Mi esposa y sus amantes 1

Eu, professor de 30 anos, e minha esposa, dona de casa de 24, baixinha, com uma bunda gostosa e carinha de boneca. Tudo acontece na escola dos meus filhos, onde a mãe dela insistiu em ser representante pra ficar de olho nas atividades. Foi no Natal que minha esposa chegou em casa num carro zero,... estranhei, mas demos um beijo e ela disse que era um pai de família que educadamente ofereceu carona.. da minha parte, sem problema. No dia seguinte, ela diz que tem uma reunião com os pais pra organizar a festa de Natal das crianças. Logo ouço uma buzina e era o mesmo pai de família que buscou ela e, depois de três horas, trouxe ela de volta.. estranho, mas eu confiava nela. O mais esquisito é que, desde esses dias, o telefone tocava várias vezes à noite e minha esposa corria pra atender (na época não tinha celular). Eu via ela rindo e se animando nas conversas longas. No final, ela dizia que era uma mãe de família. Começou a sair mais à tarde enquanto eu cuidava dos meus filhos, qualquer desculpa servia. Comecei a desconfiar e resolvi grampear o telefone pra tirar a dúvida. Foi assim que ouvi a voz de um homem elogiando ela o tempo todo, mas esperei um pouco pra ter certeza. Num fim de semana, ela insiste que quer sair pra dançar e chegamos na balada mais famosa da cidade. Entre drinks e danças, ela diz que vai ao banheiro e volta num instante. Quando volta, chega com um homem mulato, gordo e careca, que me apresenta como o presidente dos pais de família e dono da balada, que logo nos oferece uma garrafa de uísque, claro, em troca de deixar ele dançar com minha esposa, o que eu aceitei. Vi os corpos deles se entrelaçando e se divertindo enquanto sumiam na multidão, enquanto eu curtia a bebida de cortesia. Depois de uma hora de um mix de músicas, eles voltam todos suados e felizes. O pai de família se despede da minha esposa e ela imediatamente me pede pra gente ir pra casa. Já no nosso quarto, tontos e com as luzes apagadas, a gente se pelou e transou com tudo, porque ela tava muito excitada, com a buceta toda molhada e o cu mais aberto que o normal, estranho, mas deixei passar. No outro dia, de ressaca, sinto vontade de comer ela e começo a fazer amor, e é aí que percebo que ela tinha vários chupões nos peitos e nas nádegas. Pergunto e ela responde que fui eu que fiz de noite... verdade é que não lembro. Já de tarde, ela recebe uma ligação onde escuto: Ele: Oi, meu amor. Ela: Oi, minha vida. Ele: Como você tá? Ela: Bem, por causa de ontem à noite. Ele: Gostou? Ela: Amei. Ele: E seu marido não percebeu? Ela: Não, tava muito bêbado. Ele: Quando a gente vai fazer de novo? Ela: Quando você quiser, meu amor... Bom, vou indo porque meu marido já vem... beijos. Caramba, isso tá muito estranho, parece que minha esposa tá me traindo. Decido armar uma cilada, falo pra minha mulher que vou viajar no fim de semana e que volto em 3 dias. Sexta-feira, me despeço dela e me camuflo num táxi na frente de casa, esperando algo acontecer. Não passou nem meia hora e chega o cara, gordo e careca, e minha mulher recebe ele com um beijo de língua demorado. Então me apresso pra entrar pela porta dos fundos até a sala e me escondo atrás de um móvel largo. Na hora, eles entram na sala e começam a se beijar apaixonadamente enquanto o gordo aperta as nádegas da minha mulher, que só tava de pijama. Eu, pasmo, não sabia se confrontava eles na hora ou assistia ao show. Decidi esperar pra ver até onde iam. O clima esquentou e minha esposa começou a desabotoar a camisa dele, beijando o corpo obeso, foi descendo até o umbigo e depois abriu a calça, de onde surgiu uma pica de cavalo, que ela começou a chupar como uma desesperada, engasgando e lambendo desde as bolas. até a ponta do pau dele, logo se acomoda na minha poltrona preferida, ela de quatro era penetrada por aquele falo enorme que lhe causava espasmos intermináveis. Depois, ela se sentou na pica do gordo pra cavalgar, como se tentasse domá-la, mas só levava pancadas fortes que a faziam gozar a cada minuto. De novo de quatro, o gordo cuspiu no cu da minha mulher pra lubrificar e enfiou bruscamente o polegar, e ela começou a gemer. Aí ele enfiou o indicador e o médio enquanto a puta da minha mulher se contorcia de prazer. Por fim, ele pegou o pauzão pra enfiar no cu dela, o que fez ela soltar um grito abafado, mas logo começou a curtir, mexendo a bunda pra fazer a pica entrar e sair, até que o gordo gozou numa cascata de fluidos nas costas da minha mulher e o resto na boca dela. Quantas vezes eu tinha pedido pra ela me deixar comer o cu dela, mas ela nunca aceitou. Naquele momento, eu tinha um monte de ideias confusas, sentia dor, irritação e ao mesmo tempo excitação. Eles se deitaram exaustos, se abraçando e se beijando, depois se vestiram, dizendo o quanto se amavam. Pela janela, vi minha esposa acompanhar o amante até a porta, que com um beijo e um tapa sonoro na bunda se despediu dela. Eu, por minha vez, esperei tudo se acalmar pra sair de casa, ir pra um hotel e refletir sobre tudo que aconteceu. Hoje, enquanto escrevo minha experiência, sinto que fiz o certo, porque agora me excita saber que minha mulher tem um amante, que ela é feliz e curte transar com outros caras, porque depois do gordo, muitas picas passaram pela buceta dela, e dessas eu já vou contar.

0 comentários - Mi esposa y sus amantes 1