Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita por adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idadeApós a resposta concisa, explosiva e brutal da Mili, eu caí sentado na cama, depois me deitei… voltei a pensar na porra do karma e num ditado popular: o que começa mal, termina mal… Mili e eu começamos com traições aos nossos parceiros e, bom… também não foi a solução mais digna que encontrei para acabar com as chantagens da Vane… e tudo estava me cobrando agora…
Como é que eu ia explicar pra Mili se ela nem queria falar comigo, como é que eu ia reconquistá-la se ela nem queria me ver… se eu levasse a Vane na porta da casa dela pra explicar o que aconteceu, a Mili acabava arrancando a cabeça dela, e o pai dela arrancava a minha… que ajuda o Guille podia me dar, se a Mili sabia que ele era meu amigo e ia me encobrir, igual fez no banheiro ou no salão… não, eu tava sozinho, era minha briga…
Era foda, porque a Mili tinha na cabeça a imagem de que eu tinha comido a Vane pelo cu, um prazer que só dividia com ela. Tudo aquilo que ela achou que era especial comigo, acabou sendo rotina pra um promíscuo como eu… todos os ciúmes e medos dela em relação à Vane estavam mais do que justificados, pra ela, com certeza, eu não era diferente do Javier… mais uma decepção em tão pouco tempo.
Naquela noite, não dava pra ir atrás dela, se o pai dela não me matasse a tiros, ela mesma faria isso… Depois de um bom tempo pensando e sem o teto me dar respostas, acabei dormindo, confiando que, se eu tinha bolado uma solução pra chantagem da Vane… alguma coisa ia me ocorrer pra acalmar a fúria da Mili.
No dia seguinte, fiquei vagando pela casa, feito um fantasma, não sabia como fazer pra recuperar a Mili… e também me bateu a culpa… por que não fiz o mesmo pela Vivi?, a primeira mulher que eu disse que amava… será que eu me apaixonei pela Mili?, não parava de pensar nela.
Só de vez em quando pensava no Javier, em como ia bater nele de novo por ter me colocado nessa situação. E se ele, de vingança, propusesse pra Mili se vingar deixando ele comer ela por trás, igual eu supostamente fiz com a Vane… nãooo… nem Pensar que o bum da Mili era só meu…
- Juan Daniel… tão te chamando… minha mãe gritou, fui correndo pro telefone, é ela com certeza.
- Mili?… perguntei instintivamente.
- Não, Guille… Como foi?…
- Ela me odeia como você nem imagina… não quer que eu vá atrás dela, nem que eu fale com ela… falei resignado.
- Bom, a Vane tá arrependida do que fez, então ligou pra casa da Mili…
- Ligou pra ela?… pra terminar de me apunhalar… falei irritado.
- Não, a Vane mudou… ligou pra contar a verdade… mas disseram que a Mili e os pais foram passar o dia no clube dos militares… me contou o Guille.
- Merda… e como é que eu entro lá?… falei, foi mais fácil entrar na buceta da Mili.
- Meu tio é coronel, deixam eu entrar com amigos… topa ir?… me propôs o Guille.
Aceitei, mas no caminho pra casa do Guille, pensei que tava me metendo na boca do lobo, um clube cheio de militares na ativa e aposentados, onde o pai da Mili poderia me destruir com os amigos dele. Bom, que prova maior de amor do que ir no meio do perigo por ela, pensei.
Com a desculpa de um trabalho urgente, peguei as chaves do carro do meu velho… só não vira costume, ele me disse. Depois fui rápido buscar o Guille. Na casa dele, tinha um carro esportivo esperando, eu conhecia ele, e mais ainda o motorista… não acredito!… era a Vane… que porra ela tá fazendo aí?…
- Uau… Guille, tudo bem você gostar da Vane, ela estar arrependida e tal… mas não acho que seja boa ideia, a Mili quer me matar… e se ela ver a Vane, vai destruir ela… falei de mal humor.
- Não, não… ela só quer se redimir, se ofereceu pra levar a gente… além disso, o carro dela é mais rápido que o seu e o meu… justificou o Guille, não tinha tempo pra discussão, então aceitei.
O clube ficava numa área campestre nos arredores da cidade, era uma grande extensão de terra, com áreas esportivas, restaurantes, áreas de camping, piscinas, e até acesso a um rio. A viagem ia levar umas 2 horas. dependendo do trânsito e do karma... embora a Vane dirigisse igual uma louca, pela pressa de chegar.
No caminho a gente conversou pouco, era típico das tensões das situações que a gente tinha passado. Só percebi que a Vane tava mais amigável com o Guille, eles iam na frente e eu só atrás com meus pensamentos. Comigo, a Vane ainda tava com medo ou vergonha, não era pra menos pela situação em que ela me colocou. Ela tinha voltado a se vestir menos chamativa, como antes, ficava melhor assim.
Quando chegamos no clube, a Vane ia nos deixar na porta e ir embora, mas o Guille convenceu ela a entrar com a gente... queria matar ele, mas ele me explicou que o clube era muito grande, que ele e a Vane podiam procurar juntos em algumas áreas e eu em outras pra cobrir mais espaço... era verdade, era tipo procurar agulha no palheiro, sendo fim de semana e férias, o lugar tava lotado...
A Vane não podia procurar sozinha porque se a Mili visse ela, matava ela, e parecia que o Guille queria passar tempo com ela, com a versão antiga da Vane, que não era igual a bruxa das semanas anteriores. Só temia que, em vez de me ajudar, o Guille e a Vane fossem continuar o que começaram na noite anterior. Ainda mais quando decidiram procurar nas áreas construídas: restaurante, boliche, sinuca, parquinho infantil, acomodações, chalés, etc., e me deixaram o campo todo pra eu patrulhar sozinho...
Bom, em parte era melhor eles procurarem nessas áreas com mais gente, onde a Mili se seguraria... mas em campo aberto, se a Mili visse a Vane, dava uma surra nela... Não conseguia localizar ela, embora minha vista também se perdesse entre shorts, mini saias e tal... essas filhas de militares, mostravam muita pele.
Até que finalmente avistei a Mili, ela tava numa quadra de vôlei... a família dela (pai, mãe e ela) jogava contra outra família. O pai da Mili, como falei, era um moreno de 1,98m, eu com meus 1,85m me sentia um anão do lado dele. A mãe dela, como já imaginava, tinha 1,60m, pele clara, cabelo castanho e corpo atlético... uma sogra gostosa e bem conservada. Ao No fim dessa mistura, Mili ficou um pouco mais alta que a mãe, puxou o corpo voluptuoso das morenas da família do pai, a cor da pele não era nem de brunete nem de branca, um tom bronzeado magnífico. Essas eram as características da mulher que eu tentava recuperar.
De resto, Mili estava vestida como as minas que saem pra correr de manhã, ou seja, shorts curtos, uma regatinha sem manga e meio decotada, essa roupa deixava transparecer nítido todas as curvas dela, me dava de novo vontade de possuir ela, mas dadas as circunstâncias, não ia ser nada fácil.
Esperei pacientemente que terminassem de jogar, obviamente longe e escondido pra não chamar atenção. Quando acabou a partida, trocaram umas palavras entre as famílias. Obviamente a família da Mili ganhou, com o pai gigante e os saques fortes dela… falo por experiência, já que sofri uns tapas dela.
Depois, pra minha sorte, notei que Mili se separou dos pais, enquanto eles iam pro restaurante, vi Mili sumir no meio da vegetação, em direção ao rio. Talvez quisesse um tempo pra dar uma volta e ficar sozinha com os pensamentos… pensar em mim, quem sabe…
Sabia que essa era a única chance que tinha de falar com ela a sós… então me virei pra segui-la, a uma certa distância, meu único disfarce os arbustos que encontrasse no caminho. Bom, também tava com uma mochila com alguns mantimentos… um boné que peguei pra cobrir um pouco o rosto.
Esperava ser silencioso e que ela não me descobrisse, mas por instinto Mili parava de vez em quando pra olhar pros lados… será que o cu dela sentia a presença do meu pau como um ímã?, pensei.
Me sentia como um stalker, um assediador… mas no caminho ainda tinha gente, precisava esperar ficar a sós pra ela não fazer um escândalo que chamasse a atenção das pessoas e dos amigos do pai dela, prontos pra me encher de porrada… tinha que emboscar ela, escolher um terreno favorável pra minha batalha.
Assim que vi que não tinha ninguém Por aí, já que o sol tava se pondo e a maioria tava voltando, resolvi me aproximar mais. Ouvia o som do rio perto… tava a poucos metros dela, queria falar com ela… mas ela ouviu meus passos… parou e virou pra ver quem tava seguindo ela:
- Uuuu!… disse surpresa e, lembrando de tudo, completou… seu maldito traidor!…
- Calma, calma… deixa eu explicar… falei, desviando das coisas que ela jogava em mim.
Desconfiava que aquele gênio explosivo tinha puxado da mãe da Mili, que com seus 1,65m fazia aquele moreno de 1,98m dormir na garagem quando ficava brava… tempo depois, o militar me diria: “as batalhas contra as mulheres são as únicas que se vence fugindo”… pensei que era frase dele, mas ele me corrigiu: Não, é de Napoleão, grande militar (péssimo marido, com certeza).
Voltando à história, a Mili jogava tudo que achava no chão, desde galhos até pedrinhas. Enquanto isso, eu me aproximava cada vez mais, desviando ou levando o que ela jogava.
- Pôxa!… para com isso… au… não dá pra conversar como adultos?… pedi.
- Adulto é o caralho!… Judas!… respondeu sem me dar trégua.
Pensei na frase do Napoleão, mas teimoso, resolvi não fugir… cheguei até aqui e não ia desistir…
- Não rolou nada com a Vane, no apartamento tava o Guille… ele comeu ela… expliquei rápido.
- Mentiroso… disse jogando outra pedrinha, mas já com menos distância porque me aproximei.
- Au… porra… reclamei quando levei aquela pedrinha na cabeça.
Aquela última pedra acertou em cheio na testa, igual Davi e Golias. Na real, não doeu muito, ia ser só mais um galo, mas exagerei a dor do golpe pra ter uns momentos de sossego e despertar o lado materno dela, a compaixão… e de fato…
Notei que ela parou de jogar coisas, o rosto mudou de raiva pra incredulidade e depois preocupação. Vendo que minha estratégia tava funcionando, continuei o teatro, peguei na testa, cobrindo um olho, sentei no chão me queixando e xingando…
- Que que O que foi? Você tá louca?... reclamei.
- Danny... você tá bem?... ela disse, cedendo e se aproximando.
- Porra!... quase arrancou meu olho fora... exagerei.
- Mas bem que você merece... por safado... respondeu, mas com menos rispidez que antes.
Percebi que domar o cu da Mili tinha sido mais fácil, mas domar o gênio dela ia ser um teste de fogo... ela já estava do meu lado, agachada, me olhando arrependida, quase chorando.
- Se eu ficar caolho... só vou ter um olho pra te ver... falei puxando saco, era dessas coisas que as mulheres adoram ouvir. Mili tava prestes a se derreter em 5, 4, 3, 2...
- Você é um... canalha... encantador de serpentes... manja de tudo... disse quase sorrindo, e completou: deixa eu ver como tá...
Ela afastou carinhosamente a mão que cobria minha testa e meu olho... obviamente não achou nada, e isso acendeu a raiva dela de novo...
- Não tem nada... sabia... mentiroso!... falou me empurrando.
Só que eu não ia deixar ela ir embora. Quando as mãos dela se apoiaram no meu peito, aproveitei pra segurá-la pelos ombros, mas com a inércia do empurrão, acabamos caídos no chão. Eu a abracei, mas ela se debatia. Virei rápido e fiquei por cima dela, prendendo-a entre meus braços e pernas.
- Me solta... ela pedia enquanto esperneava.
Tentei beijá-la à força, consegui... no começo ela tentou se esquivar, mas depois senti que correspondia, senti um pouco da língua ofegante dela... mas, lembrando da Vane, a raiva voltou, e ela lutou de novo pra se afastar... senti que queria me morder, e me afastei.
- Tenta de novo pra você ver... me desafiou.
Minha cabeça fingia que ia beijá-la, e ela me recebia com os dentes, mordendo o ar de aviso pra me manter longe... até que fingi de novo, a cabeça dela foi pro lado e eu acabei no outro, beijando o pescoço dela... ela cedeu, as pernas que antes lutavam relaxaram, e ela começou a mexer o tronco nervosa, me abraçou...
Eu também aliviei a força com que a prendia, dando espaço, quase Cantando vitória porque tinha conseguido domar a fera… mas foi cedo demais, ela voltando a si… me acertou com o joelho nas bolas…
- Au caralho… me lamentei, dessa vez doeu de verdade, um calafrio frio percorreu meu estômago.
- Agora dói, né?... disse ironicamente, me empurrando pro lado, depois se levantou e completou irritada… isso não é nem um pingo do que doeu o que você me fez…
Depois Mili retomou o caminho e começou a fugir trotando, enquanto eu me contorcia no chão, tentando processar o golpe… pensei: por que as mulheres sempre colocam uma cota de drama?... Meio confuso ainda pelo impacto, não sabia se a dor que a Mili mencionou era de quando eu arrebentei o cu dela na primeira vez ou a dor que causei ao fazer ela acreditar que eu comecei analmente a Vane, sua rival…
Depois, conscientemente, pensei: o que eu sentiria se me dissessem que o Javier comeu a Mili?... só de imaginar já dava vontade de moer o Javier na porrada… e a Mili, bom, xingar, gritar, falar um monte, pelo menos sei que não conseguiria bater nela, como o Javier quis fazer…
Nunca tinha passado por essa situação, tipo, de saber ou suspeitar que minha mina me traiu… que me botou chifre… não sabia o que sentiria, mesmo se fosse só fofoca… acho que, igual a Mili agora, eu teria dificuldade de ouvir as explicações da minha parceira… teria dificuldade de confiar nela…
Então, se era tão difícil, por que eu ainda tava tentando? Mili não queria me ouvir, não confiava em mim, ainda mais depois de ver as fotos minhas e da Vane entrando no apê… nunca tinha chegado a esse ponto com outras minas… bom, também nunca tinha estado nessa situação de acharem que eu era um babaca… O que essa mulher tinha que me fazia correr atrás dela? Outras, por menos, eu mandava pro inferno…
Além das bundas gordas e do cu apertado que eu adorava montar… ela tinha virado meu vício, minha obsessão ou meu capricho… ou talvez eu só quisesse limpar meu nome desse mal-entendido com a Vane… Talvez essa mulher mais difícil de conquistar fosse a que mais me atraía… por esse incentivo de Dificuldade...
De novo me levantei, dolorido, voltando à carga, seguindo a Mili pelo caminho que vi ela pegar... decidido a fazer ela me ouvir, na boa ou na ruim...
- Aiii... ouvi o gemido dela, acompanhado do som de terra deslizando.
Merda... parecia que a Mili tinha caído barranco abaixo... segui rápido as pegadas dela. Notei que numa parte do caminho tinha um desvio, com certeza um atalho pro rio, aquele caminho era empoeirado, instável, onde era fácil cair... deve ser por aqui, falei comigo mesmo, enquanto continuava ouvindo os gemidos dela...
Era um terreno solto, com declive e vegetação dos lados... desci pelo caminho estreito afastando os galhos... até que me deparei com um espetáculo inusitado:
- Como é que você foi parar assim?... perguntei espantado.
A Mili estava espremida contra um tronco enorme caído no chão, era tipo um obstáculo pra evitar que algum caminhante ou ciclista mais afoito passasse reto e se acidentasse... porque atrás dele tinha um desnível de uns metros, depois umas pedras e o rio... na real, eu quase ri quando vi ela...
Ela tava de costas pra mim, deitada no tronco, com a barriga encostada na madeira, enquanto por algum motivo estranho um galho quebrado tinha prendido a cintura dela e outros galhos menores as costas... me dava o show daquelas bundas gordas enfiadas num short que, pela pressão, já parecia uma lycra, enquanto as pernas dela chutavam tentando se soltar.
- O que você tá esperando?... Me ajuda... ela ordenou, reconhecendo minha voz.
- Não tão rápido... falei... agora você vai me ouvir.
Sabia que se soltasse ela, ia fugir de novo ou tacar o primeiro troço que visse, melhor era deixar ela quietinha assim e ouvir minha versão dos fatos. Por outro lado, era uma visão gostosa ver ela daquele jeito, enroscada, presa, quase de quatro.
Passei na frente dela, tinha um espacinho entre o tronco e o fim do caminho... tentei não rir da situação dela, mas um sorriso debochado escapou. Ela Ela me olhava vermelha de raiva, se eu chegasse perto, me dava um tapa na certa… era melhor deixá-la como uma fera enjaulada.
Ela, com os braços livres, tentava, fazia força contra a árvore, se reerguer, empurrando os galhos, mas não conseguia, continuava presa e desistiu no final. Talvez só estivesse descansando, pegando forças pra tentar de novo, e poderia conseguir… então aproveitei aquele tempo pra contar o que tinha acontecido.
Resumi a história de como a Vane ligou pra me chantagear, como pedi ajuda pro Guille e enganamos a Vane pra ela ir no apê dele, onde, depois de amarrar e vendar ela, o Guille comeu ela. Depois, de mãos limpas, pedimos pra ela nunca mais nos ameaçar com fofoca, encher o saco na faculdade ou nos chantagear. Mas que a Vane tinha tramado antes com o Javier pra ele tirar fotos minhas e mandar.
A Mili escutava paciente, não tinha outra opção, com um braço apoiado na árvore e a mão segurando o queixo, com uma expressão entediada e incrédula…
- Agora me conta uma história de cowboy… – falou com ironia.
- Pô… O que eu te falei, o Guille e até a Vane podem confirmar… – insisti.
- Não fala dessa cadela… – disse irritada, tentando se soltar de novo.
- Cê acha que eu viria aqui pra mentir pra você?… montei um plano pra nos livrar da Vane, salvar sua imagem na facul… arrisco meu pescoço pra te ver, vindo no meio de um lugar cheio de militares treinados pra matar… – falei puto, aquela mulher era mais teimosa que uma mula.
- Mas tem fotos… me diz, como é que eu vou acreditar em você?… – falou amargamente, chorando.
- Então cê prefere acreditar em fotos que o Javier tirou de propósito, aquele babaca que quis te bater… se cê acredita ou não, é contigo… também não vou ficar implorando… – falei perdendo a paciência.
Já tinha dito o que vim dizer e ia sair de cabeça erguida… por essa mulher, eu me atrevi a transar nos lugares mais arriscados, quase fomos pegos no banheiro da facul, na biblioteca, no coliseu, no banheiro do Guille, na garagem da casa dela, no estacionamento e No escritório do professor… e mesmo assim, ela não confiava em mim.
Eu me arrisquei a ser expulso da faculdade faltando pouco pra terminar meus estudos, me arrisquei a ser morto pelo meu pai, me arrisquei a ser espancado pelo pai dela… defendi ela na porrada contra o Javier na frente de todo mundo… até me arrisquei a largar uma mina boa (a Viví) que minha família adorava… e pra quê?…
Bom, na real, o último exemplo não foi bom, porque era nisso que a Mili baseava as dúvidas dela sobre mim… em eu ter largado uma mina boa por uma bunda gostosa… se eu larguei a Viví pela Mili, o que me impedia de largar a Mili pela Vane, que também tinha um corpo delicioso e aquele tesão de furar o cu da menina yummy.
Claro que minha consciência não me deixaria ir embora sem libertar a Mili… naquela hora os papéis se inverteram, a Mili refletiu tudo que eu falei… ela estava abatida, quase envergonhada de ter desconfiado de mim, eu, puto, comecei a quebrar os galhos pequenos que prendiam as costas dela…
— Danny… quero que você me entenda… a vida inteira os caras me procuraram pelo meu corpo, quando não conseguiam, iam embora ou me traíam com outras, igual o Javier…
— Não me compara com esse merda… falei irado, sumindo da vista dela.
— Desculpa, Danny… não quis dizer isso… não fica assim… — disse ela, soluçando.
Eu ia embora, já tinha soltado ela de vários galhos e ia ser mais fácil ela sair dali sozinha. Talvez me afastasse um pouco, ficasse de olho, se ela não conseguisse se soltar, voltava pra ajudar. Só queria me distanciar um pouco, baixar a adrenalina, passar a raiva… Mas a Mili insistiu:
— Onde você vai?... não me deixa… vamos… o que eu posso fazer pra me desculpar?… — disse ela, arrependida.
Quando ouvi aquilo, virei e fiquei com pena de ver ela presa, de ver aquela bundona enorme encurralada entre os galhos… era um desperdício… com a raiva que eu tava, podia ser um canalha de outro jeito… até porque duvidava que fosse ver ela de novo, pelo menos queria provar uma última vez o prazer do corpo dela, daquele rabão dela…
— Não vai a não fazer nada… falei e abaixei o zíper, ela ouviu aquele som e reagiu.
— O quê?... não Danny… O que você tá fazendo?... reclamou, enquanto sentia eu puxar o short dela.
Deixei as bundas rechonchudas dela ao ar, com o vento a pele dela arrepiou, as nádegas se contraíram apertando a calcinha pequena dela, depois de um tapa ela relaxou e aproveitei pra puxar de lado a calcinha preta pequena e sexy dela.
— Me solta Danny… para por favor… gritava assustada.
Eu tinha sido muito bom e compreensivo… em troca só recebi respostas irônicas e pedradas… porra… ela preferia acreditar no Javier… talvez pra as mulheres acreditarem na gente e nos perseguirem, os homens têm que ser uns merdas… já que as mulheres preferem acreditar em babacas do que em caras que tratam elas bem e protegem… não, agora eu ia ser um canalha… ia dar uma lição nessa puta teimosa…
— Nem pense… me ameaçou, desconfiando do que eu queria.
Meu pau enfiou no cu dela sem piedade… ela esticou as costas, se contorceu de dor ao se sentir penetrada tão selvagemente… dessa vez a gente tava no meio do nada, ela podia gritar, berrar, uivar e ninguém ia ouvir… isso era entre ela e eu… ia me vingar da desconfiança dela às custas do rabo dela…
— Não Danny não… ouuu… ufff… reclamou mas era tarde.
Mili se debatia com a árvore e os galhos que prendiam ela, enquanto eu me debatia com os chutes das pernas dela, com o cu apertado e fugitivo dela… de vez em quando ela contraía as nádegas e o esfíncter, apertando meu pau dolorido que tinha levado uma joelhada antes… um par de tapas na bunda e ela soltava.
— Ouuu merda… ufff… ouuu… gritava ela de dor enquanto eu estuprávia a bunda dela.
Chegou num ponto que ela percebeu que não adiantava mais tentar fugir… tava presa pela natureza (a árvore) e pela minha virilha que batia harmoniosamente na bunda inchada dela, enquanto minhas mãos puxavam as nádegas carnudas dela…
— Ufff… foi assim que você fez com a sem-graça da Vane né?… ouuu… dizia pra me irritar.
— Não, bruta… cê não entende?… só tu é minha puta… respondi sem parar de castigar o cu dela.
— Aiii… uhmmm… mentiroso… aiii… ufff… uhmmm… ela resistia enquanto gemidos quentes escapavam entre uma reclamação e outra.
Eu estava domando a fera do jeito que ela gostava, tinha ela escravizada analmente… se eu não exorcizasse dela a fofoca da Vane, pelo menos ia me dar o gosto de comer ela pela última vez… de curtir vendo o corpo dela se contorcer de prazer… ouvindo os gemidos dela…
— Aiii… uhmmm… ela soltava gritos misturados de dor e prazer, no meio do mato, alguns pássaros fugiam ao ouvir.
Eu tava disposto a arrebentar a buceta dela selvagemente pra ela lembrar bem de quem iniciou ela nesse prazer, ia deixar a bunda dela dolorida pra ela lembrar de mim toda vez que sentasse, ia rasgar o cu dela pra ninguém mais ousar comer ela como eu… pra ela se arrepender de ter deixado ir a pessoa que enchia ela, que entupia ela e que satisfazia ela…
— Ai amorrr… cê tá me arrebentando… uhmmm… ela disse presa do prazer que eu tava dando.
— Vai… duvidar… de… mim?… eu perguntava e em cada sílaba empalava ela contra a árvore.
— Não meu amorrr… nunca mais… uhmmm… gritou Mili completamente dominada.
— Mentirosa!… respondi, agora era minha vez de fazer o difícil.
Tirei meu pau e deixei ela assim, possuída de tesão… a poucos segundos de chegar ao orgasmo… esse seria o castigo dela por ser uma louca desconfiada e ciumenta… ainda por cima ousava me chamar de amor depois de me fazer procurar ela naquele clube cheio de militares e fazer eu correr atrás dela no mato…
— Nãão… o que cê tá fazendo?… não me deixa assim… por favor… volta amor…
Ouvi Mili implorando, enquanto eu me afastava…
Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idadeApós a resposta concisa, explosiva e brutal da Mili, eu caí sentado na cama, depois me deitei… voltei a pensar na porra do karma e num ditado popular: o que começa mal, termina mal… Mili e eu começamos com traições aos nossos parceiros e, bom… também não foi a solução mais digna que encontrei para acabar com as chantagens da Vane… e tudo estava me cobrando agora…
Como é que eu ia explicar pra Mili se ela nem queria falar comigo, como é que eu ia reconquistá-la se ela nem queria me ver… se eu levasse a Vane na porta da casa dela pra explicar o que aconteceu, a Mili acabava arrancando a cabeça dela, e o pai dela arrancava a minha… que ajuda o Guille podia me dar, se a Mili sabia que ele era meu amigo e ia me encobrir, igual fez no banheiro ou no salão… não, eu tava sozinho, era minha briga…
Era foda, porque a Mili tinha na cabeça a imagem de que eu tinha comido a Vane pelo cu, um prazer que só dividia com ela. Tudo aquilo que ela achou que era especial comigo, acabou sendo rotina pra um promíscuo como eu… todos os ciúmes e medos dela em relação à Vane estavam mais do que justificados, pra ela, com certeza, eu não era diferente do Javier… mais uma decepção em tão pouco tempo.
Naquela noite, não dava pra ir atrás dela, se o pai dela não me matasse a tiros, ela mesma faria isso… Depois de um bom tempo pensando e sem o teto me dar respostas, acabei dormindo, confiando que, se eu tinha bolado uma solução pra chantagem da Vane… alguma coisa ia me ocorrer pra acalmar a fúria da Mili.
No dia seguinte, fiquei vagando pela casa, feito um fantasma, não sabia como fazer pra recuperar a Mili… e também me bateu a culpa… por que não fiz o mesmo pela Vivi?, a primeira mulher que eu disse que amava… será que eu me apaixonei pela Mili?, não parava de pensar nela.
Só de vez em quando pensava no Javier, em como ia bater nele de novo por ter me colocado nessa situação. E se ele, de vingança, propusesse pra Mili se vingar deixando ele comer ela por trás, igual eu supostamente fiz com a Vane… nãooo… nem Pensar que o bum da Mili era só meu…
- Juan Daniel… tão te chamando… minha mãe gritou, fui correndo pro telefone, é ela com certeza.
- Mili?… perguntei instintivamente.
- Não, Guille… Como foi?…
- Ela me odeia como você nem imagina… não quer que eu vá atrás dela, nem que eu fale com ela… falei resignado.
- Bom, a Vane tá arrependida do que fez, então ligou pra casa da Mili…
- Ligou pra ela?… pra terminar de me apunhalar… falei irritado.
- Não, a Vane mudou… ligou pra contar a verdade… mas disseram que a Mili e os pais foram passar o dia no clube dos militares… me contou o Guille.
- Merda… e como é que eu entro lá?… falei, foi mais fácil entrar na buceta da Mili.
- Meu tio é coronel, deixam eu entrar com amigos… topa ir?… me propôs o Guille.
Aceitei, mas no caminho pra casa do Guille, pensei que tava me metendo na boca do lobo, um clube cheio de militares na ativa e aposentados, onde o pai da Mili poderia me destruir com os amigos dele. Bom, que prova maior de amor do que ir no meio do perigo por ela, pensei.
Com a desculpa de um trabalho urgente, peguei as chaves do carro do meu velho… só não vira costume, ele me disse. Depois fui rápido buscar o Guille. Na casa dele, tinha um carro esportivo esperando, eu conhecia ele, e mais ainda o motorista… não acredito!… era a Vane… que porra ela tá fazendo aí?…
- Uau… Guille, tudo bem você gostar da Vane, ela estar arrependida e tal… mas não acho que seja boa ideia, a Mili quer me matar… e se ela ver a Vane, vai destruir ela… falei de mal humor.
- Não, não… ela só quer se redimir, se ofereceu pra levar a gente… além disso, o carro dela é mais rápido que o seu e o meu… justificou o Guille, não tinha tempo pra discussão, então aceitei.
O clube ficava numa área campestre nos arredores da cidade, era uma grande extensão de terra, com áreas esportivas, restaurantes, áreas de camping, piscinas, e até acesso a um rio. A viagem ia levar umas 2 horas. dependendo do trânsito e do karma... embora a Vane dirigisse igual uma louca, pela pressa de chegar.
No caminho a gente conversou pouco, era típico das tensões das situações que a gente tinha passado. Só percebi que a Vane tava mais amigável com o Guille, eles iam na frente e eu só atrás com meus pensamentos. Comigo, a Vane ainda tava com medo ou vergonha, não era pra menos pela situação em que ela me colocou. Ela tinha voltado a se vestir menos chamativa, como antes, ficava melhor assim.
Quando chegamos no clube, a Vane ia nos deixar na porta e ir embora, mas o Guille convenceu ela a entrar com a gente... queria matar ele, mas ele me explicou que o clube era muito grande, que ele e a Vane podiam procurar juntos em algumas áreas e eu em outras pra cobrir mais espaço... era verdade, era tipo procurar agulha no palheiro, sendo fim de semana e férias, o lugar tava lotado...
A Vane não podia procurar sozinha porque se a Mili visse ela, matava ela, e parecia que o Guille queria passar tempo com ela, com a versão antiga da Vane, que não era igual a bruxa das semanas anteriores. Só temia que, em vez de me ajudar, o Guille e a Vane fossem continuar o que começaram na noite anterior. Ainda mais quando decidiram procurar nas áreas construídas: restaurante, boliche, sinuca, parquinho infantil, acomodações, chalés, etc., e me deixaram o campo todo pra eu patrulhar sozinho...
Bom, em parte era melhor eles procurarem nessas áreas com mais gente, onde a Mili se seguraria... mas em campo aberto, se a Mili visse a Vane, dava uma surra nela... Não conseguia localizar ela, embora minha vista também se perdesse entre shorts, mini saias e tal... essas filhas de militares, mostravam muita pele.
Até que finalmente avistei a Mili, ela tava numa quadra de vôlei... a família dela (pai, mãe e ela) jogava contra outra família. O pai da Mili, como falei, era um moreno de 1,98m, eu com meus 1,85m me sentia um anão do lado dele. A mãe dela, como já imaginava, tinha 1,60m, pele clara, cabelo castanho e corpo atlético... uma sogra gostosa e bem conservada. Ao No fim dessa mistura, Mili ficou um pouco mais alta que a mãe, puxou o corpo voluptuoso das morenas da família do pai, a cor da pele não era nem de brunete nem de branca, um tom bronzeado magnífico. Essas eram as características da mulher que eu tentava recuperar.
De resto, Mili estava vestida como as minas que saem pra correr de manhã, ou seja, shorts curtos, uma regatinha sem manga e meio decotada, essa roupa deixava transparecer nítido todas as curvas dela, me dava de novo vontade de possuir ela, mas dadas as circunstâncias, não ia ser nada fácil.
Esperei pacientemente que terminassem de jogar, obviamente longe e escondido pra não chamar atenção. Quando acabou a partida, trocaram umas palavras entre as famílias. Obviamente a família da Mili ganhou, com o pai gigante e os saques fortes dela… falo por experiência, já que sofri uns tapas dela.
Depois, pra minha sorte, notei que Mili se separou dos pais, enquanto eles iam pro restaurante, vi Mili sumir no meio da vegetação, em direção ao rio. Talvez quisesse um tempo pra dar uma volta e ficar sozinha com os pensamentos… pensar em mim, quem sabe…
Sabia que essa era a única chance que tinha de falar com ela a sós… então me virei pra segui-la, a uma certa distância, meu único disfarce os arbustos que encontrasse no caminho. Bom, também tava com uma mochila com alguns mantimentos… um boné que peguei pra cobrir um pouco o rosto.
Esperava ser silencioso e que ela não me descobrisse, mas por instinto Mili parava de vez em quando pra olhar pros lados… será que o cu dela sentia a presença do meu pau como um ímã?, pensei.
Me sentia como um stalker, um assediador… mas no caminho ainda tinha gente, precisava esperar ficar a sós pra ela não fazer um escândalo que chamasse a atenção das pessoas e dos amigos do pai dela, prontos pra me encher de porrada… tinha que emboscar ela, escolher um terreno favorável pra minha batalha.
Assim que vi que não tinha ninguém Por aí, já que o sol tava se pondo e a maioria tava voltando, resolvi me aproximar mais. Ouvia o som do rio perto… tava a poucos metros dela, queria falar com ela… mas ela ouviu meus passos… parou e virou pra ver quem tava seguindo ela:
- Uuuu!… disse surpresa e, lembrando de tudo, completou… seu maldito traidor!…
- Calma, calma… deixa eu explicar… falei, desviando das coisas que ela jogava em mim.
Desconfiava que aquele gênio explosivo tinha puxado da mãe da Mili, que com seus 1,65m fazia aquele moreno de 1,98m dormir na garagem quando ficava brava… tempo depois, o militar me diria: “as batalhas contra as mulheres são as únicas que se vence fugindo”… pensei que era frase dele, mas ele me corrigiu: Não, é de Napoleão, grande militar (péssimo marido, com certeza).
Voltando à história, a Mili jogava tudo que achava no chão, desde galhos até pedrinhas. Enquanto isso, eu me aproximava cada vez mais, desviando ou levando o que ela jogava.
- Pôxa!… para com isso… au… não dá pra conversar como adultos?… pedi.
- Adulto é o caralho!… Judas!… respondeu sem me dar trégua.
Pensei na frase do Napoleão, mas teimoso, resolvi não fugir… cheguei até aqui e não ia desistir…
- Não rolou nada com a Vane, no apartamento tava o Guille… ele comeu ela… expliquei rápido.
- Mentiroso… disse jogando outra pedrinha, mas já com menos distância porque me aproximei.
- Au… porra… reclamei quando levei aquela pedrinha na cabeça.
Aquela última pedra acertou em cheio na testa, igual Davi e Golias. Na real, não doeu muito, ia ser só mais um galo, mas exagerei a dor do golpe pra ter uns momentos de sossego e despertar o lado materno dela, a compaixão… e de fato…
Notei que ela parou de jogar coisas, o rosto mudou de raiva pra incredulidade e depois preocupação. Vendo que minha estratégia tava funcionando, continuei o teatro, peguei na testa, cobrindo um olho, sentei no chão me queixando e xingando…
- Que que O que foi? Você tá louca?... reclamei.
- Danny... você tá bem?... ela disse, cedendo e se aproximando.
- Porra!... quase arrancou meu olho fora... exagerei.
- Mas bem que você merece... por safado... respondeu, mas com menos rispidez que antes.
Percebi que domar o cu da Mili tinha sido mais fácil, mas domar o gênio dela ia ser um teste de fogo... ela já estava do meu lado, agachada, me olhando arrependida, quase chorando.
- Se eu ficar caolho... só vou ter um olho pra te ver... falei puxando saco, era dessas coisas que as mulheres adoram ouvir. Mili tava prestes a se derreter em 5, 4, 3, 2...
- Você é um... canalha... encantador de serpentes... manja de tudo... disse quase sorrindo, e completou: deixa eu ver como tá...
Ela afastou carinhosamente a mão que cobria minha testa e meu olho... obviamente não achou nada, e isso acendeu a raiva dela de novo...
- Não tem nada... sabia... mentiroso!... falou me empurrando.
Só que eu não ia deixar ela ir embora. Quando as mãos dela se apoiaram no meu peito, aproveitei pra segurá-la pelos ombros, mas com a inércia do empurrão, acabamos caídos no chão. Eu a abracei, mas ela se debatia. Virei rápido e fiquei por cima dela, prendendo-a entre meus braços e pernas.
- Me solta... ela pedia enquanto esperneava.
Tentei beijá-la à força, consegui... no começo ela tentou se esquivar, mas depois senti que correspondia, senti um pouco da língua ofegante dela... mas, lembrando da Vane, a raiva voltou, e ela lutou de novo pra se afastar... senti que queria me morder, e me afastei.
- Tenta de novo pra você ver... me desafiou.
Minha cabeça fingia que ia beijá-la, e ela me recebia com os dentes, mordendo o ar de aviso pra me manter longe... até que fingi de novo, a cabeça dela foi pro lado e eu acabei no outro, beijando o pescoço dela... ela cedeu, as pernas que antes lutavam relaxaram, e ela começou a mexer o tronco nervosa, me abraçou...
Eu também aliviei a força com que a prendia, dando espaço, quase Cantando vitória porque tinha conseguido domar a fera… mas foi cedo demais, ela voltando a si… me acertou com o joelho nas bolas…
- Au caralho… me lamentei, dessa vez doeu de verdade, um calafrio frio percorreu meu estômago.
- Agora dói, né?... disse ironicamente, me empurrando pro lado, depois se levantou e completou irritada… isso não é nem um pingo do que doeu o que você me fez…
Depois Mili retomou o caminho e começou a fugir trotando, enquanto eu me contorcia no chão, tentando processar o golpe… pensei: por que as mulheres sempre colocam uma cota de drama?... Meio confuso ainda pelo impacto, não sabia se a dor que a Mili mencionou era de quando eu arrebentei o cu dela na primeira vez ou a dor que causei ao fazer ela acreditar que eu comecei analmente a Vane, sua rival…
Depois, conscientemente, pensei: o que eu sentiria se me dissessem que o Javier comeu a Mili?... só de imaginar já dava vontade de moer o Javier na porrada… e a Mili, bom, xingar, gritar, falar um monte, pelo menos sei que não conseguiria bater nela, como o Javier quis fazer…
Nunca tinha passado por essa situação, tipo, de saber ou suspeitar que minha mina me traiu… que me botou chifre… não sabia o que sentiria, mesmo se fosse só fofoca… acho que, igual a Mili agora, eu teria dificuldade de ouvir as explicações da minha parceira… teria dificuldade de confiar nela…
Então, se era tão difícil, por que eu ainda tava tentando? Mili não queria me ouvir, não confiava em mim, ainda mais depois de ver as fotos minhas e da Vane entrando no apê… nunca tinha chegado a esse ponto com outras minas… bom, também nunca tinha estado nessa situação de acharem que eu era um babaca… O que essa mulher tinha que me fazia correr atrás dela? Outras, por menos, eu mandava pro inferno…
Além das bundas gordas e do cu apertado que eu adorava montar… ela tinha virado meu vício, minha obsessão ou meu capricho… ou talvez eu só quisesse limpar meu nome desse mal-entendido com a Vane… Talvez essa mulher mais difícil de conquistar fosse a que mais me atraía… por esse incentivo de Dificuldade...
De novo me levantei, dolorido, voltando à carga, seguindo a Mili pelo caminho que vi ela pegar... decidido a fazer ela me ouvir, na boa ou na ruim...
- Aiii... ouvi o gemido dela, acompanhado do som de terra deslizando.
Merda... parecia que a Mili tinha caído barranco abaixo... segui rápido as pegadas dela. Notei que numa parte do caminho tinha um desvio, com certeza um atalho pro rio, aquele caminho era empoeirado, instável, onde era fácil cair... deve ser por aqui, falei comigo mesmo, enquanto continuava ouvindo os gemidos dela...
Era um terreno solto, com declive e vegetação dos lados... desci pelo caminho estreito afastando os galhos... até que me deparei com um espetáculo inusitado:
- Como é que você foi parar assim?... perguntei espantado.
A Mili estava espremida contra um tronco enorme caído no chão, era tipo um obstáculo pra evitar que algum caminhante ou ciclista mais afoito passasse reto e se acidentasse... porque atrás dele tinha um desnível de uns metros, depois umas pedras e o rio... na real, eu quase ri quando vi ela...
Ela tava de costas pra mim, deitada no tronco, com a barriga encostada na madeira, enquanto por algum motivo estranho um galho quebrado tinha prendido a cintura dela e outros galhos menores as costas... me dava o show daquelas bundas gordas enfiadas num short que, pela pressão, já parecia uma lycra, enquanto as pernas dela chutavam tentando se soltar.
- O que você tá esperando?... Me ajuda... ela ordenou, reconhecendo minha voz.
- Não tão rápido... falei... agora você vai me ouvir.
Sabia que se soltasse ela, ia fugir de novo ou tacar o primeiro troço que visse, melhor era deixar ela quietinha assim e ouvir minha versão dos fatos. Por outro lado, era uma visão gostosa ver ela daquele jeito, enroscada, presa, quase de quatro.
Passei na frente dela, tinha um espacinho entre o tronco e o fim do caminho... tentei não rir da situação dela, mas um sorriso debochado escapou. Ela Ela me olhava vermelha de raiva, se eu chegasse perto, me dava um tapa na certa… era melhor deixá-la como uma fera enjaulada.
Ela, com os braços livres, tentava, fazia força contra a árvore, se reerguer, empurrando os galhos, mas não conseguia, continuava presa e desistiu no final. Talvez só estivesse descansando, pegando forças pra tentar de novo, e poderia conseguir… então aproveitei aquele tempo pra contar o que tinha acontecido.
Resumi a história de como a Vane ligou pra me chantagear, como pedi ajuda pro Guille e enganamos a Vane pra ela ir no apê dele, onde, depois de amarrar e vendar ela, o Guille comeu ela. Depois, de mãos limpas, pedimos pra ela nunca mais nos ameaçar com fofoca, encher o saco na faculdade ou nos chantagear. Mas que a Vane tinha tramado antes com o Javier pra ele tirar fotos minhas e mandar.
A Mili escutava paciente, não tinha outra opção, com um braço apoiado na árvore e a mão segurando o queixo, com uma expressão entediada e incrédula…
- Agora me conta uma história de cowboy… – falou com ironia.
- Pô… O que eu te falei, o Guille e até a Vane podem confirmar… – insisti.
- Não fala dessa cadela… – disse irritada, tentando se soltar de novo.
- Cê acha que eu viria aqui pra mentir pra você?… montei um plano pra nos livrar da Vane, salvar sua imagem na facul… arrisco meu pescoço pra te ver, vindo no meio de um lugar cheio de militares treinados pra matar… – falei puto, aquela mulher era mais teimosa que uma mula.
- Mas tem fotos… me diz, como é que eu vou acreditar em você?… – falou amargamente, chorando.
- Então cê prefere acreditar em fotos que o Javier tirou de propósito, aquele babaca que quis te bater… se cê acredita ou não, é contigo… também não vou ficar implorando… – falei perdendo a paciência.
Já tinha dito o que vim dizer e ia sair de cabeça erguida… por essa mulher, eu me atrevi a transar nos lugares mais arriscados, quase fomos pegos no banheiro da facul, na biblioteca, no coliseu, no banheiro do Guille, na garagem da casa dela, no estacionamento e No escritório do professor… e mesmo assim, ela não confiava em mim.
Eu me arrisquei a ser expulso da faculdade faltando pouco pra terminar meus estudos, me arrisquei a ser morto pelo meu pai, me arrisquei a ser espancado pelo pai dela… defendi ela na porrada contra o Javier na frente de todo mundo… até me arrisquei a largar uma mina boa (a Viví) que minha família adorava… e pra quê?…
Bom, na real, o último exemplo não foi bom, porque era nisso que a Mili baseava as dúvidas dela sobre mim… em eu ter largado uma mina boa por uma bunda gostosa… se eu larguei a Viví pela Mili, o que me impedia de largar a Mili pela Vane, que também tinha um corpo delicioso e aquele tesão de furar o cu da menina yummy.
Claro que minha consciência não me deixaria ir embora sem libertar a Mili… naquela hora os papéis se inverteram, a Mili refletiu tudo que eu falei… ela estava abatida, quase envergonhada de ter desconfiado de mim, eu, puto, comecei a quebrar os galhos pequenos que prendiam as costas dela…
— Danny… quero que você me entenda… a vida inteira os caras me procuraram pelo meu corpo, quando não conseguiam, iam embora ou me traíam com outras, igual o Javier…
— Não me compara com esse merda… falei irado, sumindo da vista dela.
— Desculpa, Danny… não quis dizer isso… não fica assim… — disse ela, soluçando.
Eu ia embora, já tinha soltado ela de vários galhos e ia ser mais fácil ela sair dali sozinha. Talvez me afastasse um pouco, ficasse de olho, se ela não conseguisse se soltar, voltava pra ajudar. Só queria me distanciar um pouco, baixar a adrenalina, passar a raiva… Mas a Mili insistiu:
— Onde você vai?... não me deixa… vamos… o que eu posso fazer pra me desculpar?… — disse ela, arrependida.
Quando ouvi aquilo, virei e fiquei com pena de ver ela presa, de ver aquela bundona enorme encurralada entre os galhos… era um desperdício… com a raiva que eu tava, podia ser um canalha de outro jeito… até porque duvidava que fosse ver ela de novo, pelo menos queria provar uma última vez o prazer do corpo dela, daquele rabão dela…
— Não vai a não fazer nada… falei e abaixei o zíper, ela ouviu aquele som e reagiu.
— O quê?... não Danny… O que você tá fazendo?... reclamou, enquanto sentia eu puxar o short dela.
Deixei as bundas rechonchudas dela ao ar, com o vento a pele dela arrepiou, as nádegas se contraíram apertando a calcinha pequena dela, depois de um tapa ela relaxou e aproveitei pra puxar de lado a calcinha preta pequena e sexy dela.
— Me solta Danny… para por favor… gritava assustada.
Eu tinha sido muito bom e compreensivo… em troca só recebi respostas irônicas e pedradas… porra… ela preferia acreditar no Javier… talvez pra as mulheres acreditarem na gente e nos perseguirem, os homens têm que ser uns merdas… já que as mulheres preferem acreditar em babacas do que em caras que tratam elas bem e protegem… não, agora eu ia ser um canalha… ia dar uma lição nessa puta teimosa…
— Nem pense… me ameaçou, desconfiando do que eu queria.
Meu pau enfiou no cu dela sem piedade… ela esticou as costas, se contorceu de dor ao se sentir penetrada tão selvagemente… dessa vez a gente tava no meio do nada, ela podia gritar, berrar, uivar e ninguém ia ouvir… isso era entre ela e eu… ia me vingar da desconfiança dela às custas do rabo dela…
— Não Danny não… ouuu… ufff… reclamou mas era tarde.
Mili se debatia com a árvore e os galhos que prendiam ela, enquanto eu me debatia com os chutes das pernas dela, com o cu apertado e fugitivo dela… de vez em quando ela contraía as nádegas e o esfíncter, apertando meu pau dolorido que tinha levado uma joelhada antes… um par de tapas na bunda e ela soltava.
— Ouuu merda… ufff… ouuu… gritava ela de dor enquanto eu estuprávia a bunda dela.
Chegou num ponto que ela percebeu que não adiantava mais tentar fugir… tava presa pela natureza (a árvore) e pela minha virilha que batia harmoniosamente na bunda inchada dela, enquanto minhas mãos puxavam as nádegas carnudas dela…
— Ufff… foi assim que você fez com a sem-graça da Vane né?… ouuu… dizia pra me irritar.
— Não, bruta… cê não entende?… só tu é minha puta… respondi sem parar de castigar o cu dela.
— Aiii… uhmmm… mentiroso… aiii… ufff… uhmmm… ela resistia enquanto gemidos quentes escapavam entre uma reclamação e outra.
Eu estava domando a fera do jeito que ela gostava, tinha ela escravizada analmente… se eu não exorcizasse dela a fofoca da Vane, pelo menos ia me dar o gosto de comer ela pela última vez… de curtir vendo o corpo dela se contorcer de prazer… ouvindo os gemidos dela…
— Aiii… uhmmm… ela soltava gritos misturados de dor e prazer, no meio do mato, alguns pássaros fugiam ao ouvir.
Eu tava disposto a arrebentar a buceta dela selvagemente pra ela lembrar bem de quem iniciou ela nesse prazer, ia deixar a bunda dela dolorida pra ela lembrar de mim toda vez que sentasse, ia rasgar o cu dela pra ninguém mais ousar comer ela como eu… pra ela se arrepender de ter deixado ir a pessoa que enchia ela, que entupia ela e que satisfazia ela…
— Ai amorrr… cê tá me arrebentando… uhmmm… ela disse presa do prazer que eu tava dando.
— Vai… duvidar… de… mim?… eu perguntava e em cada sílaba empalava ela contra a árvore.
— Não meu amorrr… nunca mais… uhmmm… gritou Mili completamente dominada.
— Mentirosa!… respondi, agora era minha vez de fazer o difícil.
Tirei meu pau e deixei ela assim, possuída de tesão… a poucos segundos de chegar ao orgasmo… esse seria o castigo dela por ser uma louca desconfiada e ciumenta… ainda por cima ousava me chamar de amor depois de me fazer procurar ela naquele clube cheio de militares e fazer eu correr atrás dela no mato…
— Nãão… o que cê tá fazendo?… não me deixa assim… por favor… volta amor…
Ouvi Mili implorando, enquanto eu me afastava…
Continua…
1 comentários - Culo da Mili 21