Tudo começou uma semana depois que decretaram quarentena. O filho do nosso vizinho ficou doente e pediu pra minha mãe aplicar uma injeção, já que ela tinha feito uns cursos {minha mãe era mediana, 1,65 de altura, peitos grandes como melões, um quadril e uma bunda bem cuidados, cabelo preto liso, 38 anos. Meu irmão com 18, meu pai com 40 e eu com 16, recém-feitos}. Minha mãe perguntou pro meu pai, e ele recusou na hora. Quando eu tava passando pela sala, ela me alcançou e falou: "Vem comigo", e disse: "Me ajuda a pular a cerca do lado". Eu concordei, coloquei umas caixas e pulei pra receber ela do outro lado. Quando ela passou, a saia dela prendeu, e naquele momento eu pude ver a calcinha vermelha dela com uns pelinhos pubianos aparecendo pelos lados. Bom, continuando: recebi ela, e rapidamente o vizinho abriu a porta e nos deu o remédio e a seringa pra preparar tudo enquanto trazia o filho pequeno dele, de 8 anos, que parecia exausto. Quando ele deitou, minha mãe aplicou a injeção e a gente foi embora na hora. Quando a gente tava entrando pela porta do jardim, meu pai e meu irmão estavam nos esperando, e meu pai borrifou álcool em nós e disse que ia nos colocar em quarentena no quarto dele. Ele nos trancou até que viesse alguém pra fazer o teste. Quando nos trancou, disse que traria qualquer coisa que a gente quisesse e que não saíssemos, que usássemos o banheiro dele. Bom, minha mãe falou, e rapidamente se virou e me disse: "Quer ver TV?" Eu concordei, e ela disse: "Vou ficar confortável, espero que não se importe", enquanto tirava o sutiã vermelho de renda com a calcinha. E eu pude ver um leve traço dos mamilos dela se marcando aos poucos. Rapidamente a gente deitou, e depois que meu pai trouxe a comida, ela disse: "Quer jogar alguma coisa?" E da mesinha de cabeceira dela, ela tirou um jogo de (digamos que um, mas versão casal, mas ao contrário, tinha desafios que tinham que ser feitos depois de comer 2 ou mais cartas). Eu falei: "Claro", e começamos a jogar. Já passava das 10 da noite quando ela tirou uma garrafa de vinho da... armário e me perguntou: "quer?" Eu respondi: "claro", mas pensei que meu irmão já tinha pegado todas. Ela começou a rir e disse: "não, essa é da minha coleção". "Você coleciona?" perguntei. Ela disse: "sim, todas que nossos amigos nos dão ou as que eu encomendo, mas é só um hobby". Quando ela serviu, perdi a noção do tempo até que fiz ela comer 4 cartas. Peguei a carta virada e li: "tire uma peça de roupa" (nesse momento, estávamos iguais: ela de calcinha, saia e blusa; eu de camisa, cueca e moletom). Ela me olhou, e eu disse, meio sem graça: "você não precisa fazer isso". Ela sorriu e falou: "sem problema", e tirou a blusa, deixando à mostra aqueles melões com os bicos durinhos, praticamente implorando pra eu chupar. Engoli seco e notei que ela tava me olhando porque um volume começou a aparecer no meu moletom. Fiquei mais vermelho ainda, e ela, séria, disse: "vamos continuar". Mas ela não teve sorte: perdeu de novo e leu o desafio: "dança erótica". Ela se levantou, colocou música no celular e começou a rodear, dançando. De vez em quando, parava na minha frente e esfregava os peitos no meu rosto. Tentei chupar, mas não consegui. Mesmo assim, já tava duro igual pedra. Quando a música acabou, ela sentou de novo e falou: "vamos". Nessa rodada, eu perdi. Ela leu: "diga uma fantasia sexual que você quer realizar com seu parceiro". Olhei pra ela, e ela disse que não tinha problema. Não sei se foi culpa do vinho, mas falei: "adoraria transar, apertar, chupar seus peitos, lamber sua buceta e provar essa bunda carnuda gostosa". Ela me olhou e só sorriu. Rapidamente, continuamos jogando. Perdi de novo. Ela sorriu quando leu a carta e disse: "tira a calça". Rapidamente, tirei a calça, mostrando meu volume, quase o pau saindo pra fora. Ela ficou me encarando, eu tossi, e ela rapidamente falou: "vamos continuar". Ela perdeu de novo. Levantei a carta, e tava em branco. Ela disse: "isso significa que você escolhe o desafio". Fiquei pensando e sorri cheio de tesão.
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