Depois do que aconteceu com a Julia, nossa amizade ficou mais íntima e por isso conversávamos com mais frequência no WhatsApp. Tínhamos conversas de todo tipo e, principalmente, respeitávamos nossos tempos e famílias. Por causa do trabalho dela e do meu, e além disso porque os filhos dela ocupavam muito do seu tempo, era muito difícil marcar um encontro durante a semana. Tinha que esperar pelo próximo jogo.
Passaram-se duas semanas e chegou a hora de ir de novo ao campo. Era um sábado à tarde, o jogo era por volta das 5. Ao meio-dia, ela me manda uma mensagem dizendo que iria com um amigo, mas queria me ver depois do jogo. Ao chegar no campo, deixei o carro no mesmo lugar de sempre e avisei a ela. Entrei no campo sem saber se ela já tinha chegado, me posicionei mais ou menos onde sempre ficamos. Tinha bastante gente, então não fiquei procurando por ela. Depois de um tempo, recebo uma mensagem dela no WhatsApp com uma foto minha que ela tinha acabado de tirar, dizendo: "Para você saber onde estou". Aí eu procurei e a vi. De longe, nos cumprimentamos e cada um seguiu com suas coisas.
Ela me manda outra mensagem com uma foto ampliada do meu volume, dizendo: "Quero o que tem aí dentro dessa bermuda". Perguntei para onde ela queria ir e ela disse: "Vamos para a minha casa". Eu não entendi nada, porque ela mora com os filhos e a mãe. Perguntei e ela me respondeu o seguinte: "Minha mãe foi com meus filhos para a casa do meu irmão, então estou sozinha".
Ao terminar o jogo, esperei por ela no carro. Quando ela chegou, nos demos um beijo e partimos para a casa dela. Ao chegarmos, entramos e ela disse: "Espera aí, vou me trocar e já volto". Ela voltou usando apenas uma camiseta longa que mal tapava as pernas, e eu não conseguia parar de olhar. Ela se aproximou e nos beijamos com muita língua e muito tesão. Agarrei sua bunda e a puxei contra mim, e meu pau começou a endurecer. Minhas mãos percorriam seu corpo, e de repente ela diz: "Agora é sua vez de chupar". Então ela se virou, apoiou as mãos na parede e ergueu a bunda para que eu a chupasse. Me abaixei e procurei primeiro sua buceta e comecei a... lamber e morder de leve seu clitóris, depois também comecei a chupar seu cuzinho enquanto enfiava dedos na buceta, ela estava toda encharcada e gemendo, me pedindo mais, com as mãos empurrava minha cabeça contra sua bunda, depois meus dedos começaram a fazer seu trabalho tanto no cuzinho quanto na buceta, meu pau estava duro, me levantei e a penetrei na buceta e comecei a bombear, e ela também movia sua bunda pra frente e pra trás, praticamente gozamos juntos nessa transa e nos jogamos exaustos no sofá pra continuar nos beijando, e de repente ela diz "deita no chão", o que eu fiz, e ela colocou sua bunda na minha cara pra eu continuar chupando; essa situação fez meu pau ficar duro de novo, ela sentada como estava (às vezes tinha que levantar um pouco porque não conseguia respirar haha) começou a me masturbar enquanto eu aproveitava sua buceta e cuzinho ao mesmo tempo. Gozei na cara dela e bebi todos seus fluidos, ficamos deitados no chão os dois conversando, depois de um tempo comecei a ficar excitado de novo e ela percebeu e disse "mmmmm você ainda tá com mais vontade" e eu disse "sim, sempre quero mais" e começamos a nos beijar de novo e ela disse "onde você quer enfiar agora" isso foi um convite e eu disse "quero comer sua bunda" ela ficou de quatro, arrebitando bem a bunda, e eu comecei a chupar seu cuzinho e lubrifiquei com saliva e dedos até colocar a cabeça do pau na entrada e começar a enfiar devagar, ela gritava de prazer e pedia pra eu enfiar tudo, quando fiz isso ela disse "fica quieto, deixa eu me mexer" começou a se mover pra frente e pra trás e ficamos assim enquanto ela me dizia "amo pau no cuzinho" eu digo que estava pra gozar de novo e ela diz "goza na minha bunda" quando acabei comecei a chupar sua buceta de novo pra ela gozar, não demorou muito pra ela gozar. Depois disso estávamos os dois nus sentados no sofá nos abraçando, e ela me dizia que nunca imaginou viver isso comigo; eu disse que Aconteceu o mesmo comigo, mas fiquei feliz porque tudo aconteceu naturalmente, quase sem procurar. Talvez se tivéssemos planejado, não estaríamos nos divertindo tanto agora. Depois de um tempo, nos vestimos e, antes de sair, trocamos uns beijos ardentes dentro da casa dela. Quando saímos, nos cumprimentamos como duas pessoas normais, e eu fui embora bastante satisfeito.
Quinze minutos depois, ela me mandou um áudio no WhatsApp dizendo: "Você é a melhor coisa que me aconteceu, além de um grande amigo, é um amante excelente. Não quero te perder nunca."
Dois ou três dias depois, ela me contou que uma vizinha nos viu entrando e saindo da casa e contou para a mãe dela. Pensei que tudo ia desandar, mas ela disse que não. A mãe respondeu que me conhecia e que eu era mais bonzinho que pão, hahaha.
Jogamos mais algumas partidas sem conseguir nos encontrar, e depois o campeonato terminou. No seguinte, teve um jogo que não pude ir, e então veio a pandemia. Ficamos mais de um ano sem ir ao estádio. Este ano, já comprei meu abono e ela também, e combinamos de nos encontrar para nos divertir.
O mais curioso de tudo é que já saí com ela várias vezes para tomar alguma coisa, mas nunca perdemos o controle. Somos grandes amigos e melhores ainda como amantes. Este ano, mais do que nunca, mal posso esperar pelo começo do campeonato.
Passaram-se duas semanas e chegou a hora de ir de novo ao campo. Era um sábado à tarde, o jogo era por volta das 5. Ao meio-dia, ela me manda uma mensagem dizendo que iria com um amigo, mas queria me ver depois do jogo. Ao chegar no campo, deixei o carro no mesmo lugar de sempre e avisei a ela. Entrei no campo sem saber se ela já tinha chegado, me posicionei mais ou menos onde sempre ficamos. Tinha bastante gente, então não fiquei procurando por ela. Depois de um tempo, recebo uma mensagem dela no WhatsApp com uma foto minha que ela tinha acabado de tirar, dizendo: "Para você saber onde estou". Aí eu procurei e a vi. De longe, nos cumprimentamos e cada um seguiu com suas coisas.
Ela me manda outra mensagem com uma foto ampliada do meu volume, dizendo: "Quero o que tem aí dentro dessa bermuda". Perguntei para onde ela queria ir e ela disse: "Vamos para a minha casa". Eu não entendi nada, porque ela mora com os filhos e a mãe. Perguntei e ela me respondeu o seguinte: "Minha mãe foi com meus filhos para a casa do meu irmão, então estou sozinha".
Ao terminar o jogo, esperei por ela no carro. Quando ela chegou, nos demos um beijo e partimos para a casa dela. Ao chegarmos, entramos e ela disse: "Espera aí, vou me trocar e já volto". Ela voltou usando apenas uma camiseta longa que mal tapava as pernas, e eu não conseguia parar de olhar. Ela se aproximou e nos beijamos com muita língua e muito tesão. Agarrei sua bunda e a puxei contra mim, e meu pau começou a endurecer. Minhas mãos percorriam seu corpo, e de repente ela diz: "Agora é sua vez de chupar". Então ela se virou, apoiou as mãos na parede e ergueu a bunda para que eu a chupasse. Me abaixei e procurei primeiro sua buceta e comecei a... lamber e morder de leve seu clitóris, depois também comecei a chupar seu cuzinho enquanto enfiava dedos na buceta, ela estava toda encharcada e gemendo, me pedindo mais, com as mãos empurrava minha cabeça contra sua bunda, depois meus dedos começaram a fazer seu trabalho tanto no cuzinho quanto na buceta, meu pau estava duro, me levantei e a penetrei na buceta e comecei a bombear, e ela também movia sua bunda pra frente e pra trás, praticamente gozamos juntos nessa transa e nos jogamos exaustos no sofá pra continuar nos beijando, e de repente ela diz "deita no chão", o que eu fiz, e ela colocou sua bunda na minha cara pra eu continuar chupando; essa situação fez meu pau ficar duro de novo, ela sentada como estava (às vezes tinha que levantar um pouco porque não conseguia respirar haha) começou a me masturbar enquanto eu aproveitava sua buceta e cuzinho ao mesmo tempo. Gozei na cara dela e bebi todos seus fluidos, ficamos deitados no chão os dois conversando, depois de um tempo comecei a ficar excitado de novo e ela percebeu e disse "mmmmm você ainda tá com mais vontade" e eu disse "sim, sempre quero mais" e começamos a nos beijar de novo e ela disse "onde você quer enfiar agora" isso foi um convite e eu disse "quero comer sua bunda" ela ficou de quatro, arrebitando bem a bunda, e eu comecei a chupar seu cuzinho e lubrifiquei com saliva e dedos até colocar a cabeça do pau na entrada e começar a enfiar devagar, ela gritava de prazer e pedia pra eu enfiar tudo, quando fiz isso ela disse "fica quieto, deixa eu me mexer" começou a se mover pra frente e pra trás e ficamos assim enquanto ela me dizia "amo pau no cuzinho" eu digo que estava pra gozar de novo e ela diz "goza na minha bunda" quando acabei comecei a chupar sua buceta de novo pra ela gozar, não demorou muito pra ela gozar. Depois disso estávamos os dois nus sentados no sofá nos abraçando, e ela me dizia que nunca imaginou viver isso comigo; eu disse que Aconteceu o mesmo comigo, mas fiquei feliz porque tudo aconteceu naturalmente, quase sem procurar. Talvez se tivéssemos planejado, não estaríamos nos divertindo tanto agora. Depois de um tempo, nos vestimos e, antes de sair, trocamos uns beijos ardentes dentro da casa dela. Quando saímos, nos cumprimentamos como duas pessoas normais, e eu fui embora bastante satisfeito.
Quinze minutos depois, ela me mandou um áudio no WhatsApp dizendo: "Você é a melhor coisa que me aconteceu, além de um grande amigo, é um amante excelente. Não quero te perder nunca."
Dois ou três dias depois, ela me contou que uma vizinha nos viu entrando e saindo da casa e contou para a mãe dela. Pensei que tudo ia desandar, mas ela disse que não. A mãe respondeu que me conhecia e que eu era mais bonzinho que pão, hahaha.
Jogamos mais algumas partidas sem conseguir nos encontrar, e depois o campeonato terminou. No seguinte, teve um jogo que não pude ir, e então veio a pandemia. Ficamos mais de um ano sem ir ao estádio. Este ano, já comprei meu abono e ela também, e combinamos de nos encontrar para nos divertir.
O mais curioso de tudo é que já saí com ela várias vezes para tomar alguma coisa, mas nunca perdemos o controle. Somos grandes amigos e melhores ainda como amantes. Este ano, mais do que nunca, mal posso esperar pelo começo do campeonato.
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