguei todas as luzes e coloquei uma música de spa bem clichê. Tinha acabado de vestir uma calça folgada e estava sem camisa quando minha mãe saiu do banheiro de roupão. Ela olhou surpresa e disse: "O que é isso?" E eu respondi: "Bom, sei que você teve uns dias estressantes, então pensei em te dar uma massagem nos pés". Ela levou a mão ao coração e disse: "Ah, querido, adoraria! Obrigada". Indiquei que ela se sentasse na cama, e ela fez isso, com as costas apoiadas na cabeceira.
Peguei a loção dela da mesinha de cabeceira e me sentei de pernas cruzadas aos pés da cama e comecei a trabalhar. Passei a loção nas Mãos e comecei a esfregar os pés dela. Ela recostou a cabeça na cabeceira da cama e suspirou: "Mmmm, isso é delicioso". Eu fui com calma, massageando os pés dela com cuidado e deixando meus olhos passearem pelo corpo dela. O roupão dela estava amarrado, mas mais aberto na parte de cima, mostrando um belo decote. Minha pica começou a inchar um pouco dentro da calça, e vi que os olhos dela se voltaram para ela algumas vezes. Passei a focar em massagear só o pé direito dela, e ela começou a gemer baixinho e dizer: "Como isso é bom". Quando passei para o pé esquerdo, soube que meu plano tinha funcionado quando a ouvi dizer: "Sabe o que deixaria isso ainda melhor?".
Eu perguntei: "O quê?" E ela puxou o cinto do roupão até desatar e deixou cair aberto. Continuei massageando os pés, mas já não era mais meu foco. Eu estava tocando minha mãe nua. Assim que o roupão se abriu, ela deixou a mão descer até a buceta e começou a brincar com o clitóris. Eu continuava esfregando, mas meus olhos estavam fixos no que a mão dela fazia.
Ela fechou os olhos e agarrou o próprio peito com a outra mão. Ficou assim por um momento antes de abrir os olhos e dizer: "Você também quer fazer?". Eu assenti devagar, e ela se sentou mais ereta pra me dar espaço pra esticar as pernas na frente dela, junto com as dela. Tirei a calça de moletão e comecei a me acariciar. Ainda tinha um pouco de loção que deixava minha mão deslizar fácil pelo meu pau. A respiração da minha mãe começou a acelerar, e ela disse: "Me fala o que você gosta." Eu falei que adorava quando ela apertava os peitos e quando mordia o lábio. Ela, claro, na hora mordeu o lábio e apertou o peito direito. Eu gemi um pouco e falei: "Agora fala você." Ela me olhou por um instante e disse: "Fica de joelhos e chega mais perto." Fiquei surpreso, mas fiz o que ela mandou. Me levantei sobre um joelho e me movi pra ficar mais do lado dela. Agora eu tava acariciando a barriga dela. Ela mordeu o lábio de novo e começou a se tocar mais forte. Fechou os olhos e disse: "Ah, porra, amor, tô perto..." Eu falei que também tava. Ela começou a gemer em pequenas rajadas e disse: "Tô gozando!" Arqueou as costas e começou a gozar com força. Tava com um aperto de morte no peito e tremendo. Eu falei que ia gozar, e ela praticamente gritou: "Ah, meu Deus, goza em mim." !!!!! Bom, sempre obedeci minha mãe. Meu pau explodiu e jorrei meu leite na barriga dela, e depois mudei de direção e jorrei nos peitos dela e na garganta. Nunca tinha jorrado tanto esperma. Foram pelo menos 12 jorros. Quando terminei, me deixei cair de novo sentado na cama e olhei a bagunça que tinha feito com a minha mãe.
Ela tava completamente coberta. Só tinha dois filetes pequenos de esperma na barriga dela, mas os peitos tavam completamente lambuzados e tinha uma boa quantidade na garganta. Foi sem dúvida a coisa mais erótica que já vi. Quando minha mãe finalmente desceu do orgasmo, abriu os olhos e se olhou. peito. "Ai, meu Deus!" Ela disse e me olhou com os olhos bem arregalados: "Isso é muito porra!". "Desculpa", eu falei. Ela me deu um tapinha na perna e disse: "Para de pedir desculpa, isso foi a coisa mais quente que eu já experimentei!". Eu sorri de orelha a orelha e fui buscar uma toalha pra ela.
Fiquei do lado da cama dela vendo ela se limpar e perguntei: "Então você curte muito levar gozada, hein?". Ela respondeu: "Antes eu achava nojento, mas quando você gozou no meu braço outro dia, não consegui parar de pensar nisso". Fiquei surpreso que ela gostasse, mas fiquei muito feliz por isso. A gente conversou mais um pouco antes de se despedir. Apaguei assim que minha cabeça encostou no travesseiro.
Então, cá estamos. Já passa da meia-noite, no meu horário, enquanto termino esse post. Ligaram pra minha mãe pra fazer mais um plantão noturno, mas amanhã ela tá de folga, então espero outra manhã divertida. Como sempre, obrigado por ler e até daqui a alguns dias, espero.
Quando eu e minha mãe acordamos na manhã seguinte, eu tava preocupado porque gozei dentro dela. Minha mãe tava meio quieta e eu fiquei com medo dela ter ficado chateada, então resolvi ser ousado e puxar o assunto. Perguntei se tinha incomodado ela, e ela disse: "Ah, não, não, foi de boa, querido! Na real, eu curti". Fiquei aliviado e falei que tava preocupado dela ter ficado bolada porque ela tava muito calada. Ela disse que tava tudo bem e pra eu não me preocupar, e garantiu que tinha gostado.
Minha mãe e eu passamos uma manhã normal naquele dia, tomando café e almoçando juntos antes dela ir pra um turno da noite no trabalho. Ela sempre chega em casa desses turnos umas 3:00 da manhã e eu não ouvi ela chegar enquanto dormia. Minha mãe sempre folga depois de um turno da noite, então eu também tirei o dia e dormimos até as 10:00 da manhã.
Acordei antes dela e tava deitado de olhos fechados relaxando. Enquanto tava deitado, ouvi minha mãe sentar na cama e dizer: "Bom dia, querido!". Sentei e vi minha mãe sentada de peitos de fora contra a cabeceira dela. Os peitos dela estavam absolutamente incríveis na luz do sol da manhã que entrava pela janela. Fiquei olhando pra eles e rapidamente fiquei duro. Os olhos dela foram pra barraca crescendo na minha calça e ela colocou a mão debaixo do lençol e imediatamente começou a trabalhar. Não perdeu tempo.
Tirei minha pica pra fora e comecei a bater uma furiosamente. Quando ela me viu, começou a gemer e a ir mais rápido. Os olhos dela ardiam e os peitos balançavam. enquanto o braço dele trabalhava. Eu não ia aguentar e decidi ceder. Gozei na barriga e gemi bem alto. Os olhos da minha mãe ficaram enormes e ela disse: "Isso, é isso, querido, adoro quando você goza". Uns 10 segundos depois, minha mãe se contorcia no orgasmo, gemendo forte enquanto gozava com tudo. Ficamos deitados nos recuperando por um tempo antes de eu dizer: "Bom, foi um jeito ótimo de começar o dia!". Ela riu e disse: "O melhor jeito!". Concordei e me desculpei pra tomar banho. Fiquei olhando pras tetas dela quando passei e ela sorriu.
Depois do banho, saímos pra comer juntos e fomos num shopping local pra dar uma olhada nas vitrines e curtir o dia. Jantamos e fomos pra casa. Em casa, começamos nossa rotina noturna normal. Ela tomou banho e saiu com a toalha, deixou ela cair abertamente e começou a se vestir enquanto eu ia tomar banho. Nem pensei que fosse rolar nada por causa da nossa hora da manhã. Mas por sorte, eu tava errado...Saí do banho e passei pela cama da minha mãe sem nem olhar pra ela, comecei a me vestir pra dormir. Quando peguei meu shorts, ouvi minha mãe falar por trás de mim: "Provavelmente você não vai precisar deles ainda...". Me virei e vi que ela tava de pé do lado da cama dela de roupão, e tinha colocado o travesseiro de novo bem no centro do colchão. Fiquei muito excitado vendo aquilo e na hora coloquei o shorts que tinha pegado de volta na gaveta. Me virei pra olhar pra ela, deixando minha ereção crescente provocar a toalha que enrolava minha cintura.
Ela sorriu e desamarrou o roupão. Deixou ele cair devagar pelos ombros e depois no chão. Fiquei olhando pro corpo nu dela. Ela tava incrível, os peitos pendiam perfeitamente e parecia que tinha aparado um pouco a moita. Deixei minha toalha cair no chão e minha pica dura balançou e apontou pra ela. Ela sorriu com isso e subiu na cama dela, montando no travesseiro. Fui sentar no sofá onde durmo, mas ela disse: "Não, chega mais perto". Então contornei o sofá e me apoiei no braço como da última vez, mas ela falou de novo: "Mais perto". Fiquei meio surpreso, mas fiz o que ela mandou e caminhei pra frente, com minha pica balançando na minha frente até eu ficar de pé aos pés da cama dela. Tava a um metro de distância.Finalmente ela pareceu satisfeita com minha posição. Sorriu e começou a mexer os quadris devagar pra frente e pra trás. Peguei minha pica pulsando e comecei a bater uma lentamente. Fazia movimentos longos e lentos, e ela acompanhava meu ritmo. Se eu acelerava, ela acelerava também, e diminuía quando eu diminuía. Comecei a brincar com minhas bolas usando a mão livre, e ela respondeu com um gemido, agarrando os peitos com as duas mãos e começando a massageá-los.
Ela fez contato visual comigo e disse: "Ainda não acredito que a gente faz isso. Isso é tão quente." Concordei com ela, e ela continuou: "Adoro te ver batendo uma, é tão grande." Sabia que ela tava sendo gentil. Minha pica não é pequena, mas definitivamente não é grande. Tem um pouco mais de 14 centímetros, mas não tenho problema com tamanho. Falei que amava o corpo dela. Falei que adorava como ela se mexe e como brinca com os peitos. Ela mordeu o lábio e disse: "Ai, meu Deus, tô tão molhada pra caralho..." Nunca tinha ouvido minha mãe falar palavrão antes de a gente começar esse nosso costume. Falei que gostava quando ela falava comigo enquanto a gente se masturbava, e ela disse: "Eu também adoro, ah, querido, tô chegando... Chegando mais perto. "Bate uma pra mim, gostoso, bate uma pra mim". Com isso, comecei a me masturbar de verdade. Deixei meus olhos percorrerem o corpo todo dela e não pude evitar pensar na sorte que tenho de fazer isso com a minha mãe. Minha mãe soltou um gemido longo e disse: "Vou gozaaaaaaaaaaar!".
O corpo dela começou a tremer. Ela apoiou as mãos na cama atrás de si e jogou a cabeça para trás. O corpo dela se exibiu pra mim enquanto arqueava as costas. Ali estava ela, a menos de um metro de mim, com os peitos de fora, cabeça jogada pra trás, gemendo durante um orgasmo. Era demais pra aguentar. Eu praticamente gritei: "Ah, caralho, eu também vou gozar!" E ela levantou a cabeça, mas ficou apoiada nas mãos e disse: "Goza pra mim, goza!". Dei duas batidas fortes e olhei pra ver se ela queria se mexer, mas os olhos dela estavam cravados no meu pau com um brilho de desejo. Decidi que foda-se, mais duas batidas fortes e eu explodi. Gozei mais forte do que nunca na minha vida. O primeiro jato caiu na barriga dela, o segundo na perna e o resto caiu na cama entre nós.Quando o último fio de porra saiu do meu pau, soltei um suspiro enorme e desabei contra o braço do sofá. Minha mãe só ficou me olhando, a barriga dela ainda tinha o rastro de porra e começava a escorrer. Enquanto nos encarávamos, eu só falei: "Uau". E ela parou um momento antes de dizer: "Uau é eufemismo. Isso foi incrível". Nós dois rimos um pouco e aí eu falei: "Hm, desculpa por ter acertado você ali..." Ela revirou os olhos e disse: "Desculpa? Eu adorei. Já te falei isso hoje. Não esquenta". Sorri e entreguei minha toalha pra ela se limpar. Falei que adorava a aparência dela quando montava no travesseiro. A barriga dela se contraía e dava pra ver uns gominhos definidos enquanto ela se esfregava e se contorcia. Ela riu e disse que nunca teve tanquinho, mas agradeceu o elogio. Aí ela fala: "Adoro sua cara. Fica cheia de paixão e me excita tanto saber que eu posso causar isso". Falei que ela conseguia provocar paixão até dormindo e ela disse que era uma frase brega, lol.
Nós dois estávamos bem exaustos depois da nossa sessão, então decidimos que era hora de ir pra cama e dormimos em minutos. Acordei na manhã seguinte quando minha mãe já tinha ido trabalhar. Mas ela tinha deixado um bilhete na mesa da cozinha dizendo: "Ontem foi muito divertido, querido! (Principalmente os porta-livros 😉) Provavelmente não vou te ver muito nos próximos dias, o horário de trabalho está uma loucura, mas te amo e a gente se fala depois". Fiquei decepcionado por ela estar indo embora, mas esperava que ela se animasse a sair à noite.
Infelizmente, ela realmente tinha uma agenda maluca. Só a via rapidamente antes de ela sair de manhã e bem na hora de dormir nos dois dias seguintes, até ontem. Minha mãe estava de folga, mas eu tinha um turno de manhã. Decidi pegar uma folha do livro dela e deixar um bilhete. Peguei um papel e escrevi: "Oi mãe, só queria dizer que sinto muito por você estar tão ocupada ultimamente. Espero poder ajudar a aliviar um pouco desse estresse hoje à noite 😉 te amo, mãe!" Fiquei feliz com isso, deixei na geladeira e fui trabalhar. Naquele dia, tive um turno longo. Das 7 da manhã até as 6 da tarde. Passei essas 11 horas pensando no que esperava desesperadamente que me esperasse em casa. Eu tinha um plano.
Quando cheguei em casa, eram umas 6:45 mais ou menos. Chamei e disse pra minha mãe que estava em casa, e ela respondeu que estava no banheiro. Então aproveitei pra pegar todas as velas do apartamento e acendê-las. Apaguei todas as luzes e coloquei uma música de spa bem clichê. Tinha acabado de vestir uma calça folgada e estava sem camisa quando minha mãe saiu do banheiro de roupão. Ela olhou surpresa e disse: "O que é isso?" E eu respondi: "Bom, sei que você teve uns dias estressantes, então pensei em te dar uma massagem nos pés". Ela levou a mão ao coração e disse: "Ah, querido, adoraria! Obrigada". Indiquei que ela se sentasse na cama, e ela fez isso, com as costas apoiadas na cabeceira.
Peguei a loção dela da mesinha de cabeceira e me sentei de pernas cruzadas aos pés da cama e comecei a trabalhar. Passei a loção nas Mãos e comecei a esfregar os pés dela. Ela recostou a cabeça na cabeceira da cama e suspirou: "Mmmm, isso é delicioso". Eu fui com calma, massageando os pés dela com cuidado e deixando meus olhos passearem pelo corpo dela. O roupão dela estava amarrado, mas mais aberto na parte de cima, mostrando um belo decote. Minha pica começou a inchar um pouco dentro da calça, e vi que os olhos dela se voltaram para ela algumas vezes. Passei a focar em massagear só o pé direito dela, e ela começou a gemer baixinho e dizer: "Como isso é bom". Quando passei para o pé esquerdo, soube que meu plano tinha funcionado quando a ouvi dizer: "Sabe o que deixaria isso ainda melhor?".
Eu perguntei: "O quê?" E ela puxou o cinto do roupão até desatar e deixou cair aberto. Continuei massageando os pés, mas já não era mais meu foco. Eu estava tocando minha mãe nua. Assim que o roupão se abriu, ela deixou a mão descer até a buceta e começou a brincar com o clitóris. Eu continuava esfregando, mas meus olhos estavam fixos no que a mão dela fazia.
Ela fechou os olhos e agarrou o próprio peito com a outra mão. Ficou assim por um momento antes de abrir os olhos e dizer: "Você também quer fazer?". Eu assenti devagar, e ela se sentou mais ereta pra me dar espaço pra esticar as pernas na frente dela, junto com as dela. Tirei a calça de moletão e comecei a me acariciar. Ainda tinha um pouco de loção que deixava minha mão deslizar fácil pelo meu pau. A respiração da minha mãe começou a acelerar, e ela disse: "Me fala o que você gosta." Eu falei que adorava quando ela apertava os peitos e quando mordia o lábio. Ela, claro, na hora mordeu o lábio e apertou o peito direito. Eu gemi um pouco e falei: "Agora fala você." Ela me olhou por um instante e disse: "Fica de joelhos e chega mais perto." Fiquei surpreso, mas fiz o que ela mandou. Me levantei sobre um joelho e me movi pra ficar mais do lado dela. Agora eu tava acariciando a barriga dela. Ela mordeu o lábio de novo e começou a se tocar mais forte. Fechou os olhos e disse: "Ah, porra, amor, tô perto..." Eu falei que também tava. Ela começou a gemer em pequenas rajadas e disse: "Tô gozando!" Arqueou as costas e começou a gozar com força. Tava com um aperto de morte no peito e tremendo. Eu falei que ia gozar, e ela praticamente gritou: "Ah, meu Deus, goza em mim." !!!!! Bom, sempre obedeci minha mãe. Meu pau explodiu e jorrei meu leite na barriga dela, e depois mudei de direção e jorrei nos peitos dela e na garganta. Nunca tinha jorrado tanto esperma. Foram pelo menos 12 jorros. Quando terminei, me deixei cair de novo sentado na cama e olhei a bagunça que tinha feito com a minha mãe.Ela tava completamente coberta. Só tinha dois filetes pequenos de esperma na barriga dela, mas os peitos tavam completamente lambuzados e tinha uma boa quantidade na garganta. Foi sem dúvida a coisa mais erótica que já vi. Quando minha mãe finalmente desceu do orgasmo, abriu os olhos e se olhou. peito. "Ai, meu Deus!" Ela disse e me olhou com os olhos bem arregalados: "Isso é muito porra!". "Desculpa", eu falei. Ela me deu um tapinha na perna e disse: "Para de pedir desculpa, isso foi a coisa mais quente que eu já experimentei!". Eu sorri de orelha a orelha e fui buscar uma toalha pra ela.
Fiquei do lado da cama dela vendo ela se limpar e perguntei: "Então você curte muito levar gozada, hein?". Ela respondeu: "Antes eu achava nojento, mas quando você gozou no meu braço outro dia, não consegui parar de pensar nisso". Fiquei surpreso que ela gostasse, mas fiquei muito feliz por isso. A gente conversou mais um pouco antes de se despedir. Apaguei assim que minha cabeça encostou no travesseiro.
Então, cá estamos. Já passa da meia-noite, no meu horário, enquanto termino esse post. Ligaram pra minha mãe pra fazer mais um plantão noturno, mas amanhã ela tá de folga, então espero outra manhã divertida. Como sempre, obrigado por ler e até daqui a alguns dias, espero.
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