Férias com uma trans mulata gostosa (1)

Olá a todos e todas. Pra quem quiser, pode ler os dois contos anteriores onde conto como conheci a Martina, como ela me iniciou eu e meu amigo, e quando eu me transformei na Flor e meu amigo Lucas no Cande. Veja: "Vizinha transexual mulata me desvirgou eu e meu amigo" e "2 garotinhos se transformam em 2 gostosas putinhas". Pra quem não quer ler, deixo um resumo desses dois contos e depois a história continua pra vocês economizarem as leituras anteriores. Esse conto é longo, mas vale a pena. Inclui muitas cenas de sexo nas férias que aproveitei junto com a mulata, uma amiga transexual dela e vários amantes ocasionais que tivemos nesses dias.
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Resumo
No último ano do colégio, uma garota transexual se mudou pro meu prédio chamada Martina. Alta (1,80), mulata, ombros largos, olhos verdes, uma bunda e pernas potentes de infarto e, melhor de tudo, uma pica preta de mais de 20 cm e bem grossa. Naquela época, eu tava confuso com minha sexualidade, tinha me masturbado pensando na pica do meu amigo e colega de colégio Lucas, com quem já tinha trocado umas punhetas. Assim que vi a Martina, fiquei muito curioso e, depois de algumas semanas, começamos a nos conhecer. Com a desculpa de que ela me ensinaria inglês, fui no apartamento dela, que ficava embaixo da minha casa, e foi a primeira vez que chupei ela. Até aquele momento, eu era virgem, nunca tinha ficado com ninguém além de uns amassos com namoradinhas da adolescência. Depois desse primeiro encontro, a Martina desvirginou meu cuzinho apertado. Custou, doeu, mas ela era uma expert. A partir daí, virei seu jovem amante e ela me comia uma ou duas vezes por semana.

Meu amigo Lucas era um gato, de 1,70 de altura, loiro, pele branca, rostinho bonito e um físico normal. Tinha pernas bonitas e uma bunda redonda com umas nádegas lindas. Quando viu a Martina, também ficou impactado e, desde aquele dia, me enchia o saco pra conhecê-la. Ele não sabia de nada do que rolava entre a gente, mas um dia a Martina me convidou pra Um bar gay e chamei o Lucas pra vir comigo. A mulata percebeu que o loiro tava morrendo de vontade de ficar com ela e seduziu ele, depois convidou nós dois pro apartamento dela. Pra que se contentar com um bunda virgem se podia ter dois? Assim como comigo, Martina desvirginou o Lucas naquela noite e depois eu comi meu amigo e ele fez o mesmo comigo. Apesar de um tempo de estranhamento com meu amigo Lucas, porque nenhum de nós queria aceitar o desejo, a gente continuou frequentando a casa da Martina, que continuou nos comendo. A relação com o loiro começou a relaxar quando nós dois confessamos que tínhamos curiosidade de nos vestir de menina. Naquela tarde, ele me ajudou a depilar completamente e a experimentar a calcinha da irmã dele. A gente transou freneticamente e começamos a usar fio dental. Um dia a gente apareceu assim quando tava com a Martu, que começou a falar com a gente como se fôssemos meninas e nos incentivou a ir mais longe. Junto com uma amiga cross dela chamada Paula, de uns 40 anos, alta (mais de 1,80), magra e bem feminina, com umas pernas e uma bunda linda, elas nos ajudaram. As duas nos maquiaram e vestiram, e assim as quatro meninas passamos uma tarde gostosa de prazer. Na intimidade com elas, passei a ser Flor e meu amigo escolheu ser Cande. Nós quatro fomos uns dias pra uma cidade turística onde um amigo da Paula tinha uma casa e, pela primeira vez, Cande e eu saímos vestidas de menina pra uma balada gay. Cande foi pra casa de um cara e, com a Martu, fomos com dois caras terminar a noite. Foi minha primeira vez com um homem e uns dias incríveis junto com minhas amigas. Embora eu tivesse decidido ser uma tv de armário, nascia algo novo em mim e eu sabia que ainda tinham muitas aventuras pela frente com Martu, Cande e Paula. -------------------- Depois desses dias, voltamos pra cidade e a Paula ficou na casa do amigo dela. Martu me propôs irmos de férias pro litoral, mas era muito difícil. Eu tinha que ir com minha família pro Brasil e, se não aceitasse, a opção era ficar em casa, já que não iam me dar dinheiro pra minhas minhas próprias férias, além de que ninguém podia saber com quem eu ia. Tudo era muito complicado, mas a Martu facilitava tudo. Ela sugeriu esperar minha família ir embora e depois "fugir" para o litoral, passar uma semana e voltar antes deles. Disse pra eu usar o dinheiro que me dessem pra ficar em casa nas férias, que ela pagava o apartamento com uma amiga de Buenos Aires que também ia, e a viagem a gente fazia no carro dela. Tudo se encaixava e eu podia curtir uns dias sem dar satisfação pra ninguém, e se eu me animasse, aparecer em público como garota — algo que eu desejava desde que a mulata me propôs a viagem. A Cande não conseguiu ir porque obrigaram ela a viajar com a família, então fomos nós duas. Minha família partiu, e a gente foi dois dias depois. Nesses dois dias, não fiz outra coisa senão ficar no apartamento da Martu transando com ela e com a Cande, que ainda estava na cidade. A Cande me deu umas roupas da irmã dela pra eu ir mais equipada, e consegui levar alguns shorts, calcinhas fio dental, biquínis, vestidos, saias e blusas. Algo pra ter naquela semana. O resto a Martu me emprestava. A viagem foi divertida, com a Martina eu me dava super bem e a gente ria pra caralho. Além disso, fizemos algumas paradas. Lá pela metade da manhã, já na estrada, falei pra minha amiga que queria me vestir de garota pra seguir viagem assim. Ela entrou numa estrada de terra no meio do campo e, bem tranquila, me maquiou. Depois coloquei uma calcinha fio dental branca com um shorts de tecido justo que deixava minhas pernas longas e torneadas bem à mostra e destacava minha bunda. Combinei com umas sandálias, uma regata azul claro e a peruca loira que a Paula tinha me dado. A Martu adorava quando eu me "montava", e a gente começou a se beijar no meio da estrada, paradas do lado do carro. Eu amava sentir os braços fortes dela percorrendo meu corpo e os lábios grossos envolvendo os meus. Me entregava completamente pra ela, e em minutos eu estava de joelhos com o pau dela na minha boca e a Martu com o vestidinho preto na cintura e a calcinha fio dental nos joelhos, me dando de mamar aquela rola grossa que ficava bem dura. Não demorou muito pra me colocar de costas com as mãos apoiadas no carro, minha calcinha fio dental e meu short nos tornozelos e minha bunda empinada recebendo a rola dela que entrava e saía do meu buraquinho com força. Depois de tantas fodas eu já tinha me acostumado e a mulata entrava com mais facilidade, mas nunca deixava de me fazer sentir bem cheia. Depois fiquei de quatro no banco do carro com a porta aberta e minha bundinha pequena pra fora pra mulata continuar me dando prazer. A brisa da manhã ao ar livre me excitou pra caralho e parece que a Martina também, porque ela me segurava com força pelas minhas cadeiras e me penetrava intensamente até encher minha bunda de bastante porra. Eu adorava quando ela gozava dentro de mim e ao tirar sentia aquele vazio e depois o sêmen escorrendo entre minhas nádegas. Eu não tinha gozado ainda, mas vimos um caminhão se aproximando ao longe, então decidimos nos vestir e seguir viagem. Durante o caminho ela me contou que a amiga que nos esperava na costa era uma garota trans que conheceu na Colômbia, mas que era argentina. Uma garota muito linda segundo ela, de personalidade forte mas muito generosa. O apartamento era alugado de um amigo dessa garota e era uma das poucas chances de alugar pra garotas trans, já que ninguém queria fazer isso. Com certeza os vizinhos iam chiar, mas elas já estavam acostumadas. Ao anoitecer chegamos na cidade. As duas estávamos muito cansadas da viagem e muito mais a Martu que dirigia. Chegamos num prédio a uma quadra da praia e avisamos a outra garota que abriu de cima. A cara do porteiro foi de cinema ao ver a Martina. Ela sempre gerava aquele olhar cheio de preconceito mas também de desejo. Tanto em homens quanto em mulheres. Cumprimentamos educadamente e subimos pro apartamento. Ao bater, uma garota abriu a porta. realmente preciosa, chamada Belén. Alta de 1,80 mais ou menos, cabelo castanho comprido e liso, pele morena, olhos claros e um corpo de matar com peitos grandes mas não exagerados, esbelta, quadris lindos e uma bunda operada espetacular. Com belas nádegas redondas e umas pernas longas e bem carnudas. Era realmente um espetáculo de mulher com traços muito femininos. Muito difícil alguém perceber que é transexual, mas impossível não chamar atenção. Além disso, seu sorriso safado era o melhor complemento. Ela estava vestida com uns shorts jeans e um top vermelho. Martu e Belén se abraçaram com muito entusiasmo e, depois de entrar no apartamento, nos apresentamos. Não conseguia parar de admirá-la, e ela percebia. Era educada comigo, mas quase me ignorava. Martu tinha me confessado que nunca tinha rolado nada entre elas. No geral, as duas eram bem ativas, mas já tinham compartilhado alguns caras e também mulheres. Algo que eu não sabia sobre os gostos da Martu, que me disse que no geral prefere ficar com caras, mas se sente bissexual, por isso adora meu lado feminino. Naquela noite, fomos dormir cedo. Eu dormi com a mulata, já que só tinha dois quartos, mas combinamos que, se ela quisesse ficar sozinha com alguém, eu dormiria na cama da sala. Naquela noite, só chupei aquela rola de ébano até ela gozar na minha boca, e depois ela retribuiu a gentileza. Depois dormimos abraçadas para recuperar as energias. Belén saiu pra festa, mas não a ouvimos chegar. No dia seguinte, acordamos no meio da manhã, tomamos café tranquilas com a Martu enquanto Belén ainda dormia. Nós fomos pra praia, que era perto do apartamento. Eu fui como garoto, porque não gostava de estar de garota sem minha peruca. A mulata estava impressionante como sempre, atraindo todos os olhares com sua maiô inteiro vermelho que marcava bem seus peitos e uma bunda linda. Muitos caras e minas olhavam, mas ninguém chegou pra falar com a gente. Foi uma manhã tranquila, ficamos um tempo na o mar e depois voltamos. Ao entrar no apartamento, ouvimos gemidos que vinham do quarto da Belén e como ela dizia pra alguém: "vai, segura essa tiny ass, igual as slutty. Tu não sabe como entra love" e assim continuava falando com alguém. A Martu sorriu. "Parece que alguém tá se divertindo", disse. E depois se aproximou pra me beijar. Eu sempre tava pronta pra fuder com ela e me entregava aos beijos e carícias intensas. Não demorou muito pra ela tirar meu biquíni e fazer o mesmo e me foder. Ela tava sentada com o cock apontando pro teto e eu sentada em cima dela cavalgando o cock. Amava essa posição porque entrava bem fundo e a mulata segurava minhas nádegas marcando o ritmo. Tava nessa quando a porta do quarto da Belén abriu. "Continua, continua" me disse a mulata e eu obedeci sem me virar. Me desconcentrei um pouco ao ouvir uma gargalhada da Belén e depois ela dizendo pra outra pessoa "que era amiga dela". De canto de olho vi que ela se despedia de um cara e depois falou pra gente "terminem tranquilas que vou tomar banho". A Martu me segurou pelas pernas e se levantou me carregando sem tirar o cock da minha buceta. Assim pendurada nela me comeu por uns segundos e depois me colocou na mesa de barriga pra cima com as pernas abertas e ela em pé continuava me fodendo com força. Me sentia muito aberta e o ritmo dela era rápido e profundo. Sentia que ia gozar sem me tocar, algo que só a Martu conseguia. Depois de uns minutos assim começou a jorrar esperma do meu cock que espirrava pra todo lado enquanto a mulata continuava me fodendo com força. O prazer de ter um orgasmo assim é intenso. Tava em êxtase quando senti que a Martu gozava dentro de mim uma porrada de esperma. Olhei pra ela com cara de prazer. Ela tava de olhos fechados, o corpo suado e a respiração ofegante. Aos poucos saiu de mim e eu fiquei uns segundos deitada em cima da mesa até a Belén sair do banheiro e eu trocar de lugar com ela no chuveiro. Ao sair, fiquei impactada com a beleza da Belén que vestia uma Roupão de seda que estava aberto e que, por momentos, deixava ver os peitos dela e, por outros, não. E por baixo, ela usava uma tanga branca muito sexy que contrastava com a pele bronzeada dela. Almoçamos as três juntas e rimos muito. Eu me sentia no céu estando com aquelas duas gostosas. No meio do almoço, Belén me disse: "Que bundinha linda você tem, vou pedir emprestada pra minha amiga" e as duas caíram na gargalhada. Eu sorri timidamente e baixei o olhar. Depois de almoçar, Belu sugeriu ir a uma praia um pouco afastada, onde se reunia todo o pessoal gay, transexual, etc. Tinha um quiosque com música até a noite. Não era permitido nudismo, mas muitos faziam mesmo assim ou iam transar nos arredores. Eu decidi ir como Flor e não entrar no mar. Queria me sentir assim publicamente naquele lugar onde ninguém me conhecia, então estreiei um biquíni preto com uma tanga por baixo que destacava minha bundinha, coloquei meus óculos escuros e minha peruca. Tava muito gostosa. Ao chegar no quiosque, fomos o centro de todas as atenções, principalmente por causa da Martu; a Belén muitos já conheciam de dias anteriores, mas não deixavam de admirar a beleza dela. O sol brilhava e a tarde era nossa. Belu nos apresentou uns conhecidos, entre os quais estava Jorge, um coroa de uns quarenta e poucos anos, grandão de uns 1,90, bom físico e bronzeado. Os outros caras também eram muito bonitos. Nos convidaram pra uns drinks e passamos a tarde juntos dançando e rindo. Notei que Jorge se interessava por mim, me perguntava um monte de coisas e dançava comigo. Ele me segurava pela cintura com as mãos fortes e eu me arrepiava. Tava muito nervosa, só tinha ficado com um homem e acompanhada da Martu. Mas aos poucos, com o álcool no meio, comecei a relaxar. Gostava de ser seduzida por aquele homem. Perdi Martu e Belén de vista enquanto continuava com Jorge. Nossos corpos estavam cada vez mais juntos, ele roçava minha bunda com as mãos, nossos rostos estavam muito perto até que nos entregamos a um beijo apaixonado. Me deixei levar. Sentia o pau dele crescendo contra meu corpo. Me sentia uma garota possuída por aquele macho, sem me importar com nada, enquanto ao nosso redor a festa continuava com dezenas de pessoas dançando e rindo. Ele sussurrou no meu ouvido se eu queria ir com ele até o carro. Tava muito excitado, e eu também. Ele me pegou pela mão e fomos pro estacionamento da praia. No caminho, avisei a Martu que tinha ido com o Jorge e que depois mandava mensagem.

Quando chegamos no carro dele, nos beijamos feito loucos e não demorou muito até eu ter o pau dele na minha boca. Ele gemia de prazer e acariciava minhas costas. Tinha uma bela rola, de comprimento normal e grossa. Nada comparado com a da Martu, mas eu amava. Sentia como ela tava dura dentro da minha boca, precisava dela dentro de mim. Coloquei uma camisinha com a boca e montei em cima dele, ele puxou minha calcinha fio dental e, aos poucos, fui enfiando o pau dele no meu cuzinho, pra depois começar a subir e descer. Fiz devagar, sentindo o pau quente dele dentro de mim. Jorge gemia, e eu também. Meus gemidos de garota aceleravam. Jorge me beijava e segurava minha bunda pequenininha, dizendo que amava, que queria gozar. Sussurrei no ouvido dele que queria o gozo dele na minha boquinha. Ficamos assim por uns minutos. Agora o ritmo tava mais acelerado e profundo. As mãos fortes dele na minha cintura faziam eu cravar o pau dele fundo. Ele avisou que ia gozar, e eu saí de cima dele, me sentei de novo no banco do carona pra chupar o pau dele de novo, que tava inchado, com todas as veias marcadas. Daí a pouco, os gemidos grossos dele aumentaram enquanto ele jorrava o gozo dentro da minha boca. Foi muito e grosso. Tentei engolir tudo. Amo a sensação quando aquele líquido quente e viscoso desce pela minha garganta. Continuei chupando até limpar. Já tava entardecendo. Olhei meu celular e tinha uma mensagem da Martu avisando que estavam voltando. Queria mais, mas preferia voltar com elas. Falei pro Jorge que tinha que ir, demos um beijo e fui pro carro delas. encontro das minhas amigas. Maneira muito gostosa de começar as férias. Jorge foi embora e quando encontrei minhas amigas, elas riram um pouco de como eu era "fácil", mas eu adorava me sentir assim. Ao chegar no apartamento, a gente tomou banho, jantou e a Belu sugeriu ir a um bar da moda, do mesmo estilo que o da praia. Tomamos umas cervejas e começamos a nos produzir. A Martu me ajudou com a maquiagem e eu vesti um vestido vermelho bem colado no corpo, que mal cobria minha bunda pequena e deixava minhas pernas à mostra. As três estávamos muito gostosas: a Belén com um vestido prateado soltinho e bem curtinho, e a Martu com uns shorts pretos bem apertados e um top combinando. Nossa amiga era conhecida no meio, cumprimentava muitos caras e garotas transexuais. Eu estava mais solta, um pouco por causa do álcool e outro pouco porque estava com tesão. A tarde com Jorge tinha me deixado excitada e eu queria de novo uma rola na minha bunda pequena e poder gozar. A verdade é que eu morria de vontade de ficar com a Belu, mas naquela noite ela estava cheia de pretendentes. A mesma coisa com a Martu, que desde que chegamos foi cercada por vários caras. As três estávamos tomando drinks com uns caras, e um em especial me encarava. Era um loiro de altura mediana, corpo bonito, entre 20 e 30 anos. Ele começou a falar no meu ouvido, e a Martu e a Belu olhavam de canto e sorriam. Elas eram mais sutis com os caras, ignoravam eles. Eu não tinha experiência: se alguém me interessava, eu facilitava as coisas. Fiquei conversando com ele, ele falava no meu ouvido enquanto a gente continuava bebendo. Eu tinha perdido minhas amigas de vista. O cara, que se chamava Luis, era muito simpático, me fazia rir e, aos poucos, me tocava com as mãos, apoiando elas na minha cintura. Não demorou muito até a gente começar a se beijar. Sentir as mãos dele acariciando minhas pernas por dentro, perceber como ele ia subindo até quase chegar na minha virilha, fez com que eu começasse a ficar dura por baixo do tecido da minha calcinha fio dental. Eu adorava como ele me beijava no pescoço, era muito suave. Eu levei minha mão até o volume dele e Eu sentia ele duro por baixo da calça. Ele tomou a iniciativa e me disse pra ir pra outro lugar. Mal tinha passado uma hora desde que a gente chegou e eu já tava indo embora com outro cara. Antes de sair, procurei a Martu pra me dar as chaves do apartamento pra ficar tranquila com o Luis, e ela disse que, se a gente não se importasse, voltava com a gente porque tava entediada, que ficava na cama da sala e a gente podia ficar no quarto. Nós três voltamos juntos, Martu e Luis se deram super bem na hora. Chegando, tomamos umas cervejas e continuamos conversando entre nós. Eu percebia que o Luis olhava encantado pra minha amiga, e a mulata seduzia ele, sorria pra ele. Eu não sabia lidar muito bem com a situação, mas pra isso ela tava ali. Num momento, ela foi pro quarto e a gente ficou sozinha com o Luis. Começamos a dançar e nos beijar. Agora ele me tocava de um jeito mais descarado. Levantava meu vestidinho e pegava na minha bunda. Eu tava entregue. Nisso, a Martu saiu do quarto e eu quase fiquei de pedra quando vi ela com um conjunto de lingerie de meia, uma calcinha fio dental de renda e um sutiã combinando. Ela se aproximou sorrindo, e tanto eu quanto o Luis ficamos paralisados diante de tanta beleza. A pele mulata e perfeita dela, as coxas bem torneadas, tudo era lindo na Martu. Ela se colocou entre nós, nos abraçando pela cintura, e começou a beijar o Luis e depois eu. Beijou o Luis de novo, e eu aproveitei pra me abaixar entre os dois. Comecei pelo Luis, tirando a calça e a cueca dele. Tava ansiosa pra meter uma pica na boca. Ele tava bem duro e era parecida com a minha, uns 17cm, bem grossa e com uma cabeça grande, tudo depilado. Sem hesitar, comecei a masturbar ele, arrancando um gemido. As mãos fortes da Martu acariciavam a bunda dele enquanto eu chupava a pica dele. Mas a mulata também queria meus serviços e puxou a vara preta dela por um lado da calcinha fio dental pra me dar de mamar. Era irresistível, e eu comecei a chupar ela como se minha vida dependesse disso. Em segundos, senti como se Luis se ajoelhava do meu lado pra me acompanhar na tarefa. Nós dois começamos a chupar ela juntos, tava ficando bem dura, dava pra sentir que tava muito tesuda. Minha amiga me chamou pra levantar e a gente começou a se beijar. Luis levantou meu vestidinho até a cintura e puxou minha calcinha fio dental. Meu pau também tava bem duro e ele começou a chupar. Ele fazia muito bem, com bastante saliva, metia até o fundo e depois chupava o pauzão da Martu. Ficamos assim um tempão até que Martu nos levou pro quarto. Nós três távamos pelados, a mulata só tinha as meias e mais nada. Já na cama, Martu deitou de barriga pra cima enquanto eu chupava ela de quatro, com minha bucetinha pequena parada na beirada da cama. Luis se posicionou atrás de mim, em pé na borda da cama, lubrificou meu buraquinho com saliva e começou a me penetrar devagar. No começo ele ia suave. Me segurava pela cintura com uma mão e ia acelerando o ritmo, e com a outra mão tocava minha raba, falava que amava. Eu gemia enquanto continuava chupando o pau grande e grosso da minha amiga. Tava nas nuvens. Dava pra gozar a qualquer momento, mas queria segurar. Tava curtindo muito. Depois Luis me acompanhou pra continuar chupando minha amiga, mas eu fui atrás dele e chupei a raba dele, muito bonita e carnuda por sinal. Enfiei minha cara entre as nádegas dele pra passar a língua no cuzinho dele. Deu vontade de comer ele, então comecei a meter um dedo pra dilatar. Depois foram dois, até três. Dava pra ver que era bem apertadinho, mas aos poucos foi dilatando bem. Depois de colocar uma camisinha, me ajoelhei atrás dele e comecei a meter devagar. Dava pra ver que doía um pouco, ele me segurava com a mão. Mas foi se acostumando, eu deixava uns segundos pra ele se acostumar até que entrou tudo. Comi ele suave, Luis gemia enquanto engolia o pau da mulata que depois de um tempo se levantou e chegou perto de onde eu tava. O garoto sabia o que vinha e pediu pra ela ir com cuidado. Tirei ele e fiquei pra ajudar minha amiga. A camisinha tava muito apertada nele, quase estourando e só cobria metade da pica dele. Passei bastante lubrificante na pica dele e no buraquinho do Luis que já tava meio dilatado. Eu acariciava as costas dele, falava umas coisas no ouvido pra ele se excitar e relaxar. Contava como tava entrando, que ele ia sentir todo o calor daquele pauzão, que ele ia sonhar com aquela pica, que ia deixar tudo aberto igual um bom promíscuo. Luis suspirava enquanto a mulata ia entrando. Aos poucos ele foi se acostumando e a Martu começou a se mexer e dar umas palmadas na bunda dele. A primeira vez da pica da Martu na bunda é única e uma experiência irrepetível. Luis não parava de gemer. Depois a Martu virou ele e colocou as pernas dele nos ombros e comeu com mais força. Percebi que minha amiga tava perto de gozar e falei que queria tomar o gozo dela e mais uma vez ela me atendeu. Ela saiu de dentro do garoto, eu sentei na cama e comecei a chupar ela até que jorrou de dentro dela um gozo abundante que não parava de sair. Tentei engolir tudo. Os gemidos da minha amiga eram fortes, ela tava muito tesuda. Depois foi a vez do Luis, que ocupou o lugar da mulata pra eu chupar a pica dele até ele começar a gozar. Percebi que tava ficando viciada no gozo dos meus amantes, tinha a garganta cheia daquele líquido viscoso que ia descendo aos poucos. Nosso amigo ficou largado na cama, exausto, com a bunda bem aberta. A Martu, como boa amiga, me emprestou o cu mulato dela pra eu poder gozar. Na posição missionária clássica, comi ela por uns minutos enquanto nos beijávamos ternamente e nos abraçávamos. Precisava gozar e foi o que fiz dentro da bunda dela. Descarreguei muito gozo até ficar seca e me deitar entre minha amiga e o Luis, que não perdeu nenhum detalhe da cena. Mas a promíscua da Martu queria mais e se levantou, pedindo pro garoto limpar meu gozo que escorria do cu dela. Obediente e agradecendo pela noite de prazer que demos a ele, o Luis engoliu meu gozo enquanto a mulata dava uns tapas na cara dele. todo tipo de palavras quentes e humilhantes. Quando terminou, a Martu foi tomar banho e o Luís se trocou pra ir embora. A gente se deu um beijo carinhoso e ele foi. Depois, as duas banhadas, a gente transou de novo. Eu queria a pica da mulata no meu rabo. Num dia só, eu tinha levado três paus e muita porra, e isso que as férias tinham acabado de começar... No dia seguinte, a gente acordou tarde com a Martu. A Belém não tava, tinha mandado mensagem dizendo que ia ficar na casa de uns amigos e que a gente se encontrasse no parador que a gente tinha ido no dia anterior. Depois do almoço, a gente foi pra lá, mas a tarde foi tranquila, assim como a noite, que eu só transei com a Martu antes de dormir. A Belu também não saiu. Ela tinha ido pra "balada" na noite anterior. Com ela, eu tava começando a ter mais confiança, mas fora o comentário que ela fez no dia anterior, ela continuava indiferente pra transar comigo. No terceiro dia, a gente acordou cedo, tinha descansado bem. Fomos pra praia perto. Já dava pra ver as marcas da fio dental no meu bronzeado. A mesma coisa na parte de cima. Eu adorava, mesmo sabendo que ia ter que esconder muito bem quando voltasse pra casa. Nesse dia, decidi ir de biquíni, mas sem a peruca, porque tava a fim de entrar no mar e não queria usar outra roupa que marcasse minha pele de jeito diferente. Foi uma manhã tranquila na praia, com os olhares de sempre de todo mundo. Eu adorava como os caras e os homens héteros não paravam de admirar minhas amigas, e vários fixavam os olhos na minha bunda pequena. Aos poucos, comecei a entender que eu tinha um grande apelo pros homens e que podia seduzir quem eu quisesse. Era uma sensação nova pra mim. Até aquele momento, eu tinha sido muito submissa, me deixando levar por cada homem que me procurava, mas sem procurar ninguém. Depois do almoço no apartamento, a Martu deitou pra dormir um pouco e a Belu foi tomar banho. Eu fiquei na sala. Tava só de fio dental do biquíni. Quando a Belém... Saiu enrolada numa toalha, eu não conseguia parar de olhar pra ela. O corpo molhado, as coxas bronzeadas.
Belu: Tá gostando do que vê, né?
Eu assenti, meio nervosa.
B: Que safada que você é... mas tá com sorte, tô meio tesuda agora. Vem comigo.

Fomos pro quarto dela e no caminho ela deixou a toalha cair, me mostrando aquela bunda linda em todo seu esplendor, as nádegas bronzeadas com a marca da fio dental. Ela pediu pra eu fechar a porta e se virou, me mostrando a ferramenta dela já meio dura. Fiquei com água na boca.
B: Vem, putinha, chupa ela. Não vou te comer, mas quero gozar.

Ela se deitou na cama e eu comecei a devorar aquele manjar. Finalmente podia sentir aquela pica. Era grande, comprida igual a da Martu, uns 20cm ou mais, embora não fosse tão grossa, era bem larga com uma cabeça bonita. Relaxei a garganta pra tentar enfiar tudo pra dentro. Belém tava adorando. Ela tava escarrapachada, aproveitando meu boquete.
B: Como sua amiga te ensinou bem, você é uma puta mesmo.

Ficamos assim por um tempão. Minha mandíbula tava cansada, mas continuei no serviço. Ia adorar se ela me fodesse ali mesmo, e pedi. Belu tava muito tesuda, então aceitou.
B: Fica de quatro e empina essa bunda que vou encher ela de porra.

Não demorei, obedeci. Belém puxou minha fio dental, cuspiu no meu buraquinho e começou a entrar. Me preenchia igual a Martu, sentia ela bem quente dentro de mim.
B: Que cuzinho pequeno que você tem, bebê. Quer que eu encha ele? Empina bem, se mexe, come minha pica.

Em poucos minutos ela começou a gozar com gemidos fortes. Senti o leite quente dela dentro de mim. Foi diminuindo o ritmo até ficar parada e em silêncio. Ela tirou devagar e me deu um tapa.
B: Pronto, putinha, já pode ir que vou me trocar. Acorda a Martu pra gente ir pra praia.

Ajeitei a fio dental, acordei a mulata e fui me limpar, mas não resisti e provei a porra dela. Depois fomos as três pra praia, onde encontrei o Jorge de novo. No fim da tarde, a gente fodeu de novo no carro dele, mas Dessa vez pedi pra ele me masturbar enquanto eu montava nele. Depois do boquete na Belu, eu tava toda excitada. Cavalguei nele até gozar uma boa quantidade na barriga dele e fiz ele gozar na minha boca. Foi curto, mas gostoso, fiquei satisfeita. Naquela noite voltamos pro pub, mas não fui com nenhum cara. Só queria dançar, mostrar meu vestido, sentir o olhar de vários caras e beber. Acabei voltando sozinha, caminhando pela beira do mar enquanto amanhecia. A Belu tinha ido com um cara, mas não voltou pro apartamento, e a Martu voltou com um fulano, então eu deitei na cama da Belén. Acordei depois do meio-dia e minhas amigas estavam preparando o almoço. Elas me contaram as aventuras da noite anterior com alguns detalhes picantes, e fomos pra praia. Naquela tarde, nos afastamos um pouco da concentração de gente e deitamos pra pegar sol. Do nosso lado, tinha um casal que ficava nos observando. Imagino que admiravam a beleza das minhas amigas. Logo estávamos conversando, dividindo umas cervejas. Ela era uma garota de 20 anos, um rostinho muito doce com olhos azuis, magrinha com seios pequenos, pele branca e uma bundinha redonda e linda. Além disso, era muito sorridente. Chamava-se Julia. Ele era um cara de 29, moreno também de olhos claros, com um corpo trabalhado e depilado. Muito atraente. Braços fortes e todas nós reparamos na bunda linda dele que a sunga bem justinha no corpo deixava à mostra. O nome dele era Gustavo, e estavam de férias, parando numa casa perto. Se tivéssemos visto eles em outro contexto, não teríamos conversado nem reparado neles. Pareciam um casal hétero "perfeito", mas a situação era outra e os olhares cruzados aumentavam a tensão, e com minha pouca experiência, eu percebia que estava rolando um jogo sutil de sedução. A tarde estava terminando e o álcool aumentava. O casalzinho nos convidou pra continuar na casa que estavam alugando. Tinha piscina e churrasqueira pra fazer um churrasco. As As garotas hesitaram porque queriam tomar banho e trocar de roupa, mas a Julia convenceu elas a fazerem ali mesmo. Não dava pra cortar o clima e elas entenderam isso. Meia hora depois, estávamos na casa. Todas nós tomamos banho, mas a Julia não tinha roupa que servisse nas minhas amigas. Pra mim, ela emprestou uma tanga preta que ficou bem apertada e bem enfiada na bunda, e um shorts jeans folgado que serviu justo em mim e deixava minhas nádegas aparecendo na parte de baixo. Mantive minha peruca e coloquei uma camiseta solta. Já a Martu e a Belu ficaram de biquíni cobertas por um roupão, e assim comemos e continuamos bebendo. A Julia também tinha um shorts de tecido justo que marcava a bunda linda dela. Minhas amigas não tiravam os olhos dessa jovem. Em mim, ela despertava pouco, bem diferente do Gustavo. A Julia tava conversando com a Martu do meu lado, e com a Belu a gente tava falando com o Gus. A jovem era bem ousada por trás daquela imagem de menina boazinha e meiga. Eu ouvia quando ela perguntava pra mulata se era verdade o "mito" das pessoas de cor e o tamanho do pau. Não consegui evitar responder pela minha amiga pra garantir pra Juli que, nesse caso, o mito se cumpria perfeitamente. A garota ficou vermelha e sorriu. Elas continuaram conversando, e eu notei que a Martu tava falando umas coisas no ouvido dela, acariciando a perna dela. O Gus fazia o mesmo com a Belu e comigo. Era óbvio que aquela noite ia terminar em algo interessante e que aquele casalzinho tava disposto a experimentar sexo com a gente. Eu já imaginava que mais de uma vez eles tinham incluído outras pessoas, mas duvidava se já tinham feito isso com garotas trans. O Gus foi colocar música, e eu e a Belu admirávamos o torso nu dele; quando ele voltou, a gente começou a dançar os três. Quando virei pra ver minha amiga, a Juli tava sentada no colo dela, e elas estavam se beijando com carinho. O Gus segurava a gente pela cintura, a Belu já tinha tirado o roupão e tava de biquíni, mostrando o corpo lindo dela. O garoto sussurrou no meu ouvido se eu queria dar um beijo nele, e sem hesitei, mas aceitei. Mas ele não soltava a Belu e depois tentou com ela, se fundindo num beijo quente. Enquanto se beijavam, abracei ele por trás, acariciando o pacote dele que estava ficando duro. Um tecido fino separava minhas mãos da ferramenta dele. Belu abraçava ele pelo pescoço enquanto continuavam se beijando, e ele colocou as mãos na bunda da minha amiga. Olhei pra onde minha amiga estava e a ação já tinha começado. Ela estava de pé com o roupão aberto e a tanga do biquíni nos joelhos, e Julia estava ajoelhada tentando chupar a rola dela. As proporções da rola da Martu na boca daquela garota faziam ela parecer ainda maior. Eu tirei o shorts, ficando só com a tanga que a Juli tinha me emprestado. Gus me beijou de novo e agora agarrava minha bundinha com vontade. Eu coloquei a mão por baixo do shorts dele pra sentir a rola. Estava dura e quente. Era grossa, de bom tamanho, mas menor que a do Belu e da Martu. Parecia muito apetitosa. Belu foi até onde estavam as outras garotas, se colocando ao lado da Martu e tirando a tanga, deixando a rola dela meio de fora. Juli soltou a da mulata, sorriu e depois mordeu o lábio inferior como mostra de desejo, e de forma suave começou a lamber e chupar a rola da Belu, que crescia dentro da boca dela. Eu admirava essa cena com o tronco apoiado na mesa e a minha bunda à disposição do Gus, que tinha me colocado nessa posição e estava ajoelhado atrás de mim. Ele tinha puxado minha tanga de lado e estava me dando um beijo quente no meu buraquinho. Ele fazia muito bem, abrindo minhas nádegas, passando a língua ao redor, mordendo de leve minhas bochechas. Eu empinava a bunda em sinal de aprovação e gemia baixinho. Ansiava pela rola do Gus na minha bunda, estava muito excitada, e parece que ele leu minha mente porque se levantou atrás de mim e esfregou a rola entre minhas nádegas. Eu sentia ela quente, queria ela dentro de mim. Enquanto isso, Julia continuava aproveitando o banquete com aquelas duas rolas à disposição, chupando elas alternadamente. Depois ela se levantou e beijo minhas amigas. Martu tomou a iniciativa, tirou o short dela e a colocou na mesa. Ficamos as duas apoiadas, com nossos rostos frente a frente. Martu arrancou a calcinha fio dental dela de uma vez, colocou saliva no pau dela e enfiou na buceta da Julia, que fechou os olhos de prazer enquanto começava a receber o picaço da Martu. Ela colocou uma das pernas em cima da mesa pra mulata foder ela com mais facilidade. Eu imitei e senti o pau de Gus na entrada do meu cuzinho, que foi se abrindo caminho com facilidade. Eu tinha lubrificado bem meu buraquinho. As duas gemíamos recebendo pica. Adorava como aquele pau quente se sentia na minha bunda, a situação toda me excitava. Depois de alguns minutos nessa posição, Gus me colocou em cima da mesa de barriga pra cima, com meu cuzinho na borda. E Belu, que estava esperando, fez o mesmo com a Juli. Ficamos as duas com nossos corpos e rostos colados. Nos olhamos em êxtase e nos beijamos enquanto o namorado dela me penetrava e ela recebia a ferramenta de Belu na boceta. Nessa posição, a jovem teve o primeiro orgasmo dela. Os gemidos dela se afogavam na minha boca enquanto nos beijávamos. Belu continuou fodendo ela e Martu pediu lugar pra Gus pra me foder. Ela me segurou pelas pernas e começou a me penetrar com força. Tudo se abria dentro de mim. Lá estávamos nós duas, com as pernas abertas entrelaçadas, nos beijando enquanto nossos amantes nos detonavam. Gus se colocou atrás de Belu, apoiando o pau entre as nádegas dela enquanto ela fodía a namorada. Ele sussurrou algo no ouvido dela e Belu se virou, saindo da garota e se beijando com Gus. Martu, vendo ela sozinha, pegou nós duas pela mão. Juli foi buscar um colchão e colocou no chão pra ficar mais confortável. Eu fiquei de quatro, empinando a bunda, e ela subiu em cima de mim, colocando nossas duas rabinhas à disposição da mulata, que começou a comer a gente alternadamente. Eu pelo cuzinho e ela pela boceta. Juli sussurrava no meu ouvido que também queria aquela pica preta na bunda, mas não era tão puta quanto eu, que não ia dar pra ele. Foi assim que a Martu nos teve por um tempo, até que pediu pra gente chupar ela, que queria dar o gozo pra gente. Quando a gente se levantou pra obedecer, viu a Belu montando na pica do Gus. Era lindo ver aquela bunda perfeita quicando na pica do moreno. Eu e a Juli focamos em chupar a pica da Martu, que tava no auge. Dura, com todas as veias marcadas, prestes a gozar. A gente se ajoelhou esperando o esperma que não demorou a chegar. Os gemidos grossos da mulata acompanharam fortes descargas de gozo que ela distribuiu bem entre minha boca e a da novinha, embora bastante caiu nas nossas caras. A gente se fundiu num beijo quente, dividindo o gozo. Mas não foi só isso. As duas tavam muito taradas. Tirei a calcinha fio-dental e a Juli montou na minha pica, que tava bem dura. Era a primeira vez que eu penetrava uma mulher. Adorei a sensação de meter minha pica naquele buraco quente, molhado. Nossos movimentos eram frenéticos, com minhas mãos agarrando a bundinha perfeita e macia dela. Eu não ia aguentar muito mais. A Julia gemia, atingindo o segundo orgasmo, e meu gozo começava a inundar o interior da buceta dela. O corpo dela caiu exausto em cima do meu, e a gente ficou assim por uns segundos. Me levantei pra ir ao banheiro e adorei o que vi. O Gus tava curtindo com a pica da Belu na boca, enquanto ela chamava a namorada pra ver como o macho dela tava engolindo o gozo. A Martu tava deitada num sofá, e eu continuei meu caminho até o banheiro, sentindo minha bundinha bem aberta ao andar e meu corpo relaxado depois de um orgasmo maravilhoso com a Juli. Quando voltei, um por um foi se lavar enquanto a gente continuava bebendo. A Belu tinha gozado, mas queria mais daquele garoto. Dava pra ver que queria foder ele, beijava e agarrava a bunda linda e bem redonda dele. Dizia que "sempre tem uma primeira vez", o garoto sorria e a Julia incentivava ele a experimentar. A Martu disse pra garota que ela também tinha que provar o pau dele no cuzinho dela. A novinha sorriu safada e pediu pra ele ir com cuidado. As brincadeiras de palavras continuaram por um tempo até o clima esquentar de novo. Os beijos entre Belu e Gus levaram os dois pro colchão, e ele ficou deitado de barriga pra baixo enquanto nossa amiga explorava o interior das nádegas dele com a língua. Juli começou a chupar o pau de Martu, que crescia aos poucos. Ela tinha se ajoelhado no chão enquanto a mulata continuava no sofá. Eu comecei a brincar com a bunda da garota. Chupava e descia até a buceta dela. Era a primeira vez que sentia o gosto de uma buceta, não sabia muito bem o que tava fazendo, mas a Belu gostava. Me invadia o cheiro de mulher que até então eu nunca tinha sentido. Com minha língua, umedeci o buraquinho dela e enfiei um dedo. Juli se virou me olhando com os olhos cheios de prazer. Claramente não era a primeira vez que um pau ia entrar no cuzinho dela, mas eu tinha certeza que ia ser a primeira vez de um tamanho desses. Martu: prepara bem o cuzinho dela, bebê, quero que entre inteiro. Julia continuava chupando, e Belu também, trabalhando a bunda do Gus. Enquanto isso, três dos meus dedos estavam entrando no cuzinho da Julia, que se abria sem dificuldade. Olhei pra minha amiga e pisquei, sinalizando que o trabalho tava quase pronto. Martu se levantou com o pau bem duro, chamou a Juli pra se levantar e foram até onde estavam Gus e Belu. A putinha queria comer o casalzinho junto com a amiga. Os dois ficaram de quatro no colchão, com os corpos colados. Eu fui pra não perder nenhum detalhe. Belu começou a penetrar ele devagar. Quando a cabeça entrou, Gustavo soltou um gritinho de dor. Belu pediu pra ele relaxar, acariciou a bunda dele, tirou o pau e tentou de novo. Martu fez o mesmo, mas avançou sem problema. A cabeça já tinha entrado e ela jogava lubrificante, muito, no pau dela. A grossura do tronco não era fácil de assimilei que devia estar bem lubrificado. Começou a avançar. Era um espetáculo ver como aquela ferramenta preta ia penetrando a bucetinha apertada da jovem. Julia gemia, gritava. Expressava o gostoso que estava sentindo, pedia pra ele "arrebentar o cu dela", que a levasse ao orgasmo. A mulata se empolgava, agarrava com força a bunda apertada dela enquanto continuava entrando. Belu tinha mais dificuldade, mas conseguiu entrar na bunda de Gus. Já estava dentro e, aos poucos, com paciência, foi abrindo ele. B: "já não é mais virgem de cu, meu amor. Olha, puta, olha como eu arrebento a bunda do viado do teu namorado. Agora ele vai pedir pica o tempo todo." J: "isso, puta, dá muita pica que ele adora. Mas depois dá pra mim também." O clima era muito quente. Martu já tinha começado a meter e tirar na bunda de Julia com mais ritmo, e Gus ia se acostumando. Eu tava excitado e me coloquei na frente da Juli pra ela me chupar, e depois fiz o mesmo com Gus. Nessa altura, Belu entrava e saía da bunda dele e dava tapas fortes. B: "assim, viado, mexe essa bunda promíscua." Vi como a mulata e a Belu trocaram olhares. Tinha chegado a hora da troca. Belu entrou com facilidade na bunda da Juli, mas a Martu teve mais dificuldade. Ela tirou e passou bastante lubrificante, aplicou no buraquinho do Gus e começou a penetrar ele. Ele chiava, mas se mexia. Dava pra ver que começava a gostar. Minhas duas amigas estavam penetrando a bundinha daquele casal enquanto me chupavam alternadamente. Depois, Juli pediu pra ser comida pelas duas, então Martu deitou de costas e a jovem montou naquela pica preta, enquanto Belu se posicionou atrás pra penetrar ela pelo cu. Os gritos de prazer da Julia deviam ter sido ouvidos na quadra inteira. Eu me dediquei a chupar o Gus e, quando ele ficou bem duro, sentei ele no sofá e comecei a montar. Pulava em cima da pica dele enquanto ele me agarrava com força pela bunda apertada. Nós dois estávamos muito excitados. O moreno olhava como fodia a namoradinha dele. que recebia esses dois paus. Eu cavalgava nele e me masturbava. Não aguentei muito mais e gozei no peito dele, mas continuei montando até que ele encheu minha bunda de porra. Julia deve ter tido vários orgasmos durante essa dupla penetração, e primeiro Belu gozou na bunda dela, depois Martu na pussy. A garota ficou exausta no colchão enquanto minhas amigas se levantavam e começavam a beber relaxadas. Juli estava com um sorriso enquanto o corpo dela ainda tremia em espasmos de prazer. Martu e Belu começaram a pegar as coisas delas para irmos. Eu fiz o mesmo, demos um beijo carinhoso no Gus, cada uma. B: bombom, se esses dias quiserem mais pica, avisem. Adorei sua bunda. Julia se levantou para se despedir e foi tomar banho no chuveiro. No caminho de volta, minhas amigas não pararam de relembrar detalhes desse casalzinho gostoso. Chegamos no apartamento e fomos descansar. Tinha sido uma noite intensa, cheia de prazer como todos os dias dessas férias. Essa história continua na parte 2...

1 comentários - Férias com uma trans mulata gostosa (1)

Que buen relato. Ojalá puedas subir algunas fotos