Masturbação em casa (compartilharam comigo)🥵🤙👌

**Masturbação em casa Safado – Conto erótico curto**

— Como é que isso se soltou da parede?

Ela segura um sorriso. Já faz um tempo que observa ele enquanto ele avalia a parede do box, os metais e a possível solução. Sempre a excitaram os encanadores. Bom, os faz-tudo em geral. Encanadores, pedreiros, mecânicos… O macacão coberto de graxa, tinta, cimento; o contorno de suor nas axilas; as mãos ásperas, fortes, sujas. Ela está com tesão.

O que aconteceria se ela abrisse o roupão, separasse as pernas e começasse a se masturbar com o desodorante de tampa arredondada? Ele ficaria bravo? A rejeitaria com um "Senhora, o que a senhora está fazendo!"? Ou ele a observaria se penetrando com ele até ficar duro, sairia do chuveiro e comeria a buceta dela ajoelhado entre as pernas? Ou, talvez, a agarraria com força pela cintura, girando-a, enfiando a barriga dele contra a pia, lubrificando o cu dela com óleo corporal e metendo até os joelhos tremerem? Tantas possibilidades…

— Como é que isso se soltou da parede? Transando com meu último amante, querido. Eu me masturbava com o chuveirinho que você segura na mão e ele puxou a cortina. Olhei pra ele e ele soube o que eu queria. Se despiu e entrou. Acariciei o pau dele e, quando ele implorou, guiei até minha buceta. Ele me comeu, por trás, enquanto eu continuava me masturbando com os jatos d'água e me segurava com uma mão na torneira pra manter o equilíbrio. Forte, forte, forte, até que gozei e puxei com tanta força que quase arranquei da parede, e escorregamos, e nos agarramos na cortina que não aguentou nosso peso, e caímos na banheira, e batemos nas bordas. Tá vendo esse roxo no meu quadril? Você tinha que ver as costas dele.

— Senhora? Senhora! Desculpe. Como é que isso se soltou da parede?

Ela brinca com o cinto do roupão. Não segura mais o sorriso. Não, agora não. Sorri, sim, e sussurra, provocante:

— Você realmente quer saber?

**Horta – Conto erótico curto (2)**

Guillermina perdeu a virgindade com uma cenoura. Reconheço que não é muito Glamoroso, mas os caminhos do desejo são insondáveis e, além disso, quem estiver livre de pecado que atire a primeira pedra. De qualquer forma, com certeza você vai entender melhor se eu começar pelo começo. Ela tinha dançado a noite inteira nas festas da vila com um peão. A firmeza da mão que apertava sua cintura, o cheiro de colônia que não disfarçava o suor ácido, o corpo musculoso que se apertava contra o dela, acenderam ela. Escaparam pro pomar e se deitaram entre os sulcos, escondidos pela escuridão. Ela precisava de mais carinho, mas os dedos ásperos e brutos buscaram os peitos dela por baixo do vestido de linho e a buceta dela, por baixo da calcinha de algodão, enquanto a língua penetrava a boca dela e os dentes mordiam os lábios dela. Tanta grosseria devolveu um pouco da sanidade pra ela. Será que ia perder a "florzinha branca" dela com alguém com quem não fosse casar depois? Seria a desgraça da família dela. Ela explicou com dificuldade, porque ele continuava masturbando ela e o tesão tava deixando ela louca. Ele entendeu a duras penas. "Não vamos foder, mas vamos nos dar prazer. Me toca." Ela se rendeu. Acariciou o pau duro e fibroso com jeito atrapalhado e ele guiou ela com uma mão, enquanto beliscava o clitóris com a outra até sincronizarem o ritmo e gozarem com um gemido que quebrou o silêncio da noite. Não se viram mais, mas aquele encontro criou raiz nas entranhas de Guillermina como uma erva daninha. Toda vez que ia pro pomar, o cheiro de estrume e terra excitava ela, e embora depois se masturbasse relembrando, os dedos dela não davam conta e ela se sentia cada vez mais insatisfeita até que um dia, enquanto arrancava cenouras pro almoço, uma perversidade passou pela cabeça dela. E se...? Escolheu a mais fina e delgada, lavou bem e se refugiou na intimidade do quarto dela. Começou a acariciar a vulva com ela, devagar, como se fossem os dedos do peão, até que a umidade deslizou ela pra entrada. Se penetrou com cuidado, só a pontinha, depois o tronco, e se deixou levar. Quando os talos roçaram o clitóris dela, ela gozou tremendo de prazer com um gemido que abafou nos lábios. Apesar da deliciosa novidade, com o tempo, as cenouras, tão finas e murchas, ficaram insuficientes pra ela, e uma tarde, quando descascava uma espiga de milho, a excitação tomou conta de novo. Tinha algo erótico em tirar a palha e os cabelinhos, acariciando a superfície igual acariciou aquele pau. Agitada, escondeu a espiga no bolso do avental e de madrugada, quando todo mundo dormia, se acariciou a buceta com ela, devagar, fantasiando com o membro daquele amante. A umidade deslizou pra entrada e ela se penetrou com cuidado, só a pontinha, depois o tronco firme, áspero, macio, e se deixou levar até sentir a dureza no fundo da xota e gozou tremendo de prazer com um gemido que abafou nos lábios. Infelizmente, seja pela textura do brinquedo novo, seja pelo frenesi com que se masturbou com ele, pegou uma infecção vaginal que deixou ela ardendo e dolorida por duas semanas, onde aloe vera e lavagens com chá de calêndula substituíram qualquer brincadeira gostosa. A experiência ruim não apagou a libido dela, mas deixou ela mais cuidadosa, e depois de pesar todas as alternativas vegetais possíveis, escolheu uma abobrinha grande, de formas arredondadas e casca lisa, que cobriu com uma camisinha roubada do irmão, pra evitar problemas maiores. Febril de desejo insatisfeito, se refugiou no estábulo, se deitou num monte de feno, levantou o vestido, tirou a calcinha, abriu as pernas e começou a se acariciar a buceta com a abobrinha, devagar, fantasiando com o peão, até que a umidade guiou ela pra entrada da xota e… um barulho assustou ela. O rapaz que cuidava dos cavalos do pai dela tinha deixado cair uma sela. Devagar, saiu das sombras onde se escondia, parou na frente dela e olhou nos olhos dela. Escusado dizer que, a partir daquele Bom, Guillermina não precisava mais de hortaliças, só dele, do pau dele, do anel no dedo e…, bem, do chicote dele.

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