Deixo pra vocês mais um relato de uma das minhas aventuras, nesse caso não tão ligada aos binóculos como as anteriores, mas que começou com uma "observação". Espero que gostem!
Outra coisa que eu adorava observar era a esquina do prédio onde tinha uma profissional do sexo que quase toda noite fazia seu ponto ali. Eu via isso da janelinha do banheiro, já que era o único lugar de onde dava pra enxergar. Curtia muito ver como toda noite chegavam carros, paravam na parte escura da esquina onde uma árvore fazia sombra contra a luz da rua, e ela se aproximava da janela pra conversar e acertar preço e serviço. Alguns paravam, conversavam um pouco e iam embora, já outros, depois de uma breve conversa, carregavam nossa amiga observada nos carros e, depois de um tempo, voltavam pra deixá-la no posto de trabalho.
Muitas vezes eu passava de propósito pela esquina dela indo até a banca da estação de serviço, que era a única que ficava aberta 24 horas no bairro, comprar besteiras só pra passar por onde ela estava.
Era uma mina de uns 20 anos, tinha um cabelo preto comprido que sempre prendia com um rabo de cavalo bem apertado. Tinha um rostinho redondo muito agradável de olhar e um sorrisão com o qual respondia meus cumprimentos de sempre. Um belo par de peitos (com certeza operados) e uma raba linda. Não era muito alta, devia ter 1,60 m, mas parecia mais por causa dos saltos altos que sempre usava. Quanto à roupa, geralmente usava peças parecidas. No verão, eram calças ou saias jeans bem curtas, geralmente de cores claras, e por cima uns tops que não passavam de uma tira de pano que mal cobria uma parte dos peitos dela. Não usava sutiã, coisa que me deixava louco de ver os peitos dela assim. No inverno, em geral, usava vestidinhos que por acaso cobriam da metade dos peitos até a metade da bunda e uma jaqueta minúscula de alguma cor chamativa. Só cobria os ombros dela. Tudo isso sempre com a bolsa indispensável que marcava a profissão dela.
Deve ter batido umas boas punhetas olhando pra ela com meus binóculos da janelinha do banheiro. Depois de um tempo, já fui sacando a rotina dela. Duas vezes por semana ela parava na esquina, e eram quase sempre os mesmos carros que paravam, umas 5 por noite.
Lembro que um dia cruzei com ela no açougue vestida normal, e fiquei paralisado. Naquele dia, ela tava com umas leggings bem justinhas e uma camiseta esportiva, parecia bem mais baixinha sem os saltos. Quase não reconheci ela com o cabelo solto, mas aquele sorriso inconfundível me entregou que era a garota da esquina. A gente trocou uns segundos de papo besta até chegar a vez dela, ela comprou e foi embora. Depois disso, cruzei com ela no açougue outras vezes, também no supermercado e até na sorveteria. Com tanta conversa, fui descobrindo umas paradas sobre ela: chamava Milena, tinha 21 anos, era de um povoado de Córdoba (pelo sotaque já desconfiava antes) e fazia 2 anos que morava lá na cidade. Tinha duas amigas que também moravam lá, e foi por isso que ela foi parar naquele lugar. Me contou que amava aquela cidade pequena, que era muito linda e super tranquila. Tudo isso sem nunca tocar no assunto de onde ela trabalhava.
Nossas conversas de vizinhos depois viraram conversas de amigos no Instagram, cada vez com mais intimidade. Num desses papos, ela me solta:
- Não te vi mais passando pela esquina desde que a gente começou a conversar...
- É que agora fico com vergonha, haha. Respondi sem saber bem o que falar.
- Ah, já não quer mais ser o menino que acena pra puta, né? hahaha
Percebi que ela tava me zoando, então sem pensar muito, falei que ia visitar ela naquela noite. Ela disse que adoraria, mas que ali tinha que trabalhar, que eu não podia ficar parado porque espantava os clientes, o que fez sentido pra mim. "Mas quando quiser, a gente toma uma cerveja", completou no final pra não soar grossa. cortante e na hora aceitei "quando você quiser" eu disse.
No outro dia acordo tipo 11 da manhã e já tinha uma mensagem dela de alguns minutos atrás: "Se quiser, vem aqui pra casa hoje à tarde, montei a piscina e vai fazer muuuuito calor"; "Vem uns amigos também, se quiser traz cerveja ou o que você quiser beber". Um nervosismo correu pelo meu corpo enquanto lia as mensagens várias vezes, até que me decidi e mandei "Fechou, vou sim essa tarde". A casa ficava umas 7 quadras do meu apê.
Combinamos o horário e quando cheguei, ela estava com uma amiga, as duas de biquíni tomando sol e conversando besteira. Ela me abriu uma cerveja e sentei com elas no sol, e continuamos o papo divertido. Daí a pouco chegaram mais 2 amigas com um cara, e depois outro cara que eu conhecia da academia. Depois disso, chegou outra amiga dela que era conhecida minha da faculdade, então fiquei bem à vontade naquele lugar. A gente conversou e bebeu a tarde toda, e já tinha anoitecido. Eram umas 9, quase todo mundo já tinha ido embora e quando eu tava indo, recebi uma mensagem: "Me espera que depois vou pro seu bairro, te levo se quiser". Assim que li, olhei pra ela e balancei a cabeça que sim.
Ela já tinha me contado que ia de carro até a esquina e estacionava perto pra ir guardando o dinheiro, e que também ia trocando a roupa íntima entre um cliente e outro. Também tinha me dito que quase não ia mais pra esquina porque tinha conseguido uns clientes "fixos" que visitava nas casas deles ou encontrava direto no hotel, e que com isso já ganhava o suficiente pra viver bem, sem o sacrifício de ficar na esquina.
Não sei se foi porque tinha bebido demais ou porque tava muito tarado de ter visto rabetas e peitos a tarde toda, mas enquanto esperava, mandei uma mensagem: "Quero te contratar, quanto você me cobra a noite toda?". Nervoso, esperava a resposta enquanto conversava com a única amiga que ainda estava lá, enquanto Milena se banhava. Quando chegou a resposta, quase morri: "Se quiser ficar pra comer, o resto é por minha conta".
Espero que tenham gostado! Depois, quando tiver um tempinho, escrevo a segunda parte se vocês curtiram! (Se tiverem dúvidas sobre o que rola nos relatos, podem me perguntar nos comentários ou no privado que não tenho problema nenhum em responder).
No meu perfil tem outros relatos sobre minhas outras "aventuras".
Outra coisa que eu adorava observar era a esquina do prédio onde tinha uma profissional do sexo que quase toda noite fazia seu ponto ali. Eu via isso da janelinha do banheiro, já que era o único lugar de onde dava pra enxergar. Curtia muito ver como toda noite chegavam carros, paravam na parte escura da esquina onde uma árvore fazia sombra contra a luz da rua, e ela se aproximava da janela pra conversar e acertar preço e serviço. Alguns paravam, conversavam um pouco e iam embora, já outros, depois de uma breve conversa, carregavam nossa amiga observada nos carros e, depois de um tempo, voltavam pra deixá-la no posto de trabalho.
Muitas vezes eu passava de propósito pela esquina dela indo até a banca da estação de serviço, que era a única que ficava aberta 24 horas no bairro, comprar besteiras só pra passar por onde ela estava.
Era uma mina de uns 20 anos, tinha um cabelo preto comprido que sempre prendia com um rabo de cavalo bem apertado. Tinha um rostinho redondo muito agradável de olhar e um sorrisão com o qual respondia meus cumprimentos de sempre. Um belo par de peitos (com certeza operados) e uma raba linda. Não era muito alta, devia ter 1,60 m, mas parecia mais por causa dos saltos altos que sempre usava. Quanto à roupa, geralmente usava peças parecidas. No verão, eram calças ou saias jeans bem curtas, geralmente de cores claras, e por cima uns tops que não passavam de uma tira de pano que mal cobria uma parte dos peitos dela. Não usava sutiã, coisa que me deixava louco de ver os peitos dela assim. No inverno, em geral, usava vestidinhos que por acaso cobriam da metade dos peitos até a metade da bunda e uma jaqueta minúscula de alguma cor chamativa. Só cobria os ombros dela. Tudo isso sempre com a bolsa indispensável que marcava a profissão dela.
Deve ter batido umas boas punhetas olhando pra ela com meus binóculos da janelinha do banheiro. Depois de um tempo, já fui sacando a rotina dela. Duas vezes por semana ela parava na esquina, e eram quase sempre os mesmos carros que paravam, umas 5 por noite.
Lembro que um dia cruzei com ela no açougue vestida normal, e fiquei paralisado. Naquele dia, ela tava com umas leggings bem justinhas e uma camiseta esportiva, parecia bem mais baixinha sem os saltos. Quase não reconheci ela com o cabelo solto, mas aquele sorriso inconfundível me entregou que era a garota da esquina. A gente trocou uns segundos de papo besta até chegar a vez dela, ela comprou e foi embora. Depois disso, cruzei com ela no açougue outras vezes, também no supermercado e até na sorveteria. Com tanta conversa, fui descobrindo umas paradas sobre ela: chamava Milena, tinha 21 anos, era de um povoado de Córdoba (pelo sotaque já desconfiava antes) e fazia 2 anos que morava lá na cidade. Tinha duas amigas que também moravam lá, e foi por isso que ela foi parar naquele lugar. Me contou que amava aquela cidade pequena, que era muito linda e super tranquila. Tudo isso sem nunca tocar no assunto de onde ela trabalhava.
Nossas conversas de vizinhos depois viraram conversas de amigos no Instagram, cada vez com mais intimidade. Num desses papos, ela me solta:
- Não te vi mais passando pela esquina desde que a gente começou a conversar...
- É que agora fico com vergonha, haha. Respondi sem saber bem o que falar.
- Ah, já não quer mais ser o menino que acena pra puta, né? hahaha
Percebi que ela tava me zoando, então sem pensar muito, falei que ia visitar ela naquela noite. Ela disse que adoraria, mas que ali tinha que trabalhar, que eu não podia ficar parado porque espantava os clientes, o que fez sentido pra mim. "Mas quando quiser, a gente toma uma cerveja", completou no final pra não soar grossa. cortante e na hora aceitei "quando você quiser" eu disse.
No outro dia acordo tipo 11 da manhã e já tinha uma mensagem dela de alguns minutos atrás: "Se quiser, vem aqui pra casa hoje à tarde, montei a piscina e vai fazer muuuuito calor"; "Vem uns amigos também, se quiser traz cerveja ou o que você quiser beber". Um nervosismo correu pelo meu corpo enquanto lia as mensagens várias vezes, até que me decidi e mandei "Fechou, vou sim essa tarde". A casa ficava umas 7 quadras do meu apê.
Combinamos o horário e quando cheguei, ela estava com uma amiga, as duas de biquíni tomando sol e conversando besteira. Ela me abriu uma cerveja e sentei com elas no sol, e continuamos o papo divertido. Daí a pouco chegaram mais 2 amigas com um cara, e depois outro cara que eu conhecia da academia. Depois disso, chegou outra amiga dela que era conhecida minha da faculdade, então fiquei bem à vontade naquele lugar. A gente conversou e bebeu a tarde toda, e já tinha anoitecido. Eram umas 9, quase todo mundo já tinha ido embora e quando eu tava indo, recebi uma mensagem: "Me espera que depois vou pro seu bairro, te levo se quiser". Assim que li, olhei pra ela e balancei a cabeça que sim.
Ela já tinha me contado que ia de carro até a esquina e estacionava perto pra ir guardando o dinheiro, e que também ia trocando a roupa íntima entre um cliente e outro. Também tinha me dito que quase não ia mais pra esquina porque tinha conseguido uns clientes "fixos" que visitava nas casas deles ou encontrava direto no hotel, e que com isso já ganhava o suficiente pra viver bem, sem o sacrifício de ficar na esquina.
Não sei se foi porque tinha bebido demais ou porque tava muito tarado de ter visto rabetas e peitos a tarde toda, mas enquanto esperava, mandei uma mensagem: "Quero te contratar, quanto você me cobra a noite toda?". Nervoso, esperava a resposta enquanto conversava com a única amiga que ainda estava lá, enquanto Milena se banhava. Quando chegou a resposta, quase morri: "Se quiser ficar pra comer, o resto é por minha conta".
Espero que tenham gostado! Depois, quando tiver um tempinho, escrevo a segunda parte se vocês curtiram! (Se tiverem dúvidas sobre o que rola nos relatos, podem me perguntar nos comentários ou no privado que não tenho problema nenhum em responder).
No meu perfil tem outros relatos sobre minhas outras "aventuras".
4 comentários - La trabajadora de la esquina, mi amiga
Hoy en dia somos re amigos con esta chica!