Depois daquela experiência e do espanhol ter partido para seu país, os dias continuaram passando. Arranjei um emprego num supermercado da região. Já tinha experiência no setor, mas tinha abandonado para cuidar do meu pequeno. Agora que ele já tinha 4 anos e ia para o jardim de infância, eu podia me permitir. Além disso, mesmo meu marido tendo um bom salário, eu queria ajudar. Isso fez com que minha mente ficasse ocupada com outras coisas e que eu não ficasse o dia todo tão tarada. Entre o menino, meu trabalho e o do Luis, não tivemos outra saída a não ser marcar nossas relações sexuais pelo menos uma vez por semana. O que fez com que, até chegar o dia ansiosamente esperado, eu tivesse que me masturbar no momento em que meu trabalho e meu filho me dessem uma folga. Ainda assim, e mesmo com essa contingência, preferia estar assim do que sem trabalhar. A propósito, um entregador da Amazon chegou um belo dia com uma caixa que eu não adivinhava o que era. Estava com meus dados corretamente e o nome do meu marido. Mandei uma foto do pacote para ele. - O que é isso? - Abre. É para você. Abri e era um consolo de uns 19 centímetros na parte inserível. - Ohhhhhh!!! Querido!!! Obrigada!!! - Agora que temos menos tempo, talvez você precise, amor. Não espere por mim. Estrene assim que o menino te der uma folga. Meu marido adorava minha relação à distância com aquele estrangeiro. Há muitos homens que encontram nisso seu espírito de superação. Além disso, sabem que suas mulheres estão sempre com tesão para eles se tiverem essas fantasias. Eu, com certeza, tinha. Ainda bem que ele disse isso. Porque se tivesse que esperar dois dias até ele voltar, a curiosidade de usar meu consolo ia me matar. Ao abrir a caixa e vê-lo, fiquei taradíssima ao ver seu formato de pênis, mas liguei e não funcionava. Nas instruções dizia que era preciso carregar via USB, e foi o que fiz. Isso me deu tempo para planejar a travessura que ia fazer: tomar banho, colocar meu roupão rosa de seda e aquelas ligas brancas com as quais, se minha leitora não se lembra mal, eu tinha sido comida. meu marido e o estrangeiro. Tomei o cuidado também de colocar uns sapatos de plataforma para, com os calcanhares levantados, realçar mais minhas pernas e minha buceta. Enquanto me vestia para me masturbar, avistei o espelho do meu quarto. Olhei-me de frente e pude observar como uma mulher madura, radiante, limpa e com corpo de mulher de verdade ia se consolar. Isso me fez sentir mulher, sem dúvida. Não me maquiei, pois o espanhol tinha dito que eu estava melhor assim. Fui em busca do meu novo brinquedo e constatei que seu led já estava verde. Liguei-o e pude contemplar como esse troço infernal vibrava como se dissesse... - Quero te foder e nunca me canso. Preciso de uma buceta boa e de um bom cu para eu arrombar. Subi para meu quarto e fiquei excitada pensando no meu marido e no estrangeiro. Abri o computador e fui passando as centenas de picas que o espanhol me enviava, uma atrás da outra, enquanto acariciava os pelos da minha buceta na cadeira. O som da vibração dos meus pelinhos aparados nas minhas unhas me fez pensar que logo estaria apalpando minha buceta linda. - Puxa... que tesão que eu fiquei!!!. Uma pica enorme impregnada de seu sêmen fez com que eu ficasse a mil, pensando que ele tinha derramado em mim. - Que paus, meu Deus!!!. Exclamei. Parei de olhá-las porque eu ia gozar apenas acariciando meus seios e me sentei na frente do espelho do meu quarto, olhando como me masturbava. Coloquei o celular na frente desse espelho em posição de gravação e comecei a passar nas minhas tetas aquele látex vibrando em forma de pica. Estava prestes a gozar e nem sequer tinha enfiado ainda na buceta. - Quero pica!!!. Exclamei sem pensar, entre soluços. - Muita pica grande e dura!!!. Na minha buceta e na minha boca!!!. Consegui me ouvir. Desci meus dedos e explorei meu ânus pensando que meus dois amantes me pegavam numa dupla penetração. - Ohhhh!!!!. Assim, meninos, trabalhando em mim os dois, meus amores. Um pelo meu cu e outro pelo meu ânus. Não deixem nenhum buraco sem tapar. Disse. Quero pica. Muita pica!!!. Não parem. Caralho, que vontade de dar!!! Tô com um tesão da porra e quero ficar com cheiro de macho no cio!!! Falei. Na real, eu tava com um tesão de puta no cio. O dedo indicador da minha mão esquerda entrou no meu cu já lubrificado pelo melado que escorria da minha buceta. Enquanto isso, com três dedos da mão direita comecei a acariciar meu clitóris. Muitas vezes no trabalho eu imaginava vários clientes me comendo em turnos no depósito, mas era só fantasia. Não pensava em realizar, mesmo que muitos homens que compravam ali me olhassem com desejo. Tenho certeza absoluta que mais de um se masturbava pensando em me foder apoiada num palete, me dizendo coisas nojentas como se eu fosse uma vagabunda. Como já disse antes, nossas novas obrigações agendavam os encontros sexuais com meu marido. Isso fazia com que dias antes eu ficasse com um tesão da porra, e faltavam só dois dias pra ele me comer. – Que vontade de foder!!! Mas ia me satisfazer sozinha naquela hora. Ver o formato de pau daquele vibrador me deixou muito sensível. Peguei o vibrador e enfiei na minha xota. – Um gemido me fez pensar no meu marido enquanto me dava prazer. Contraí as paredes da minha vagina e prendi aquele pau de borracha com força suficiente pra liberar minhas mãos, conseguindo acariciar meus peitos. – Assim, assim... toquem meus peitos os dois, porcos... – exclamei, pensando no estrangeiro e no meu marido enquanto fazia uma punheta pra cada um deitados na minha cama de casal. – Porra... vocês vão me fazer gozar de novo várias vezes, bandidos. Vocês são uns bandidos mesmo!!! – Vocês é que sabem como tratar uma mulher!!! – disse pra eles. Acariciei meus peitos, pescoço e barriga pensando nisso, enquanto evitava tocar meu clitóris pra fazer isso com minhas coxas. Passar minhas unhas e as pontas dos dedos por elas, pensando naqueles dois garanhões, arrepiou todos os pelos do meu corpo. Imaginei o espanhol tirando o capuz do meu clitóris e me dando uma chupada gostosa, enquanto o pau do meu marido fazia de tudo pra entrar... minha boca. -Isso, chupa bem essa buceta espanhola fodida. E me dá na boca, meu maridinho, não se contenham com sua mulher que tá com vontade de foder!!!. Gritei. Aquele pau infernal de plástico estava completamente preso pela pressão das paredes da minha buceta. Se eu puxasse, teria saído como a rolha de uma garrafa de champanhe. Pude observar no espelho como a cadeira já estava perdida no meu fluxo. Aumentei as vibrações daquele pau artificial e minha buceta vibrava descontroladamente, se espalhando até meu cu como se fosse um terremoto. Pensei naqueles momentos que seria uma boa ideia foder meu outro buraco com um novo consolo. Como em falta de pão, boas são as tortas, fui até a cozinha pegar um pepino e o enfiei na buceta enquanto aquele vibrador fazia no meu cu. O pepino era de um tamanho considerável. Muito grande pro meu cu, pensei. No entanto, o vibrador tinha o tamanho ideal. Me ver autopenetrada no espelho por dois apetrechos me fez gritar... -Isso, os dois. Me deem forte!!!. Tarados!!!. Vocês são uns tarados!!!. Não parem, degenerados!!!! O celular já marcava 10 minutos de gravação. Por um momento, veio à minha imaginação uma foto do pau do espanhol que ele me mandou, sentado com seu pau ereto para o lado devido ao peso. O que mais me excitava nessas fotos era como se ajustavam perfeitamente ao natural de sua envergadura. Já estive com outros homens com pênis menores, mas ver como o pau do espanhol, devido ao seu tamanho, levantava a perna de sua cueca lutando para sair ou como caía de lado em algumas ocasiões me deixava muito excitada. Continuei me dando à vontade. Por um momento, tirei aquela hortaliça da minha buceta impregnada de fluxo e pude observar o tremendo buraco que havia deixado no meu vulcão na frente do espelho. Girei a cadeira e com minhas pernas empurrei as rodas em direção àquele vidro para me ver melhor enfiando quatro dedos tocando o interior da minha pelve por dentro. Nesse descuido, o vibrador saiu do meu caindo na cadeira, oportunidade de passar ele pelo meu clitóris.
- Olhem como a sua mulherzinha está aberta!!! Não dá pena de não estarem aqui??? Parece uma puta no cio!!!, exclamEI.
Imaginei esses meus homens colocando seus paus na minha cara e eu chupando cada um por turnos, quase gozando na minha cara, me dizendo coisas carinhosas e obscenas para me excitar.
- Assim, assim... safados, mais que safados!!!, gritei entre soluços.
Na cama, eu gostava que os homens falassem de forma suja, sem papas na língua e sem frescura. Desde o dia em que tive aquele encontro com o espanhol e meu marido, meu esposo sempre falava no plural em nossos encontros semanais. Quando eu chupava ele, ele me dizia...
- Como você chupa bem as picas, Flor.
Ou...
- Você gosta de ser bem fodida, hein???
E coisas do tipo. Isso me fazia me sentir um pouco puta. Me filmando naqueles momentos para eles ainda mais.
Naquela altura, o consolo do meu marido entrava quase sem roçar nas paredes da minha buceta, de tão aberta que eu estava, então eu enfiei até o fundo, sentindo como o som era abafado dentro da minha casinha do amor. O tamanho correspondia ao do pau do estrangeiro, embora não tão grosso. Como já disse, meu buraco estava totalmente dilatado pelo pepino, mas eu estava totalmente convencida de que o pau do espanhol teria aberto ainda mais minha buceta do que aquele pau verde que eu estava enfiando enquanto pensava no pau dele. Meu marido teria comprado com essa ideia? Com certeza sim. Ele era muito atencioso e sempre estava em tudo.
Quando tirei o consolo do fundo da minha caverna, um filete de lubrificação foi parar no meu ânus, então aproveitei a oportunidade para brincar com ele. Por um momento, lembrei do sotaque do espanhol.
Ter fodido um espanhol me deixava a mil, porque não era algo a que eu estava acostumada.
Ouvi-lo dizer que gostava de se masturbar pensando em uma mexicana abriu as portas da minha imaginação. Era algo em que eu nunca tinha pensado.
Vou lembrar pelo resto da vida o dia em que ele veio se despedir e eu engoli seu esperma branco, sozinhos na nossa intimidade.
Isso não contei ao meu marido. Cada vez que pensava nisso, ficava terrivelmente molhada. -Não cabe toda na minha boca, amor!!!! - exclamai, lembrando daquele dia. -A do meu maridinho cabe, mas a sua não, querido!!! - gritei para que minhas palavras ficassem registradas no vídeo. O vibrador estava no máximo. Era incansável. Além disso, tão flexível quanto um pau ereto poderia ser. Tentei direcioná-lo para cima para estimular meu ponto G e, em seguida, passá-lo pelo meu clitóris, que nessa altura já estava bem saliente no topo da minha buceta e no espelho. -Não demoraria para gozar - pensei. Assim, comecei a esfregar minha sementinha com força, fazendo toda a minha buceta tremer, enquanto com a outra mão acariciava meus peitos. Naquele momento, imaginei estar com meu marido fazendo um 69 enquanto o estrangeiro penetrava minha buceta de quatro com seu grande pau. Era realmente tarde, e as luzes furtivas de um carro passaram rapidamente, iluminando minha janela. Não acho que as cortinas fossem transparentes e que meu vizinho visse o que estava fazendo. Se fosse o caso, nessa altura ele já estaria batendo uma olhando para mim pela janela, o porco. Deixei essa ideia de lado e continuei com o que estava fazendo. Quanto mais ereto ficava meu clitóris, mais forte eu o esfregava sempre que me masturbava. Mas desta vez, um estranho e inquieto aparelho se movia no fundo da minha vagina. -Quero pau!! - murmurei, revirando os olhos. Pau, pau e mais pau!!! -Aos poucos, conheceria melhor meu terceiro amante... - disse a mim mesma. Às vezes, o espanhol me masturbava via WhatsApp. Ele dizia coisas proibidas que eu adorava enquanto esfregava minha buceta lendo-as. Me sentia muito feliz e realizada. A partir de agora, experimentaria isso com meu consolo na buceta. Pensei também nessas frases tipo... -Você deve estar linda, Flor. -Adoro quando você me manda fotos da sua doce buceta... Ou... -Toque-se um pouquinho enquanto eu digo o quanto você é linda e o que eu ousaria fazer com você, amor. Ou... -Quero estar dentro de você a vida toda, amor. meu. Eram apenas uma pequena parte das roupas que aquele homem me dedicava. No dia seguinte, relia as mensagens e me masturbava de novo com as frases molhadas daquele homem. Raro era quando eu não gozava durante ou depois dos nossos encontros digitais. Era simples. Ele me escrevia coisas obscenas e bonitas pelo celular como esse e-mail, enquanto eu tocava minha buceta. Quando acabava, eu avisava e, como recompensa, mandava uma foto aberta com meu buraco escorrendo lubrificação por causa dele. Tenho o celular cheio dessas frases e do pau dele. Muitas vezes, meu marido me penetrava com o líquido que meu corpo tinha destilado por aquele homem à distância. Meu marido me dizia... — Hoje minha florzinha está mais molhadinha que nunca... O que será que fez sozinha? Eu sorria sem parar, fazendo-me de boba. Uma das minhas fantasias era trair meu marido com o espanhol, deixando minha buceta cheia da porra dele, e depois meu marido me foder com o sêmen ainda quente e grosso dentro. Isso me excitava enormemente. Minha buceta cheia das sementes dele. De repente, um instinto me fechou as pernas abraçando aquele objeto que enchia toda minha buceta, pensando que era meu amante, e meu marido exclamando... — Vou gozar, garotooooos...!!!!! Passei minhas mãos pelos meus quadris, tocando meus seios, e uma onda de prazer fez meu corpo eletrizar num orgasmo sonoro, perdendo o controle da minha vulva e das minhas pernas, que se moviam como autômatas. Fiquei assim por alguns segundos, abraçada ao consolo, até passar o último dos meus espasmos de prazer. Quando abri as pernas, aquele aparelho pulou no chão vibrando do mais profundo da minha buceta, e eu estava totalmente excitada. Desse jeito, pude contemplar como toda minha vagina se movia entre espasmos e mostrei ao espelho, abrindo-a com meus dedos. Naquele dia, eu tinha enlouquecido. Louca de prazer. Agradeci por ter um par de homens a meu serviço e por ter um corpo e uma buceta tão gratos. Me senti uma campeã e peguei meu vibrador do chão, desligando-o. - Ai, caralho!!!! A câmera. Peguei o celular e vi que marcava 25 minutos de gravação. 25 minutos que pareceram 5. - Puts!!!!. Muito pesado pra mandar agora pro meu marido e pro meu amante pelo WhatsApp, pensei. Deixei pra lá, porque não aguentava mais. Guardei meu consolo na gaveta da calcinha e tirei os sapatos de plataforma e minhas meias-calças com manchas de um fluxo grosso que tinha jorrado da minha buceta. Joguei tudo pra lavar e me joguei na cama de pernas abertas, tirando umas fotos da minha xoxota pra mandar pro espanhol depois. Caí num sono profundo. Quando acordei, tava muito tonta. Aos poucos meu cérebro foi recuperando as informações. Ainda tava toda sensível e me masturbei de novo com o vibrador. No dia seguinte, meu marido voltou de uma das viagens dele. Assim que chegou, um beijo molhado dele encharcou meus lábios, sinal de que ele tava com um tesão da porra. Ele tomou banho e me perguntou pelo vibrador. Falei que tinha experimentado duas vezes e ele respondeu... - Espero que agora você não vá me deixar na mão... - Não, bobo. - Olha... Levei ele pro nosso quarto e botei o vídeo do que tinha feito, enquanto abaixava a calça dele sentada na mesma cadeira que tinha me masturbado. A imagem tava nítida porque tinha colocado dois abajures em volta. - Nossa!!!!. Flor!!!. - Deixa de flor e olha a tela. Ele tava hipnotizado. Não sabia que sua mulher era capaz de se masturbar daquele jeito. Peguei no pau dele, apalpei os ovos cheios e engoli tudo. Meu marido tava na seca. Não, ele não era daqueles babacas que cada vez que viajava gastava a grana com putas. Ele preferia a buceta de sempre e o amor da sua mulher quando voltava, mesmo que ela fosse uma putinha. - Fica com ciúmes de eu me masturbar pensando em vocês dois???. - Ahhhh!, não, Flor. Nada a ver, mas continua chupando. Hoje vou te encher de creme!. Ele disse, segurando minha cabeça com força contra o pau dele. Meu esposo, cada vez que ouvia uma daquelas frases que na minha inconsciência e excitação eu repetia no vídeo, se... Ficava mais excitado até que não aguentou mais e me disse... -Vem!!! Que agora vou te enfiar ela todinha!!!!. Puxou minha calcinha por baixo da saia, levantando-a, e me colocou de frente para a tela apoiada na mesa. Meus peitos escaparam sem querer do sutiã e caíram dentro da minha blusa. Minha dúvida era se ele ia escolher minha bunda ou minha buceta. Seu pau lutou para entrar, mas aos poucos conseguiu enfiar até dentro da minha vagina. Enquanto isso, no monitor, nós dois víamos como eu me masturbava. -Ohhhh!!! Assim, Luis. Me dá assim!!!. Virei o rosto um instante e vi no espelho como meu marido me fodia daquela forma, junto com as expressões que ele fazia ao ver o vídeo, sem tirar os olhos de cima. -Abre mais!!!, ele me disse, tocando minhas coxas com voz imperiosa. -Quero te foder com a buceta o mais aberta possível!!!. Diante disso, abri mais as pernas em pé. Foram aqueles momentos em que meus peitos balançantes batiam na quina da mesa a cada investida do meu marido, cada vez mais animal. Por um instante pensei no pau do espanhol. Se fosse ele, já teria me deixado toda arregaçada e eu já teria gozado várias vezes por causa do atrito do seu membro enorme. Mas meu marido fazia o que podia, com mais interesse e carinho que ninguém, e isso era muito bom. Enquanto isso, o vídeo seguia sua marcha inexorável. Sem parar de me penetrar, ele agarrou meus peitos por cima da blusa, rugindo como um selvagem. -Uffff... como você veio dessa vez de viagem, amor!!!!. Parece um touro!!! -Que gostosa é a minha mulher e como eu gosto de fazer isso com ela, exclamou entre gemidos, tentando segurar uma ejaculação que eu já dava como iminente. -Enche-me de porra!!!, eu disse. Ele soltou minhas mãos dos meus peitos e pude ver no espelho como ele se endireitou, ficando reto como uma tábua e estufando seu peito peludo de homem. Pegou meus quadris com mais força que nunca e aumentou a intensidade das suas bombadas. Me virou e disse... -Hoje vou te deixar perdida!!!. Eu sabia o que ele queria quando agarrou seu pau ereto. Segurei ela com a mão direita e bati na palma da mão esquerda para sentir a dureza. Ela estava bem dura. -Não queria porra? Então vai ter!!!. Fiquei de joelhos e ele, sem tirar os olhos do monitor, vendo a mulher dele gozar no filme, jorrou na minha cara 4 jatos de neve densa, quente e doce. -Caralho, Luis!!!!!!. Gritei. -Você esvaziou até o fundo das suas bolas!!!!. Tava mesmo precisando, hein!!!. As 4 porradas tremendas banharam meu rosto todo, cabelo e camisa. Enquanto isso, o pau dele soltava as últimas gotas de porra e balançava de um lado pro outro sem controle aparente. Quando já tinha se aliviado completamente, ele sacudiu o pau na frente da minha cara e três gotinhas escorreram da fenda do pau, caso não tivesse sido o suficiente. Sim, ele tinha esvaziado tudo na minha cara. Exatamente na hora, o vídeo passava pela cena em que meu consolo caía no chão depois que eu gozei. Desliguei o computador. Meu marido caiu na nossa cama de casado exausto e sem forças pra nada. Fui ao banheiro me limpar e tirei uma foto que mandei pro espanhol, cheia do sêmen do meu marido. -Gostou de mim assim?. Falei... E ele respondeu... -Vejo que se empenhou a fundo... Já limpa, acariciei meu marido exausto ainda ofegante. Beijei seu pau ainda duro e seu rosto, dizendo... -Gosta do que sua mulherzinha faz???. -Claro que gosto, amor... ele disse me abraçando como um menininho. Eu me deixei ficar, me enrolando toda nos braços dele. -Te amo!!!. Naquele dia soube que meu marido nunca ia me abandonar. Nem eu a ele. -Vem... já passou. Você já tá em casa. O que você quer fazer? A gente faz o jantar junto ou pede algo? -Vamos fazer juntos. -Vou buscar o menino na casa da Lupita e a gente faz o jantar, tá? -Sim. Te espero aqui. Vou tomar um banho. Vi ele ir embora no Chevy pela janela e entrei em casa. Tava debaixo d'água quando bateram na porta. -Porra, quem será agora!. Coloquei um roupão e uma toalha no cabelo e abri. -Você de novo?????? -É você Florecillagolosa?. Um pacote do outro lado do Atlântico. Assine aqui, senhora. Assinei. -Até outra hora. Pancho Carranza para servi-la... -Obrigada!!!. Dei uns trocados de gorjeta e ele saiu feliz feito criança com bexiga cheia. Entrei em casa, mas não sem antes notar que o selo tinha Felipe VI, Rei da Espanha. Abri o pacote e dentro havia um Satisfyier inserível com formato de coelhinho, com uma nota que dizia... -É a última moda na Europa. Experimenta. (O estrangeiro). -Caralho. Já tinha um consolo em forma de pau e agora isso!!!, pensei. -Esses homens devem achar que eu sou sempre uma puta tarada... Hummmmm!!!!. Mas acho que sim. Que sou uma puta, porque estou com uma vontade fudida de meter os dois agora mesmo... Então, depois de ler as instruções daquele novo treco, me masturbei trancada no banheiro pensando no remetente e assim aliviando minhas novas tesões. Sim. Era verdade. Eu estava mais puta que sacada de prédio...
- Olhem como a sua mulherzinha está aberta!!! Não dá pena de não estarem aqui??? Parece uma puta no cio!!!, exclamEI.
Imaginei esses meus homens colocando seus paus na minha cara e eu chupando cada um por turnos, quase gozando na minha cara, me dizendo coisas carinhosas e obscenas para me excitar.
- Assim, assim... safados, mais que safados!!!, gritei entre soluços.
Na cama, eu gostava que os homens falassem de forma suja, sem papas na língua e sem frescura. Desde o dia em que tive aquele encontro com o espanhol e meu marido, meu esposo sempre falava no plural em nossos encontros semanais. Quando eu chupava ele, ele me dizia...
- Como você chupa bem as picas, Flor.
Ou...
- Você gosta de ser bem fodida, hein???
E coisas do tipo. Isso me fazia me sentir um pouco puta. Me filmando naqueles momentos para eles ainda mais.
Naquela altura, o consolo do meu marido entrava quase sem roçar nas paredes da minha buceta, de tão aberta que eu estava, então eu enfiei até o fundo, sentindo como o som era abafado dentro da minha casinha do amor. O tamanho correspondia ao do pau do estrangeiro, embora não tão grosso. Como já disse, meu buraco estava totalmente dilatado pelo pepino, mas eu estava totalmente convencida de que o pau do espanhol teria aberto ainda mais minha buceta do que aquele pau verde que eu estava enfiando enquanto pensava no pau dele. Meu marido teria comprado com essa ideia? Com certeza sim. Ele era muito atencioso e sempre estava em tudo.
Quando tirei o consolo do fundo da minha caverna, um filete de lubrificação foi parar no meu ânus, então aproveitei a oportunidade para brincar com ele. Por um momento, lembrei do sotaque do espanhol.
Ter fodido um espanhol me deixava a mil, porque não era algo a que eu estava acostumada.
Ouvi-lo dizer que gostava de se masturbar pensando em uma mexicana abriu as portas da minha imaginação. Era algo em que eu nunca tinha pensado.
Vou lembrar pelo resto da vida o dia em que ele veio se despedir e eu engoli seu esperma branco, sozinhos na nossa intimidade.
Isso não contei ao meu marido. Cada vez que pensava nisso, ficava terrivelmente molhada. -Não cabe toda na minha boca, amor!!!! - exclamai, lembrando daquele dia. -A do meu maridinho cabe, mas a sua não, querido!!! - gritei para que minhas palavras ficassem registradas no vídeo. O vibrador estava no máximo. Era incansável. Além disso, tão flexível quanto um pau ereto poderia ser. Tentei direcioná-lo para cima para estimular meu ponto G e, em seguida, passá-lo pelo meu clitóris, que nessa altura já estava bem saliente no topo da minha buceta e no espelho. -Não demoraria para gozar - pensei. Assim, comecei a esfregar minha sementinha com força, fazendo toda a minha buceta tremer, enquanto com a outra mão acariciava meus peitos. Naquele momento, imaginei estar com meu marido fazendo um 69 enquanto o estrangeiro penetrava minha buceta de quatro com seu grande pau. Era realmente tarde, e as luzes furtivas de um carro passaram rapidamente, iluminando minha janela. Não acho que as cortinas fossem transparentes e que meu vizinho visse o que estava fazendo. Se fosse o caso, nessa altura ele já estaria batendo uma olhando para mim pela janela, o porco. Deixei essa ideia de lado e continuei com o que estava fazendo. Quanto mais ereto ficava meu clitóris, mais forte eu o esfregava sempre que me masturbava. Mas desta vez, um estranho e inquieto aparelho se movia no fundo da minha vagina. -Quero pau!! - murmurei, revirando os olhos. Pau, pau e mais pau!!! -Aos poucos, conheceria melhor meu terceiro amante... - disse a mim mesma. Às vezes, o espanhol me masturbava via WhatsApp. Ele dizia coisas proibidas que eu adorava enquanto esfregava minha buceta lendo-as. Me sentia muito feliz e realizada. A partir de agora, experimentaria isso com meu consolo na buceta. Pensei também nessas frases tipo... -Você deve estar linda, Flor. -Adoro quando você me manda fotos da sua doce buceta... Ou... -Toque-se um pouquinho enquanto eu digo o quanto você é linda e o que eu ousaria fazer com você, amor. Ou... -Quero estar dentro de você a vida toda, amor. meu. Eram apenas uma pequena parte das roupas que aquele homem me dedicava. No dia seguinte, relia as mensagens e me masturbava de novo com as frases molhadas daquele homem. Raro era quando eu não gozava durante ou depois dos nossos encontros digitais. Era simples. Ele me escrevia coisas obscenas e bonitas pelo celular como esse e-mail, enquanto eu tocava minha buceta. Quando acabava, eu avisava e, como recompensa, mandava uma foto aberta com meu buraco escorrendo lubrificação por causa dele. Tenho o celular cheio dessas frases e do pau dele. Muitas vezes, meu marido me penetrava com o líquido que meu corpo tinha destilado por aquele homem à distância. Meu marido me dizia... — Hoje minha florzinha está mais molhadinha que nunca... O que será que fez sozinha? Eu sorria sem parar, fazendo-me de boba. Uma das minhas fantasias era trair meu marido com o espanhol, deixando minha buceta cheia da porra dele, e depois meu marido me foder com o sêmen ainda quente e grosso dentro. Isso me excitava enormemente. Minha buceta cheia das sementes dele. De repente, um instinto me fechou as pernas abraçando aquele objeto que enchia toda minha buceta, pensando que era meu amante, e meu marido exclamando... — Vou gozar, garotooooos...!!!!! Passei minhas mãos pelos meus quadris, tocando meus seios, e uma onda de prazer fez meu corpo eletrizar num orgasmo sonoro, perdendo o controle da minha vulva e das minhas pernas, que se moviam como autômatas. Fiquei assim por alguns segundos, abraçada ao consolo, até passar o último dos meus espasmos de prazer. Quando abri as pernas, aquele aparelho pulou no chão vibrando do mais profundo da minha buceta, e eu estava totalmente excitada. Desse jeito, pude contemplar como toda minha vagina se movia entre espasmos e mostrei ao espelho, abrindo-a com meus dedos. Naquele dia, eu tinha enlouquecido. Louca de prazer. Agradeci por ter um par de homens a meu serviço e por ter um corpo e uma buceta tão gratos. Me senti uma campeã e peguei meu vibrador do chão, desligando-o. - Ai, caralho!!!! A câmera. Peguei o celular e vi que marcava 25 minutos de gravação. 25 minutos que pareceram 5. - Puts!!!!. Muito pesado pra mandar agora pro meu marido e pro meu amante pelo WhatsApp, pensei. Deixei pra lá, porque não aguentava mais. Guardei meu consolo na gaveta da calcinha e tirei os sapatos de plataforma e minhas meias-calças com manchas de um fluxo grosso que tinha jorrado da minha buceta. Joguei tudo pra lavar e me joguei na cama de pernas abertas, tirando umas fotos da minha xoxota pra mandar pro espanhol depois. Caí num sono profundo. Quando acordei, tava muito tonta. Aos poucos meu cérebro foi recuperando as informações. Ainda tava toda sensível e me masturbei de novo com o vibrador. No dia seguinte, meu marido voltou de uma das viagens dele. Assim que chegou, um beijo molhado dele encharcou meus lábios, sinal de que ele tava com um tesão da porra. Ele tomou banho e me perguntou pelo vibrador. Falei que tinha experimentado duas vezes e ele respondeu... - Espero que agora você não vá me deixar na mão... - Não, bobo. - Olha... Levei ele pro nosso quarto e botei o vídeo do que tinha feito, enquanto abaixava a calça dele sentada na mesma cadeira que tinha me masturbado. A imagem tava nítida porque tinha colocado dois abajures em volta. - Nossa!!!!. Flor!!!. - Deixa de flor e olha a tela. Ele tava hipnotizado. Não sabia que sua mulher era capaz de se masturbar daquele jeito. Peguei no pau dele, apalpei os ovos cheios e engoli tudo. Meu marido tava na seca. Não, ele não era daqueles babacas que cada vez que viajava gastava a grana com putas. Ele preferia a buceta de sempre e o amor da sua mulher quando voltava, mesmo que ela fosse uma putinha. - Fica com ciúmes de eu me masturbar pensando em vocês dois???. - Ahhhh!, não, Flor. Nada a ver, mas continua chupando. Hoje vou te encher de creme!. Ele disse, segurando minha cabeça com força contra o pau dele. Meu esposo, cada vez que ouvia uma daquelas frases que na minha inconsciência e excitação eu repetia no vídeo, se... Ficava mais excitado até que não aguentou mais e me disse... -Vem!!! Que agora vou te enfiar ela todinha!!!!. Puxou minha calcinha por baixo da saia, levantando-a, e me colocou de frente para a tela apoiada na mesa. Meus peitos escaparam sem querer do sutiã e caíram dentro da minha blusa. Minha dúvida era se ele ia escolher minha bunda ou minha buceta. Seu pau lutou para entrar, mas aos poucos conseguiu enfiar até dentro da minha vagina. Enquanto isso, no monitor, nós dois víamos como eu me masturbava. -Ohhhh!!! Assim, Luis. Me dá assim!!!. Virei o rosto um instante e vi no espelho como meu marido me fodia daquela forma, junto com as expressões que ele fazia ao ver o vídeo, sem tirar os olhos de cima. -Abre mais!!!, ele me disse, tocando minhas coxas com voz imperiosa. -Quero te foder com a buceta o mais aberta possível!!!. Diante disso, abri mais as pernas em pé. Foram aqueles momentos em que meus peitos balançantes batiam na quina da mesa a cada investida do meu marido, cada vez mais animal. Por um instante pensei no pau do espanhol. Se fosse ele, já teria me deixado toda arregaçada e eu já teria gozado várias vezes por causa do atrito do seu membro enorme. Mas meu marido fazia o que podia, com mais interesse e carinho que ninguém, e isso era muito bom. Enquanto isso, o vídeo seguia sua marcha inexorável. Sem parar de me penetrar, ele agarrou meus peitos por cima da blusa, rugindo como um selvagem. -Uffff... como você veio dessa vez de viagem, amor!!!!. Parece um touro!!! -Que gostosa é a minha mulher e como eu gosto de fazer isso com ela, exclamou entre gemidos, tentando segurar uma ejaculação que eu já dava como iminente. -Enche-me de porra!!!, eu disse. Ele soltou minhas mãos dos meus peitos e pude ver no espelho como ele se endireitou, ficando reto como uma tábua e estufando seu peito peludo de homem. Pegou meus quadris com mais força que nunca e aumentou a intensidade das suas bombadas. Me virou e disse... -Hoje vou te deixar perdida!!!. Eu sabia o que ele queria quando agarrou seu pau ereto. Segurei ela com a mão direita e bati na palma da mão esquerda para sentir a dureza. Ela estava bem dura. -Não queria porra? Então vai ter!!!. Fiquei de joelhos e ele, sem tirar os olhos do monitor, vendo a mulher dele gozar no filme, jorrou na minha cara 4 jatos de neve densa, quente e doce. -Caralho, Luis!!!!!!. Gritei. -Você esvaziou até o fundo das suas bolas!!!!. Tava mesmo precisando, hein!!!. As 4 porradas tremendas banharam meu rosto todo, cabelo e camisa. Enquanto isso, o pau dele soltava as últimas gotas de porra e balançava de um lado pro outro sem controle aparente. Quando já tinha se aliviado completamente, ele sacudiu o pau na frente da minha cara e três gotinhas escorreram da fenda do pau, caso não tivesse sido o suficiente. Sim, ele tinha esvaziado tudo na minha cara. Exatamente na hora, o vídeo passava pela cena em que meu consolo caía no chão depois que eu gozei. Desliguei o computador. Meu marido caiu na nossa cama de casado exausto e sem forças pra nada. Fui ao banheiro me limpar e tirei uma foto que mandei pro espanhol, cheia do sêmen do meu marido. -Gostou de mim assim?. Falei... E ele respondeu... -Vejo que se empenhou a fundo... Já limpa, acariciei meu marido exausto ainda ofegante. Beijei seu pau ainda duro e seu rosto, dizendo... -Gosta do que sua mulherzinha faz???. -Claro que gosto, amor... ele disse me abraçando como um menininho. Eu me deixei ficar, me enrolando toda nos braços dele. -Te amo!!!. Naquele dia soube que meu marido nunca ia me abandonar. Nem eu a ele. -Vem... já passou. Você já tá em casa. O que você quer fazer? A gente faz o jantar junto ou pede algo? -Vamos fazer juntos. -Vou buscar o menino na casa da Lupita e a gente faz o jantar, tá? -Sim. Te espero aqui. Vou tomar um banho. Vi ele ir embora no Chevy pela janela e entrei em casa. Tava debaixo d'água quando bateram na porta. -Porra, quem será agora!. Coloquei um roupão e uma toalha no cabelo e abri. -Você de novo?????? -É você Florecillagolosa?. Um pacote do outro lado do Atlântico. Assine aqui, senhora. Assinei. -Até outra hora. Pancho Carranza para servi-la... -Obrigada!!!. Dei uns trocados de gorjeta e ele saiu feliz feito criança com bexiga cheia. Entrei em casa, mas não sem antes notar que o selo tinha Felipe VI, Rei da Espanha. Abri o pacote e dentro havia um Satisfyier inserível com formato de coelhinho, com uma nota que dizia... -É a última moda na Europa. Experimenta. (O estrangeiro). -Caralho. Já tinha um consolo em forma de pau e agora isso!!!, pensei. -Esses homens devem achar que eu sou sempre uma puta tarada... Hummmmm!!!!. Mas acho que sim. Que sou uma puta, porque estou com uma vontade fudida de meter os dois agora mesmo... Então, depois de ler as instruções daquele novo treco, me masturbei trancada no banheiro pensando no remetente e assim aliviando minhas novas tesões. Sim. Era verdade. Eu estava mais puta que sacada de prédio...
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