Capítulo 1
A viagem com a Coni
O que vou contar pra vocês começou quando fiz 18 anos e tirei minha carteira de motorista, que me permitia ir pra “qualquer lugar”… mas antes vou me apresentar: me chamo Claudio, sou filho único e moro com meus pais, ambos médicos. Eles me amam pra caralho, mas são escravos do trabalho, então quem geralmente cuida de mim é minha babá, uma senhora viúva de setenta anos que tá do meu lado desde que me entendo por gente. Ela, na idade dela, até cuida de mim, mas confia em mim e descansa nos nossos vizinhos da frente — desses eu vou falar depois.
Como eu sou? Bom, sou alto, quase tão alto quanto meu pai, que diz que vou chegar fácil nos 1,90 metro. Sou bom de esporte, faço parte do time da minha universidade, onde acabei de entrar pra estudar arquitetura (medicina de jeito nenhum, hahaha). Não sou modelo de capa, mas me considero bonitão. Quanto a ter sucesso com as minas, devo dizer que sim, mas agora não tenho namorada, porque terminei com meu último rolo quando a gente entrou em faculdades diferentes.
Agora vou falar da minha “família adotiva” ou os vizinhos da frente. Eles são: meu melhor amigo Feliciano, ou “Feli”, de 19 anos recém-feitos, que faz contabilidade; depois a irmã mais velha dele, Constanza, ou “Coni”, de 28 anos, arquiteta, solteira. Ela namorou um militar que morreu numa missão de paz há quatro anos. Depois vem Javiera, ou “Javi”, de 26 anos, arquiteta, casada há alguns meses. Infelizmente, ela casou com um advogado babaca. E os pais: Dom Feliciano, ou “Feli pai”, de 50 anos, empresário da gastronomia, e a mãe Soledad, ou “Sole”, de 46 anos, professora de jardim de infância. Todos muito carinhosos e legais, tanto que passo a maior parte do dia na casa deles. Eles até me deram uma chave pra entrar quando quiser.
Bom, como eu tava dizendo, tinha carteira de motorista e dirigia pra todo canto meu carro, presente dos meus pais por eu ter entrado na universidade, mas nunca tinha feito uma viagem de estrada pra outra cidade. Então, pra Feli teve a ideia de que a gente podia ir pra praia num fim de semana, e como tava chegando um que tinha um feriado extra, a gente combinou de fazer isso. Mas quando pedi pro meu pai usar o apartamento da família que a gente tinha na praia, ele negou, principalmente porque eu não tinha experiência em dirigir na estrada e aquele fim de semana ia ser uma loucura na rodovia. Mas eu não desisto fácil, então pensei que podia arrumar um copiloto experiente. Não podia ser o Feli, porque ele não sabe dirigir, e meus outros amigos também não têm muita experiência. Aí Feli me disse:
A gente podia pedir pra Coni vir com a gente, ela gosta de ir pra praia com a amiga dela, Belén.
Eu: Será que ela topa?
Feli: Claro, peço hoje quando ela chegar em casa.
Eu: Primeiro vou falar com meu pai.
Feli: Me avisa.
Conversei com meu pai e minha mãe. Ele não me autorizava nem com a Coni de copiloto, mas minha mãe convenceu ele. O que me surpreendeu foi que minha mãe me apoiou, porque ela é meio medrosa comigo. Com a autorização no bolso, atravessei a rua e fui atrás de Feli e Coni. Entrei com minha chave procurando eles e, como quase sempre, os dois estavam na cozinha com a mãe deles, porque é tipo o centro nervoso da casa. Depois de cumprimentar, propus a viagem pra Coni:
Eu: Coni, você pode ser minha copiloto numa viagem pra praia no fim de semana prolongado?
Coni: Mas teria que ver onde ficar e perguntar pra Belén se ela vai pra praia.
Eu: Pra lugar não tem problema, a gente fica os três no apartamento dos meus pais.
Coni: Beleza, vou ligar pra Belén. Se ela for, eu topo ser sua copiloto.
Sole: Você se atreve a dirigir pra lá, Clau?
Eu: Sim, tia, e ainda vamos ter uma copiloto foda.
A verdade é que tudo tava saindo como a gente queria com o Feli. Ia ser mais uma aventura, então a gente começou a descobrir se alguma das nossas conhecidas também ia pra praia naquele fim de semana tão esperado. O resto dos dias antes da viagem, a gente passou nos nossos estudos.
Na sexta-feira em que Viajaríamos. Saí da universidade mais cedo como de costume, já que não tenho aula à tarde, e aquele tempo que geralmente uso pra estudar ou fazer os mil trabalhos que os professores passam, dediquei pra preparar meu carro, que até lavei. Tava tudo certo pra sair lá pelas 17h e evitar o congestionamento de carros na saída da cidade.
Às 16h30 liguei pros meus pais pra me despedir, às 16h45, com minhas coisas já no carro, atravessei a rua pra buscar os outros viajantes. Entrei como sempre e vejo o Feli pálido igual folha de caderno, a tia Sole do lado dele, e a Coni e a Belén olhando pra ele com cara de preocupação.
Eu: Oi, pessoal, prontos pra partir?
Sole: Ai, Claudinho, o Feli não tá bem.
Coni: Ele tá com diarreia e vômito…
Belén: Assim ele não pode viajar…
Feli: É, até voltei da universidade. Desculpa, amigo.
Eu: Sério que você não consegue viajar?
Feli: Não me arrisco a ficar a mais de três metros do banheiro.
Eu: Ahh, que pena, falei desapontado.
Coni: Mas a gente pode ir, se você não se importar de levar as duas amigas velhas…
Belén: Vamos ser boa companhia, hehehe.
Eu: Sério que vocês podem ir?
Coni: Se você não se importar de me receber na sua casa.
Eu: Desculpa te abandonar, amigo, me perdoa?
Feli: Relaxa, você tá sempre perdoado. Além disso, minha mãe vai cuidar de mim, né, mãe?
Sole: Claro, filho, eu cuido de você, vou fazer uma canja de galinha…
Belén: E enfia uma rolha nele, tia, hahaha.
Coni: Ai, Belén, que malvada, hahaha. Vamos nessa.
Nos despedimos e começou minha aventura na estrada. Verdade seja dita, tava meio nervoso, nunca tinha ido a 120 quilômetros por hora, mas a Coni me acalmava e dava conselhos com a doce tranquilidade dela… Bom, a Coni me conhece desde que eu tinha 8 anos, ajudava eu e o Feli com a lição de casa e levava a gente pra todos os rolês da nossa idade. Ela sempre teve uma alma bem próxima da infância, e o namorado dela era tipo um tio pra gente. Infelizmente, ele morreu quando um artefato explosivo improvisado explodiu embaixo do veículo em que ele estava, causando a morte depois de alguns dias no hospital.
Depois de duas horas de viagem sem problemas, chegamos ao litoral, deixamos a Belém na casa dos tios dela e fomos com a Coni pro apartamento dos meus pais. Passamos num supermercado pra comprar o que seria nosso café da manhã nos dias seguintes e depois chegamos ao nosso destino.
Algo me chamou a atenção quando estávamos descendo as coisas do carro… Seu Evaristo, um dos porteiros do prédio que sempre foi sem vergonha pra olhar pras mulheres, examinou a Coni visualmente e, ao perceber que eu tava olhando, sorriu pra mim e piscou um olho. Embora a indiscrição dele me irritasse, fez com que eu olhasse pra Coni com mais atenção.
A verdade é que não contei como é a Coni. Bom, ela é uma mulher muito gostosa, de olhos castanhos quase pretos como o cabelo dela, não muito alta, diria que tem 1,65 metro e uns 60 quilos. Ela é um pouco cheinha, mas na medida certa pra ser classificada como voluptuosa, especialmente a bunda dela, que é uma obra de arte. A figura dela é violão, e quanto aos peitos, não são muito grandes, mas ela sabe exibi-los com elegância, diria que são entre taça B ou C… Também tenho que confessar que, lá pelos 14 anos, ela junto com as primas dela eram o melhor estímulo pras minhas punhetas, que, embora eu não tenha abandonado, não são tão frequentes quanto naquela época em que as descobri. Além disso, hoje a internet me ajuda com a estimulação mental com muitas mulheres que eu queria foder e não sentiria nenhum remorso.
Depois da viagem, tomei um banho quente pra relaxar enquanto ela fazia o que tinha que fazer. Depois, olhei minhas redes sociais até que, lá pelas 19h, decidimos ir buscar a Belém pra jantar alguma coisa antes de ir pra uma balada, porque a Coni me disse pra ir com elas, já que a Feli não tinha vindo com a gente. Quase falei pra ela que tinha planejado ir ver se encontrava com uns amigos, mas a maioria tinha acabado de chegar. Chegando na cidade
e pra ser sincero, não tava afim de ficar com eles.
Na hora de sair, esperei a Coni na sala, porque ela é daquelas minas que faz a gente esperar, coisa que deixava o namorado dela, Esteban — que Deus o tenha! — louco da vida. E por mim ela não ia mudar o jeito dela, hahaha. Quando finalmente apareceu, quase tive um troço, porque ela surgiu com uma minissaia preta de couro, meia escura com estampa, uma blusa tomara-que-caia que mostrava o suficiente da barriguinha dela e uma jaqueta que combinava com o look. Verdade seja dita, ela arrasou:
Uau!, você tá linda demais
Coni: Valeu, Claudinho, você me lisonjeia, hehehe. E você, não vai se trocar?
Eu: Na real, tava pensando em ir assim…
Coni: De jeito nenhum, vamos ver o que você tem além de jeans e camiseta…
A real é que eu tinha arrumado minha mochila na correria, então minha irmã, que me conhece bem, enfiou umas coisas que eu nem lembrei de colocar, incluindo uma calça e uma camisa esportiva que juntas faziam um visual mais decente. Então tive que me trocar na marra, por insistência da Coni.
Coni: Agora sim podemos sair, hahaha
Passamos pra buscar a Belém lá pelas 19:45. Ela também tava muito gostosa, mesmo com uns quilinhos a mais, que, diferente da Coni, se concentravam nos peitos — que eram a arma dela pra caçar uns caras, que geralmente duravam uma ou duas semanas antes dela descartar. Por insistência delas, fomos a um restaurante de frutos do mar e peixes. Eu preferia uma pizza, mas quando sugeri, quase me fizeram descer do meu próprio carro.
O jantar foi delicioso e, por sorte, elas pagaram, porque os pratos custavam o que um assalariado gastaria numa semana inteira de vida. Mas elas não se assustaram, e eu fui na onda.
Chegamos na balada que elas escolheram. Era uma casa noturna pra “adultos” e, sem medo de falar, eu não tava nem um pouco dentro da faixa etária. Tanto que pediram meu documento na entrada. O segurança olhou pra gente, sorriu e me piscou um olho. Era a segunda vez no mesmo dia. Tava demais. coincidência, mas aquele gesto me irritou de novo.
Pedimos uns drinks e começamos a circular entre o pessoal,
eu não encontrava nenhum alvo claro, então sentei no balcão em um
dos poucos lugares vazios. Quanto à Belén e à Coni, logo
chegaram dois caras de uns trinta anos pra acompanhá-las, pareciam espertos
e, bom, perdi elas de vista… eu estava viajando no espaço, meio entediado, quando
o segurança da entrada, que tinha pedido minha identidade, chegou e me disse:
— Mano, sua amiga tá se metendo em encrenca.
Eu: — Qual das duas?
Segurança: — A morena gostosa, vê aquele
cara que tá com ela, falou apontando a direção…
Eu: — Sim, o loiro bonitão…
Segurança: — Ele colocou algo no copo dela…
Eu: — Como você sabe?
Segurança: — Tô há 12 anos nessa profissão, sei
e vi, além disso ele já fez isso antes.
Eu: — Valeu.
Fui até a Coni, ela estava com o cara que segurava o pulso direito dela
e tentava levá-la pra algum lugar. Coni parecia meio grogue e
resistia um pouco, então me plantei na frente dela e perguntei:
— Coni, cê tá bem?
Coni: — Ahh… ehhh… não sei, tô meio estranha…
Cara: — Quem é você, pivete?
Eu: — O irmão dela, solta ela que quero ver como
ela tá.
Cara: — Sai daqui, ela tá bem, não precisa da sua
ajuda.
Eu: — Vou perguntar pra ela…
Coni: — Tô me sentindo estranha…
Eu: — Vamos, vou te levar pra casa.
Cara: — Não se mete, disse me empurrando.
Eu, depois de dar um passo pra trás com o empurrão, em resposta, empurrei ele
com toda a força, fazendo ele tropeçar e soltar a Coni, mas
a confusão não acabou ali, o sujeito me deu um soco, que consegui desviar
quase por completo, mas rasgou um pouco meu lábio inferior, então,
como o tio Feli me ensinou, respondi com um direto que acertou bem no nariz
dele, fazendo sangrar pra caramba, enquanto o segurança que tinha me avisado
do problema chegou com outro e, segurando o cara, controlaram a situação.
O sujeito tentou se soltar, mas não era páreo para os seguranças que o levaram Rastejaram até a saída e expulsaram ele do local. Nisso chegou a Belén acompanhada de outro cara que ficou de longe:
Eu: Coni, acho que a gente tem que vazar.
Coni: Sim, Claudito, bora, vamos avisar a Belén.
Belén: Tô aqui amiga, o que foi?
Coni: Não tô bem, parece que aquele cara botou algo no meu drink…
Belén: Vamos pro hospital…
Coni: Não, vai passar, vamos pra casa.
Mesmo a gente insistindo, Coni não quis ir pro hospital e muito menos pra delegacia pra fazer um BO, então, com a ajuda da Belén, coloquei ela no carro e fomos pra casa. Mesmo a Belén não querendo deixar a gente sozinho, a gente forçou ela a ficar na casa dos tios, então eu e Coni fomos pro apartamento dos meus pais.
Desci ela sem problemas, porque ela, apesar de se sentir estranha, não tava apagada nem dormindo, então segurando ela pela cintura, levei ela pro elevador. Ela começou a rir de um jeito estranho e falou:
Valeu, meu herói… você é um gatinho que cuida de mim, valeu, hehehe… O elevador é bonito com essas luzes vermelhas, azuis e laranjas…
Eu: Sim, Coni, calma que já chegamos…
Coni: hahaha… Olha as luzes… Agora tão roxas igual sua cara…
Eu: Vamos entrar…
Coni: Ai, seu lábio tá inchado e sangrando, coitadinho, tem que fazer um chamego…
Tava tudo bem, mas de repente Coni passou de um estado de quase total desorientação pra um de euforia crescente e alucinações que faziam ela falar besteira, então tentei acalmar ela enquanto a gente entrava no apartamento. Não sei como consegui abrir a porta, porque ela com os pulos e toques irritantes, tipo cócegas e carícias a centímetros do meu rosto, não ajudavam nada. Quando a gente entrou, ela se pendurou no meu pescoço e falou:
Meu herói! Você merece um prêmio, e me beijou.
A verdade é que me surpreendeu, porque não esperava que o beijo fosse na boca e com a língua dela forçando entrada na minha. Por uns três ou quatro segundos, não soube o que fazer, mas meus hormônios e instinto tomaram conta e eu correspondi o beijo e puxei ela pra perto de mim. Pegando ela pela cintura… em vez de se assustar ou cair em si, ela continuou me beijando e se agarrando em mim, surpreendentemente começou a esfregar a pélvis e a barriga contra meu pau agora endurecido, mas minha consciência agiu por uns instantes e eu disse:
Calma, Coni, vamos deitar você…
Coni: Não quero, hahaha… Se a gente deitar junto, talvez, hahaha
Eu: Coni, melhor descansar
Coni: Você é tipo um anjo cheio de luzes… que lindas suas orelhas
Eu: Coni, não puxa minha orelha que dói!…
Depois minha consciência foi embora de novo e eu peguei ela pela bunda, colando ela em mim, ela sorriu com malícia e agarrou meu pacote, o que me deu um choque elétrico que percorreu toda minha espinha, então enfiei minhas mãos por baixo da saia dela e agarrei com paixão e luxúria toda aquela bunda perfeita e amassei. Nunca tinha pegado uma bunda assim na minha vida, claro que minha experiência era mínima nas artes do amor, mas o instinto me levou a continuar o apalpamento até que ela tirou meu pau do esconderijo e eu retribuí as carícias enfiando uma mão na buceta dela, isso soltou a fera que a Coni tinha dentro.
Fomos nos despindo quase aos trancos da entrada até o sofá, onde ela me empurrou e, montando de pernas abertas, sentou no meu pau enquanto se apoiava nos meus ombros e soltava um suspiro profundo e quase ofegante, seguido depois por vários gemidos…
Ahhh, como você me preenche, Claudi…. Ahhh, isso é muito bom…. Mmm…
Eu: Coni, não sei se a gente devia fazer isso, falei com meu último puxão de moral…
Ela não respondeu nada, continuou cavalgando em mim como uma possessa e falando besteiras, algumas inteligíveis ou simplesmente incompreensíveis, eu, tarado do jeito que tava, tirei a blusa e o sutiã push-up que segurava os peitos dela e me dediquei a chupá-los, eram pequenos mas grandes o suficiente pra eu me agarrar neles, o que eu mais gostava era o formato dos bicos, que eram como os anglo-saxões chamam de "puffy nipples", toda uma revelação pra mim, aproveitei ao máximo até ela gozar em "cores", como ela mesma classificou Nossa, depois daquele primeiro orgasmo, ela continuou alucinando e me assediando sexualmente, tava imparável! Quando ela gozou, consegui que ela saísse de cima de mim. Mas tinha mais, em trinta segundos no máximo, ela começou a me beijar de novo com uma loucura que nunca vi numa mina tão tranquila quanto a Coni... tentei segurar ela, mas só consegui que ela levantasse e arrancasse a pouca roupa que ainda tinha, tava tão eufórica que levantei e, abraçando ela, consegui levar a gente pro primeiro quarto do apê, o dos meus pais. Por um momento achei que tava no controle, mas a Coni me atacou de novo, me empurrando na cama pra engolir meu pau com a boquinha linda e pequena dela, que incrivelmente conseguia aguentar meu pau que não é nada pequeno... com as carícias sem parar dela, fiquei louco, não aguentei mais e coloquei ela numa posição de sessenta e nove erótico, era a primeira vez que ia comer uma buceta... antes de entrar fundo, percebi que era bem cuidada, só um triangulinho de pelinhos indicando o caminho. Também senti o gosto terroso dos fluidos dela e o calor ardente que vinha da montanha dela.... Com o que aprendi nos filmes pornô que vi com a Feli, comecei a lamber a bucetinha dela com gosto, mesmo que o sabor não fosse nada agradável na primeira lambida, pensei que era tipo cerveja, que não gostei quando provei pela primeira vez, mas não ia perder a chance da minha vida. Entre linguadas e chupadas, achei o botãozinho de prazer dela, me agarrei na bunda gostosa dela e fui com tudo. A Coni, que tava chupando meu pau, parou e começou a gemer que nem uma louca varrida enquanto se segurava no meu pau, senti também a cabeça do meu pau passando pelas bochechas e lábios dela, sem dúvida ela tava adorando a comida de boceta que eu tava dando, e de repente ela parou de falar groselha e gritou:Me gozo!... Me gozo!!!!!Por um momento achei que com aquela gozada violenta ela ia ficar cansada e se acalmar, ou pelo menos dar uma segurada, mas eu tava enganado. Ela me olhou com malícia e, sem dar um segundo de paz na situação, se virou e enfiou no meu pau, que eu não soltei em nenhum instante. Ela cavalgou em mim como se fosse disputar o Derby ou uma corrida importante… ela pulava sem parar em cima de mim, incansável. Foi tão furiosa a cavalgada que, por mais que eu resistisse pra não gozar, meu leite explodiu na bucetinha apertada dela, inundando tudo. Aí ela gritou o orgasmo dela enquanto jato após jato do meu esperma saía incontrolável… por fim, ela caiu em cima de mim, exausta… não sei quanto tempo passou desde que a gente chegou, mas eu tava acabado… nunca imaginei que uma mina pudesse ser tão safada!… me perguntei se a droga teve a ver, acho que sim, o cafetão provavelmente queria estuprar ela… não sabia o que fazer, então coloquei ela na cama que a gente tava e, como não sabia o que podia acontecer com ela, deitei do lado e dormi…
Não sei quanto tempo dormi até que uns gritos e choros me acordaram assustado. Ainda meio grogue, tentei entender a situação e compreender o que tava rolando. A primeira coisa que percebi é que já era tarde da manhã, a segunda é que a Coni tava ajoelhada na cama do meu lado, me olhando e dizendo:
— O que a gente fez?, sniff, sniff…. Você me comeu?!
Eu: — Ehh!… calma… a gente transou…
Coni: — A gente trepou! Sou quase sua mãe e irmã do seu melhor amigo, e você me diz isso!…
Eu: — Calma, Coni, não foi minha intenção te machucar… a situação saiu do controle, mas não quis te fazer mal, por favor, se acalma…
Coni: — Buaaahhh!…
Eu: — Não chora, a gente não fez nada de errado…
Coni: — A gente trepou!, buaaahhhh…. Sou uma merda…. Trepei com meu quase irmão mais novo…
Eu: — Por favor, Coni, calma, falei abraçando ela pra conter.
Ela continuou chorando abraçada, pendurada no meu ombro. Eu acariciei o cabelo dela enquanto tentava acalmá-la com palavras doces e qualquer coisa que me vinha na cabeça pra fazer ela perceber que nem ela nem eu éramos uns… Monstros, passaram-se dois ou três minutos até que o choro dela finalmente parou. Agora em silêncio, pude sentir o calor do corpo dela, perceber que estava nos meus braços, só coberta por um lençol. Me impactou tanto que meu pau endureceu em questão de segundos e começou a roçar no braço dela. Coni percebeu.
Coni: Sua coisa subiu?
Eu: É, desculpa… é que ter você tão perto me faz isso…
Coni: Mesmo depois de eu ter te estuprado?
Eu: Você não me estuprou, e sim, você me faz isso…
Coni: Então você gosta de mim, apesar de eu ser tão velha…
Eu: Você não é tão velha. Quando eu nasci, você era 100% mais velha que eu. Agora é só uns 40% mais velha. Quando você tiver 100 anos, vai ser só 10%, e no infinito seremos iguais…
Coni: Hahaha, você é um bobinho idiota, mas doce, hahaha.
Eu: Sempre me falam isso, falei e beijei ela.
No começo, ela não foi muito receptiva ao meu beijo, mas logo nossas línguas trocaram de posição e meu abraço virou carícias que percorreram as costas dela e depois amassaram a bunda gloriosa dela, até que ela foi, aos poucos, parando de "se proteger com o lençol", liberando a sensualidade de mulher e começando com carícias suaves, primeiro no meu peito, depois nas minhas costas e finalmente na minha bunda. Quando estávamos de joelhos na cama, frente a frente, meu pau entrou no "triângulo da morte", roçando os lábios da buceta dela… logo comecei a mexer a pélvis simulando o coito, e ela foi bem receptiva.
Deitei ela na cama e me coloquei por cima para meter todo o meu pau na bucetinha dela. Senti ela um pouco tensa, até custou um pouco para enfiar na bucetinha apertada dela, mas uma vez dentro, senti como se inundava de calor e fluidos, começando uma metida sustentada, mas não tão violenta. Apoiei os cotovelos na cama e com as mãos segurei os ombros dela para aprofundar cada estocada. Nós dois começamos a gemer e ofegar pelo esforço supremo que estávamos fazendo. Sentia como as paredes da bucetinha dela acariciavam meu pau… mantivemos os beijos para complementar nossa paixão interna que nos devorava, logo ela começou a anunciar a gozada dela, que foi arrebatadora, me levando a enchê-la mais uma vez com meu leite
Coni: Vamos ter que tomar a pílula do dia seguinte se continuarmos assim, hehehe
Eu: O que você mandar, Coni…
Coni: É, acho que você não quer ser pai com essa coroa, hahaha
Eu: Não me importaria e você não é coroa…
A situação tinha se acalmado de novo, não sabia por quanto tempo, mas era bom, me deitei ao lado dela e conversamos sobre tudo e nada, planejamos o que faríamos daqui a pouco e, sinceramente, foi reconfortante senti-la relaxada e próxima.
Finalmente decidimos levantar, tomar café da manhã e passar na Belém, pra dar um passeio antes de ir almoçar num lugar bonito com vista pro mar, nisso eu não tive muita escolha, já que elas é que tinham a grana. Quando ela se levantou pra entrar no chuveiro, não resisti seguir aquele rabo gostoso que se exibiu pros meus olhos vidrados, ela vendo minhas intenções me disse:
Pra onde vai o cavalheiro?
Eu: Tomar banho contigo…
Coni: Ah não, você é um perigo…
Eu: Não sou perigoso, não fiz mal a ninguém, exceto o cara de ontem à noite…
Coni: E à minha buceta que tava inativa há anos, hahaha
Eu: Juro que não vou te fazer nada de mal… além disso, economizamos água, hahaha
Coni: Ok, mas sem abusar…
Entramos no banheiro, passei uma toalha pra ela do armário e depois a alcancei dentro do chuveiro, ela me olhou safada e me passou o sabonete… o que posso dizer, não teve lugar onde não ensaboei ela, passei o sabonete em tudo, ela ria de um jeito provocante até que meu pau encostou na bunda dela…
Uii! O que é isso?
Eu: Uma surpresa, hehehe
Peguei uma das pernas dela e levantei, deixando apoiada na borda da banheira, e me abaixando um pouco fui enfiando devagar enquanto ela me incentivava com gemidos, segurei seus quadris e comecei a meter como um demônio, ela gozava de olhos fechados enquanto o chuveiro morno nos cobria de calor, de vez em quando eu amassava os peitos dela, que eram mais de Uma quinzeanera que na verdade tem 28 anos. A verdade é que o banho foi mais longo que o normal, porque depois que ela gozou, me veio uma maldade na cabeça…
É isso aí!, o demônio dentro de mim queria arrebentar aquele cuzinho gostoso que tava na minha frente. Nem perguntei, peguei o sabonete líquido, lambuzei minha pica e enfiei no cu dela. Ela deu um pulo e falou:
“Ei, o que você tá querendo?!”
Eu: “Arrebentar seu cu, Coni…”
Coni: “Não, nunca ninguém meteu no meu cu… não, ai! Uff! O que você tá fazendo?”
Só deu tempo dela falar isso, quando minha vara dura e endemoniada começou a entrar naquele cu perfeito dela, que só ofereceu uma resistênciazinha, porque o sabonete tava fazendo o trabalho maravilhosamente bem. Logo tava lá no fundo das entranhas dela. No começo ela ficou meio brava, mas conforme eu ia comendo ela, foi mudando. Logo não só deixava ser sodomizada, como também colaborava, se dedando no clitóris até que os dois estouramos num novo orgasmo. Só que quando terminamos, ela me deu um tapa no braço…
Eu: “Aí! E isso por quê?”
Coni: “Você acha pouco ter me fodido e depois comido meu cu, sendo que deixei você tomar banho comigo sob promessa de não fazer nada de errado?”
Eu: “Desculpa, Coni, é que você é irresistível…”
Coni: “Eu sei, hahaha, mas você me comeu e meu cu já não é mais virgem, além de que tá doendo. Como vou sentar no almoço?”
Eu: “Verdade, não pensei nisso…”
Coni: “É, você só pensa com a sua coisa…”
Eu: “Bom, um pouco, hehehe”
Finalmente saímos lá pro meio-dia pra buscar a Belém, que tava radiante como o dia. Ela nos cumprimentou com a simpatia de sempre, perguntando pra Coni como ela tava:
“Amiga, como você tá?”
Coni: “Bem, o pior já passou. Felizmente me salvaram daqueles filhos da puta.”
Belém: “É, que bom, até que você tá radiante…”
Coni: “É que o ar da costa me faz bem, e acho que relaxei apesar da merda que aconteceu.”
Belém: “Hoje a gente desforra e leva o babaca do segurança, hahaha”
Coni: “É!, de qualquer forma”
Depois dos cumprimentos de sempre. Começamos nosso passeio, a verdade é que a Coni estava radiante. O problema apareceu quando caminhamos pela beira da praia, porque a Coni realmente estava com a bunda dolorida… por um lado, eu me sentia mal por ter causado isso, mas, por outro, eu estava feliz pra caralho por ter fodido e comido ela até cansar.
Almoçamos de novo num lugarzinho de frutos do mar e peixe que não era minha primeira opção, mas como dizem “a cavalo dado não se olha os dentes”, nesse caso, peixe, hehehe. De tarde, a gente se preparou pra soneca que os três dormimos no meu apê, depois saímos pra passear, jantar algo leve e ir num bar com karaokê. A verdade é que o lugar tava quase lotado, mas o mais foda foi que encontrei uns caras conhecidos, e a Belém com a Coni logo pegaram uns dois caras bonitões, com um jeito que parecia que elas gostavam. O tempo foi passando, até que a Coni me fez um sinal e a gente se encontrou no meio do caminho entre as mesas.
Coni: Claudito, o Tony quer ir com o Manuel e a gente pra um lugar onde dá pra conversar… Tem problema?
Eu: Ah, claro, lógico que não, além disso você tem a chave…
A verdade é que me deu uma crise de ciúme do nada… A Coni era minha!… bom, na real ela não é minha, e os caras eram da idade dela, o que eu podia fazer?… Eles foram embora, eu continuei com meus amigos até umas 02:00 da madrugada, hora que voltei pra casa depois de anotar uns números de umas minas que marquei pra outra oportunidade, porque elas estavam acompanhadas de outros caras e não podiam deixar eles na mão… já ia ver mais pra frente se rolava algo com elas.
Cheguei em casa umas 02:30, a Coni ainda não tinha chegado, então, conformado, fui escovar os dentes e fazer outras coisas no banheiro. Quando tava nessa, senti a porta do apê abrir e ouvi o seguinte diálogo:
Tony: Não vai me convidar pra entrar?
Coni: Não posso, tô com meu irmão mais novo e é nosso primeiro encontro, fica pra outra vez.
Tony: Mas Podemos ir almorçar em algum lugar…
Coni: Sim, mas não posso deixar ele na mão…
Tony: Sem problema, conheço um bom lugar de churrascaria, acho que ele vai gostar…
Coni: Nesse caso, pode ser, me liga meio-dia e a gente combina.
Tony: Sim, vou ligar, e se quiser pode chamar a Belém, que com certeza o Manuel vai convidar ela.
Coni: Claro, até amanhã.
Tony: Até amanhã, linda.
Com o que ouvi, apesar do meu “ciúme”, o cara me caiu bem, especialmente ao ouvir “carne” e não peixe ou frutos do mar, hahaha.
Encontrei a Coni saindo do banheiro, eu já estava de pijama e cumprimentei ela animado, coisa que ela retribuiu e começou a me contar tudo sobre o Tony, incluindo o convite. Dava pra ver que o sujeito tinha causado uma boa impressão nela. Olhei pra ela de novo e ela estava linda… bom, ela é linda e apesar do que me contou sobre um cara que era meu rival, assim que ela terminou a última frase, abracei ela e beijei:
Coni: Ei, calma aí, não te contei que vou sair com o Tony!
Eu: Sim, mas não sou ciumento, hahaha, respondi sem soltar o abraço.
Coni: Não sou sua namorada, nem esposa, muito menos sua amante…
Eu: Na verdade não, mas você é a garota mais gostosa do mundo e eu te desejo… respondi pegando naquele rabo enorme dela.
Coni: Ehh, não devia falar isso, além do mais sou dez anos mais velha e hoje você esteve com garotas da sua idade, pode foder elas… tem que me deixar em paz… já me comeu…
Eu: E quero repetir com a melhor mulher do mundo… falei colando ela na minha pélvis.
Coni: Você só quer me foder…
Eu: Na verdade sim, falei amassando a bunda dela e soltando a calça que ela vestia.
Coni: Não pode ser, você não vê que quando a gente voltar isso tem que voltar ao normal?
Eu: Quando voltarmos, juro que vai ser assim, mas agora vamos viver a vida… falei enfiando uma mão na bucetinha dela que já estava molhada…
Coni: Tá bom, mas preciso mijar, senão vou mijar em você, hahaha.
Eu: Ah sim, claro, falei deixando ela entrar no banheiro…
Mas não deixei ela sozinha, porque assim que ela entrou e sentou pra mijar, eu segui. Ela me olhou um pouco surpresa e Ela me disse:
— O que você quer? Preciso mijar…
Eu: — Pode ir, não vou te atrapalhar…
Respondi puxando minha rola pra fora enquanto ela soltava o primeiro jato de urina…
Coni: — O que você tá pretendendo?
Eu: — Que você me faça um boquete…
Coni: — Um o quê?
Eu: — Que você me chupe, depois eu te recompenso…
Coni: — Você é um degenerado…
Eu: — Só com a mulher mais gostosa do mundo…
Coni: — E ainda mentiroso, hahaha
Encostei minha rola nos lábios dela, lábios que provavelmente beijaram meu rival, então quando ela enfiou minha cabeça na boca dela, me senti vitorioso, por enquanto ela ainda era minha… é verdade, é um pensamento idiota, mas era o que eu sentia, Coni era uma conquista minha e por enquanto seria assim.
Ela começou a chupar minha rola enquanto a urina acabava e ela cortava um pedaço de papel pra secar a bucetinha, os lábios dela roçavam meu prepúcio, os dentes dela roçavam delicadamente a junção da minha cabeça com o tronco e a língua acariciava meu freio, era uma sensação única, acariciei o cabelo dela enquanto ela continuava me dando prazer, era incrível, mas eu não queria gozar ainda, então parei ela e, sentando no vaso, puxei uma perna da calça dela e a empalei na minha rola… Coni soltou um gemido que foi quase um estertor e começou a cavalgar enquanto eu tirava os peitos lindos dela do “pacote”, logo enfiei os mamilos inchados e incríveis dela na minha boca e comecei a aproveitá-los, lambendo, amassando, me apossando deles.
Coni: — Pensar que eu te achava um inocente otário.
Eu: — E pensar que eu te achava inalcançável…
Coni: — Uhm, como você é grande!
Eu: — Tanto quanto o Tony?
Coni: — Não sei, ele não meteu nada em mim… Tá com ciúmes?!
Eu: — Ah não, na verdade, é que…
Coni: — Não deveria, a gente não é nada, entendeu?...
Eu: — Acho que sim…
Coni: — Este fim de semana vai ser o primeiro e último que a gente faz isso, tá claro?
Eu: — Sim, Coni, tá claro…
Fodemos até cansar, depois peguei ela no colo e fomos pro “nosso quarto”, onde dormimos entre carícias e amassos, mas a todo momento Coni repetia que Isso só podia acontecer nesse fim de semana.
As horas passaram e acordei antes dela, normal, porque pelo que sei da família dela, a Coni é uma marmota e adora dormir. Como comecei a ficar entediado, preparei o café da manhã, que tomei na cozinha pensando no que tinha rolado com a Coni, algo que nunca suspeitei ou imaginei, mas que sempre vou lembrar, porque a Coni é inesquecível. Depois, fiz algo pra ela e levei na cama.
Eu: Coni, acorda, trouxe café da manhã, anunciei ao chegar no quarto
Coni: Tão cedo!...
Eu: São 10:30, trouxe ovo frito, pão quente, suco de laranja e café
Coni: Valeu, Claudito, vou tentar não dormir enquanto como, hahaha
Eu: Vou deixar você, vou tomar banho…
Coni: Não vamos tomar juntos?
Eu: Mas você disse que o que rolou acabou e não devia se repetir…
Coni: O fim de semana ainda não acabou, seu bobinho, hahaha
Esperei até ela decidir que era hora de tomar banho, que se prolongou até quase meio-dia. Depois de sair do chuveiro quentes como uma fornalha, voltamos pro quarto. Deitei ela na cama e, sei lá por que, abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha dela. Isso sim, a Coni me surpreendeu, porque se deixou fazer sem falar nada sobre aquilo não se repetir… o monte de Vênus suculento e cheio dela brilhava com os fluidos, mesmo depois de ter se secado bem com a toalha, aquele brilho particular era muito tentador.
Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e minha língua na bucetinha dela, procurando o botãozinho mágico. Passei a língua e chupei o néctar dela como nunca tinha feito. A Coni acariciava meu cabelo e pedia mais e mais, tava louca de tesão, então logo gozou. Sei porque senti na minha boca, foi uma delícia, tinha adorado, talvez tanto quanto ela.
Coni: Ai, Claudito, você me matou, fazia tempo que não gozava assim. Acho que meu Esteban nunca tinha chupado minha buceta desse jeito… Você já fez isso com outra pessoa? … Ah, que sim!
Eu: Não, só experimentava…
Coni: Hummm! Bom experimento… Agora vamos foder antes de sair
Eu: Claro, Coni… fica de quatro…
Coni: Claudito, não quero pelo cu… quase me deixou inválida, hahaha
Eu: Relaxa, vai ser pela bucetinha…
Coni: Nesse caso… assim tá bom? Ela disse ao ficar de quatro.
Eu: Isso, exatamente assim!
A essa altura, não ia ser delicado com minha Coni, então enfiei tudo até bater minhas pernas nas dela, depois tirei um pouco devagar e suave, pra meter de novo de uma vez… Coni começou a gemer e pedir pra eu continuar, que eu fodesse ela bem fodida.
Coni: Isso, Claudito, assim… enfia até o fundo! Ai, que grande que você tem, vai fundo
Eu: Tá gostando, Coni?
Coni: Hummm, sim!… tá maravilhoso… continua, me dá mais…
Enquanto segurava seus quadris, comecei a admirar seu corpo lindo, ela era realmente uma gostosa, até mais que qualquer amiga ou colega de classe. Coni era sem dúvida mais voluptuosa, tinha uma raba dos sonhos e os peitos tão especiais enfeitavam bem na frente.Cada vez que eu metia, a bucetinha dela se abria admitindo toda a minha pica, se ajustando como uma luva, eu sentia cada roçada daquela xota molhada como se fosse a coisa mais sublime do mundo… Tanto eu quanto ela estávamos ofegando de tesão e pelo esforço de foder, além disso notei que a Coni gemia com uma doçura engraçadinha, parecia quando a gente acaricia uma gatinha… Toda a situação e o clima estavam cheios de prazer, acho que ela tava gostando demais do jeito que eu comia ela.Coni: Ahhhhhh… mmmmm… assim...... assim Claudito!... ¡Ohh......!!
Tava mó paz transando com a Coni quando o celular dela começou a tocar, tentei ignorar, mas o celular não parava de tocar e tocar, tentei me desligar daquela porra de som, mas o cara que ligava era tão insistente que parei de montar a Coni e peguei o celular com raiva, porque era uma ligação do Tony, passei pra ela e voltei a pegar nas “ancas” dela pra continuar dando o que era dela.
Coni: Oi Tony
Tony: Oi Coni, se preparando pra sair?... avisou a Belém?…
Coni: Ahh… tô quase pronta, mas não falei com a Belém ainda… me perdoa?
Tony: Relaxa, sei que meu amigo vai, que tal a gente se encontrar às 13:30 no teu prédio?
Tava nessa quando enfiei meu pau e comecei a meter com força, ela me olhava enquanto falava com o Tony, sem perder o ritmo da foda, me deixava louco ela conseguir continuar conversando enquanto eu arrebentava a buceta dela… mais estranho ainda era ela continuar me encarando com aqueles olhos pretos vendo eu entrar e sair.
Coni: Mnnn não… Ahhh sim, nesse horário tá de boa…
Tony: Algum problema?
Coni: Não, só que tô me depilando e é difícil falar, mas tô bem…
Tony: Ah, desculpa a indiscrição, a gente se vê
Coni: Relaxa, não é nada… Tchau Tony…. A gente se vê
Parei e coloquei meu pau atrás da bunda dela enquanto cuspia naquele buraco perfeito e enfiava até o fundo… minhas pernas batiam no rabo da Coni, fazendo um barulho igual palmas que eu achava super erótico.
Coni: Ai seu safado traidor, tá rasgando meu cu…
Eu: Desculpa!…
Coni: Só desculpa?
Eu: Desculpa, mas tu tem a bunda mais linda do mundo….
Coni: Seu mentiroso, mas foda-se, continua assim….
Eu: Vou arrebentar teu cu de porrada…
Coni: Contanto que não me deixe aleijada e a gente possa sair, hahaha
Acelerei as estocadas olhando a Coni pelo espelho do quarto, ela me encarava com uma cara de gata no cio, enquanto tentava não gemer muito alto…. meu ritmo de mete e tira Eu já tinha ela à beira do orgasmo, mas por algum motivo ela se segurava pra não gozar.
Ver ela naquele limite do orgasmo tão desejado me deixava louco, então eu me mexia bem rápido, fodendo ela com força. Agora a Coni começava a se mover do meu jeito, e não parava mais de gemer. Eu tava fodendo ela sem dó antes de sairmos com o novo amigo dela. Será que sou muito filho da puta?
No final, enchi o cu dela de porra, e ela teve que se limpar antes de sair. Descemos pro térreo bem na hora marcada, encontramos os outros três pra ir pro churrasco. Enquanto fazia aquilo, eu olhava pro Tony e sentia inveja dele ter quase 30 anos…
A viagem com a Coni
O que vou contar pra vocês começou quando fiz 18 anos e tirei minha carteira de motorista, que me permitia ir pra “qualquer lugar”… mas antes vou me apresentar: me chamo Claudio, sou filho único e moro com meus pais, ambos médicos. Eles me amam pra caralho, mas são escravos do trabalho, então quem geralmente cuida de mim é minha babá, uma senhora viúva de setenta anos que tá do meu lado desde que me entendo por gente. Ela, na idade dela, até cuida de mim, mas confia em mim e descansa nos nossos vizinhos da frente — desses eu vou falar depois.
Como eu sou? Bom, sou alto, quase tão alto quanto meu pai, que diz que vou chegar fácil nos 1,90 metro. Sou bom de esporte, faço parte do time da minha universidade, onde acabei de entrar pra estudar arquitetura (medicina de jeito nenhum, hahaha). Não sou modelo de capa, mas me considero bonitão. Quanto a ter sucesso com as minas, devo dizer que sim, mas agora não tenho namorada, porque terminei com meu último rolo quando a gente entrou em faculdades diferentes.
Agora vou falar da minha “família adotiva” ou os vizinhos da frente. Eles são: meu melhor amigo Feliciano, ou “Feli”, de 19 anos recém-feitos, que faz contabilidade; depois a irmã mais velha dele, Constanza, ou “Coni”, de 28 anos, arquiteta, solteira. Ela namorou um militar que morreu numa missão de paz há quatro anos. Depois vem Javiera, ou “Javi”, de 26 anos, arquiteta, casada há alguns meses. Infelizmente, ela casou com um advogado babaca. E os pais: Dom Feliciano, ou “Feli pai”, de 50 anos, empresário da gastronomia, e a mãe Soledad, ou “Sole”, de 46 anos, professora de jardim de infância. Todos muito carinhosos e legais, tanto que passo a maior parte do dia na casa deles. Eles até me deram uma chave pra entrar quando quiser.
Bom, como eu tava dizendo, tinha carteira de motorista e dirigia pra todo canto meu carro, presente dos meus pais por eu ter entrado na universidade, mas nunca tinha feito uma viagem de estrada pra outra cidade. Então, pra Feli teve a ideia de que a gente podia ir pra praia num fim de semana, e como tava chegando um que tinha um feriado extra, a gente combinou de fazer isso. Mas quando pedi pro meu pai usar o apartamento da família que a gente tinha na praia, ele negou, principalmente porque eu não tinha experiência em dirigir na estrada e aquele fim de semana ia ser uma loucura na rodovia. Mas eu não desisto fácil, então pensei que podia arrumar um copiloto experiente. Não podia ser o Feli, porque ele não sabe dirigir, e meus outros amigos também não têm muita experiência. Aí Feli me disse:
A gente podia pedir pra Coni vir com a gente, ela gosta de ir pra praia com a amiga dela, Belén.
Eu: Será que ela topa?
Feli: Claro, peço hoje quando ela chegar em casa.
Eu: Primeiro vou falar com meu pai.
Feli: Me avisa.
Conversei com meu pai e minha mãe. Ele não me autorizava nem com a Coni de copiloto, mas minha mãe convenceu ele. O que me surpreendeu foi que minha mãe me apoiou, porque ela é meio medrosa comigo. Com a autorização no bolso, atravessei a rua e fui atrás de Feli e Coni. Entrei com minha chave procurando eles e, como quase sempre, os dois estavam na cozinha com a mãe deles, porque é tipo o centro nervoso da casa. Depois de cumprimentar, propus a viagem pra Coni:
Eu: Coni, você pode ser minha copiloto numa viagem pra praia no fim de semana prolongado?
Coni: Mas teria que ver onde ficar e perguntar pra Belén se ela vai pra praia.
Eu: Pra lugar não tem problema, a gente fica os três no apartamento dos meus pais.
Coni: Beleza, vou ligar pra Belén. Se ela for, eu topo ser sua copiloto.
Sole: Você se atreve a dirigir pra lá, Clau?
Eu: Sim, tia, e ainda vamos ter uma copiloto foda.
A verdade é que tudo tava saindo como a gente queria com o Feli. Ia ser mais uma aventura, então a gente começou a descobrir se alguma das nossas conhecidas também ia pra praia naquele fim de semana tão esperado. O resto dos dias antes da viagem, a gente passou nos nossos estudos.
Na sexta-feira em que Viajaríamos. Saí da universidade mais cedo como de costume, já que não tenho aula à tarde, e aquele tempo que geralmente uso pra estudar ou fazer os mil trabalhos que os professores passam, dediquei pra preparar meu carro, que até lavei. Tava tudo certo pra sair lá pelas 17h e evitar o congestionamento de carros na saída da cidade.
Às 16h30 liguei pros meus pais pra me despedir, às 16h45, com minhas coisas já no carro, atravessei a rua pra buscar os outros viajantes. Entrei como sempre e vejo o Feli pálido igual folha de caderno, a tia Sole do lado dele, e a Coni e a Belén olhando pra ele com cara de preocupação.
Eu: Oi, pessoal, prontos pra partir?
Sole: Ai, Claudinho, o Feli não tá bem.
Coni: Ele tá com diarreia e vômito…
Belén: Assim ele não pode viajar…
Feli: É, até voltei da universidade. Desculpa, amigo.
Eu: Sério que você não consegue viajar?
Feli: Não me arrisco a ficar a mais de três metros do banheiro.
Eu: Ahh, que pena, falei desapontado.
Coni: Mas a gente pode ir, se você não se importar de levar as duas amigas velhas…
Belén: Vamos ser boa companhia, hehehe.
Eu: Sério que vocês podem ir?
Coni: Se você não se importar de me receber na sua casa.
Eu: Desculpa te abandonar, amigo, me perdoa?
Feli: Relaxa, você tá sempre perdoado. Além disso, minha mãe vai cuidar de mim, né, mãe?
Sole: Claro, filho, eu cuido de você, vou fazer uma canja de galinha…
Belén: E enfia uma rolha nele, tia, hahaha.
Coni: Ai, Belén, que malvada, hahaha. Vamos nessa.
Nos despedimos e começou minha aventura na estrada. Verdade seja dita, tava meio nervoso, nunca tinha ido a 120 quilômetros por hora, mas a Coni me acalmava e dava conselhos com a doce tranquilidade dela… Bom, a Coni me conhece desde que eu tinha 8 anos, ajudava eu e o Feli com a lição de casa e levava a gente pra todos os rolês da nossa idade. Ela sempre teve uma alma bem próxima da infância, e o namorado dela era tipo um tio pra gente. Infelizmente, ele morreu quando um artefato explosivo improvisado explodiu embaixo do veículo em que ele estava, causando a morte depois de alguns dias no hospital.
Depois de duas horas de viagem sem problemas, chegamos ao litoral, deixamos a Belém na casa dos tios dela e fomos com a Coni pro apartamento dos meus pais. Passamos num supermercado pra comprar o que seria nosso café da manhã nos dias seguintes e depois chegamos ao nosso destino.
Algo me chamou a atenção quando estávamos descendo as coisas do carro… Seu Evaristo, um dos porteiros do prédio que sempre foi sem vergonha pra olhar pras mulheres, examinou a Coni visualmente e, ao perceber que eu tava olhando, sorriu pra mim e piscou um olho. Embora a indiscrição dele me irritasse, fez com que eu olhasse pra Coni com mais atenção.
A verdade é que não contei como é a Coni. Bom, ela é uma mulher muito gostosa, de olhos castanhos quase pretos como o cabelo dela, não muito alta, diria que tem 1,65 metro e uns 60 quilos. Ela é um pouco cheinha, mas na medida certa pra ser classificada como voluptuosa, especialmente a bunda dela, que é uma obra de arte. A figura dela é violão, e quanto aos peitos, não são muito grandes, mas ela sabe exibi-los com elegância, diria que são entre taça B ou C… Também tenho que confessar que, lá pelos 14 anos, ela junto com as primas dela eram o melhor estímulo pras minhas punhetas, que, embora eu não tenha abandonado, não são tão frequentes quanto naquela época em que as descobri. Além disso, hoje a internet me ajuda com a estimulação mental com muitas mulheres que eu queria foder e não sentiria nenhum remorso.
Depois da viagem, tomei um banho quente pra relaxar enquanto ela fazia o que tinha que fazer. Depois, olhei minhas redes sociais até que, lá pelas 19h, decidimos ir buscar a Belém pra jantar alguma coisa antes de ir pra uma balada, porque a Coni me disse pra ir com elas, já que a Feli não tinha vindo com a gente. Quase falei pra ela que tinha planejado ir ver se encontrava com uns amigos, mas a maioria tinha acabado de chegar. Chegando na cidade
e pra ser sincero, não tava afim de ficar com eles.
Na hora de sair, esperei a Coni na sala, porque ela é daquelas minas que faz a gente esperar, coisa que deixava o namorado dela, Esteban — que Deus o tenha! — louco da vida. E por mim ela não ia mudar o jeito dela, hahaha. Quando finalmente apareceu, quase tive um troço, porque ela surgiu com uma minissaia preta de couro, meia escura com estampa, uma blusa tomara-que-caia que mostrava o suficiente da barriguinha dela e uma jaqueta que combinava com o look. Verdade seja dita, ela arrasou:
Uau!, você tá linda demais
Coni: Valeu, Claudinho, você me lisonjeia, hehehe. E você, não vai se trocar?
Eu: Na real, tava pensando em ir assim…
Coni: De jeito nenhum, vamos ver o que você tem além de jeans e camiseta…
A real é que eu tinha arrumado minha mochila na correria, então minha irmã, que me conhece bem, enfiou umas coisas que eu nem lembrei de colocar, incluindo uma calça e uma camisa esportiva que juntas faziam um visual mais decente. Então tive que me trocar na marra, por insistência da Coni.
Coni: Agora sim podemos sair, hahaha
Passamos pra buscar a Belém lá pelas 19:45. Ela também tava muito gostosa, mesmo com uns quilinhos a mais, que, diferente da Coni, se concentravam nos peitos — que eram a arma dela pra caçar uns caras, que geralmente duravam uma ou duas semanas antes dela descartar. Por insistência delas, fomos a um restaurante de frutos do mar e peixes. Eu preferia uma pizza, mas quando sugeri, quase me fizeram descer do meu próprio carro.
O jantar foi delicioso e, por sorte, elas pagaram, porque os pratos custavam o que um assalariado gastaria numa semana inteira de vida. Mas elas não se assustaram, e eu fui na onda.
Chegamos na balada que elas escolheram. Era uma casa noturna pra “adultos” e, sem medo de falar, eu não tava nem um pouco dentro da faixa etária. Tanto que pediram meu documento na entrada. O segurança olhou pra gente, sorriu e me piscou um olho. Era a segunda vez no mesmo dia. Tava demais. coincidência, mas aquele gesto me irritou de novo.
Pedimos uns drinks e começamos a circular entre o pessoal,
eu não encontrava nenhum alvo claro, então sentei no balcão em um
dos poucos lugares vazios. Quanto à Belén e à Coni, logo
chegaram dois caras de uns trinta anos pra acompanhá-las, pareciam espertos
e, bom, perdi elas de vista… eu estava viajando no espaço, meio entediado, quando
o segurança da entrada, que tinha pedido minha identidade, chegou e me disse:
— Mano, sua amiga tá se metendo em encrenca.
Eu: — Qual das duas?
Segurança: — A morena gostosa, vê aquele
cara que tá com ela, falou apontando a direção…
Eu: — Sim, o loiro bonitão…
Segurança: — Ele colocou algo no copo dela…
Eu: — Como você sabe?
Segurança: — Tô há 12 anos nessa profissão, sei
e vi, além disso ele já fez isso antes.
Eu: — Valeu.
Fui até a Coni, ela estava com o cara que segurava o pulso direito dela
e tentava levá-la pra algum lugar. Coni parecia meio grogue e
resistia um pouco, então me plantei na frente dela e perguntei:
— Coni, cê tá bem?
Coni: — Ahh… ehhh… não sei, tô meio estranha…
Cara: — Quem é você, pivete?
Eu: — O irmão dela, solta ela que quero ver como
ela tá.
Cara: — Sai daqui, ela tá bem, não precisa da sua
ajuda.
Eu: — Vou perguntar pra ela…
Coni: — Tô me sentindo estranha…
Eu: — Vamos, vou te levar pra casa.
Cara: — Não se mete, disse me empurrando.
Eu, depois de dar um passo pra trás com o empurrão, em resposta, empurrei ele
com toda a força, fazendo ele tropeçar e soltar a Coni, mas
a confusão não acabou ali, o sujeito me deu um soco, que consegui desviar
quase por completo, mas rasgou um pouco meu lábio inferior, então,
como o tio Feli me ensinou, respondi com um direto que acertou bem no nariz
dele, fazendo sangrar pra caramba, enquanto o segurança que tinha me avisado
do problema chegou com outro e, segurando o cara, controlaram a situação.
O sujeito tentou se soltar, mas não era páreo para os seguranças que o levaram Rastejaram até a saída e expulsaram ele do local. Nisso chegou a Belén acompanhada de outro cara que ficou de longe:
Eu: Coni, acho que a gente tem que vazar.
Coni: Sim, Claudito, bora, vamos avisar a Belén.
Belén: Tô aqui amiga, o que foi?
Coni: Não tô bem, parece que aquele cara botou algo no meu drink…
Belén: Vamos pro hospital…
Coni: Não, vai passar, vamos pra casa.
Mesmo a gente insistindo, Coni não quis ir pro hospital e muito menos pra delegacia pra fazer um BO, então, com a ajuda da Belén, coloquei ela no carro e fomos pra casa. Mesmo a Belén não querendo deixar a gente sozinho, a gente forçou ela a ficar na casa dos tios, então eu e Coni fomos pro apartamento dos meus pais.
Desci ela sem problemas, porque ela, apesar de se sentir estranha, não tava apagada nem dormindo, então segurando ela pela cintura, levei ela pro elevador. Ela começou a rir de um jeito estranho e falou:
Valeu, meu herói… você é um gatinho que cuida de mim, valeu, hehehe… O elevador é bonito com essas luzes vermelhas, azuis e laranjas…
Eu: Sim, Coni, calma que já chegamos…
Coni: hahaha… Olha as luzes… Agora tão roxas igual sua cara…
Eu: Vamos entrar…
Coni: Ai, seu lábio tá inchado e sangrando, coitadinho, tem que fazer um chamego…
Tava tudo bem, mas de repente Coni passou de um estado de quase total desorientação pra um de euforia crescente e alucinações que faziam ela falar besteira, então tentei acalmar ela enquanto a gente entrava no apartamento. Não sei como consegui abrir a porta, porque ela com os pulos e toques irritantes, tipo cócegas e carícias a centímetros do meu rosto, não ajudavam nada. Quando a gente entrou, ela se pendurou no meu pescoço e falou:
Meu herói! Você merece um prêmio, e me beijou.
A verdade é que me surpreendeu, porque não esperava que o beijo fosse na boca e com a língua dela forçando entrada na minha. Por uns três ou quatro segundos, não soube o que fazer, mas meus hormônios e instinto tomaram conta e eu correspondi o beijo e puxei ela pra perto de mim. Pegando ela pela cintura… em vez de se assustar ou cair em si, ela continuou me beijando e se agarrando em mim, surpreendentemente começou a esfregar a pélvis e a barriga contra meu pau agora endurecido, mas minha consciência agiu por uns instantes e eu disse:
Calma, Coni, vamos deitar você…
Coni: Não quero, hahaha… Se a gente deitar junto, talvez, hahaha
Eu: Coni, melhor descansar
Coni: Você é tipo um anjo cheio de luzes… que lindas suas orelhas
Eu: Coni, não puxa minha orelha que dói!…
Depois minha consciência foi embora de novo e eu peguei ela pela bunda, colando ela em mim, ela sorriu com malícia e agarrou meu pacote, o que me deu um choque elétrico que percorreu toda minha espinha, então enfiei minhas mãos por baixo da saia dela e agarrei com paixão e luxúria toda aquela bunda perfeita e amassei. Nunca tinha pegado uma bunda assim na minha vida, claro que minha experiência era mínima nas artes do amor, mas o instinto me levou a continuar o apalpamento até que ela tirou meu pau do esconderijo e eu retribuí as carícias enfiando uma mão na buceta dela, isso soltou a fera que a Coni tinha dentro.
Fomos nos despindo quase aos trancos da entrada até o sofá, onde ela me empurrou e, montando de pernas abertas, sentou no meu pau enquanto se apoiava nos meus ombros e soltava um suspiro profundo e quase ofegante, seguido depois por vários gemidos…
Ahhh, como você me preenche, Claudi…. Ahhh, isso é muito bom…. Mmm…
Eu: Coni, não sei se a gente devia fazer isso, falei com meu último puxão de moral…
Ela não respondeu nada, continuou cavalgando em mim como uma possessa e falando besteiras, algumas inteligíveis ou simplesmente incompreensíveis, eu, tarado do jeito que tava, tirei a blusa e o sutiã push-up que segurava os peitos dela e me dediquei a chupá-los, eram pequenos mas grandes o suficiente pra eu me agarrar neles, o que eu mais gostava era o formato dos bicos, que eram como os anglo-saxões chamam de "puffy nipples", toda uma revelação pra mim, aproveitei ao máximo até ela gozar em "cores", como ela mesma classificou Nossa, depois daquele primeiro orgasmo, ela continuou alucinando e me assediando sexualmente, tava imparável! Quando ela gozou, consegui que ela saísse de cima de mim. Mas tinha mais, em trinta segundos no máximo, ela começou a me beijar de novo com uma loucura que nunca vi numa mina tão tranquila quanto a Coni... tentei segurar ela, mas só consegui que ela levantasse e arrancasse a pouca roupa que ainda tinha, tava tão eufórica que levantei e, abraçando ela, consegui levar a gente pro primeiro quarto do apê, o dos meus pais. Por um momento achei que tava no controle, mas a Coni me atacou de novo, me empurrando na cama pra engolir meu pau com a boquinha linda e pequena dela, que incrivelmente conseguia aguentar meu pau que não é nada pequeno... com as carícias sem parar dela, fiquei louco, não aguentei mais e coloquei ela numa posição de sessenta e nove erótico, era a primeira vez que ia comer uma buceta... antes de entrar fundo, percebi que era bem cuidada, só um triangulinho de pelinhos indicando o caminho. Também senti o gosto terroso dos fluidos dela e o calor ardente que vinha da montanha dela.... Com o que aprendi nos filmes pornô que vi com a Feli, comecei a lamber a bucetinha dela com gosto, mesmo que o sabor não fosse nada agradável na primeira lambida, pensei que era tipo cerveja, que não gostei quando provei pela primeira vez, mas não ia perder a chance da minha vida. Entre linguadas e chupadas, achei o botãozinho de prazer dela, me agarrei na bunda gostosa dela e fui com tudo. A Coni, que tava chupando meu pau, parou e começou a gemer que nem uma louca varrida enquanto se segurava no meu pau, senti também a cabeça do meu pau passando pelas bochechas e lábios dela, sem dúvida ela tava adorando a comida de boceta que eu tava dando, e de repente ela parou de falar groselha e gritou:Me gozo!... Me gozo!!!!!Por um momento achei que com aquela gozada violenta ela ia ficar cansada e se acalmar, ou pelo menos dar uma segurada, mas eu tava enganado. Ela me olhou com malícia e, sem dar um segundo de paz na situação, se virou e enfiou no meu pau, que eu não soltei em nenhum instante. Ela cavalgou em mim como se fosse disputar o Derby ou uma corrida importante… ela pulava sem parar em cima de mim, incansável. Foi tão furiosa a cavalgada que, por mais que eu resistisse pra não gozar, meu leite explodiu na bucetinha apertada dela, inundando tudo. Aí ela gritou o orgasmo dela enquanto jato após jato do meu esperma saía incontrolável… por fim, ela caiu em cima de mim, exausta… não sei quanto tempo passou desde que a gente chegou, mas eu tava acabado… nunca imaginei que uma mina pudesse ser tão safada!… me perguntei se a droga teve a ver, acho que sim, o cafetão provavelmente queria estuprar ela… não sabia o que fazer, então coloquei ela na cama que a gente tava e, como não sabia o que podia acontecer com ela, deitei do lado e dormi…
Não sei quanto tempo dormi até que uns gritos e choros me acordaram assustado. Ainda meio grogue, tentei entender a situação e compreender o que tava rolando. A primeira coisa que percebi é que já era tarde da manhã, a segunda é que a Coni tava ajoelhada na cama do meu lado, me olhando e dizendo:
— O que a gente fez?, sniff, sniff…. Você me comeu?!
Eu: — Ehh!… calma… a gente transou…
Coni: — A gente trepou! Sou quase sua mãe e irmã do seu melhor amigo, e você me diz isso!…
Eu: — Calma, Coni, não foi minha intenção te machucar… a situação saiu do controle, mas não quis te fazer mal, por favor, se acalma…
Coni: — Buaaahhh!…
Eu: — Não chora, a gente não fez nada de errado…
Coni: — A gente trepou!, buaaahhhh…. Sou uma merda…. Trepei com meu quase irmão mais novo…
Eu: — Por favor, Coni, calma, falei abraçando ela pra conter.
Ela continuou chorando abraçada, pendurada no meu ombro. Eu acariciei o cabelo dela enquanto tentava acalmá-la com palavras doces e qualquer coisa que me vinha na cabeça pra fazer ela perceber que nem ela nem eu éramos uns… Monstros, passaram-se dois ou três minutos até que o choro dela finalmente parou. Agora em silêncio, pude sentir o calor do corpo dela, perceber que estava nos meus braços, só coberta por um lençol. Me impactou tanto que meu pau endureceu em questão de segundos e começou a roçar no braço dela. Coni percebeu.
Coni: Sua coisa subiu?
Eu: É, desculpa… é que ter você tão perto me faz isso…
Coni: Mesmo depois de eu ter te estuprado?
Eu: Você não me estuprou, e sim, você me faz isso…
Coni: Então você gosta de mim, apesar de eu ser tão velha…
Eu: Você não é tão velha. Quando eu nasci, você era 100% mais velha que eu. Agora é só uns 40% mais velha. Quando você tiver 100 anos, vai ser só 10%, e no infinito seremos iguais…
Coni: Hahaha, você é um bobinho idiota, mas doce, hahaha.
Eu: Sempre me falam isso, falei e beijei ela.
No começo, ela não foi muito receptiva ao meu beijo, mas logo nossas línguas trocaram de posição e meu abraço virou carícias que percorreram as costas dela e depois amassaram a bunda gloriosa dela, até que ela foi, aos poucos, parando de "se proteger com o lençol", liberando a sensualidade de mulher e começando com carícias suaves, primeiro no meu peito, depois nas minhas costas e finalmente na minha bunda. Quando estávamos de joelhos na cama, frente a frente, meu pau entrou no "triângulo da morte", roçando os lábios da buceta dela… logo comecei a mexer a pélvis simulando o coito, e ela foi bem receptiva.
Deitei ela na cama e me coloquei por cima para meter todo o meu pau na bucetinha dela. Senti ela um pouco tensa, até custou um pouco para enfiar na bucetinha apertada dela, mas uma vez dentro, senti como se inundava de calor e fluidos, começando uma metida sustentada, mas não tão violenta. Apoiei os cotovelos na cama e com as mãos segurei os ombros dela para aprofundar cada estocada. Nós dois começamos a gemer e ofegar pelo esforço supremo que estávamos fazendo. Sentia como as paredes da bucetinha dela acariciavam meu pau… mantivemos os beijos para complementar nossa paixão interna que nos devorava, logo ela começou a anunciar a gozada dela, que foi arrebatadora, me levando a enchê-la mais uma vez com meu leite
Coni: Vamos ter que tomar a pílula do dia seguinte se continuarmos assim, hehehe
Eu: O que você mandar, Coni…
Coni: É, acho que você não quer ser pai com essa coroa, hahaha
Eu: Não me importaria e você não é coroa…
A situação tinha se acalmado de novo, não sabia por quanto tempo, mas era bom, me deitei ao lado dela e conversamos sobre tudo e nada, planejamos o que faríamos daqui a pouco e, sinceramente, foi reconfortante senti-la relaxada e próxima.
Finalmente decidimos levantar, tomar café da manhã e passar na Belém, pra dar um passeio antes de ir almoçar num lugar bonito com vista pro mar, nisso eu não tive muita escolha, já que elas é que tinham a grana. Quando ela se levantou pra entrar no chuveiro, não resisti seguir aquele rabo gostoso que se exibiu pros meus olhos vidrados, ela vendo minhas intenções me disse:
Pra onde vai o cavalheiro?
Eu: Tomar banho contigo…
Coni: Ah não, você é um perigo…
Eu: Não sou perigoso, não fiz mal a ninguém, exceto o cara de ontem à noite…
Coni: E à minha buceta que tava inativa há anos, hahaha
Eu: Juro que não vou te fazer nada de mal… além disso, economizamos água, hahaha
Coni: Ok, mas sem abusar…
Entramos no banheiro, passei uma toalha pra ela do armário e depois a alcancei dentro do chuveiro, ela me olhou safada e me passou o sabonete… o que posso dizer, não teve lugar onde não ensaboei ela, passei o sabonete em tudo, ela ria de um jeito provocante até que meu pau encostou na bunda dela…
Uii! O que é isso?
Eu: Uma surpresa, hehehe
Peguei uma das pernas dela e levantei, deixando apoiada na borda da banheira, e me abaixando um pouco fui enfiando devagar enquanto ela me incentivava com gemidos, segurei seus quadris e comecei a meter como um demônio, ela gozava de olhos fechados enquanto o chuveiro morno nos cobria de calor, de vez em quando eu amassava os peitos dela, que eram mais de Uma quinzeanera que na verdade tem 28 anos. A verdade é que o banho foi mais longo que o normal, porque depois que ela gozou, me veio uma maldade na cabeça…
É isso aí!, o demônio dentro de mim queria arrebentar aquele cuzinho gostoso que tava na minha frente. Nem perguntei, peguei o sabonete líquido, lambuzei minha pica e enfiei no cu dela. Ela deu um pulo e falou:
“Ei, o que você tá querendo?!”
Eu: “Arrebentar seu cu, Coni…”
Coni: “Não, nunca ninguém meteu no meu cu… não, ai! Uff! O que você tá fazendo?”
Só deu tempo dela falar isso, quando minha vara dura e endemoniada começou a entrar naquele cu perfeito dela, que só ofereceu uma resistênciazinha, porque o sabonete tava fazendo o trabalho maravilhosamente bem. Logo tava lá no fundo das entranhas dela. No começo ela ficou meio brava, mas conforme eu ia comendo ela, foi mudando. Logo não só deixava ser sodomizada, como também colaborava, se dedando no clitóris até que os dois estouramos num novo orgasmo. Só que quando terminamos, ela me deu um tapa no braço…
Eu: “Aí! E isso por quê?”
Coni: “Você acha pouco ter me fodido e depois comido meu cu, sendo que deixei você tomar banho comigo sob promessa de não fazer nada de errado?”
Eu: “Desculpa, Coni, é que você é irresistível…”
Coni: “Eu sei, hahaha, mas você me comeu e meu cu já não é mais virgem, além de que tá doendo. Como vou sentar no almoço?”
Eu: “Verdade, não pensei nisso…”
Coni: “É, você só pensa com a sua coisa…”
Eu: “Bom, um pouco, hehehe”
Finalmente saímos lá pro meio-dia pra buscar a Belém, que tava radiante como o dia. Ela nos cumprimentou com a simpatia de sempre, perguntando pra Coni como ela tava:
“Amiga, como você tá?”
Coni: “Bem, o pior já passou. Felizmente me salvaram daqueles filhos da puta.”
Belém: “É, que bom, até que você tá radiante…”
Coni: “É que o ar da costa me faz bem, e acho que relaxei apesar da merda que aconteceu.”
Belém: “Hoje a gente desforra e leva o babaca do segurança, hahaha”
Coni: “É!, de qualquer forma”
Depois dos cumprimentos de sempre. Começamos nosso passeio, a verdade é que a Coni estava radiante. O problema apareceu quando caminhamos pela beira da praia, porque a Coni realmente estava com a bunda dolorida… por um lado, eu me sentia mal por ter causado isso, mas, por outro, eu estava feliz pra caralho por ter fodido e comido ela até cansar.
Almoçamos de novo num lugarzinho de frutos do mar e peixe que não era minha primeira opção, mas como dizem “a cavalo dado não se olha os dentes”, nesse caso, peixe, hehehe. De tarde, a gente se preparou pra soneca que os três dormimos no meu apê, depois saímos pra passear, jantar algo leve e ir num bar com karaokê. A verdade é que o lugar tava quase lotado, mas o mais foda foi que encontrei uns caras conhecidos, e a Belém com a Coni logo pegaram uns dois caras bonitões, com um jeito que parecia que elas gostavam. O tempo foi passando, até que a Coni me fez um sinal e a gente se encontrou no meio do caminho entre as mesas.
Coni: Claudito, o Tony quer ir com o Manuel e a gente pra um lugar onde dá pra conversar… Tem problema?
Eu: Ah, claro, lógico que não, além disso você tem a chave…
A verdade é que me deu uma crise de ciúme do nada… A Coni era minha!… bom, na real ela não é minha, e os caras eram da idade dela, o que eu podia fazer?… Eles foram embora, eu continuei com meus amigos até umas 02:00 da madrugada, hora que voltei pra casa depois de anotar uns números de umas minas que marquei pra outra oportunidade, porque elas estavam acompanhadas de outros caras e não podiam deixar eles na mão… já ia ver mais pra frente se rolava algo com elas.
Cheguei em casa umas 02:30, a Coni ainda não tinha chegado, então, conformado, fui escovar os dentes e fazer outras coisas no banheiro. Quando tava nessa, senti a porta do apê abrir e ouvi o seguinte diálogo:
Tony: Não vai me convidar pra entrar?
Coni: Não posso, tô com meu irmão mais novo e é nosso primeiro encontro, fica pra outra vez.
Tony: Mas Podemos ir almorçar em algum lugar…
Coni: Sim, mas não posso deixar ele na mão…
Tony: Sem problema, conheço um bom lugar de churrascaria, acho que ele vai gostar…
Coni: Nesse caso, pode ser, me liga meio-dia e a gente combina.
Tony: Sim, vou ligar, e se quiser pode chamar a Belém, que com certeza o Manuel vai convidar ela.
Coni: Claro, até amanhã.
Tony: Até amanhã, linda.
Com o que ouvi, apesar do meu “ciúme”, o cara me caiu bem, especialmente ao ouvir “carne” e não peixe ou frutos do mar, hahaha.
Encontrei a Coni saindo do banheiro, eu já estava de pijama e cumprimentei ela animado, coisa que ela retribuiu e começou a me contar tudo sobre o Tony, incluindo o convite. Dava pra ver que o sujeito tinha causado uma boa impressão nela. Olhei pra ela de novo e ela estava linda… bom, ela é linda e apesar do que me contou sobre um cara que era meu rival, assim que ela terminou a última frase, abracei ela e beijei:
Coni: Ei, calma aí, não te contei que vou sair com o Tony!
Eu: Sim, mas não sou ciumento, hahaha, respondi sem soltar o abraço.
Coni: Não sou sua namorada, nem esposa, muito menos sua amante…
Eu: Na verdade não, mas você é a garota mais gostosa do mundo e eu te desejo… respondi pegando naquele rabo enorme dela.
Coni: Ehh, não devia falar isso, além do mais sou dez anos mais velha e hoje você esteve com garotas da sua idade, pode foder elas… tem que me deixar em paz… já me comeu…
Eu: E quero repetir com a melhor mulher do mundo… falei colando ela na minha pélvis.
Coni: Você só quer me foder…
Eu: Na verdade sim, falei amassando a bunda dela e soltando a calça que ela vestia.
Coni: Não pode ser, você não vê que quando a gente voltar isso tem que voltar ao normal?
Eu: Quando voltarmos, juro que vai ser assim, mas agora vamos viver a vida… falei enfiando uma mão na bucetinha dela que já estava molhada…
Coni: Tá bom, mas preciso mijar, senão vou mijar em você, hahaha.
Eu: Ah sim, claro, falei deixando ela entrar no banheiro…
Mas não deixei ela sozinha, porque assim que ela entrou e sentou pra mijar, eu segui. Ela me olhou um pouco surpresa e Ela me disse:
— O que você quer? Preciso mijar…
Eu: — Pode ir, não vou te atrapalhar…
Respondi puxando minha rola pra fora enquanto ela soltava o primeiro jato de urina…
Coni: — O que você tá pretendendo?
Eu: — Que você me faça um boquete…
Coni: — Um o quê?
Eu: — Que você me chupe, depois eu te recompenso…
Coni: — Você é um degenerado…
Eu: — Só com a mulher mais gostosa do mundo…
Coni: — E ainda mentiroso, hahaha
Encostei minha rola nos lábios dela, lábios que provavelmente beijaram meu rival, então quando ela enfiou minha cabeça na boca dela, me senti vitorioso, por enquanto ela ainda era minha… é verdade, é um pensamento idiota, mas era o que eu sentia, Coni era uma conquista minha e por enquanto seria assim.
Ela começou a chupar minha rola enquanto a urina acabava e ela cortava um pedaço de papel pra secar a bucetinha, os lábios dela roçavam meu prepúcio, os dentes dela roçavam delicadamente a junção da minha cabeça com o tronco e a língua acariciava meu freio, era uma sensação única, acariciei o cabelo dela enquanto ela continuava me dando prazer, era incrível, mas eu não queria gozar ainda, então parei ela e, sentando no vaso, puxei uma perna da calça dela e a empalei na minha rola… Coni soltou um gemido que foi quase um estertor e começou a cavalgar enquanto eu tirava os peitos lindos dela do “pacote”, logo enfiei os mamilos inchados e incríveis dela na minha boca e comecei a aproveitá-los, lambendo, amassando, me apossando deles.
Coni: — Pensar que eu te achava um inocente otário.
Eu: — E pensar que eu te achava inalcançável…
Coni: — Uhm, como você é grande!
Eu: — Tanto quanto o Tony?
Coni: — Não sei, ele não meteu nada em mim… Tá com ciúmes?!
Eu: — Ah não, na verdade, é que…
Coni: — Não deveria, a gente não é nada, entendeu?...
Eu: — Acho que sim…
Coni: — Este fim de semana vai ser o primeiro e último que a gente faz isso, tá claro?
Eu: — Sim, Coni, tá claro…
Fodemos até cansar, depois peguei ela no colo e fomos pro “nosso quarto”, onde dormimos entre carícias e amassos, mas a todo momento Coni repetia que Isso só podia acontecer nesse fim de semana.
As horas passaram e acordei antes dela, normal, porque pelo que sei da família dela, a Coni é uma marmota e adora dormir. Como comecei a ficar entediado, preparei o café da manhã, que tomei na cozinha pensando no que tinha rolado com a Coni, algo que nunca suspeitei ou imaginei, mas que sempre vou lembrar, porque a Coni é inesquecível. Depois, fiz algo pra ela e levei na cama.
Eu: Coni, acorda, trouxe café da manhã, anunciei ao chegar no quarto
Coni: Tão cedo!...
Eu: São 10:30, trouxe ovo frito, pão quente, suco de laranja e café
Coni: Valeu, Claudito, vou tentar não dormir enquanto como, hahaha
Eu: Vou deixar você, vou tomar banho…
Coni: Não vamos tomar juntos?
Eu: Mas você disse que o que rolou acabou e não devia se repetir…
Coni: O fim de semana ainda não acabou, seu bobinho, hahaha
Esperei até ela decidir que era hora de tomar banho, que se prolongou até quase meio-dia. Depois de sair do chuveiro quentes como uma fornalha, voltamos pro quarto. Deitei ela na cama e, sei lá por que, abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha dela. Isso sim, a Coni me surpreendeu, porque se deixou fazer sem falar nada sobre aquilo não se repetir… o monte de Vênus suculento e cheio dela brilhava com os fluidos, mesmo depois de ter se secado bem com a toalha, aquele brilho particular era muito tentador.
Enfiei minha cabeça entre as pernas dela e minha língua na bucetinha dela, procurando o botãozinho mágico. Passei a língua e chupei o néctar dela como nunca tinha feito. A Coni acariciava meu cabelo e pedia mais e mais, tava louca de tesão, então logo gozou. Sei porque senti na minha boca, foi uma delícia, tinha adorado, talvez tanto quanto ela.
Coni: Ai, Claudito, você me matou, fazia tempo que não gozava assim. Acho que meu Esteban nunca tinha chupado minha buceta desse jeito… Você já fez isso com outra pessoa? … Ah, que sim!
Eu: Não, só experimentava…
Coni: Hummm! Bom experimento… Agora vamos foder antes de sair
Eu: Claro, Coni… fica de quatro…
Coni: Claudito, não quero pelo cu… quase me deixou inválida, hahaha
Eu: Relaxa, vai ser pela bucetinha…
Coni: Nesse caso… assim tá bom? Ela disse ao ficar de quatro.
Eu: Isso, exatamente assim!
A essa altura, não ia ser delicado com minha Coni, então enfiei tudo até bater minhas pernas nas dela, depois tirei um pouco devagar e suave, pra meter de novo de uma vez… Coni começou a gemer e pedir pra eu continuar, que eu fodesse ela bem fodida.
Coni: Isso, Claudito, assim… enfia até o fundo! Ai, que grande que você tem, vai fundo
Eu: Tá gostando, Coni?
Coni: Hummm, sim!… tá maravilhoso… continua, me dá mais…
Enquanto segurava seus quadris, comecei a admirar seu corpo lindo, ela era realmente uma gostosa, até mais que qualquer amiga ou colega de classe. Coni era sem dúvida mais voluptuosa, tinha uma raba dos sonhos e os peitos tão especiais enfeitavam bem na frente.Cada vez que eu metia, a bucetinha dela se abria admitindo toda a minha pica, se ajustando como uma luva, eu sentia cada roçada daquela xota molhada como se fosse a coisa mais sublime do mundo… Tanto eu quanto ela estávamos ofegando de tesão e pelo esforço de foder, além disso notei que a Coni gemia com uma doçura engraçadinha, parecia quando a gente acaricia uma gatinha… Toda a situação e o clima estavam cheios de prazer, acho que ela tava gostando demais do jeito que eu comia ela.Coni: Ahhhhhh… mmmmm… assim...... assim Claudito!... ¡Ohh......!!
Tava mó paz transando com a Coni quando o celular dela começou a tocar, tentei ignorar, mas o celular não parava de tocar e tocar, tentei me desligar daquela porra de som, mas o cara que ligava era tão insistente que parei de montar a Coni e peguei o celular com raiva, porque era uma ligação do Tony, passei pra ela e voltei a pegar nas “ancas” dela pra continuar dando o que era dela.
Coni: Oi Tony
Tony: Oi Coni, se preparando pra sair?... avisou a Belém?…
Coni: Ahh… tô quase pronta, mas não falei com a Belém ainda… me perdoa?
Tony: Relaxa, sei que meu amigo vai, que tal a gente se encontrar às 13:30 no teu prédio?
Tava nessa quando enfiei meu pau e comecei a meter com força, ela me olhava enquanto falava com o Tony, sem perder o ritmo da foda, me deixava louco ela conseguir continuar conversando enquanto eu arrebentava a buceta dela… mais estranho ainda era ela continuar me encarando com aqueles olhos pretos vendo eu entrar e sair.
Coni: Mnnn não… Ahhh sim, nesse horário tá de boa…
Tony: Algum problema?
Coni: Não, só que tô me depilando e é difícil falar, mas tô bem…
Tony: Ah, desculpa a indiscrição, a gente se vê
Coni: Relaxa, não é nada… Tchau Tony…. A gente se vê
Parei e coloquei meu pau atrás da bunda dela enquanto cuspia naquele buraco perfeito e enfiava até o fundo… minhas pernas batiam no rabo da Coni, fazendo um barulho igual palmas que eu achava super erótico.
Coni: Ai seu safado traidor, tá rasgando meu cu…
Eu: Desculpa!…
Coni: Só desculpa?
Eu: Desculpa, mas tu tem a bunda mais linda do mundo….
Coni: Seu mentiroso, mas foda-se, continua assim….
Eu: Vou arrebentar teu cu de porrada…
Coni: Contanto que não me deixe aleijada e a gente possa sair, hahaha
Acelerei as estocadas olhando a Coni pelo espelho do quarto, ela me encarava com uma cara de gata no cio, enquanto tentava não gemer muito alto…. meu ritmo de mete e tira Eu já tinha ela à beira do orgasmo, mas por algum motivo ela se segurava pra não gozar.
Ver ela naquele limite do orgasmo tão desejado me deixava louco, então eu me mexia bem rápido, fodendo ela com força. Agora a Coni começava a se mover do meu jeito, e não parava mais de gemer. Eu tava fodendo ela sem dó antes de sairmos com o novo amigo dela. Será que sou muito filho da puta?
No final, enchi o cu dela de porra, e ela teve que se limpar antes de sair. Descemos pro térreo bem na hora marcada, encontramos os outros três pra ir pro churrasco. Enquanto fazia aquilo, eu olhava pro Tony e sentia inveja dele ter quase 30 anos…
5 comentários - La Familia de Mi Mejor Amigo: Capítulo 1 Coni