Uma vez lá dentro, ele trancou a porta e me esmagou contra a parede, começando a me beijar ferozmente. As mãos dele percorriam meu corpo, levantando minha saia de novo e puxando minha calcinha pra baixo. Ele colocou as mãos nas minhas nádegas e eu senti ele começar a enfiar os dedos no meu cu. Ele parou de me beijar e desceu a cabeça até meu pescoço, começando a morder e deixar uns chupões. Eu soltava uns gemidos até que o senhor se soltou e me virou de volta, na mesma posição que a gente tava no vagão.
Tirou da bolsa um vidrinho de lubrificante e derramou tudo no pauzão dele e no meu cu, e foi enfiando devagarzinho, sentia o pau dele roçando no meu ânus e o saindo da minha buceta do encontro anterior. Começou a meter, mas um pouco mais devagar por eu estar apertada, soltei uns gritos por causa da ardência até ele enfiar tudo até o fundo. Eu tava chorando e o senhor não se mexia, queria que ele tirasse, mas antes de conseguir falar qualquer coisa, ele começou a meter. Não era tão rápido nem forte como antes, mas ainda doía. Depois de uns minutos, a dor foi passando e ficou mais gostoso, soltei uns gemidos baixinhos e o senhor percebeu, então tirou o pau. Achei que não fosse meter de novo, mas soltei um grito quando senti ele enfiar de uma vez.
As embestidas voltaram a ser rápidas e fortes, assim como meus gemidos. Não demorou muito quando o senhor gozou no meu cu, saiu de dentro de mim e me virou pra ficar de frente, começando a tirar minha roupa, deixando tudo no chão daquele banheiro sujo.
Eu olhava pro pauzão dele ainda duro com desejo, queria mais. Passei meus braços no pescoço dele e puxei ele pra perto pra gente se beijar. O senhor não recusou, me pegou pela cintura e me levantou, me encostando na parede. Eu me segurava nele com as pernas enquanto ele enfiava o pau na minha buceta e começava as metidas. Eu me agarrava forte nele, abraçando com as pernas.
Depois disso, ela sentou no vaso sanitário enquanto me mantinha empalada naquela pica enorme, continuei cavalgando por um tempo até que ele gozou dentro da minha buceta.
Continua...
Tirou da bolsa um vidrinho de lubrificante e derramou tudo no pauzão dele e no meu cu, e foi enfiando devagarzinho, sentia o pau dele roçando no meu ânus e o saindo da minha buceta do encontro anterior. Começou a meter, mas um pouco mais devagar por eu estar apertada, soltei uns gritos por causa da ardência até ele enfiar tudo até o fundo. Eu tava chorando e o senhor não se mexia, queria que ele tirasse, mas antes de conseguir falar qualquer coisa, ele começou a meter. Não era tão rápido nem forte como antes, mas ainda doía. Depois de uns minutos, a dor foi passando e ficou mais gostoso, soltei uns gemidos baixinhos e o senhor percebeu, então tirou o pau. Achei que não fosse meter de novo, mas soltei um grito quando senti ele enfiar de uma vez.
As embestidas voltaram a ser rápidas e fortes, assim como meus gemidos. Não demorou muito quando o senhor gozou no meu cu, saiu de dentro de mim e me virou pra ficar de frente, começando a tirar minha roupa, deixando tudo no chão daquele banheiro sujo.
Eu olhava pro pauzão dele ainda duro com desejo, queria mais. Passei meus braços no pescoço dele e puxei ele pra perto pra gente se beijar. O senhor não recusou, me pegou pela cintura e me levantou, me encostando na parede. Eu me segurava nele com as pernas enquanto ele enfiava o pau na minha buceta e começava as metidas. Eu me agarrava forte nele, abraçando com as pernas.
Depois disso, ela sentou no vaso sanitário enquanto me mantinha empalada naquela pica enorme, continuei cavalgando por um tempo até que ele gozou dentro da minha buceta.
Continua...
1 comentários - Transporte público parte 3