asi soy bien yegua

Meu marido, naquela época, trabalhava com agropecuária e comércio, especificamente comprando e vendendo animais, como encarregado de uma consignatária de gado da cidade. Por isso, vivia viajando pras cidades vizinhas, atrás de gado ou indo em leilões rurais.
Eu, por minha vez, ainda não me dedicava totalmente à minha profissão — um pouco por preguiça, outro tanto porque não precisava, já que o dinheiro dele dava pra gente viver folgado e sem aperto.

Foi então que comecei a acompanhá-lo nessas viagens, e a gente passava vários dias rodando pelos leilões de gado e tal. E, confesso, naquelas ocasiões a gente tinha uma “cama” dos infernos — parecia que a solidão daquelas cidades ou o ar do campo davam um gás extra no erotismo e no sexo.

Infelizmente, o fogo foi se apagando. Depois de alguns meses, meu marido começou a ter uns problemas no trabalho, eu fui deixando de acompanhá-lo aos poucos, e em casa a coisa também não andava lá essas coisas. Quase sem perceber, a gente foi se distanciando.

Foi por esses dias que aconteceu o que vou contar, e por acaso foi numa das últimas viagens que fizemos juntos.

A gente tava num daqueles leilões de gado, numa cidade perto da nossa, e eu tava entediada pra caralho. Decidi dar uma volta pelos currais pra ver os bichos que tinha por lá.

Depois de caminhar um tempão e ver uma quantidade sem fim de vacas, ovelhas e touros, cheguei no estande dos cavalos — que, por algum motivo que não sei, fica meio afastado dos outros.

Não tinha ninguém naquele lugar. Comecei a andar, admirando aqueles exemplares lindos de puro sangue, quando, ao passar por um dos “boxes” (é assim que chamam), vejo um cavalo com um membro enorme saindo da virilha, preto e brilhante, que terminava numa cabeça ainda maior e mais impressionante.

Foi uma surpresa do caralho, e a única coisa que fiz foi... Nos minutos seguintes, fiquei observando ele atentamente, me aproximando um pouco mais.
Foi tanta a minha distração que nem percebi a presença de um peão me olhando com estranheza.
Me fazendo de desentendida, falei que estava passeando e que tinha me perdido, perguntando logo em seguida a saída. Isso era ridículo, já que o terreno não era nada grande pra se perder, e além disso o rapaz percebeu minha fascinação evidente pelo membro do cavalo. Então, com um sorriso maroto, ele disse: — Não se preocupe, senhora, aqui no campo é normal a gente da cidade se impressionar com essas coisas, principalmente pelo tamanho que essas bestas têm. — E completou: — Quem dera ter uma dessas, né?
Eu já tinha recuperado um pouco a compostura, então só me limitei a concordar com a cabeça, mas mesmo assim não tirava os olhos da pica do cavalo. Acho que foi isso que fez o peão me propor: — Quer ver de perto? Não tem perigo, vem, vem que ele é mansinho, garantiu. — Já pronto pra abrir a porta do estábulo, eu não sabia o que fazer. Por um lado, minha cabeça me mandava sair correndo dali; por outro, meu corpo pedia pra seguir em frente. Sem pensar muito, e vendo que o peão já tinha praticamente aberto a porta, entrei, tremendo da cabeça aos pés, acho.
Lá dentro, o cavalo ficou um pouco nervoso e começou a andar pra trás. Eu fiquei colada na parede, esperando o peão acalmá-lo. Ele começou a acariciar o lombo do bicho, e assim o cavalo foi se tranquilizando.
Em seguida, ele disse: — Fica tranquila, senhora, eu sei lidar com eles, passo o dia todo com esses bichos. Acontece que esse aqui tá no cio, por isso o membro. A gente mantém ele bem separado, senão faz uma bagunça com as éguas da tropa. — Eu não dizia nada, só concordei com outro movimento de cabeça, enquanto via o membro ainda ali, duro e pulsando, mas agora mais perto, e eu conseguia adivinhar o Pele sedosa e cheia de veias que cobria um pau daqueles.
Talvez tenha sido telepatia, mas pra minha surpresa o peão me diz: — Quer tocar nele, patroa? Olha que ele não morde, hein? Isso ele falou com um sorrisão que me deu um pouco de medo, mas mesmo assim já tava decidida e, me abaixando um pouco, estendi a mão e toquei pela primeira vez o membro de um cavalo. E aquele contato me deu uma sensação de prazer que eu nunca tinha sentido antes. Aos poucos fui me soltando e já passava a mão no comprimento todo do pau, pra isso já tava de cócoras. Enquanto isso, percebi que o peão, em silêncio, tava se massageando o volume (já bem saliente) por cima da calça.
Não sei o que teria acontecido naquele momento se não fossem uns barulhos que ouvi vindo de algum lugar perto, o que me fez soltar o pau do cavalo e sair correndo dali, enquanto o peão fechava a porta atrás de mim.
Sem olhar pra trás, cheguei no lugar do leilão, que por sorte já tava no final, e procurei meu marido, que tava conversando com umas pessoas, provavelmente clientes.
Depois do almoço, ele me avisou que precisava ir a uma fazenda e que ia ficar fora a tarde inteira; eu devia esperar ele no hotel.
No hotel, a gente transou um pouco, o que só aumentou meu tesão, porque eu não parava de pensar naquele membro enorme que tinha segurado nas mãos. Meu marido foi embora e eu fiquei mais um tempo na cama, tomada por uma excitação fora do comum.
Depois, tomei um banho pra tentar acalmar o calor interno, mas não adiantou nada. E depois de pensar muito — ou melhor, de não pensar em outra coisa —, me vesti e saí na rua sem saber pra onde ir, mas por dentro uma força incontrolável me empurrava pra onde vocês já sabem.
Como o leilão tinha acabado, o lugar tava deserto, e lá estava eu, decidida, indo direto pro box onde morava o dono do membro dos meus sonhos.
Quase chegando lá... Ouço vozes e risadas vindas de um galpão perto do box, então fui me aproximando com cuidado, escondida atrás de um biombo de madeira. Dali, pude ver dois peões que estavam comendo e bebendo, e pelo estado deles, deduzi que estavam meio bêbados.
Contrariada e confusa, já que não esperava encontrar ninguém, me virei para ir embora, mas ao fazer isso, trombei de cara com o rapaz da manhã, que me olhava satisfeito e sorrindo.
Me agarrando bruscamente pelo braço, ele me levou para dentro do galpão, onde estavam os outros dois, que ao me verem se aproximaram de um jeito perigoso.
O que me segurava pelo braço gritou pra eles: – Essa é a puta que eu contei pra vocês, rapaziada. – Parece que ela gosta de pica bem grande – e os outros responderam – Então cê gosta de grande, hein? Vem cá, mami, que a gente vai te ensinar –
Claramente estavam todos bêbados, porque senão não falariam assim com a mulher de um dos patrões.
O que falava veio pra cima de mim e começou a me apalpar toda, principalmente os peitos, enquanto o outro enfiava a mão entre minhas nádegas por trás.
Eu gritava pra eles: – Me solta, me solta, vou denunciar vocês, pelo amor de Deus – mas, sendo sincera, no meu estado de tesão que vinha se acumulando desde antes, me ver naquela situação safada no meio de um galpão com três homens prontos pra tudo começou a me excitar, e obviamente isso se notava nos meus esforços cada vez menores pra resistir.
Tanto que um deles disse: – Viu como ela gosta? Viu como ela gosta? Como a gente vai te foder, mamita. – Essas palavras acabaram com minhas últimas forças, então me vi dizendo: – Tá bom, tá bom, faço o que vocês quiserem, mas devagar, não quero que rasguem minha roupa nem me machuquem, senão começo a gritar que nem uma louca e com certeza alguém vai vir me socorrer. – Em seguida, sob os olhares deles, terminei de tirar a blusa e a saia, que já estava na cintura, e fiquei só de lingerie, com as sandálias postas.
Do jeito que eu tava, me fizeram ajoelhar e chupar um por um, alternando, e até enfiavam as picas deles na minha boca, os três ao mesmo tempo. Depois, me deitei no chão e pedi pra um deles me penetrar enquanto os outros colocavam as picas de cada lado pra eu chupar. Assim foram se revezando, me penetrando e fazendo eu chupar as picas, até que começaram a gozar: um na minha buceta e os outros na minha cara, nos meus peitos. Eu tava literalmente banhada de porra.
Quanto a mim, é difícil transcrever em palavras o prazer que senti ou quantas vezes gozei.
Já um pouco recuperados e enquanto continuavam me apalpando, o peão que eu tinha conhecido de manhã me disse: – Acho que você veio por outra coisa, né? –
Eu já tava totalmente entregue, depois do que tinha feito, e além disso o peão tinha razão, então anunciei: – Bom, se quiserem, podem assistir o que vim fazer. – E resoluta, pelada como tava, fui direto pro box do cavalo.
Entramos e eles não paravam de me apalpar por todos os lados, e isso me esquentava ainda mais (se é que é possível). O cavalo não tava excitado, ou pelo menos parecia, porque do membro que eu tinha visto de manhã nem sinal, mas conforme comecei a acariciar ele, primeiro na virilha e depois direto na bolsa, o famoso membro foi aparecendo. Me abaixei bem e, sem dizer água, meti na boca – ou pelo menos tentei, porque pelo tamanho é materialmente impossível.
Posso garantir que o animal gostava, porque se mexia pra frente e pra trás, e eu punhetava ele com as mãos enquanto beijava, passando a língua por todo o comprimento daquele membro enorme e quente. Do meu lado, os três peões se punhetavam, então eu aproveitava e chupava um pouco da rola de cada um, alternando. A mistura de sabores de todos esses membros é uma sensação difícil de descrever em palavras. Eu tava possuída, não parava de chupar e chupar. Um deles se Se acomodou debaixo de mim e começou a lamber minha buceta por baixo, e o prazer foi incontrolável, não sei quantos orgasmos eu tive. Os peões começaram a gozar na minha boca e eu não deixava uma gota, adorava aquele gosto de sêmen de homem misturado com o do cavalo, que soltava um pequeno fluxo, mas apesar dos meus esforços, não conseguiu gozar completamente.
Saí de debaixo do cavalo e me ofereceram para me lavar, já que eu estava toda bagunçada. Enquanto me lavavam, me esquentaram de novo com os amassos e voltamos a foder, mas só um deles conseguiu gozar. Adivinhem onde?
Depois disso, voltei para o hotel, tomei um banho como Deus manda e dormi até meu marido chegar. Nunca mais voltei naquela cidade.asi soy bien yegua

4 comentários - asi soy bien yegua

Que putita tan guapa eres , si te aya cojido el caballo te aya bañado de leche
Que puta hermosa sos!!!! Van puntos!!
Volviste a hacer algo más con animales?