Me tornando boneca sexual sissy 005 🤤💋♥️

Jenny é pega e faz uma admissão. Aí meu coração parou quando ouvi a voz inconfundível da minha melhor amiga Mandi: "Alô? Alô? John, você está aí?" Assim que ouvi a voz da Mandi, saí completamente do estado submisso em que estava e fiquei totalmente desperto. Fiquei tenso na hora, o que não é a melhor ideia quando uma máquina está te fodendo o cu sem parar. Soltei um grito involuntário de dor, que teve o efeito colateral infeliz de chamar a atenção da Mandi lá em cima. Mandi gritou de novo: "John, é você? Você está bem?" Ouvi passos pesados nas escadas enquanto Mandi subia correndo, provavelmente para encontrar a fonte do meu grito de dor. Pelo que eu ouvia, Mandi foi direto pro meu quarto, e depois começou a checar todos os cômodos menos aquele que ela sabia que eu nunca entrava. Entrei em pânico, tentando achar um jeito de parar a máquina antes do tempo, mas na minha pressa de tarado eu não tinha querido poder parar. A máquina podia ser parada pelo notebook, mas não tinha como eu alcançar ele. Finalmente, depois de ter verificado todos os outros lugares, Mandi parou na frente da porta do meu pequeno santuário. Nesse ponto não tinha como ela não ouvir a máquina de foder descaradamente enfiando no meu buraco, então ela ia ter que entrar pra descobrir o que era o barulho. Ouvi a porta abrir, seguida de um "Que porra é essa?" assustado. Percebi que Mandi ainda não podia me ver, eu ainda estava escondido pela cama alta, então a confusão dela vinha do próprio cômodo. Ela sempre conheceu aquele espaço como o estúdio de arte da minha mãe, e agora era o quarto de uma mulher jovem cheio de umas paradas pervertidas, incluindo uma cadeira de jogos com restrições, vários vibradores e, o mais importante, uma garota trans pervertida que no momento está se enchendo. Mandi rapidamente deixou... deixei de lado o choque inicial e contornei a cama pra investigar o barulho. Tava olhando pra cima e ela fez contato visual comigo na hora, aí viu o resto do meu corpo amarrado. Ficou parada, confusa por um instante, até que finalmente falou: "Cara, que porra é essa?" Olhei pra Mandi e tentei fazer uma careta de súplica, murmurando sem parar por trás da mordaça: "Desculpa, desculpa!" Mandi se afastou, aliviada, pra eu não ter que encarar ela, dizendo: "Meu Deus, cara, isso é bizarro. Desliga essa merda e desce. Tenho... MUITAS perguntas". Mandi começou a sair do quarto, e eu gritei o mais alto que pude com a mordaça: "Não vou perder!" Mandi parou e se virou: "Ah, caralho, alguém fez isso contigo? Como desliga isso?Me tornando boneca sexual sissy 005 🤤💋♥️Fiz um gesto frenético com a cabeça na direção do notebook, a tela mostrava um botão vermelho gigante de parada bem óbvio junto com o cronômetro regressivo. Mandi fez o máximo esforço pra não me olhar enquanto virava o notebook pra poder ver a tela. "Espera, esse é o seu notebook. Tem um cronômetro. Você fez isso consigo mesmo!" Mandi balançou a cabeça, então apertou o botão de parada no notebook e se levantou. A máquina parou e se retirou na hora, e as amarras se soltaram. Apesar da tensão da situação, a retirada do consolo me deixou com uma sensação de vazio e me peguei meio triste por causa disso. Fiquei de joelhos pra poder usar as duas mãos pra tirar a mordaça, e Mandi me olhou, dando uma espiada no meu corpo sem pelos e depois na gaiola entre minhas pernas. Ela realmente encarou aquilo enquanto eu desafivelava a mordaça, soltando "Que porra é essa?" Tirei a mordaça da boca e tentei falar, soltando outra desculpa com a voz rouca e depois pegando a garrafa d'água pra molhar a garganta. Mandi aproveitou essa pausa pra se virar e sair do quarto, dizendo "Se limpa e me encontra lá embaixo, a gente precisa conversar." Isso foi um eufemismo, pra dizer o mínimo, mas fiquei feliz que ela queria conversar em vez de simplesmente ir embora e nunca mais falar comigo. Levantei e me espreguicei um pouco, depois fui pro banheiro. Limpei a baba do meu rosto e arrumei um pouco o cabelo, que tinha ficado meio selvagem enquanto eu enlouquecia. Decidi que se Mandi ia saber a verdade, ela ia saber a verdade toda, então comecei a passar uma maquiagem leve. Mantive as coisas bem naturais, ou pelo menos tão naturais quanto minhas habilidades ainda bem amadoras conseguiam, uma sombra neutra e um batom mais clarinho.vadiaEu estava prestes a voltar pro quarto pra pegar umas roupas quando vi o plug que tinha usado antes. Assim que olhei pra ele, percebi que ainda me sentia vazio depois de sair da máquina e senti uma vontade irresistível de ter ele dentro de novo. Lubrifiquei o plug e empurrei ele pra cima no meu buraco, gemendo um pouco enquanto ele se acomodava na minha bunda sensível e bem comida. Peguei uma calcinha de algodão liso, uma legging casual e uma regata de algodão macio. Queria ser feminina, mas sem exagerar na primeira vez. Me recomponho, dei um trago no meu vaporizador pra acalmar os nervos e desci as escadas pra aceitar meu destino. Quando desci, encontrei a Mandi olhando os pacotes que eu tinha deixado espalhados pelo chão e segurando o manual de instruções de papel na mão. Mandi estava de costas pra mim e ainda não tinha me notado, então fiquei olhando pra ela por um momento. Mandi abriu o manual e folheou, balançando a cabeça. Ela murmurou: "Isso deve ter custado uma fortuna. Acho que ele pode pagar, mas ainda assim..." Decidi que era melhor encarar a música, então desci os últimos degraus um pouco mais forte do que o necessário pra Mandi saber que eu tava ali. Ela se virou e me olhou, com o manual ainda na mão, "John, que porra você tem feito? Quer dizer, eu sei que um cara sozinho pode fazer todo tipo de coisa estranha, mas eu não esperava...", ela apontou pro quarto todo, "ISSO!" Eu corei e tentei falar, soltando um pequeno grasnido antes de limpar a garganta, "É Jennifer." "O quê?" "É Jennifer agora. Jenny. Sou trans." Mandi ficou chocada por um momento antes de largar o manual e andar até mim. Ela olhou nos meus olhos, o olhar dela queimando na minha alma. Mesmo vestida, me senti mais nu do que quando ela me encontrou pelado sendo comido por uma máquina. Depois do que pareceu uma eternidade, Mandi só concordou com a cabeça e depois me abraçou.travestiMandi me abraçou por um bom tempo e eu tremi, soltando alguns pequenos soluços. Eu estava com tanto medo de como ela reagiria quando descobrisse, ela era a única conexão real com minha vida antiga antes do acidente. Ela rompeu o abraço e me estendeu os braços abertos: "Jo... Jenny, você é minha melhor amiga e eu te amo. Seu nome e seu gênero não mudam isso." Mandi fez uma pausa e me olhou um pouco mais firme, a voz um pouco mais séria: "Mas isso não explica tudo isso." Mandi pegou minha mão, me levou até o sofá e apontou: "Senta. Me conta tudo." Eu assenti e me sentei, o plug do meu buraco se mexeu levemente, me fazendo soltar um pequeno gemido. Não tenho certeza se Mandi percebeu, mas se percebeu, não disse nada. Respirei fundo algumas vezes para me acalmar e então comecei a falar.travestisContei tudo pra Mandi: como eu me sentia, como tomei minhas decisões, o que tinha feito até agora e o que planejava fazer. Mandi ficou na maior parte do tempo calada, só interrompendo pra esclarecer alguma coisa. Era difícil ler a expressão dela, o rosto dela variava entre divertido e preocupado, mas qualquer raiva que ela pudesse ter tido parecia ter passado. Quando terminei, assenti com a cabeça, e então Mandi assentiu e se levantou. Ela olhou pra mim: "Levanta, quero ver essa coisa no seu... como é que eu vou chamar? 'Pau' parece inadequado". Olhei pra ela, envergonhado, mas respondi: "Eu tenho chamado de clitóris desde que comecei". "Fofo. Tá bom, levanta e me mostra." Sentei no sofá, atordoado. Mandi nunca tinha mostrado interesse nele quando era meu pau, não que ela mostrasse muito interesse em pau nenhum. Mandi revirou os olhos e fez um gesto pra eu me levantar. "Qual é, não é como se eu já não tivesse visto tudo antes. Já te vi pelado algumas vezes enquanto você crescia, e literalmente acabei de te ver sendo comido por uma máquina, acho que já passamos da fase do pudor." Fiquei vermelho feito um pimentão, mas assenti e me levantei. Algo no jeito que Mandi falou comigo fez meu clitóris pular um pouco dentro da gaiola. Eu tava ficando excitado por ser mandado pela minha melhor amiga e não sabia muito bem como lidar com isso. Me levantei em silêncio, puxei pra baixo a legging e a calcinha, e levantei um pouco a regata pra ela não cair em cima da gaiola. Mandi deu um sorrisinho, olhando pra baixo: "Calcinha bonita. Pensei que você ia escolher algo mais exótico". Fiquei vermelho de novo e assenti: "Tenho outras, só pensei, sei lá, em não ir longe demais considerando o que acabou de acontecer".travestiMandi assentiu de novo, mas os olhos dela estavam grudados na gaiola em volta do meu clitóris. "Então você tem uma chave pra isso lá em cima, num cofre com trava de tempo, e outra num cofre de banco, pra 'emergências', né?" Eu assenti com a cabeça. "Isso mesmo, pra garantir." Mandi riu. "Nossa... Jenny, você é minha melhor amiga, e eu te amo, mas às vezes você faz umas merdas sem noção." Eu gaguejei, tentando responder: "B... Bom, eu pensei que ia me manter focado, só isso." Mandi riu de novo. "Não tô tão certa do motivo, mas não é isso que quero dizer, sua idiota. Que adianta estar a horas de distância numa emergência? E se você cair e se machucar e um médico precisar tirar isso? Do jeito que essa parada parece, eles podem te cortar tentando arrancar." Eu pausei por um segundo. Em todo meu planejamento, nem tinha pensado nessa possibilidade. Só balancei a cabeça. "Não sei. Não pensei nisso. Tava tão decidido a ir com tudo que nem considerei essas coisas." Mandi riu, e pareceu genuíno. "Você pode ser trans, mas ainda tava pensando com essa coisa entre as pernas, o que significa que não tava pensando porra nenhuma. Você tá realmente decidido a fazer isso? Não sente falta de brincar consigo mesmo?" Eu ri também. "Você me pegou brincando comigo mesmo. Mas não, não senti muita falta. Encontrei outras formas de aliviar. Como uma garota." Mandi me olhou de novo, depois encarou meus olhos. Percebi que ela tava pensando e não quis interromper; mesmo ela tendo sorrido, eu tava apavorado com o que ela podia dizer. Me remexi um pouco, parada ali com minha meia-calça e calcinha abaixadas, minha gaiola exposta pra minha melhor amiga. Fiquei horrorizada quando percebi que um pouco de líquido pré-ejaculatório tinha começado a escorrer da ponta da minha gaiola e que eu tava visivelmente excitada por ela. Depois do que pareceu uma Eternidade, Mandi finalmente falou. "Tá bom, dá pra ver que você tá falando sério, e eu sei que é melhor nem tentar te convencer quando você já decidiu. Também sei que seu planinho é idiota pra caralho, então a gente vai ajustar esse plano. Hoje é sábado e já é tarde demais pra ir no banco, então a gente vai na segunda e você vai pegar sua chave." Eu comecei a interromper, e Mandi levantou o dedo: "Sim, eu sei, você quer manter a chave longe de você pra não ter tentação. Por isso que você vai me dar ela, e eu vou guardar num lugar seguro pra você em caso de emergência. Não tenho o menor interesse na sua 'buceta', então, a menos que seja uma emergência, ela vai ficar longe de você até o outro temporizador acabar. Fechado?" Fiquei chocada! De todas as coisas que eu imaginei que poderiam acontecer quando Mandi me encontrou lá em cima, essa não foi uma delas! Isso na verdade tirou ainda mais o meu controle, o que fez meu clitóris inchar um pouco na sua gaiola. Eu concordei rapidamente: "Tá bom, totalmente... Posso subir minha calça agora, por favor?crossdresserMandi riu e balançou a cabeça. "É, cobre aí e senta. Tem mais coisa nesse acordo, então pode ficar tranquila. Depois que a gente terminar no banco, vamos achar uma clínica pra você dar seu consentimento e conseguir um médico pra te examinar. Sei que você é inteligente, mas tomar hormônio aleatório que achou na internet não foi a ideia mais brilhante que você já teve." Eu tinha vestido a calcinha e a legging de novo e me sentei, meio envergonhada. A Mandi tinha razão, claro, mais uma vez eu deixei meu clitóris pensar por mim na empolgação. "Não queria que minha tia soubesse, ela ainda tem algo a dizer sobre como eu consigo dinheiro nos próximos anos." Mandi concordou: "Jenny, você é adulta e sua tia não é sua tutora. A clínica, os médicos, a farmácia, não podem divulgar informação nenhuma a menos que VOCÊ autorize." Me recostei e ri um pouco: "Bom, talvez eu também não quisesse lidar com a burocracia, mas você tem razão. Tá bom, a gente vai na clínica." Mandi se inclinou pra frente e sorriu de novo, com um olhar um pouco mais intenso nos olhos. "A última coisa. Aquela máquina que você tem lá em cima? Boa ideia, mas perigosamente estúpida de novo. E se desse algum problema com a máquina enquanto você estava presa? Não tinha botão de pânico, eu tive que desligar pra você." Balancei a cabeça: "Eu sei, é perigoso, acabei de receber ela, mas você viu as caixas. Queria testar e adoro não ter controle." Mandi sorriu um pouco mais e se inclinou um pouco mais pra frente: "Já que você gosta que as coisas fujam do seu controle, vou te ajudar nisso. Olha, eu também sou pervertida. Você é claramente submissa, e eu sou definitivamente dominante, e a ideia de ter alguém sob controle assim me excita. Sabia que você era submissa há muito tempo, mas você sabe que não curto caras. A Erin é... meio termo, ela não gosta de abrir mão desse tipo de controle. Então vou assumir o controle de você. Isso não é uma relação sexual, a gente não está Saindo, mas vou controlar suas chaves e sua máquina. . ." Eu estava, de novo, atordoado. Não conseguia acreditar no que Mandi estava dizendo e fiquei de boca aberta por um bom tempo antes que ela saísse de mim. Assenti docilmente e gritei "Tá bom". "Tá bom o quê?" "Tá bom, você pode controlar minhas chaves e a máquina." "E você concorda em seguir minhas instruções?" "Sim." "Não, quando fala comigo sobre essas coisas, é 'Sim, senhorita'." "Sim, senhorita." Mandi sorriu, "Boa garota".TravestiEssas palavras me fizeram tremer. Ninguém nunca tinha se referido a mim como uma garotinha antes, e não só isso, ela estava me dando o controle que eu tanto desejava. Sorri: "Obrigado, senhorita." Mandi sorriu ainda mais: "Você está começando a entender agora. Sua primeira instrução é usar esse seu cérebro para criar um botão de pânico. Você vai adicionar isso e uma câmera na configuração da sua máquina. Faz assim: se você apertar o botão, me liga com a câmera e aí eu decido se você deve ser solta. Você tem um pouco mais de segurança, mas ainda pode entregar o controle. Acha que consegue fazer isso?" Assenti rapidamente, meu clitóris pulsando só de pensar: "Sim, senhorita. O programa foi feito para controle remoto, então é só instalar o aplicativo no seu celular. Fazer um botão que disca rapidamente uma videochamada é fácil." Mandi sorriu e se levantou. "Excelente! Agora, vamos ver seu novo guarda-roupa. Originalmente vim porque a gente ia na loja de jogos do shopping hoje. Ainda quero fazer isso, e você vai precisar de uma roupa bonita pra vestir.femboy

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