Fala, galera! Tô deixando aqui esse conto cheio de imaginação e fantasia, mas bem quente, na minha opinião.
Dividido em três partes, é muito longo pra fazer um post só. Nessa, a 1ª parte, conto de uma tarde na casa da minha mulher. Nós dois tomando chimarrão na calçada, ela tava de vestido escuro, e pra minha surpresa quente pra caralho, não tava de calcinha. E ela, sentada na minha frente, se mexendo na cadeira, me mostrava todo o encanto dela, me dando uma onda de calor, um tesão dos pés à cabeça que me subia o pau na hora, daquele jeito que era QUASE IMPOSSÍVEL de esconder na calça. Ela me chamava a atenção: "Que tarado você é, só de me ver a buceta já fica dura assim, abaixa isso, homem. Imagina se passa um vizinho." E parece que ela chamou mesmo, porque passou, mas isso eu conto depois.
Essa 1ª parte tem bastante de verdade. As que vêm depois são pura invenção da minha cabeça; mas não duvidem que eu adoraria que tivessem acontecido na "vida real".
Imagens meramente ilustrativas. Nenhuma coincidência com pessoas reais da história a ser contada.
Naquele dia, ela tomou mate comigo assim. Imagina ela sentada, com as pernas levemente abertas, mostrando aquele tesouro carnudo, aquele aparelho de prazer infinito.
Eu sentado, começando a tomar chimarrão com ela, mas com um espetáculo tão celestial pros meus olhos e pra minha libido.
Começamos. Terça à tarde, Antônia, minha esposa na época, e eu tomamos chimarrão na calçada. Batemos um papo, eu meio excitado, e entre um mate e outro, aproveito e passo a mão no peito dela. Ela tira minha mão: "Para com isso, Mário, estamos na calçada. E se continuar me provocando, vou te levar pro sofá e te destruir." Com isso, só conseguiu deixar meu pau duro. Desafiei ela: "Então faz." "Se comporta, vamos tomar chimarrão." "Olha como meu pau tá." "Não, pega o mate, continua servindo." Ela me dá o chimarrão, aproveito, pego a mão dela e coloco direto no meu pau. A cara de surpresa dela é impossível de esconder. Com a mão livre, tapa a boca e parte do rosto, e eu, segurando a outra mão no meu pau, movo ela e faço com que aperte, aperte. "Solta, a Sofia vem vindo." Sofia, nossa vizinha, uma madura de 58 anos, boa de corpo mas feia de cara. Se aproxima: "Como vão?" Mesmo soltando a mão, minha esposa percebe, e eu, com as mãos na calça, tento disfarçar. Impossível, o volume tá lá. "Bom, cheguei na hora errada", olhando pro meu volume, e com uma risada safada e cúmplice, vai embora. "Viu, idiota, ela percebeu. Tapa esse troço, quer?" "O que você quer que eu faça?" Pego a mão dela de novo e coloco no meu pau, e com meus dedos toco a buceta dela. "Vai esquentar a água que esfriou." "Vou no banheiro.
Yo. Entramos na casa e ali mesmo eu puxei ela e mostrei pra ela, olhaa, ela virou e viu, o que cê quer? Dá um beijo nela, bom, só um. Ela pegou, se abaixou, beijou a ponta e brincou uns segundos com a língua. Olha como ela tá de novo, sexopata. Vou no banheiro. Tentei guardar, não consegui, deixei pra fora. Tirei a chaleira do fogo e esperei esfriar. Escuto o celular dela. Pega, é seu celular, é a Marcela (uma das noras) te chamando. Gordita, boas tetas, terrível, usa a palavra: buceta e muito sexopata também. Não tem problema em pegar na pica do meu enteado na minha frente ou tirar ela da calça dele e dar umas mamadas rápidas pra guardar a pica do doido de novo. Pra mim, ela manda indiretas, até se faz de distraída e me dá uns toques disfarçados e rápidos. Bom, minha senhora continua mijando e falando com essa, eu com minha pica pra fora do lado da boca dela, pego a mão dela pra me fazer uma punheta, e enquanto fala, ela faz. Escuto a Marcela dizer se eu posso ir controlar a pressão dela porque não tá se sentindo bem e o marido não pode levar ela no hospital. Ela tá sozinha, os meninos tão em atividades. Vai, por favor. Ouviu? Desce isso e vai, não leva nada. Levantei, sequei, usa a palavra: buceta e molhei minha pica com água fria pra baixar. Vem, ela diz. Minha esposa levanta do vaso, pega na minha pica, me leva pro quarto, deita na cama, abre as pernas. Chupa minha buceta até eu gozar. Bom, mas vamos fazer 69, e assim fizemos, nos comemos e fodemos com nossas bocas até os dois gozarem ao mesmo tempo. Inundando a boca dela com meu esperma e ela molhando minha cara com os deliciosos e salgados sucos vaginais. Gozei na minha, continuamos nosso trabalho por mais minutos. E de novo tocou o telefone dela. Sogra, manda logo teu marido, preciso dele. Lá vai ela, responde e desliga. Levantamos e tomamos banho juntos rápido. Durante o chuveiro, continuei dando carinho na minha pica, mas ela me obrigou a sair do chuveiro. Vai, aquela te espera. Beijei a boca dela e me abaixei pra beijar a buceta. buceta.
Vesti uma sunga e uma camiseta, só isso, não tô de cueca, muito calor. Antônia, vai sozinha, tenho muita coisa pra fazer aqui, leva o carro. Pego as chaves e vou embora. CONTINUA... 2ª Parte: Minha nora e eu, falso ataque de pressão arterial.
0 comentários - Minha esposa e eu, dedos na bucetinha dela na calçada