La amistad es lo único que no se pierde
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La amistad es lo único que no se pierde 1
https://m.poringa.net/posts/relatos/4422529/La-amistad-es-lo-unico-que-no-se-pierde-1.html
La amistad es lo único que no se pierde 2
https://m.poringa.net/posts/relatos/4423771/La-amistad-es-lo-unico-que-no-se-pierde-2.html
La amistad es lo único que no se pierde 3
https://m.poringa.net/posts/relatos/4432412/La-amistad-es-lo-unico-que-no-se-pierde.html
Foto ilustrativa. Mia Malkova Parte 4. Roces De novo deitados na cama com a Amália, a excitação voltou pra mim, e tudo por causa da minha pergunta. Mas se eu queria saber, e não só saber, queria aproveitar aquela oportunidade. Tinha recebido uma das melhores punhetas da minha vida, e agora queria mais, queria ver até onde dava pra esticar o limite da nossa amizade.
- Você pode conferir - ela me disse. Conferir a excitação dela!!! Me vinham várias ideias na cabeça, mas todas envolviam continuar empurrando o limite da nossa amizade.
- Ok - falei - e comecei a passar a mão na barriga dela, por cima da camiseta, com a mão direita.
- Essa é sua maneira de ver se eu tô excitada? - ela perguntou com cara de safada.
- Sinceramente, não sei até onde você vai deixar eu ir.
- Tenta - ela falou.
Então enfiei a mão por baixo da camiseta dela. Sentir a pele dela foi muito excitante, e ela percebeu porque começou a sentir meu volume, e eu decidi chegar mais perto, pra sentir mais claramente.
- Eu já sei que você tá excitado.
- Sim - falei - é mais fácil saber, né?
- Mas você também pode conferir se eu tô - ela disse, me dando abertura pra continuar tocando ela.
Então continuei subindo a mão pela barriga dela. Uma coisa que a Amália tem é que geralmente ela gosta de ficar sem sutiã, ainda mais quando dorme, então se eu continuasse subindo, em algum momento ia acabar pegando nos peitos dela.
Continuei subindo a mão. Eu tava muito tarado, e acho que ela também porque a respiração dela começou a acelerar. Subi mais a mão, e cheguei no começo do peito dela, tocando as costelas, sabia que dali pra cima significava que ia pegar nas tetas dela.
E subi. A situação me excitou pra caralho. Peguei na teta direita dela, comecei a rodear com a mão, fui em direção ao mamilo. Toquei com a ponta dos dedos. Tava durinho, sinal de que ela tava excitada. A gente tava se olhando, com a pouca luz que vinha do abajur da mesinha de cabeceira dela, e de fundo o filme ainda continuava. Também não lembramos que a poucos metros tava o Franco. dormindo no sofá, e por enquanto, a gente também não deu muita importância. Passei a mão na outra teta dela. Mesmo não sendo grandes, são salientes. Minha mão envolvia o peito dela inteiro. E o mamilo duro, imponente, mostrando a excitação dela. Nossos olhares continuavam presos um no outro. Ela abre a boca, se aproxima um pouco mais. Sentia a respiração dela no meu rosto, na minha boca. - Você tá ficando mais excitado, não te incomoda ficar assim? - ela perguntou. - Sim - respondi - teria que tirar. - Tira - ela disse, com um olhar autoritário. Com a mão esquerda, puxei o short que eu tava e também a cueca. Meu pau, totalmente duro, saiu, esticou por completo, e se apoiou na perna dela. Amália baixou a mão dela e começou a me masturbar de novo. Eu senti de novo aquela sensação tão quente e excitante que tinha ao sentir a pele dela. Apertei mais a mão no peito dela. Isso fez com que ela se arqueasse um pouco, fechou os olhos por um instante, e eu entendi que ela tava ficando mais excitada. Aproximei mais meu rosto do dela, principalmente do pescoço, pra sentir o cheiro dela, pra sentir o cabelo loiro e liso roçando no meu rosto. Ela acelerou os movimentos da mão. Naquele momento de tesão, decidi continuar quebrando os tabus da nossa amizade. Desci minha mão, que tava no peito dela, até a barriga, e continuei descendo. Quando cheguei na entrada do short dela, pensei em continuar. Todas as fantasias possíveis passaram pela minha cabeça, mas ela, com a mão esquerda livre, segurou a minha mão e, me olhando, balançou a cabeça negativamente. - Ainda não, bebê - ela disse. Entendi, e decidi voltar ao que tava fazendo, então subi a mão de novo pra pegar nos peitos dela. Mas Amália parou. Ela parou de mover a mão. Olhei pra ela e vi uma certa surpresa, como se ela tivesse lembrado de algo naquele momento. Pensei que fosse o filme, mas ela não é de se assustar, então descartei essa ideia. - O que foi? - perguntei. - O Franco tá ali - ela disse. E eu fiquei gelado...
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- Ok - falei - e comecei a passar a mão na barriga dela, por cima da camiseta, com a mão direita.
- Essa é sua maneira de ver se eu tô excitada? - ela perguntou com cara de safada.
- Sinceramente, não sei até onde você vai deixar eu ir.
- Tenta - ela falou.
Então enfiei a mão por baixo da camiseta dela. Sentir a pele dela foi muito excitante, e ela percebeu porque começou a sentir meu volume, e eu decidi chegar mais perto, pra sentir mais claramente.
- Eu já sei que você tá excitado.
- Sim - falei - é mais fácil saber, né?
- Mas você também pode conferir se eu tô - ela disse, me dando abertura pra continuar tocando ela.
Então continuei subindo a mão pela barriga dela. Uma coisa que a Amália tem é que geralmente ela gosta de ficar sem sutiã, ainda mais quando dorme, então se eu continuasse subindo, em algum momento ia acabar pegando nos peitos dela.
Continuei subindo a mão. Eu tava muito tarado, e acho que ela também porque a respiração dela começou a acelerar. Subi mais a mão, e cheguei no começo do peito dela, tocando as costelas, sabia que dali pra cima significava que ia pegar nas tetas dela.
E subi. A situação me excitou pra caralho. Peguei na teta direita dela, comecei a rodear com a mão, fui em direção ao mamilo. Toquei com a ponta dos dedos. Tava durinho, sinal de que ela tava excitada. A gente tava se olhando, com a pouca luz que vinha do abajur da mesinha de cabeceira dela, e de fundo o filme ainda continuava. Também não lembramos que a poucos metros tava o Franco. dormindo no sofá, e por enquanto, a gente também não deu muita importância. Passei a mão na outra teta dela. Mesmo não sendo grandes, são salientes. Minha mão envolvia o peito dela inteiro. E o mamilo duro, imponente, mostrando a excitação dela. Nossos olhares continuavam presos um no outro. Ela abre a boca, se aproxima um pouco mais. Sentia a respiração dela no meu rosto, na minha boca. - Você tá ficando mais excitado, não te incomoda ficar assim? - ela perguntou. - Sim - respondi - teria que tirar. - Tira - ela disse, com um olhar autoritário. Com a mão esquerda, puxei o short que eu tava e também a cueca. Meu pau, totalmente duro, saiu, esticou por completo, e se apoiou na perna dela. Amália baixou a mão dela e começou a me masturbar de novo. Eu senti de novo aquela sensação tão quente e excitante que tinha ao sentir a pele dela. Apertei mais a mão no peito dela. Isso fez com que ela se arqueasse um pouco, fechou os olhos por um instante, e eu entendi que ela tava ficando mais excitada. Aproximei mais meu rosto do dela, principalmente do pescoço, pra sentir o cheiro dela, pra sentir o cabelo loiro e liso roçando no meu rosto. Ela acelerou os movimentos da mão. Naquele momento de tesão, decidi continuar quebrando os tabus da nossa amizade. Desci minha mão, que tava no peito dela, até a barriga, e continuei descendo. Quando cheguei na entrada do short dela, pensei em continuar. Todas as fantasias possíveis passaram pela minha cabeça, mas ela, com a mão esquerda livre, segurou a minha mão e, me olhando, balançou a cabeça negativamente. - Ainda não, bebê - ela disse. Entendi, e decidi voltar ao que tava fazendo, então subi a mão de novo pra pegar nos peitos dela. Mas Amália parou. Ela parou de mover a mão. Olhei pra ela e vi uma certa surpresa, como se ela tivesse lembrado de algo naquele momento. Pensei que fosse o filme, mas ela não é de se assustar, então descartei essa ideia. - O que foi? - perguntei. - O Franco tá ali - ela disse. E eu fiquei gelado...
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