Aniversário da mamãe gostosa

A primeira vez que consegui comer minha mãe com o consentimento entre aspas foi num dos aniversários dela. Eu tinha 14 anos, ainda tava na escola porque repeti o último ano. O aniversário dela foi numa sexta, e a festa foi em casa. Cheguei já no fim da tarde e vi que todo mundo já tava muito bêbado, tinha amigos da minha mãe e parentes. Desde que vi minha mãe bebendo, sabia que hoje eu ia comer ela bêbada de novo. Toda vez que ela bebia, no mínimo eu me masturbava com as mãos dela e gozava nos peitos lindos dela, ou, se tivesse sorte de ela beber demais e apagar, eu comia ela. Naquele dia, tudo indicava que eu ia conseguir comer, e eu tava muito empolgado. Tanto que não aguentei, entrei no quarto da minha mãe e, usando as calcinhas dela, me masturbei. Isso não tirou minha vontade, mas consegui esperar pacientemente. Já de noite, por causa da quantidade de álcool que minha família bebeu, começaram brigas e todo mundo foi embora, menos um cara que tava muito agarrado na minha mãe. Reparei várias vezes ele passando a mão na bunda dela, mas o sujeito tava tão bêbado quanto ela, tentando acompanhar a bebedeira. Minha avó me pediu pra levar minha mãe pro quarto e também o cara. Isso me deixou puto, mas tive que obedecer. Levei minha mãe no colo porque ela não conseguia ficar em pé, e o cara foi pior: acabei arrastando ele até um sofá que tinha no quarto e deixei ele lá. O imbecil tava muito bêbado, e minha avó me deu 2 comprimidos pra dar pra ele. Não sei pra que eram, mas peguei. Falei que ia dar com um chá, e minha avó disse que tava bem e foi pro quarto dela. Fiz o chá pra dar pra minha mãe e pro cara, mas quando entrei no quarto, minha mãe tava acordada e tava chupando o pau do sujeito. Só que o cara tava tão bêbado que não reagia, e minha mãe só repetia que queria pau, baixou as calças dele e continuou chupando o pau. Eu me escondi atrás da cortina da porta. Ela tirou o vestido e a calcinha fio dental como pôde, porque tava muito bêbada. começou a sentar no pau do cara, mas o pinto do sujeito não reagia, ela ficou puta, puxou a calça dele até o pau e se meteu na cama. Quando vi que ela já tava na cama, entrei e dei o chá pra ela, ela tomou como se fosse água, mesmo estando quente, e eu falei: "trouxe um pro cara, mas acho que ele não vai conseguir tomar". Ela, brava, disse: "seu idiota, deixa ele morrer". E se cobriu. Em poucos minutos, ela apagou, e como tinha deixado a bunda descoberta e só tava de sutiã, deixou tudo muito fácil pra mim. Mas primeiro, com uns cobertores, deitei o imbecil no chão de bruços e tapei a cabeça dele, pra se acordasse, me dar tempo de me esconder. Coloquei meu pijama e me meti na cama com minha mãe. Comecei a mexer nela pra ver se tava bem dormida e não reagia, então coloquei uma venda nos olhos dela, porque nas vezes anteriores ela tinha espasmos e abria os olhos, e eu ficava com medo de que acordasse. Tirei a calça do pijama, peguei o lubrificante da minha mãe e passei no meu pau. Peguei a mão dela e comecei a me masturbar com a mão dela, deixei a mão dela em volta do meu pau. Joguei um jato de lubrificante na minha mão e comecei a enfiar meus dedos na buceta dela. Tava muito quente, não sei se era porque ela queria transar e o filho da puta não comeu ela, mas parecia que o sangue da buceta dela tava fervendo. Com tanta estimulação na buceta, ela começou a gemer, e eu fiquei com muito, muito medo. Parei, e ela me chamou pelo nome do cara e disse pra eu não parar. Ela tava tão bêbada que pensou que eu era aquele idiota. Eu entrei na onda, mas com medo de que ela tirasse a venda. Ela repetia sem parar que tava muito quente e queria ser comida. Ela pegou no meu pau e começou a me masturbar. Eu tava muito excitado, mas preocupado que ela tirasse a venda, e foi quando vi o vestido dela em cima da cama. O vestido tinha uma fita, que peguei pra amarrar os olhos dela. Minha mãe tava tão quente que nem percebia que só gemia e não falava nada. Ela adorou a ideia de ter os olhos vendados e Gemendo, ela me pediu pra meter. Eu não hesitei nem um segundo e virei ela, coloquei um travesseiro na barriga dela pra levantar a bunda e meter, peguei as mãos dela e levei pra parte de baixo das costas pra ela abrir as nádegas e receber meu pau. Ela ficou com o rosto esfregado no colchão, sentia meu pau pulsar como se fosse explodir e comecei a esfregar minha glande em toda a buceta dela. Minha mãe gemia muito gostoso, como se estivesse soluçando, e aquele gemido delicioso era abafado no tecido do colchão. Ela tava muito molhada, minha mãe, e meu pau parecia ser sugado pela buceta dela, porque enquanto eu esfregava, a cabeça do meu pau entrava por segundos e ela soltava um gemido e pedia pra eu meter. Enquanto eu fazia isso, ela começou a enfiar os dedos no cu. Minha mãe adora sexo anal. Peguei o vestido dela, limpei meu pau e passei um pouco na buceta dela. Ela, surpresa, me perguntou por que eu fiz aquilo. Imediatamente depois de perguntar, meti meu pau meio lubrificado e senti a buceta dela se contrair. Isso fez ela dar um grito que abafei colocando minha mão na boca dela, e ela começou a tremer. Ela tentava falar, mas eu não parava de bombar meu pau dentro dela. Sentir a buceta dela chupando meu pau era delicioso, e eu não podia acreditar que tava comendo ela acordada. Meti menos pela buceta vendo ela enfiar os dedos no cu e abrir as nádegas, me convidando pra entrar. Minha mãe se levantou, colando as costas no meu peito, e eu abracei ela enquanto dava empurrõezinhos, porque a bunda enorme dela não me deixava continuar enfiando na buceta. Ela pegou minha mão e colocou nos peitos dela, que estavam presos no sutiã. Rasguei o sutiã pra ter os peitos nus nas minhas mãos. Enquanto massageava os peitos dela, meu pau saiu, e minha mãe, desesperada, procurou ele entre as pernas dela e redirecionou pra buceta de novo, guiando cada penetração com os dedos pra não sair mais. Eu não aguentava mais, peguei o queixo dela, coloquei no meu ombro e beijei ela. Não parei de beijá-la até ouvir uns esguichos que fizeram meu pau escorregar pra fora, molhando minhas pernas e o pau. Minha mãe levou a mão até a buceta dela, pegou o próprio fluido e levou à boca, me pedindo mais. Ela pegou meu pau de novo e guiou até a buceta dela, querendo continuar sendo comida pelo meu pau, mas eu queria que ela me chupasse. Saí de trás dela, peguei o cabelo dela e puxei a cabeça dela com força na direção do meu pau. Minha mãe pedia pra eu comer ela, mas eu esfregava meu pau molhado na cara dela, e quando ela tentava se levantar, eu puxava de novo. Minha mãe não parava de pedir meu pau na buceta dela, mas eu queria que ela me chupasse, igual ela chupava o filho da puta. Peguei meu pau e enfiei na boca dela, comecei a foder a cabeça dela e só tirava pra ela respirar. Rapidinho, não era mais eu que controlava o ritmo — ela começou a chupar meu pau tão gostoso, parecia que a garganta dela não tinha fundo, e ela esticava a língua roçando minhas bolas. Tirei meu pau da boca dela, puxei ela pra perto e beijei. Vi que o rosto dela tava coberto de saliva, era uma delícia, e pra deixar mais excitante, ela pedia pra eu meter. Deitei ela de costas e me posicionei por cima. Ela me envolveu com as pernas, pegou a haste do meu pau e guiou até a buceta dela. Enquanto eu penetrava, beijava ela e abafava os gemidos dela com meus beijos. Me matava de curiosidade saber o que aconteceria se ela descobrisse que quem tava comendo ela era o filho, e não aquele cara. Quase tirei a venda, mas não tive coragem. Me levantei admirando minha mãe de pernas abertas, com a buceta molhada e o rosto cheio de saliva. Levantei as pernas dela e peguei as mãos dela pra ela abraçar as próprias pernas. Cuspi no meu pau pra lubrificar mais, não precisava, mas ela sacou na hora que eu ia comer o cu dela. Vi ela se abrindo e fechando, ansiosa pra eu meter. Ela soltou as pernas, abriu as nádegas. Comecei a enfiar o pau, e minha mãe me puxou com as pernas, enfiando tudo de uma vez, soltando um gemido delicioso. Comecei a penetrar o cu dela, mas por causa da posição, as bundas dela não deixavam eu meter tudo. Tirei e deitei do lado dela, puxei ela pra cima de mim. Ela subiu na hora, cuspiu nos próprios dedos, lubrificou mais o cu dela e enfiou meu pau de novo. Ela me montou por uns 10 minutos, depois deitou no meu peito e começou a me beijar, enquanto eu continuava bombando meu pau no cu dela. Aos poucos, senti que ela foi relaxando e apagou, hahaha, não sei se foi pelo esforço, pelos remédios ou se já tava muito cansada, mas ela ficou ali em cima de novo, à minha disposição. Ajeitei ela em posição fetal na beirada da cama, deixando a bunda dela pra fora, e continuei comendo aquele cu. Metia no cu dela e depois passava pra buceta, comi ela por mais meia hora. Quando senti que ia gozar, coloquei ela de novo em posição fetal, mas dentro das cobertas, de conchinha, e gozei no cu dela. Não conseguia parar de sentir o calor do corpo dela, e só tirei meu pau quando ele murchou. Quando tirei, começou a escorrer minha porra. Limpei meu pau enfiando na boca aberta dela e fiquei enfiando meus dedos no cu dela por um tempo, até a porra começar a secar. Limpei tudo, me vesti de novo e deitei do lado dela. No dia seguinte, acordei tarde, já tava sozinho na cama, não tinha ninguém. Saí pra sala porque ouvi minha mãe, e quando saí, ela me encarou e mandou eu sentar pra comer, já que era tarde. Começou a falar que o cara foi embora cedo, que tava tão bêbado que mandaram ele de táxi, e ele disse pra minha avó: *"O mais triste é que ela não me deu de comer antes de eu ir"*. Quando ela falou isso, me olhou e sorriu. Depois de um tempo, confessei pra minha mãe que fui eu que comi ela, e não o cara. Ela disse que percebeu, não na hora da foda, mas o cara tava morto de álcool e, além disso, eu tava fedendo a lubrificante, hahaha. Eu achando que era um expert comendo ela escondido, e ela me descobriu por detalhes.

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