Fala!
Primeiro, deixa eu esclarecer uma parada: a história é 100% real, nomes trocados como sempre, e algo muito importante — é uma estratégia que quase 100% das vezes não funciona pro Marcos, mas das milhões de vezes que ele tentou, ele jura que funcionou umas 5. De duas eu fui testemunha, e essa é a última. Se o formato bombar, conto a outra que vivi do lado dele.
Vou ter que dar uma introdução pra vocês entenderem o contexto:
Uma parada que acho que nunca mencionei aqui é que sou DJ. Comecei tocando música nos aniversários dos amigos dos meus pais, fazia uma grana pra tunar a bike e fui evoluindo pra festas de 15, casamentos, rolês mais da hora. Com o tempo, na minha carreira profissional, larguei a parada de DJ por uns anos, depois voltei, mas só pra tocar o que eu curto, que é música eletrônica. Tenho amigos DJs que vivem disso e, às vezes, faço o warm-up pra eles, tipo DJ de suporte, pra vocês entenderem. Assim que eles começam, eu vou pra bagunça, que me apaixona muito mais do que ficar tocando enquanto os outros se acabam na pista.
Um amigo conseguiu tocar numa festa privada de um amigo dele chamado Pablo, numa casa enorme. Ele arrumou pra tocarmos três DJs.
Eu começava, ele era o principal, e depois rolava um after com outro amigo até o meio-dia.
A festa começava tipo "depois do jantar, na hora que der na telha", mas fomos à tarde pra preparar tudo e deixar pronto. O dono tem um mini salão de festas com cabine de DJ, palco, som completo, luzes, bar — uma loucura.
Como na real já tava tudo pronto, acabamos na piscina com o dono da casa, curtindo pra caralho.
A noite chegou e eu entrei na cabine de DJ. A verdade é que o povo chegou bem tarde; tínhamos planejado fazer a troca de DJ lá pras 3 da manhã.
A Eve veio pra festa com uns amigos, mas não participou do momento.
Termino de tocar, fico na cabine mais um pouco enquanto o outro começa. Marcos. A gente fez um rolê de pseudo B2B (quando dois DJs tocam juntos) e enquanto isso.
S: Marquitos, aquela baixinha não para de te olhar.
M: Qual? Daniela?
S: Sei lá o nome, a loira do vestido vermelho.
M: Sim, na piscina já percebi. Ela é legal, mas descobri que é uma aproveitadora em 5 minutos e o Pablito confirmou.
S: Beleza, parte pra cima dela depois.
M: Tenho uma ideia. — Ele me olha sorrindo, e eu entendo perfeitamente.
S: Vou buscar ela?
M: Sim, mas nem pense em deixar ela parada na cabine, de jeito nenhum pode aparecer que ela tá aqui e você fica tocando do meu lado.
S: Beleza, se der certo, você me deve uma caixa de champanhe.
M: Fechado.
Marcos ficou tocando sozinho na cabine, eu desci e fui direto falar com ela.
S: Dani, como cê tá curtindo?
D: Bem, curtindo a música que vocês tão tocando.
S: Cê tá de olho no Marquitos desde a tarde, né?
D: Posso ser sincera?
S: Tem que ser sincera comigo.
D: Ele é muito gostoso, me deixa louca. Ele é solteiro?
S: Sim, sempre solteiro. Ele tem uma fantasia.
D: Realizo pra ele.
S: Mas você não sabe qual é.
D: Não importa.
S: Ele quer transar no fundo do mar com roupa de mergulho.
D: Hã?
S: Kkkk, claro que não é essa... Ele quer que façam um boquete enquanto ele tá tocando.
D: Beleza, isso parece mais normal. Como a gente faz?
S: Você vem comigo, a gente entra os dois na cabine, você vai direto agachada, ninguém pode te ver do outro lado, ele é amigo do Pablo, mas tá trabalhando.
D: E você, o que faz?
S: Fico do lado dele passando a música.
D: Beleza, vamos.
Voltei pra cabine, peguei o controle dos equipamentos, ela entrou agachada, sem falar nada nem olhar, foi direto, baixou tudo e começou a chupar a pica dele.
Marcos fingia que tava mexendo em algo na mesa, mas na real ficou uns minutos desconectado da realidade com os fones de ouvido.
Eu não podia olhar muito pra não ser óbvio, além disso tinha que continuar passando a música.
Num olhar de canto, vi que a Daniela tinha tirado a Peitos pra fora do vestido e ela se esfregava neles enquanto engolia a pica do meu amigo.
De repente, sinto ela começando a mexer na minha pica, mas, como um cavalheiro, tirei a mão dela e deixei que seguisse 100% com meu amigo.
Mesmo com o som alto da música, ouvi meu amigo gemer enquanto gozava. Olhei e a Daniela tava com a pica dentro da boca. Como uma boa menina, engoliu toda a porra, ajeitou o vestido, ajudou ele a arrumar a calça jeans e saiu de fininho, agachadinha, sem ninguém notar.
Primeiro, deixa eu esclarecer uma parada: a história é 100% real, nomes trocados como sempre, e algo muito importante — é uma estratégia que quase 100% das vezes não funciona pro Marcos, mas das milhões de vezes que ele tentou, ele jura que funcionou umas 5. De duas eu fui testemunha, e essa é a última. Se o formato bombar, conto a outra que vivi do lado dele.
Vou ter que dar uma introdução pra vocês entenderem o contexto:
Uma parada que acho que nunca mencionei aqui é que sou DJ. Comecei tocando música nos aniversários dos amigos dos meus pais, fazia uma grana pra tunar a bike e fui evoluindo pra festas de 15, casamentos, rolês mais da hora. Com o tempo, na minha carreira profissional, larguei a parada de DJ por uns anos, depois voltei, mas só pra tocar o que eu curto, que é música eletrônica. Tenho amigos DJs que vivem disso e, às vezes, faço o warm-up pra eles, tipo DJ de suporte, pra vocês entenderem. Assim que eles começam, eu vou pra bagunça, que me apaixona muito mais do que ficar tocando enquanto os outros se acabam na pista.
Um amigo conseguiu tocar numa festa privada de um amigo dele chamado Pablo, numa casa enorme. Ele arrumou pra tocarmos três DJs.
Eu começava, ele era o principal, e depois rolava um after com outro amigo até o meio-dia.
A festa começava tipo "depois do jantar, na hora que der na telha", mas fomos à tarde pra preparar tudo e deixar pronto. O dono tem um mini salão de festas com cabine de DJ, palco, som completo, luzes, bar — uma loucura.
Como na real já tava tudo pronto, acabamos na piscina com o dono da casa, curtindo pra caralho.
A noite chegou e eu entrei na cabine de DJ. A verdade é que o povo chegou bem tarde; tínhamos planejado fazer a troca de DJ lá pras 3 da manhã.
A Eve veio pra festa com uns amigos, mas não participou do momento.
Termino de tocar, fico na cabine mais um pouco enquanto o outro começa. Marcos. A gente fez um rolê de pseudo B2B (quando dois DJs tocam juntos) e enquanto isso.
S: Marquitos, aquela baixinha não para de te olhar.
M: Qual? Daniela?
S: Sei lá o nome, a loira do vestido vermelho.
M: Sim, na piscina já percebi. Ela é legal, mas descobri que é uma aproveitadora em 5 minutos e o Pablito confirmou.
S: Beleza, parte pra cima dela depois.
M: Tenho uma ideia. — Ele me olha sorrindo, e eu entendo perfeitamente.
S: Vou buscar ela?
M: Sim, mas nem pense em deixar ela parada na cabine, de jeito nenhum pode aparecer que ela tá aqui e você fica tocando do meu lado.
S: Beleza, se der certo, você me deve uma caixa de champanhe.
M: Fechado.
Marcos ficou tocando sozinho na cabine, eu desci e fui direto falar com ela.
S: Dani, como cê tá curtindo?
D: Bem, curtindo a música que vocês tão tocando.
S: Cê tá de olho no Marquitos desde a tarde, né?
D: Posso ser sincera?
S: Tem que ser sincera comigo.
D: Ele é muito gostoso, me deixa louca. Ele é solteiro?
S: Sim, sempre solteiro. Ele tem uma fantasia.
D: Realizo pra ele.
S: Mas você não sabe qual é.
D: Não importa.
S: Ele quer transar no fundo do mar com roupa de mergulho.
D: Hã?
S: Kkkk, claro que não é essa... Ele quer que façam um boquete enquanto ele tá tocando.
D: Beleza, isso parece mais normal. Como a gente faz?
S: Você vem comigo, a gente entra os dois na cabine, você vai direto agachada, ninguém pode te ver do outro lado, ele é amigo do Pablo, mas tá trabalhando.
D: E você, o que faz?
S: Fico do lado dele passando a música.
D: Beleza, vamos.
Voltei pra cabine, peguei o controle dos equipamentos, ela entrou agachada, sem falar nada nem olhar, foi direto, baixou tudo e começou a chupar a pica dele.
Marcos fingia que tava mexendo em algo na mesa, mas na real ficou uns minutos desconectado da realidade com os fones de ouvido.
Eu não podia olhar muito pra não ser óbvio, além disso tinha que continuar passando a música.
Num olhar de canto, vi que a Daniela tinha tirado a Peitos pra fora do vestido e ela se esfregava neles enquanto engolia a pica do meu amigo.
De repente, sinto ela começando a mexer na minha pica, mas, como um cavalheiro, tirei a mão dela e deixei que seguisse 100% com meu amigo.
Mesmo com o som alto da música, ouvi meu amigo gemer enquanto gozava. Olhei e a Daniela tava com a pica dentro da boca. Como uma boa menina, engoliu toda a porra, ajeitou o vestido, ajudou ele a arrumar a calça jeans e saiu de fininho, agachadinha, sem ninguém notar.
2 comentários - DJ levou um boquete