Finalizador 7

Acho que, com toda certeza, fazia anos que eu não acordava com alguém na minha cama, mas ver o corpo perfeito da Sandra como primeira coisa não me desagradou nada. No dia seguinte que terminei o trampo da Alba, recebi um dos cheques mais gordos da minha carreira das mãos do ex-marido dela, que tava mais que satisfeito. Ele ainda não acreditava no que eu e a Sandra conseguimos, e isso se refletiu num pagamento maior do que o combinado no nosso primeiro contato. Com uma grana preta na minha conta e uma deusa na minha casa, decidi que era uma boa hora pra dar uma pausa e só curtir o que eu tinha ganhado. Naquela mesma noite, decidi que a gente ia comemorar nosso sucesso com um jantarão num restaurante de primeira. Quando falei pra Sandra, ela começou a pular de alegria.—vai ser a oportunidade perfeita pra eu vestir um daqueles vestidos que compreidisse com um sorrisinho safado— É um vestido que sempre quis usar, mas não via oportunidade trabalhando onde trabalhava…Como ainda era cedo, decidi que ia aproveitar o tempo que faltava até o jantar pra pegar um sol na minha piscina. Tava deitado cochilando quando o barulho de alguém pulando na água me acordou de vez. A cabeça da Sandra apareceu entre as águas e, nadando com toda a graça, ela se aproximou da borda da piscina.-Valeu por tudo que você fez por mim, não acredito que tô me banhando numa piscinaDava pra ver na cara dela que ela tava no sétimo céu, e pra ser sincero, eu também não tinha do que reclamar.—Tô afim de um mojito. Quer que eu faça um pra você também?Falei pra ela que tava afim de um mojito, então na mesma hora ela se apoiou na borda da piscina e começou a tirar aquele corpo de arrasar do água. As gotas escorriam pelo peito dela enquanto, ao levantar o corpo mais e mais, os braços dela apertavam os peitos, já grandes por natureza, fazendo eles parecerem enormes. Atrás deles, começou a aparecer o umbigo e, depois, o corpo perfeito vestido só pelas gotas que deslizavam na pele lisa. Como vocês já sabem, por causa do meu trampo, tô acostumado com nudez feminina, mas caralho, que mulher eu tinha na minha frente!!! Rindo, ela começou a andar devagar, feito uma modelo, até o frigobar que tenho perto da piscina. A cada passo, ela colocava o pé numa linha reta perfeita, fazendo a bunda dela, esculpida por Deus, balançar no ritmo do quadril, num movimento rítmico. Sabendo que eu tava olhando ela, vidrado, ela se ajoelhou com as pernas abertas pra pegar o congelador pequeno, fazendo as nádegas se separarem e deixarem à mostra os lábios suculentos dela, junto com o cu. Depois, ela se levantou e começou a preparar as bebidas enquanto rebolava suavemente no ritmo de uma música que não existia. Tenho que dizer que, dentro de mim, nasceu uma ideia que me surpreendeu. Tava começando a gostar de dividir minha casa com alguém, especialmente se esse alguém fosse uma mulher daquele nível. Se ver ela indo pro frigobar foi lindo, ver ela se aproximar de mim completamente nua, com os peitões enormes entre dois copos de mojito, foi glorioso. Sandra me mostrava um dos sorrisos mais lindos dela, um sorriso de felicidade verdadeira. Em poucos dias, a vida dela tinha passado de ser pouco mais que uma puta pra recuperar grande parte dos luxos que eu mesmo tirei, e isso dava pra ver no olhar dela. Ela me ofereceu um copo e se deitou de novo na espreguiçadeira que tava na minha frente. Enquanto tomávamos os mojitos, não consegui evitar de passar os olhos por toda a anatomia dela, e isso não passou despercebido. Devagar, ela abriu as pernas dela me dando uma visão direta da buceta completamente depilada, exceto por aquele quadradinho preto perfeitamente desenhado que eu tanto amava. Deitada na espreguiçadeira, ela chupava sensualmente o canudo do copo enquanto, com a outra mão, massageava um dos peitos. A pussy dela começou a ficar molhada, e meu sungão era uma panela de pressão. Ela pegou um gelo do copo e foi passando pela auréola do mamilo, que automaticamente ficou duro; toda a pele de Sandra se arrepiou com o toque frio do cubo de gelo. Ela me olhou fixamente, mordendo os lábios, e começou a deslizar o gelo até o umbigo perfeitamente redondo. Finalmente, o gelo ultrapassou o pequeno quadrado preto na monte de Vênus dela e alcançou o clitóris. Por alguns minutos, Sandra ficou se massageando com o cubinho enquanto a água derretida se misturava com os sucos dela e pingava no chão. Era uma vista linda; ainda era incrível que uma mulher mantivesse aquela figura mesmo depois de um filho e anos de vida louca. Os peitos dela subiam e desciam ritmicamente, assim como a barriga inchava ao inspirar e se contraía, mostrando as costelas ao soltar um suspiro suave e profundo ao mesmo tempo. As pernas dela abertas na minha direção me convidando, e o olhar dela fixo nos meus olhos me fizeram levantar como um autômato e me ajoelhar na frente daquela pussy molhada, segurando as coxas dela, abri ainda mais as pernas dela, forçando a pussy a se abrir na minha frente, e mergulhei minha boca, saboreando uma parte de mojito e uma parte de Sandra, uma mistura que achei deliciosa. Ao mínimo contato com o clitóris, Sandra se remexia na espreguiçadeira; ela tinha largado o copo e usava as duas mãos para apalpar os peitos dela com suavidade. Eu ficava fascinado com a capacidade que essa mulher tinha de não perder a classe e o "glamour", mesmo nua e com uma língua enfiada nas partes nobres dela. Minha língua não parava de passar pelo ponto sensível dela uma e outra vez, enquanto lentamente eu introduzia meus dedos e os curvava para alcançar o ponto G dela. Aquilo fez Sandra arquear o corpo todo e esticar as pernas, tentando escapar da pressão que eu fazia com as mãos. Naquela posição, ela parecia uma modelo posando pra câmera. O sol refletia no cabelo dela que caía pra trás, e eu via um tremor constante percorrendo o corpo dela, começando pela pelve e terminando nos ombros, que mal sustentavam o corpo apoiando os cotovelos na espreguiçadeira. Sentia a buceta dela começando a inchar, anunciando um orgasmo potente. Naquele momento, tirei a boca e deixei espaço pro meu pau. Os 24 centímetros de carne entraram quase sem atrito enquanto eu a penetrava devagar, mas sem volta, até chegar a tocar a boceta molhada dela com meu púbis. Durante essa primeira estocada, Sandra ficou completamente imóvel, com o olhar fixo em mim. Cada centímetro meu que entrava nela fazia Sandra abrir um pouco mais a boca. Na metade da estocada, ela já estava de boca escancarada, e quando faltavam pouco menos de dois centímetros, a língua dela aparecia entre os lábios inchados. Ao chegar no fundo, ela soltou um gemido tão forte que com certeza fez meus vizinhos me invejarem. Eu comia Sandra devagar, usando todo o comprimento do meu pau, sem pressa nenhuma, e isso a mantinha constantemente à beira de um orgasmo potente que não vinha a menos que eu acelerasse um pouco. A respiração dela dançava no ritmo dos meus movimentos. Quando eu começava a penetrá-la, ela puxava o ar até que, ao meter tudo dentro, segurava a respiração esperando eu me retirar de novo pra começar a expirar.É a melhor trepada que eu tive em anos.Ela sussurrou pra mim entre gemidos.- não deixa eu gozar, quero aproveitar o máximo que derAcariciei sua bochecha e a fiz virar na espreguiçadeira, deixando-a de quatro. Aquela bunda que me enlouqueceu anos atrás continuava exatamente como eu lembrava. Um rabão grande, mas perfeitamente no lugar, me permitia admirar seu cu, que me parecia delicioso. Pegando suas nádegas com as mãos, afastei o máximo que pude para deixar exposto aquele buraquinho apertado. Talvez alguns de vocês não gostem de lamber cu, mas também não era qualquer cu. O buraquinho dele era da mesma cor bronzeada da pele dela e estava pedindo por uma boa lambida. Ao sentir o contato da minha língua contra sua buceta, Sandra deu um pulo e se virou para me olhar com cara de surpresa.-Desde que você enfiou um dedo em mim na primeira vez, ninguém mais tocou ali-Não lembrava como você é tarado.—Fica tranquila, Sandra, não vou te foder o cu, pelo menos por enquanto.
—Não sei se isso me alegra ou me entristece. Lembro que adorei o que você fez só com um dedo, não consigo imaginar o que você poderia me fazer sentir com essa pica que você tem.Ela disse enquanto passava a língua devagar pelo lábio superior dela.
Sorri e falei pra ela.—não me provoca ou vai se arrepender—para logo em seguida voltar minha atenção pro cu dela enquanto com uma mão continuava masturbando o clitóris dela, que já tava completamente inchado.

Decidi que já tinha sido gentil o bastante e, com cuidado, peguei a cabeça da Sandra pela nuca e fui abaixando até ela encostar na toalha que cobria a espreguiçadeira. Fiquei uns segundos admirando aquela obra de arte feita mulher. Particularmente, tenho que dizer que é uma das minhas posições favoritas. Acho realmente excitante ter na minha frente uma mulher de quatro, com a cabeça baixa e a bunda pra cima, se oferecendo sem reservas, esperando ser penetrada sem saber qual buraco vai levar a primeira estocada.

A Sandra tava completamente imóvel, na expectativa, enquanto eu simplesmente me masturbava com a mão esquerda e com a direita acariciava as nádegas dela, sem tirar os olhos daquela mulher gostosa. Fui me aproximando aos poucos e encostei a ponta da minha glande no cu dela. Notei como a respiração da Sandra ficou suspensa. Pressionando um pouco, escorreguei até a entrada da buceta dela, que se abriu pra abraçar meu pau inteiro, em toda a grossura. A Sandra voltou a respirar ao saber que o cu dela tinha sido poupado dessa vez, mas logo começou a gemer no ritmo das minhas estocadas.

Por um bom tempo, simplesmente me deixei levar pela luxúria de ter aquela bunda à minha mercê. Só mantinha um ritmo constante, metendo na Sandra até o fundo, tirando quase tudo e depois empalando ela de novo com meu pau, tudo isso enquanto segurava as nádegas da Sandra, que continuava com a cabeça deitada na espreguiçadeira, com as duas mãos agarrando a toalha com força enquanto gemia docemente ou soltava um "Ah, Deus, Porra!!" de repente quando algum ponto do meu pau tocava uma área especialmente sensível dentro dela. Depois de mais alguns minutos, ela começou a gemer mais forte.—Álex, eu... eu vou... gozar—Ela me disse com a voz entrecortada por pequenos gemidos.—Acho que se você gozar, eu também não vou conseguir evitar.eu confessei—Quero te pedir um favor…Com a cabeça, eu assenti, perguntando o que ela queria.quando você gozar, quero que seja em cima do meu cu
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

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Um aumento no ritmo foi a resposta que ele recebeu. Não aguentou nem trinta segundos sem gozar, explodindo num orgasmo realmente potente, a julgar pelos gemidos. Isso foi o suficiente para eu mesmo atingir um clímax incrível. Tirei minha rola bem na hora de começar a gozar na bunda da Sandra, enquanto ela, com uma mão, começou a brincar com o buraquinho dela encharcado da minha porra. Com a palma da mão, ela esfregava a buceta, enquanto com o dedo indicador e o médio brincava com a minha gozada, fazendo de conta que enfiava os dedos no cu dela, só para tirá-los logo em seguida. Fiquei hipnotizado vendo aquele espetáculo até a Sandra ter um segundo orgasmo, dessa vez sem a minha colaboração, só como mero observador.Vou tomar um banho e ficar gostosa—Ele me disse de repente, ainda de quatro e ofegante—tô morrendo de vontade de ver pra onde você vai me levarFiquei olhando pra ela enquanto se afastava, com a buceta escorrendo minha porra, indo pro chuveiro com um sorriso sincero no meu rosto.

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