Essa história é louca, mas é real. Apesar de ter acontecido há alguns anos, troquei os nomes por segurança. Sou Jorge, tenho 1,85m, sou casado, sou bonito pelo que minhas amigas falam, tenho um pau de 20 centímetros e adoro sexo. Trabalhava como Diretor Regional numa empresa e, como todo ano, a companhia reunia todos os diretores do país num hotel cinco estrelas por três dias e duas noites pra fazer o planejamento e a projeção de vendas do ano seguinte. Éramos vários, homens e mulheres. Dessa vez, dividi o quarto com o Alberto, que me apresentou duas amigas diretoras, a Cristina e a Alva. A Alva foi quem me chamou a atenção: era uma mulher de 25 anos, cheinha mas não gorda, pele branca, cabelo castanho na altura dos ombros. O principal atrativo dela eram as duas nádegas arquitetônicas, que não eram muito grandes, mas sim do tipo que se abrem pros lados, ou seja, pra fora. Isso, junto com as duas pernas lindas e longas, fazia dela uma mulher desejável. Ah, e os peitos dela eram de tamanho médio, firmes. Durante todo o primeiro dia, ficamos muito amigos os quatro, ficamos no mesmo grupo de trabalho, preenchemos os formulários e fizemos a apresentação final do primeiro dia. À noite, fomos todos pro bar do hotel. Lá, descobri que a Alva era casada há dois anos, sem filhos. Ficamos bebendo e zoando entre todos. Como o lugar era bar e balada, convidei a Alva pra dançar, enquanto o Alberto dançava com a Cristina. Dançamos um tempão, vários tipos de música. Quando colocaram música romântica, não deixei a Alva ir sentar, puxei ela e a mantive colada no meu corpo. Com uma mão nas costas dela, às vezes a empurrava pra mim, pra ela se esfregar no meu corpo. Nossas barrigas estavam bem grudadas, e minha mão ameaçava descer pelas costas dela até as nádegas gostosas. Pensei que a Alva fosse me parar, mas não foi assim. Era óbvio que eu tava afim dela. Ficamos dançando várias músicas no mesmo ritmo. posição. Em uma delas, fiz ela esfregar a barriga dela na minha, meu pau acabou ficando durasso por baixo da calça, parece que ela percebeu, mas só me deu um sorrisinho safado. O efeito da bebida tava fazendo o papel dela de soltar as inibições. Na próxima música romântica, dei uns beijinhos no pescoço dela, no começo ela falou que não porque era casada. Mas dois minutos depois tava deixando de novo, dessa vez já não recusou. Depois de beijar o pescoço, passei pro queixo, depois pras bochechas e finalmente meus lábios pegaram os lábios dela, eram macios e lisos. Ficamos uns 30 segundos naquela posição, com movimentos devagar. Do nada ela me separa e fala que não é bom aquilo. Fomos sentar com Alberto e Cristina, que estavam de mãos dadas. Decidimos ir pros quartos dormir. Quando chegamos no quarto da Alva e da Cristina, que dividiam ele. Algo que a Cristina falou no ouvido da Alva, as duas se olharam com um sorrisinho safado, e aí Cristina entrou no quarto com o Alberto, que se despediu de mim com a mão pra cima e fechou a porta. Alva ficou comigo no corredor, eu sabia que a gente ia ter que dormir no mesmo quarto. Ia ter ela a noite toda!. Quando entrei no quarto, peguei ela por trás, abracei e falei no ouvido. -Isso é o destino e foi assim que quis- Lambi o pescoço dela e enfiei a língua no ouvido direito. Ela se deixou fazer. Depois, com as mãos, rodeei e acariciei os peitos dela por cima da blusa. Continuei beijando o pescoço até deixar ela excitada, aí minhas mãos desceram dos peitos dela pra boceta, sempre por cima do vestido. Depois levantei a saia e acariciei por cima da calcinha, ela empinou a bunda pra trás e esfregou no meu pacote já duro. A gente tava naquele movimento erótico, quando decidi enfiar uma mão por dentro da calcinha e acariciar a monte de vênus dela, que era ralinho porque ela depilava, procurei pra baixo a rachinha dela, com dois dedos percorri até chegar na entrada da buceta, que acariciei por cima, a garota estava tão molhada que meus dedos ficaram encharcados. Nessa hora, Alva gemia que nem uma gatinha no cio. Assim, de pé no meio do quarto, eu atrás dela, me ajoelhei e por trás puxei a calcinha dela até o chão, depois levantei a saia pra admirar aquele par de bundas que deixava muito homem louco na empresa. Pra ser sincero, eram quase perfeitas, pareciam dois balões de carne que se abriam naturalmente, deixando uma pequena vista da rachinha e do cuzinho enrugado dela. Excitado com aquela visão, passei a língua desde o começo das costas dela, passando pelo cuzinho, onde fiz vários círculos ao redor do ânus, até chegar na rachinha molhada. Ali, fui direto pro clitóris, que apertei com meus lábios naquela posição difícil, já que tava fazendo por trás. Alva apertava os lábios e curtia o oral que eu tava dando nela. Ela abriu mais as pernas pra minha cabeça encaixar bem entre as coxas dela e minha língua pudesse percorrer toda a rachinha até os pelinhos pubianos. Puxei os lábios da buceta dela com a boca e estiquei delicadamente. Alva ofegava que nem uma louca, me puxando pelos cabelos, e alguns fios ficaram na mão dela. A paixão era imensa e o tesão tava no talo. Encostei ela na parede do quarto, de costas, sempre de pé. Depois de tirar a pica da calça, coloquei na entrada da gruta dela e meti de uma vez. Alva gemeu que nem uma puta quando sentiu a pica entrando. A lubrificação da buceta facilitou a penetração. Continuei enfiando na xota até estar completamente dentro, o interior dela tava quentíssimo. Aí comecei a bombar meu pedaço de carne, me segurando na cintura dela e naquela bunda linda que eu apertava sem parar. As bombadas foram profundas e secas, ela se deixava penetrar, curtindo meus movimentos que faziam ela gozar gostoso. Em vários momentos, ela ajudava rebolando a bunda. Ficamos transando assim por vários minutos. até que ouvi a Alva ter um orgasmo gostoso, enquanto pedia pra eu não parar o ritmo da foda, pude sentir a gozada dela molhando minha pica por dentro. Aí, tirei minha pica de dentro dela, peguei na mão dela e levei pra cama, deitei ela, em um minuto tirei minha roupa, depois puxei a saia e a blusa dela, Alva ficou toda pelada, era muito gostosa mesmo, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela, meus chupões e minhas lambidas eram tão intensos e profundos que pude sentir o gosto da gozada anterior, os líquidos que a buceta dela tinha jorrado eram amargos e eu engoli tudo. Ela pegou minha cabeça de novo e, num ato de tesão, esfregou contra a boceta dela, e eu aproveitei pra enfiar minha língua dentro da buceta dela, que já tava bem aberta e dilatada. Alva continuava gemendo e ofegando de prazer, até que teve o segundo orgasmo dela. Depois de chupar a bucetinha dela, pedi pra ela ficar de quatro na cama. Era a posição que uma bunda daquelas merecia, ela tava com o rabo virado pra mim, pronto pra eu lamber. Lambi e chupei cada centímetro daquelas nádegas gostosas, parando no cuzinho dela e depois na racha, ela rebolava sentindo prazer com o oral que eu tava dando. A ponta da minha língua brincou com o cu dela e tentei enfiar, mas tava bem apertadinho. Enquanto eu chupava, enfiei dois dedos na buceta dela e mexi num ritmo acelerado, fazendo uma punheta gostosa. Os dedos entravam até os nós, fazendo a Alva soltar gritos de tesão. Ela já tava pronta! Em questão de segundos, me posicionei atrás e enfiei de novo fundo até que minha pica inteira tivesse dentro do corpo dela. Me agarrei na cinturinha dela pra enterrar até o último centímetro de pica. Depois, fiquei metendo dentro dela com um vai-e-vem gostoso que fez ela gozar de novo nos minutos seguintes, os gemidos dela vinham junto com contorções das costas e da bunda, eu continuei entretido fodendo ela com força, era gostoso demais enfiar minha pica enquanto admirava aquele par de nádegas delicioso. se mexendo. Pouco tempo depois que ela veio, acelerei o ritmo buscando meu próprio clímax, e pouco depois eu estava gozando dentro da bucetinha dela, que enchi com uma boa dose de esperma quente. Alva esfregou a bunda na minha barriga, querendo tirar até a última gota de porra. Sem perder totalmente a ereção, coloquei ela de barriga pra cima na cama e subi em cima pra ela me chupar, ela fez um trabalho delicioso!, limpando todo o tronco do meu esperma e dos sucos dela. Quando terminou, desci meu pau pra penetrar ela de novo, as pernas longas dela se prenderam na minha cintura e começamos um ritmo selvagem de foda, com movimentos fortes pra dentro e pra fora. Procurei os peitos dela pra chupar enquanto comíamos gostoso, chupei cada peito incluindo os biquinhos, minha boca tentou sugar cada montanha carnuda gostosa. Depois de um tempo, me separei dos peitos dela pra levantar a pélvis dela com minhas mãos debaixo da bunda dela, isso era pra ter a penetração máxima na buceta dela. Alva gritava de prazer. Estimulei o clitóris dela esfregando com meus dedos, Alva respirava fundo mostrando que estava prestes a gozar de novo. Acelerei a bombada do meu pau, e num gemido alto gozamos juntos, a buceta dela chapinhava entre porra e a ejaculação dos fluidos vaginais dela. Finalmente, desabei em cima dela, ainda com meu pau dentro. Até que foi murchando e virando nada. Ficamos assim por um bom tempo. Alva foi a primeira a levantar e ir ao banheiro se limpar. Eu fui atrás depois. Deitamos e dormimos até o amanhecer. De manhã, ao acordar, fodemos de novo antes de ir tomar café. Alva montou no meu pau, rebolando a bunda linda dela pra todos os lados. Até que me fez gozar dentro dela. –Gostou do bom dia que te dei?– ela disse com voz melosa. Tínhamos uma certa afinidade sexual, sem dúvida!. Durante o evento do dia seguinte, tivemos que disfarçar pra não levantar suspeitas com os colegas, levando em conta que todos Sabiam que ela era casada. Mas qualquer pausa ou descanso a gente aproveitava pra se encontrar no quarto e meter rapidinho ou fazer oral, seja chupando a bucetinha dela ou ela mamando minha pica, ou um 69. Em poucos minutos a gente se devorava. Não dava pra ficar a sós sem se desejar e se agarrar. Naquela noite continuamos nos pegando, meu objetivo principal era comer ela de quatro pra apertar e amassar aquelas bundinhas gostosas. Aconteceu algo super erótico na segunda noite: quando eu tava montando nela no estilo cachorrinho, o celular dela tocou, ela pegou na mesa de cabeceira e era o marido. Ela fez sinal pra eu parar de meter, e eu parei. Ela atendeu e disse: — Oi, amor, tô aqui descansando no quarto —, — também te amo — (e a putinha com uma pica dentro da buceta). Só que isso me excitou, foi tão quente que continuei enfiando, mesmo ela fazendo sinal pra eu parar. Não obedeci, pelo contrário, meti com força e gosto. Ela gemia e tampava o fone do celular pra o corno do marido não ouvir os gemidos. No fim, ela se despediu rápido. — Você é foda! — ela disse. Continuei comendo ela até gozarmos gostoso pra caralho. Naquela noite dormimos pelados, de lado, enfiei minha pica na buceta dela e ficamos assim, claro que com o tempo minha pica murchou e saiu do buraquinho, mas foi foda. No dia seguinte foi o encerramento, Alva me passou o telefone dela, nos despedimos. Fiquei tentando contato por vários dias depois, mas não conseguimos nos ver porque ela morava numa cidade muito longe. Era quase impossível se encontrar! Passou quase um ano, a gente ainda se falava. Até que chegou de novo a data do novo planejamento e projeção da empresa. Iam usar o mesmo lugar, o mesmo hotel. Quinze dias antes, entrei em contato com a Alva pra dizer que tava doido pra ver ela de novo e ter ela na minha cama. Ela não recebeu a ligação com alegria. Notei que ela tava meio diferente. agora que a gente ia se ver de novo. –O que foi com você?– perguntei, não queria falar sobre isso, mas finalmente ela confessou: –É que estou grávida do meu marido–. Ficou um silêncio. –Estou de quatro meses– ela disse de novo. –Já fico feliz só de te ver– falei, quase atônito. Foi assim. Durante o evento, fui procurá-la e nos encontramos no meu quarto, ela tinha uma pequena barriga. Perguntei se podíamos conversar no meu quarto. Ela veio e nos abraçamos com carinho. –Quero te comer agora– falei. –Assim, grávida?– ela respondeu. –Não tô nem aí!– respondi de volta. Coloquei ela com cuidado na cama e a despi completamente, vi que os peitos dela estavam maiores, chupei suas pernas, pés e cada dedinho, depois subi e chupei a buceta dela até ela gozar jorrando na minha boca, então enfiei sem piedade, só tomando cuidado para não pesar na barriga dela, levantei as pernas dela sobre meus ombros e penetrei num ritmo suave que aos poucos foi ficando selvagem. Ela gemeu de novo, pedindo desculpas pela gravidez, mas que o marido estava pedindo um filho, eu dizia pra ela calar a boca que não tinha nada pra perdoar, eu não era o marido dela. No auge da foda, pedi uma coisa: que ligasse pro marido dela. Ela hesitou um instante, mas eu repeti. Ela, com meu pau dentro, discou o número no celular, ele atendeu e eles conversaram um pouco. Ele perguntou como ela estava, Alva respondia, isso me esquentou de novo como da outra vez e eu penetrei ela com força, bombadas profundas, me abaixei com cuidado pra chupar os peitos dela, que estavam maiores que o normal por causa da gravidez, ela teve que desligar a chamada e se despedir pra poder gemer à vontade por causa de um orgasmo que tomou conta dela e não se entregar. Apesar da barriga, a gente transou várias vezes durante aqueles dois dias. Normalmente ela ficava por cima de mim, assim conseguia controlar melhor a barriga e montar no meu pau do jeito dela. No segundo dia, eu disse De propósito, eu disse que perdoava a gravidez, mas que ela me desse a bunda dela. Ela não concordou muito, mas depois de eu esquentá-la, aceitou. Lubrifiquei bem o buraquinho apertado dela e penetrei até o fundo, desvirginando aquele lindo olhinho do cu dela. Só minhas bolas ficaram pra fora enquanto eu a fodia com força. No começo, ela fez caretas de dor, mas depois pedia pra eu não parar de comer ela. Finalmente, gozei dentro do reto dela, enchi de esperma aquele buraquinho gostoso que já era meu. No ano seguinte, as ligações que eu fazia pra ela foram raras. Ela tinha sido promovida, virou chefe de região. O filho dela já tinha quase sete meses quando nos vimos de novo na reunião anual, agora foi em outro hotel. Dessa vez, o marido deixou ela no hotel. Era tanta a nossa adicção e obsessão por transar nesses eventos que deixávamos o menino dormindo numa cama e comíamos na outra. Lembro que os peitos dela estavam enormes porque ela estava amamentando. E, cá entre nós, quando eu chupava aqueles peitões, às vezes sugava leite materno e tomava como se fosse um elixir delicioso. Dessa vez, só transamos duas vezes, uma sessão por noite. Depois dessa ocasião, nunca mais a vi. Ela pediu demissão da empresa, foi contratada por outra e nunca mais soube dela.
2 comentários - Me cogi a una culona casada y embarazada